Corrupção do governo de Alckmin: meio milhão de paulistas pegaram dengue este ano

Até 27 de julho último, pela contagem oficial, e nada confiável, do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretária Estadual da Saúde do Governo do Estado de São Paulo, foram confirmados exatos 499.556 casos de infectados pela dengue. Informa o G1: “O número é quase o dobro do que foi registrado durante todo o ano de 2013, quando 201.498 pessoas foram confirmadas da doença. Neste ano, o pico da doença no estado de São Paulo ocorreu em maio, com 175.879 casos”. 2014 foi quando começou o racionamento de água, negado por Alckmin.

Falta a lista dos mortos, que a dengue mata.

Ou melhor dito, a corrupção mata. Que a dengue é doença de lugar que falta saneamento, água, e uma campanha de erradicação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da peste. Remember que José Serra, quando ministro da Saúde de Fernando Henrique, desativou as brigadas mata-mosquitos, criadas por Oswaldo Cruz para acabar com a febre amarela no Rio de Janeiro.

Em 1999, José Serra demitiu quase seis mil mata-mosquitos no Rio de Janeiro. Seis mil pessoas que se viram desempregadas da noite para o dia. Muitas ficaram na miséria. Houve 33 casos de suicídio apenas no Rio. E nos outros Estados?

Brigada contra os mosquitos na campanha de erradicação da febre amarela no Rio de Janeiro, no início do século
Brigada contra os mosquitos na campanha de erradicação da febre amarela no Rio de Janeiro, no início do século XX

Em São Paulo falta tudo. É o Estado mais rico do Brasil, o maior PIB, mas contabiliza dezenas de anos de desgovernos.

Em São Paulo falta água, e o racionamento leva as populações mais pobres a improvisar reservatórios: tanques, vasos, baldes, bacias, garrafões etc.

Divulga a ONG Dengue Org: “A prevenção é a única arma contra a doença. A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros”. Confira

Em São Paulo falta saneamento. Na Capital de São Paulo existem mais de duas mil favelas sem água, sem luz, sem esgoto… sem nada.

Apesar da classificação de “doença democrática”, por não livrar os ricos, as principais vítimas da dengue são os pobres, que as favelas são campos de emigrantes e lixões.

Favela do Jardim Jaqueline, na Zona Oeste de São Paulo
Favela do Jardim Jaqueline, na Zona Oeste de São Paulo
Isso é uma rua de São Capital. Favela Cantinho do Céu, localizada no Grajaú, na Zona Sul
Isso é uma rua de São Paulo Capital. Favela Cantinho do Céu, localizada no Grajaú, na Zona Sul

Desvio das verbas de Saúde e Saneamento mata. Aumenta o risco de epidemias

BRA_OP porque dengueNo final dos anos 60 e início da década de 70 a noção de contenção é substituída pela “Vigilância Epidemiológica” que pressupõe o alerta constante e o desencadeamento de ações de controle imediatas a fim de circunscrever o problema em sua fase inicial.

As sucessivas alterações da estrutura social, principalmente nos países não desenvolvidos, na conjuntura de crise dos anos 70 propiciaram a reinstalação de muitos problemas cujo controle era tido como satisfatório. Nessa condição incluimos as recentes epidemias de malária, febre amarela silvestre e dengue, que vêm acometendo vários países da América Latina.

Desta forma, a questão das epidemias torna-se mais uma vez presente, pondo em cheque, a maneira habitual de concebê-las e controlá-las.

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No Brasil, prefeitos e governos ficam esperando, de cuia na mão, dinheiro do governo federal, na maioria das vezes desviado, para investir apenas nos programas de saúde pública. Que ninguém investe em Saneamento. Obra enterrada não proporciona boa propaganda, badalada e visível.

Além dos vampiros, temos os traidores do povo que planejam a privatização da Saúde, para enriquecimento dos piratas, notadamente dos rendosos planos de saúde.

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Dengue mata

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Bauru passa a totalizar em 2013, 1.966 casos da doença.Após o contato com o vírus, a doença poderá se manifestar em média, dentro de seis (6) dias e alguns dos sintomas são: inicio súbito de febre alta, dor de cabeça, dores fortes nos olhos, na musculatura, nas juntas, podendo surgir manchas avermelhadas na pele. Ao aparecer os sintomas, a pessoa deverá procurar imediatamente a Unidade Básica de Saúde mais próxima ou o médico de sua confiança e evitar a automedicação.

Havendo confirmação de casos na família, os demais moradores da residência que apresentarem qualquer sintoma característico acima citado, também deverá procurar atendimento médico imediatamente para os devidos exames e tratamento.

A Secretaria alerta à população que a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, só é possível desde que haja condições da sobrevivência das suas larvas, que é a água parada, e por esse motivo é que a colaboração da população é indispensável para o controle da doença.

De acordo com a Divisão de Vigilância Ambiental do município, todos os moradores, proprietários de imóveis com edificações habitadas e desocupadas ou de imóveis sem construções devem providenciar não só a capinação dos mesmos quando necessário, mas também a retirada de todo o lixo ou entulhos, já que as larvas do mosquito transmissor da dengue se proliferam em qualquer tipo de recipiente onde possa armazenar o mínimo de água possível, desde tampinhas de garrafas até garrafas pets, latas, baldes, etc. A Divisão informa também, que é proibido atear fogo para queima de mato ou entulhos.

A Prefeitura esqueceu de avisar que ela mesma é a principal responsável. Pelas ruas e calçadas esburacadas, pelo lixo não recolhido, pela sujeira das praças, jardins, cemitérios, pelas galerias pluviais a céu aberto, pelas ruas e calçadas esburacadas, pelo abandono dos bairros pobres, pelo abastecimento de água que prioriza quem paga, por não fiscalizar os terrenos baldios da especulação imobiliária, por não capinar ruas e becos terraplenados etc.

E ainda: falta saneamento, faltam moradias dignas, e não se faz nada que preste para o povo.

Dengue: falta de moradia digna para os pobres e de saneamento. E muito dinheiro desviado da saúde pública

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Mineiro não gosta de tomar banho

Antingamente se fazia piada com os portugueses. Mas está provado,  pesquisa mostra que Minas tem 200 mil casas sem banheiro

Mapeamento da Sedese revela que, em 71 cidades do Estado, 20% das residências não têm água encanada
Mapeamento da Sedese revela que, em 71 cidades do Estado, 20% das residências não têm água encanada

Narra Rosildo Mendes: “O baixo nível de escolaridade, a falta de acesso à água potável e a falta de banheiros com sanitários são problemas graves e que afligem pelo menos 200 mil residências, em Minas Gerais. É perverso, mas o fato é que um mapeamento divulgado nesta semana pelo Projeto Porta a Porta, coordenado, pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), feito em 71 municípios mineiros, mostrou que há muitas famílias que vivem em total situação de pobreza e semianalfabetismo. Cerca de R$ 38 milhões serão liberados pelo governo do Estado para serem depositados nas contas das prefeituras das cidades apontadas no estudo, desde que os prefeitos apresentem um projeto que ajude a mudar essa realidade.

De acordo com o documento, os questionários apontaram que em 72% das casas visitadas, pelo menos uma pessoa, com mais de 15 anos, tem menos de cinco anos de estudo. O diagnóstico apontou ainda que 23% dos domicílios são carentes de sanitário (não têm pia, chuveiro ou vaso sanitário) e 20% não tem acesso à água encanada. As visitas foram realizadas entre março e abril deste ano e o mapeamento vai continuar”.

Mais revelações de um desconhecido ou escondido País da Geral vão aparecer. Mas não será a pobre realidade de um povo que vai desanimar as autoridades. A gastança continuará para que a Copa do Mundo aconteça no luxo e na riqueza.