Propaganda nada exemplar de Pernambuco

Navegam na internet estas duas informações, que transcrevo, esperando que a opinião pública fique esclarecida. E pela esperança de informar que esses desacertos não acontecem em Pernambuco.

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Sorridente

Sabe quanto o Presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, desembargador Jovaldo Nunes (que quer dar auxílio-moradia aos juízes) teve de vencimentos em outubro e novembro?

OUTUBRO – R$ 82.562,98
NOVEMBRO – R$ 76.289.80

Isto mesmo, em apenas dois meses de vencimentos este senhor ganhou quase R$ 160 mil, e ainda está achando pouco, e quer auxílio-moradia.

Publicou o Jornal do Comércio: O atual presidente do TJPE, desembargador Jovaldo Nunes, é favorável aos auxílio-moradia e auxílio-livro – benefícios extra-teto – para os magistrados. Questionado, ele disse considerar “imprescindível” o auxílio-moradia para os juízes, já que os aluguéis estão caros. É da tese de que tem direito, porque os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e os deputados federais também têm. O futuro presidente, desembargador Frederico Neves, não falou com o JC, mas subscreveu a criação dos dois benefícios.

“Acho que é sim (imprescindível). Veja bem, não é só Pernambuco, os próprios ministros, os deputados têm ou residência ou auxílio-residência. Acho imprescindível e necessário. A única ressalva é que esse tratamento deveria ser de caráter geral, para todos os servidores. Mas, lamentavelmente. a lei fixou para juiz, deputados, ministros. Estamos dando cumprimento à lei, que já existia. Pernambuco está atrasado nesse ponto. Acredito que mais de dez Estados da Federação já possuem”, argumenta.

Para o desembargador, o valor de 10% em cima do salário é bastante “razoável”. “Eu confesso que não é alto. Eu mesmo, que moro em Olinda, qualquer apartamento de dois ou três quartos o aluguel é em torno de R$ 1.700 a R$ 2.500. Tem Estado que é 30% (o benefício), nós não chegamos a tanto. Até porque nós não poderíamos chegar a tanto porque a lei prevê o máximo de 10%”, alega.

Para justificar a criação de “auxílios” extra-teto, o desembargador ainda levanta a tese de que os salários iniciais (R$ 17.581,00) destinados aos juízes não são suficientemente atrativos. “O juiz hoje tem um salário inicial de R$ 17 mil brutos. Líquido fica uns R$ 13 mil. Isso para ir para as cidades longínquas do interior. Não atrai a magistratura. Estamos com um déficit de uns 200 juizes no Estado. Uma das causas é essa: a falta de atrativo. Estamos então procurando com isso (os benefícios) ver se os juízes bem formados, com mestrado, doutorado, venham para o Judiciário. Eles estão fugindo para as procuradorias dos Estados, Ministérios Públicos, porque eles oferecem as mesmas vantagens que hoje estamos tentando implementar”, disse.

No entanto, a discussão acerca dos auxílios agregados ao salários dos magistrados não é pacífica nem dentro da própria Justiça. Por conta da indefinição sobre a viabilidade e a legalidade do benefício, o conselheiro Emmanoel Campelo, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), expediu liminar em maio de 2013 para suspender atos normativos dos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) para Amapá, Pará, Paraíba e Paraná, que instituíram o auxílio-moradia para magistrados por meio de resoluções.

Na decisão, ele argumentou que existem “valiosos argumentos contrários e a favor”. Hoje filiada ao PSB, a ministra aposentada do STF Eliana Calmon, em março de 2013, votou contra o requerimento da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) pedindo auxílio-moradia, a qual classificou de “puxadinho para acomodar angústia”, referindo-se à discussão de que as ajudas de custo servem para dirimir a defasagem salarial dos magistrados. Ela, porém, votou a favor do benefício, em 2003, para os ministros do tribunal superior. O desembargador Jovaldo Nunes ignora qualquer controvérsia acerca do tema.

“Desconheço qualquer decisão suspendendo o benefício”, diz. Segundo ele, os auxílios estão sendo implementados agora por uma questão de “conveniência” e “orçamento” – a previsão em recursos para 2014 é de R$ 1,2 bilhão.

Em 2008, o auxílio-moradia para juízes esteve também no foco do debate através da iniciativa do deputado estadual Guilherme Uchoa (PDT), que é juiz aposentado. A emenda apresentada ao Projeto de Lei Complementar 820/2008, porém, foi barrada pela Comissão de Constituição e Justiça.

Estabilidade no emprego um direito perdido

correio_braziliense. estabilidade

O sonho do brasileiro é ter um futuro garantido. A volta da estabilidade no emprego cassada pelo ditador Castelo Branco, com o golpe de 1964.

Hoje todos os empregos nas empresas e serviços privados são temporários.

Com um emprego provisório – recebendo um salário mínimo ou um salário piso – nenhum trabalhador pode planejar o próprio futuro. É viver sem esperança, com a incerteza do amanhã. Um amanhã miserável que, depois dos 35 anos, cada vez mais vai ficando difícil arranjar um trabalho digno. Vale para todas as profissões.

A terceirização é uma armadilha para roubar a estabilidade do emprego público.

O pequeno funcionário tem estabilidade porque ninguém ousa tirar esta mesma estabilidade dos lá de cima.

Os Associados, proprietários do Correio Braziliense, querem a eternidade das concessões de suas rádios, de suas telivisões. O sonho do Correio Braziliense é ser concessionário público. E com seus empregados recebendo um salário piso e mínimo.

Este o projeto de todos os barões da mídia, enriquecidos com a publicidade do executivo, do legislativo, do judiciário.  E outros diversificados negócios, também adquiridos como concessões.

 

 

 

 

 

O humilhante salário piso do jornalista brasileiro. O de Pernambuco é tão pisoteado que o Sinjope esconde

promessa salário sonho classe média

Veja que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco esconde o salário humilhante para quem recebe, e vergonhoso para quem paga.

É uma triste realidade. Eis o motivo do governador Eduardo Campos dizer que um jornalista é um “pobre coitado”, “miserável”. Ele errou, e feio, quando acrescentou o adjetivo infame.

Como os barões da imprensa podem respeitar um bando de servos que trabalham de graça (escravidão), ou aceitam receber alguns trocados todo fim de mês?

O jornalista precisa recuperar a dignidade e o prestígio roubados pelos pelegos dos sindicatos frouxos e vendidos.

Agora você entende o real interesse do patronato nas eleições sindicais. O motivo da Chapa Você Sabe Porquê ser proibida de entrar na redação do Jornal do Comércio. Uma redação de muitos caciques e poucos índios.

 

Acre

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Várias empresas R$ 1.684,00 – data base: Mai

 

Alagoas

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Várias empresas R$ 2.437,46 – data base: Mai

 

Amapá

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Amazonas

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Bahia

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Ceará

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Jornais e Revistas R$ 1.486,89 – data base: Set
– Rádio e Televisão R$ 1.641,05 – data base: Jan

 

Distrito Federal

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2014
– Mídia Impressa e Eletrônica R$ 1.950,00 – data base: Abr

 

Dourados

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Jornal Diário MS R$ 1.152,28 – data base: Mai
– TV Morena (Globo) R$ 1.234,00 – data base: Mai
– RIT – repórteres R$ 1.900,00 – data base: Mai
– RIT – repórteres cinematográficos R$ 1.300,00 – data base: Mai
– Site douradosnews R$ 1.155,60 – data base: Mai
Espírito Santo

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Jornais e Revistas da Capital R$ 1.430,00 – data base: Mai
– Jornais e Revistas de outros locais R$ 1.100,00 – data base: Mai
– Rádio da Capital R$ 1.215,00 – data base: Mai
– Rádio de outros locais R$ 1.042,00 – data base: Mai
– TV da Capital R$ 1.430,00 – data base: Mai
– TV de outros locais R$ 1.042,00 – data base: Mai

 

Estado do Rio de Janeiro

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Jornais e Revistas – data base: Jul
Redator 5 horas R$ 1.205,65
Reporter 5 horas R$ 976,09
Redator 7 horas R$ 1.804,16
Reporter 7 horas R$ 1.483,53
Municipios com mais de 300 mil habitantes
   
Redator 5 horas R$ 1.204,29
Reporter 5 horas R$ 893,97
Redator 7 horas R$ 1.211,77
Reporter 7 horas R$ 1.106,97
Municipios com menos de 300 mil habitantes

 

Goiás

Pisos e categorias Salário Normativo 2013/2014
– Jornais e Revistas R$ 1.800,00 – data base: Mai

 

Juiz de Fora

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido 

 

Londrina

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Jornais, Revistas, Rádio e TV R$ 2.323,68 – data base: Out

 

Maranhão

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Único R$ 1.535,35 – data base: Set

 

Mato Grosso

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Único R$ 1.600,50 – data base: Mai

 

Mato Grosso do Sul

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Minas Gerais

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Jornais e Revistas da Capital R$ 1.845,45 – data base: Abr
– Jornais e Revistas do Interior
(Jornais diários)
R$ 1.368,00 – data base: Mai
– Jornais e Revistas do Interior
(Demais jornais)
R$ 1.223,22 – data base: Mai
– Rádio R$ 1.480,00 – data base: Abr
– TV e Produtoras R$ 1.600,00 – data base: Abr
– Fenac (Capital) R$ 1.567,00 – data base: Mai
– Fenac (Interior) R$ 1.200,00 – data base: Mai

 

Município do Rio de Janeiro

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido 

 

Pará

Pisos e categorias Salário Normativo 2010/2012
– Jornalista classe (A) R$ 1.588,92 – data base: Mai
– Jornalista classe (B) R$ 1.978,73 – data base: Mai
– Jornalista classe (C) R$ 2.086.64 – data base: Mai

 

Paraíba

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Único R$ 1.201,82 – data base: Abr
Paraná

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Jornais, Revistas, Rádio e TV R$ 2.323,68 – data base: Out

 

Pernambuco

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Piauí

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Único
R$ 1.157,40 – data base: Fev
mais 2% de anuênio
Rio Grande do Norte

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Único R$ 1.050,00 – data base: Set

 

Rio Grande do Sul

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Jornais, Revistas, Rádio e TV – Capital R$ 1.690,00 – data base: Jun
 Jornais, Revistas, Rádio e TV – Interior R$ 1.425,00 – data base: Jun 

 

Rondônia

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Roraima

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Santa Catarina

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Jornais, Revistas R$ 1.535,00 – data base: Mai

 

São Paulo

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012

– Assessoria de Imprensa
5 horas
R$ 2.337,82 – data base: Jun
– Jornais e Revistas da Capital
5 horas 
R$ 2.076,00 – data base: Jun
– Jornais e Revistas do Interior
5 horas
R$ 1.710,00 – data base: Jun
– Rádio e TV da Capital
5 horas
R$ 1.704,51 – data base: Dez
– Rádio e TV (Municípios com mais de 80.000 habitantes)
5 horas
R$ 1.100,00 – data base: Dez
– Rádio e TV (Municípios com menos de 80.000 habitantes)
5 horas
R$ 1.080,00 – data base: Dez

 

Sergipe

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Rádio, TV e Jornais R$ 1.180,21 – data base: Mai

 

Tocantins

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Único R$ 1.600,00 – data base: Mai

Transcrito do portal da Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas. Confira

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A falta que a vergonha faz

por Ricardo Antunes, antes de ser preso pela polícia do governador Eduardo Campos (*)

Os politicos costumam viver num país de faz de conta. E se o fazem, é porque sempre, do outro lado, há gente tentando perpetuar os seus privilégios (…). A eleição é o passe de mágica, a varinha de condão que permite o faz de conta.

Abstraindo essa “culpa” que todos carregam, e é usada para a desculpa de que o “povo é que vota errado”, não há como não adjetivar a resistência da Assembléia Legislativa  de “vergonha”.

Uma casa que já produziu nomes do quilate de Gregório Bezerra, Marco Maciel, Miguel Arraes, Roberto Magalhães, Silvio Pessoa  e Egídio Ferreira Lima, em um estado altivo como Pernambuco, de tradição libertária da Confederação do Equador e da Revolução Praieira, não poderia se dar ao papel que está reduzida: a de mera resistente do que  de pior existe de atraso em termos de ética e respeito ao povo.

Defender privilégios não é primazia apenas da AL. Mas a rigor, se julgarmos a nota que a Mesa Diretora soltou contra a OAB e o MP em defesa da manunentação do auxílio, é jogar na contramão da história. Remar contra a maré da ética.O  Senado Federal já manifestou a inconstituciomalidade do pagamento do 13 e 14 salarios de parlamentares.  O “ juridiquês” é apenas mais um motivo pra se constatar o receio dos senhores parlamentares em perder uma mordomia que rende aos bolsos de cada mais de R$ 100 mil.

A ética não espera determinação judicial, como tentou passar a nota da AL. Ela, apenas e quando existe vontade politica, se faz.

Resistir nessa direção e sob o manto do anonimato e da vergonha – ninguem consegue uma palavra  de qualquer deputado que tenha coragem de defender o indefensável – é  apenas postergar um julgamento que a opiniao pública já fez:

A de que esse privilégio acintoso  vai acabar, queiram ou não suas excelências.

Com maior ou menor desgaste na imagem de sua representação política e da história pernambucana.

Transcrevi trechos. Leia mais. Nas garras da polícia, jogado em um porão da Sorbonne, Ricardo Antunes está impedido de escrever, incomunicável, amordaçado, acorrentado. 

 

Indenizações milionárias beneficiam as cortes palacianas da justiça

Metade dos brasileiros tem um rendimento mensal de 270 reais. Sào cem milhões de miseráveis porque não temos Justiça Social.

É um tapa na cara, um verdadeiro pum, as indenizações milionárias do TJ. Quando o salário mínimo não passa dos humilhantes 610 reais. Idem as aposentadorias e pensões da maioria dos brasileiros.

Informa o Estadão:

Planilha intitulada “indenizações excepcionais superiores a R$ 400 mil” aponta os valores exatos concedidos a cinco desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo. Os maiores pagamentos foram feitos em favor de dois ex-presidentes do TJ, Roberto Antonio Vallim Bellocchi (2008/2009) e Antonio Carlos Viana Santos (2010), que morreu em janeiro de 2011.

Os dois receberam durante sua própria gestão na presidência. Bellocci ficou com R$ 1.440.536,91, assim divididos: R$ 585.446,16 no ano de 2008 (seu primeiro ano como presidente), R$ 738.404,37, em 2009 (segundo ano no poder) e mais R$ 90.557,20 em 2007, R$ 26.129,18 em 2010.

Vianna Santos ficou com R$ 1.260.369,51, a maior parte (R$ 914.831,91) em 2010. Ele havia recebido R$ 233.584,40 em 2009 (gestão Bellocchi), além de R$ 51.953,20 em 2007 e R$ 60 mil em 2006.

Outros três desembargadores fazem parte do rol que o próprio TJ classifica de “casos graves”. Ele integraram a Comissão de Orçamento e Finanças da corte. Servidores dos ordenadores de despesa foram contemplados com contracheques elevados. Por isso, o TJ decidiu intimar novamente esses desembargadores para que, no prazo de 15 dias, justifiquem desembolsos que teriam autorizado também para assessores no período entre 2006 e 2010.

O desembargador Alceu Penteado Navarro, presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que presidiu a Comissão de Orçamento do TJ, recebeu um total de R$ 640.309,96 – em 2010 ficou com R$ 170 mil; em 2009, R$ 412.246,92 e, em 2008, R$ 58.063,04.

Os desembargadores Fábio Monteiro Gouvea e Tarcisio Ferreira Vianna Cotrim receberam juntos R$ 1.344.853, 31. Gouvea, sozinho, recebeu R$ 713.222,64. Cotrim ficou com R$ 631.630,67.

 

Salário de um soldado da polícia militar de Brasília: 4,507,10 reais

Acho justo o soldado de outras polícias estaduais fazer  greve pela equiparação.

E você engenheiro, médico, professor, nutricionista, assistente social, psicólogo, jornalista, filósofo & outros com canudos de bacharel, de mestrado, de doutorado qual seu salário piso?

Compara com o mínimo do mínimo de outros países

Compara com a Espanha, um país em crise.

Você sabia que leis internacionais consideram um crime um trabalhador pagar mais de 30 por cento do que ganha no aluguel de uma moradia?

Se você é um sem teto da classe média, recebe um pisoteado piso, e sabe que depois dos 35 anos vai ser difícil arranjar um emprego, qual seu projeto para o futuro?

Que você fez dos seus sonhos dos tempos estudantis?

Você acha que o Brasil vai melhorar depois da Copa do Mundo ( vide o exemplo da África do Sul), depois das Olimpíadas (veja as notícias da Grécia hoje)?

Se você acha justo que para ser escravo é preciso estudar
 … você vai viver um eterna quarta-feira de cinzas.

Fazer greve contra empresa estrangeira é crime

Greve no Brasil é caso de polícia. Quase sempre.
A imprensa, a justiça e o patronato apenas defendem três greves:

* do judiciário
* do fisco
* da polícia

Quem fiscaliza, julga e prende corrupto pode ser grevista.

As vítimas dos corruptos não realizam greve. Jamais. Principalmente o empregado de empresa ou indústria estrangeira.

Toda greve, opina a imprensa, atrapalha o trânsito. Parada gay, não. Nem procissão de padre ou pastor eletrônico. Nem marcha pela paz realizada em bairro de rico.

Toda greve contra o salário mínimo do mínimo, contra o salário piso pisoteado, contra as pensões e aposentadorias congeladas da previdência dos pobres e miseráveis, termina em “bagunça, desordem, anarquia. É terrorismo. O caos”.

O governo ajuda a Europa e esquece o pobre brasileiro pobre desempregado e com fome

Um bom calote faz disparar a bolsa.
Eis a melhor explicação:

O Brasil devia seguir o exemplo. E não raspar o tacho dos ministérios para fazer déficit primário, isto é, fazer caixa para pagar os juros da dívida. Isso se faz com o sacrifício do povo brasileiro.

Daí porque não entendo: se falta dinheiro para a saúde, para a educação, para construir moradias populares; se falta grana para pagar um salário mínimo e pensões e aposentadorias que proporcionem as três refeições diárias prometidas por Lula… por que ajudar os colonos?