Preso preso faz do celular uma arma de terror em massa. Mas a polícia não acredita em telefonema interurbano

Estas duas notícias publicadas hoje, pela Globo, é uma só (indica que a transferência de presos é uma farsa):

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Presos de Santa Catarina são transferidos para presídio federal de Porto Velho em Rondônia

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Seis carros são incendiados em Porto Velho

3

Onda de incêndio a veículos aparece em Rondônia e assusta população!

Durante esta madrugada (20) pelo menos cinco veículos foram incendiados de forma misteriosa em pontos distintos de Porto Velho. A polícia ainda não tem nenhuma pista dos incendiários, porém há indícios que os crimes possam ter ligação com apenados ou ex- detentos do presidio Urso Branco. No cruzamento da Avenida Sete de Setembro com a Rua Miguel Chaquiam foram dois automóveis incendiados, sendo um modelo Pampa/Ford e um Passat. No local uma equipe do Corpo de Bombeiros conseguiu apagar o fogo, porém não evitou a destruição dos veículos. Segundos os bombeiros que atenderam a ocorrência, outras equipes tinham sido ordenadas a apagar outros incêndios a veículos, que estava acontecendo em outros pontos da cidade.

4

Operação troca-troca a solução: Rondônia para acabar com o terrorismo precisa, urgentemente, mandar seus presos para Santa Catarina

BRA^SC_DDL preso pcc mais poderoso

BRA^SC_NDOD pcc santa catarina

Blogueira cubana Yoani Sánchez passou pelo Recife e não foi visitar o colega Ricardo Antunes

Não entendi o medo ou a desinformação de Yoani Sánchez. Esteve no Recife e fez que não sabia da prisão de Ricardo Antunes, encarcerado desde 4 de outubro último, antevéspera das eleições, pela polícia socialista do governador Eduardo Campos.

Ricardo foi preso porque estava escrevendo sobre o apoio do prefeito petista João da Costa ao candidato do Governador. Idem o apoio dos comunistas. Acredito que, ideologicamente, Ricardo está bem afinado com Yoani Sánchez.

O blogue de Ricardo Antunes, Leitura Crítica, arquiva vários artigos de Reinaldo Azevedo.

Escreve Reinaldo:

O Brasil está numa lista de 10 países em que a liberdade de imprensa mais sofreu retrocessos em 2012. A avaliação é do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ, na sigla em inglês). Além de Banânia, integram o grupo o Equador, a Síria, a Somália, o Irã, o Vietnã,  a Etiópia, a Turquia, o Paquistão e a Rússia. Atenção! A lista tem um registro específico, reitere-se: são países em que mais houve retrocessos no ano passado; não quer dizer que sejam os piores lugares do mundo para o exercício da profissão.

Para elaborar a lista, a CPJ levou em conta seis critérios:
– mortes;
– prisões;
– legislação restritiva;
– censura estatal;
– impunidade em ataques contra a imprensa;
– jornalistas levados ao exílio
.

Eles explicam por que o Brasil está entre os dez, mas não a Argentina, por exemplo, apesar da cruzada movida por Cristina Kirchner contra a liberdade de imprensa. Quatro jornalistas foram assassinados em nosso país no ano passado, e os crimes continuam impunes — nenhuma das mortes se deu em um grande centro. Também ganhamos destaque quando o assunto é “legislação restritiva”. Por aqui, é fato, pululam determinações judiciais para que conteúdos sejam retirados da Internet, por exemplo — 191 só no ano passado.

[A contagem certa: onze jornalistas foram assassinados]

Quatro jornalistas foram assassinados no Brasil em 2012, superando a cifra registrada no ano anterior e convertendo o país no quarto mais letal do mundo para a imprensa durante o período, revelou a pesquisa do CPJ. Seis dos sete jornalistas mortos nos últimos dois anos haviam noticiado a respeito de corrupção oficial ou crime e todos, com exceção de um, trabalhavam em áreas interioranas. O sistema judiciário brasileiro não conseguiu acompanhar o ritmo.

“A falta de investigações sérias desses crimes deu aos agressores a noção de que não serão identificados e punidos”, disse Mauri König, veterano repórter investigativo veterano homenageado pelo CPJ em 2012 com o Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa. O Brasil ficou em 11º lugar no Índice de Impunidade 2012 do CPJ, que calcula os assassinatos não resolvidos de jornalistas como uma porcentagem da população de cada país.

A censura judicial permaneceu um problema no Brasil, onde empresários, políticos e funcionários públicos entraram com centenas de ações judiciais alegando que jornalistas críticos ofenderam sua honra ou invadiram sua privacidade, mostrou a pesquisa do CPJ. Os querelantes tipicamente procuram ordens judiciais para impedir que jornalistas publiquem qualquer outra informação sobre eles e para retirar do ar materiais disponíveis online. No primeiro semestre de 2012, de acordo com o Google, os tribunais brasileiros e outras autoridades enviaram à empresa 191 ordens judiciais para a remoção de conteúdo.

“Tais ações judiciais minam a democracia e a imprensa do país, e criam um clima de insegurança legal que, de certa forma, se reflete na qualidade da cobertura de questões de interesse público”, declarou König ao CPJ.

[Concordo com König. E reafirmo: o Brasil matou onze ou mais jornalistas em 2012. Um em janeiro de 2013.

Em Cuba, Yoani Sánchez estava em liberdade, e livre para escrever.

No Brasil, Ricardo Antunes está preso, seu blogue fechado, e proibido de escrever.

Ricardo Antunes continua preso e censurado. Cartoon SOLEDAD CALÉS
Ricardo Antunes continua preso e censurado. Cartoon SOLEDAD CALÉS

Justificou a polícia que Ricardo Antunes tentou vender uma notícia por um milhão de dólares a Antônio Lavareda. Yoani acredita nesta versão? Reinaldo ainda não escreveu nenhuma linha sobre Antunes. Por quê?

Para Reinaldo existem dois tipos de liberdade. E dois tipos de tortura:]

A imprensa nacional andou escorregando também na cobertura sobre o surto de violência em Santa Catarina, corrigindo depois o rumo. Os bandidos já faziam a população refém de seus atos delinquentes quando veio a público um vídeo que mostrava presos sendo submetidos ao que pode ser definido, sim, como tortura. É claro que se trata de um comportamento inaceitável e que os responsáveis devem ser severamente punidos.

Onde está o erro? Várias reportagens associaram o surto de violência àquele episódio, sugerindo tratar-se de uma reação aos desmandos praticados, então, por agentes do estado. Em alguns casos, havia uma espécie de sutil sugestão de que a culpa, no fim das contas, não era dos criminosos, que estariam apenas reagindo.

Alto lá!

Quem tortura presos pratica crimes. E o substantivo que define as pessoas que se entregam a tais práticas é um só: “criminosos”. Têm de arcar com as consequências legais de seus atos. Mas é absurda a ilação de que alguma legitimidade assiste à bandidagem. Trata-se de uma abordagem delinquente, que transforma os cidadãos em alvos legítimos, então, de uma suposta guerra.

Quem quer que tenha feito aquele vídeo chegar à imprensa naquele momento estava, objetivamente, atuando em favor do crime organizado — se a intenção era essa ou não, pouco importa. O que estou afirmando é que, por alguns dias, a bandidagem foi alçada a uma espécie de força beligerante legítima, que tinha, afinal de contas, a sua pauta.

[Tortura é tortura.

Censura é censura.

A Santa Inquisição nunca foi santa.

Todo torturador mata por prazer.

Preso preso não tem mais poder que um bandido solto.

Um governo que tem medo de um celular na mão de um preso não é governo]

Apenas 300 federais vão realizar o serviço que as polícias militar e civil de Santa Catarina não conseguiram. Quatro advogados presos

BRA_AN falta o principal

O principal é seguir a pista do dinheiro que patrocinou 106 atentados em Santa Catarina.

Medo. Depois do atentado à sede do governo, Colombo chamou as forças federais

BRA^SC_NDF Já pensou que bom seria um incêndio

BRA_DC forças federais

Os ataques terroristas em Santa Catarina não impediram o mais animado Carnaval de Florianópolis.

Quando chegam as forças federais, os ataques param. Foi assim no Rio de Janeiro. Foi assim em São Paulo.

O Estado bola da vez é o Paraná. Os delegados de polícia convocaram a turma do Rio de Janeiro para pegar jornalistas. Mas o pessoal da fronteira é contra. O espalhafato nos jornais pode expor o tráfico, antes comandado pelo general Lino Oviedo.

Joinville, a cidade da tortura

por Roelton Maciel 

As mãos são levadas à cabeça em sinal de submissão. Um por um, homens nus se agacham e formam filas de frente para um paredão. Ficam obrigados a manter os olhos baixos e o queixo entre as pernas. Ninguém enxerga o que está atrás.

São detentos retirados das celas e levados a um pátio coberto por grades no Presídio Regional de Joinville. Do outro lado do paredão há pelo menos dez homens vestidos de preto, em formação tática, equipados com armamentos e capacetes.

Tratam-se de agentes prisionais enviados de Florianópolis para uma operação pente-fino de surpresa. Seria uma ação padrão se os carceireiros do Departamento Estadual de Administração Prisional (Deap) não virassem protagonistas em cenas de tortura e abuso de autoridade.

Sem qualquer manifestação de resistência dos detentos, eles estouram bombas de efeito moral e disparam balas de borracha na direção dos presos, alguns tiros à queima-roupa. Gás de pimenta é lançado direto nos olhos. Também puxam detentos à força pelo pescoço.

Tudo isso aconteceu no último dia 18 de janeiro, durante mais de quatro horas, na área onde os presos do pavilhão 4 costumam tomar banho de sol. As cenas, registradas por uma câmera do circuito interno de segurança, lembram imagens do filme “Carandiru”.

Mas, ao contrário do episódio que ganhou as telas do cinema, os presos de Joinville não faziam motim nem rebelião quando se tornaram alvos no último dia 18. Nas imagens às quais “A Notícia” teve acesso nesta sexta-feira, não há qualquer presidiário que ofereça reação.

Um deles chega a ser carregado por agentes prisionais, após ser atingido por um tiro de borracha, porque não tem sequer condições de andar. É algemado e levado para um lugar onde não havia câmeras.

O que os agentes veem e fazem parece ser encarado com naturalidade pelo grupo do Deap. Alguns tomam água em garrafinhas enquanto outros cuidam da formação dos presos. Não se sabe o que ouviam e falavam porque as câmeras de segurança filmam sem áudio.

E o que aconteceu dentro das celas, longe do monitoramento, é uma sequência existente apenas no relato dos presos. O testemunho deles, os exames de corpo de delito e as imagens da câmera chegaram às mãos do juiz corregedor do presídio, João Marcos Buch, e serão peças de uma investigação criminal. O juiz cobra a identificação dos agentes envolvidos na operação para a apuração dos crimes cometidos e a aplicação das punições na Justiça.

 

 

 

Pelo incrível direito de continuar presos, bandidos promovem “terrorismo” em Santa Catarina. Quantos soldados das milícias ou paramilitares foram recrutados?

BRA^SC_NDOD paraná 55 atentados

Em oito dias de atentados em Santa Catarina, em 24 cidades, foram realizados 74 atentados. Quanto soldados foram recrutados em nome do PCC, sem considerar os que estão presos?

Um verdadeiro exército desafia o governo oficial de Raimundo Colombo. Ações idênticas aconteceram no Rio de Janeiro e São Paulo, recentemente.

Os governos de Sérgio Cabral e Geraldo Alckmin jamais revelaram quais políticas foram adotadas para acabar com o “terrorismo”. Apenas a ridícula versão de que as ordens partiam de celulares dos presídios. Celulares fáceis de ser rasteados.

Em Santa Catarina, a imprensa apresentou como causa da revolta a tortura nos presídios. A tortura é um crime hediondo. Foi para acabar com a tortura que o brasileiro fez a campanha pelas Diretas Já!, e marchou nas ruas pelo fim da ditadura.

A tortura persiste em todos os presídios do país. Os detentos, no máximo, podem realizar motins ou greves de fome, para denunciar os abusos das autoridades carcerárias.

Preso é preso. O que mais deseja é a liberdade. O comando do governo paralelo, se realmente existisse, lutaria pela própria fuga. Que só acontece em casos isolados. Com a cumplicidade de funcionários corruptos.

 

 

Santa Catarina deportará bandidos pés de chinelo porque não acredita na qualidade dos serviços das operadoras de telefonia. As ligações interurbanas não funcionam

BRA_AN transferir líderes

Se somar a fortuna dos bandidos presos que serão transferidos de Santa Catarina vamos constatar uma hilariante realidade: A polícia investiga, e a justiça apenas condena os pobres.

Pelo noticiário policial, o tráfico não rende dinheiro. Está limitado à venda de drogas em favelas e aos moradores de rua.

Enquanto isso morre na Bolívia o chefão da máfia: En el material se dice que Oviedo fue jefe del cartel de Paraguay —sucedáneo regional del liquidado cartel colombiano de Cali—. Y desde ese puesto se transformó en uno de los principales proveedores de cocaína y marihuana para los mercados de la Argentina y el Brasil.

Documento que quedó en manos de la comisión parlamentaria brasileña que conducía en ese tiempo el diputado Magno Malta, alude al “enriquecimiento vertiginoso gracias al tráfico de drogas, el contrabando y la corrupción” que quedaron aparentemente enmascarados con actividades legales.

Se dice, por ejemplo, que Oviedo se asoció con militares y políticos paraguayos y con comerciantes brasileños. Pequeñas partes del informe, publicadas por el diario O Globo de Río de Janeiro, indican que el ex militar no sólo distribuía la droga en la región sino que se encargaba de embarcarla hacia Europa y EE.UU.

Revela también que en la frontera entre el Brasil y Paraguay por los estados de Paraná y Mato Grosso do Sul se concentran las mayores operaciones de tráfico y lavado de dinero. Se calculaba, hace diez años, que eran “blanqueados” por ese corredor unos 500 millones de dólares al año.

Quem eram os amigos de Oviedo no Paraná?
Que políticos defenderam o golpe da turma de Oviedo em Santa Catarina?
BRA^SC_NDF PCC

Estranha preferência do PCC: APENAS QUEIMA ÔNIBUS VELHOS

Aconteceu no Rio de Janeiro e São Paulo. Estão tirando de circulação as sucatas de Santa Catarina

BRA^SC_DDL Preferência por ônibus velho

No Brasil, os pobres favelados incendeiam pneus.

As autoridades corruptas: prédios do executivo, do legislativo e do judiciário.

Empresários queimam favelas e jornalistas. Assassinaram doze jornalistas em 2013. Este ano 13 começou com dois jornalistas presos, dois exilados e um assassinado.

Assassinos de Décio Sá compram carcereiros. Mandam destruir provas. E caem na besteira de usar celular. Quando todo telefone é grampeado

A novela do julgamento dos assassinos de Décio Sá continua na polícia e na justiça. A quadrilha de agiotas que encomendou o crime foi pega com celular na cela de uma cadeia de segurança máxima. Muita burrice dos bandidos. Que todo celular, além de gravado é rastreado.

Presos em países desenvolvidos usam celular para criar páginas de relacionamentos amorosos na internet. No Brasil o sexo hetero e homo continua permitido nos presídios.

Para a polícia do Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo, polícia da idade das pedras, o celular constitui uma poderosa arma dos bandidos. Via celular, o desconhecido e poderoso chefe do PCB, Primeiro Comando do Brasil, governa todos os PCCs, Primeiro Comando das Capitais do Brasil.

Em São Paulo, o governador Alckmin decidiu armar a polícia com o mesmo potencial de fogo. Está trocando o armamento de grosso calibre – inclusive metralhadoras – pelo celular, comprovadamente, com mais poder de fogo.

O pode de fogo do celular. Sangrento embate da polícia com o PCC
O uso mortal do celular. Sangrento embate da polícia com o PCC

POLÍCIA DO NORDESTE MAIS INTELIGENTE QUE A POLÍCIA DO SUL

A polícia do Sul, científica e tecnologicamente despreparada, devia aprender com a polícia do Maranhão. Publica hoje o Jornal Pequeno:

O superintendente de Investigações Criminais, Augusto Barros, disse nesta segunda (4) que a polícia vai investigar a possível conivência de policiais no caso dos objetos encontrados nas celas do Presídio Militar, em São Luís, onde estão os presos da Operação Detonando, deflagrada no ano passado, para apurar o assassinato do jornalista Décio Sá. Durante revista realizada no sábado (2), celulares, chips, um DVD e um pendrive foram apreendidos nas celas dos suspeitos. [Onde tem DVD tem televisão]

“Isso deve ser investigado tanto na seara própria, que é a seara militar, uma vez que, quem tomava conta do presídio são efetivamente policiais militares e, eventualmente, também, da Polícia Civil, caso nós nos deparemos com algum ilícito [???] que deva ser apurado pela competência da Polícia Civil”, avisou o delegado.

Segundo a polícia, existem 10 celas dentro do presídio, quatro para presos militares e seis para abrigar presos civis. Em todas, teriam sido encontrados objetos proibidos. Dois celulares, dois chips de diferentes operadoras, um carregador de celular improvisado, cadernos com anotações, um DVD e um pendrive estavam no forro da cela onde estão presos o acusado José Miranda; o filho dele, Gláucio Alencar; e Fábio do Lago, o Buchecha. Os três são acusados de formar uma quadrilha de agiotas que teria [???] encomendado, em abril do ano passado, a morte do jornalista Décio Sá.

A vistoria foi motivada por denúncias anônimas. A polícia suspeita que os presos da Operação Detonando vinham intimidando possíveis testemunhas. Os depoimentos à Justiça foram suspensos na semana passada e serão retomados esta semana.

“Vamos pedir a quebra dos sigilos desses telefones para saber com quem eles se corresponderam, para saber se, de alguma forma, eles se relacionaram com pessoas tentando intimidações ou fazendo qualquer tipo de chantagem. Nós vamos trabalhar também numa linha de reconstituição de alguns documentos que estão rasgados e vamos estudar e periciar as mídias que foram apreendidas”, completou Augusto Barros.

[Que humor negro: Documentos rasgados! Que documentos? Quem rasgou?]