Soldado da Bahia considera digno um salário em torno de R$ 4,5

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O presidente da Associação dos Praças de Salvador (Aspra), Marcos Prisco, desde o final de 2013 vem criticando duramente as condições de trabalho dos policiais militares na Bahia.

Declarou em novembro de 2013: -Todo povo do Brasil inteiro está indo para ruas cobrar seus direitos e nada mais justo que os policiais militares cobrarem seus direitos. A gente tem questões nacionais ainda. Nós queremos a desvitalização e unificação da PEC 300, que é a valorização salarial dos policiais militares do Brasil, e temos questões internas de cada estado. Esperamos que o governo sente-se à mesa e trate a segurança pública com prioridade, que negocie, por que a palavra mais fantástica da democracia é o diálogo.

-Esperamos que o que está na mesa saia do papel, por que os policiais militares da Bahia infelizmente não confiam no governador, devido a toda promessa durante o período da campanha eleitoral, como pagamento da URV e valorização salarial, que não ocorreu.

Atualmente um Soldado da PM recebe de salário bruto R$ 2.020, considerado o quinto pior do Nordeste. Ainda de acordo com o presidente da Aspra, a situação enfrentada pelos trabalhadores é desestimulante, pois um soldado da PM em Sergipe ganha R$ 3.800 mensalmente.

– Nós não queremos penduricalhos. Nós queremos salário, nós queremos equiparação salarial para toda corporação.

O sindicalista afirmou que não tem como mensurar um valor fixo para quem enfrenta diariamente vários riscos para proteger a população, mas acha que um salário em torno de R$ 4,5 poderia dar mais dignidade aos trabalhadores.

 

Policiais em greve ocupa Assembléia e pede piso de R$ 7.250

BRA^GO_HOJE Goiás greve piso de 7.250

Juiz pode fazer greve sim.

Cobrador de imposto pode sim.

Polícia pode sim, senhor.

E ninguém puxa o gatilho para atirar balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo, bombas de efeito moral.

O único gatilho que se puxa é o salarial.

São as três únicas categorias com direito de greve garantido no Brasil, de greve na mais santa paz, e com plano de carreira. Quando sobe o salário do soldado raso, o do coronel passa do teto constitucional. Quando o piso do juiz sobe, o desembargador pisa nas nuvens – que o céu é o limite. Também ninguém fiscaliza o salário do fiscal.

E o professor, por exemplo, tem plano de carreira? Tem. Fez greve tem de correr da repressão policial. É uma carreira sem fim para não apanhar, não ser preso, quando faz passeata e piquete. Que lugar de professor é na sala de aula, formando o futuro do Brasil, educando crianças e jovens que vão ser amanhã ministros dos tribunais supremos, cobradores de impostos, fiscais, delegados, coronéis das polícias militares, oficiais das forças armadas, legisladores e governantes da Ordem e do Progresso.

A polícia ocupar a Assembléia um direito. Quando é um estudante, os crimes horrendos de terrorismo, vandalismo e anarquismo.

São José do Rio mais do que Preto
São José do Rio mais do que Preto

“Gostinho a mais” da polícia bater e ferir jornalistas

sérgio silva

Qualquer soldado da polícia militar ganha mais que a maioria dos jornalistas. Veja links.

A postura da imprensa, a posição do Estado e a preparação dos jornalistas. Esses foram os temas abordados na “Série de Encontros” promovida pela Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Estado de São Paulo (Arfoc-SP) em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) no início desta semana. O evento contou com Sérgio Silva (Futura Press), Daniel Teixeira (Estadão) e Flavio Florido (UOL). O debate teve mediação de Erivam Oliveira (professor da ESPM).

Os jornalistas abordaram o trabalho da imprensa durante as manifestações que pararam ruas de cidades brasileiras nos últimos dois meses. A postura da polícia e o treinamento para profissionais de comunicação serviram para discordância entre os participantes. Porém, o assunto principal do encontro foi o relato de Silva, profissional ferido por bala de borracha ao trabalhar em uma das manifestações ocorridas na capital paulista. O fotógrafo teve a visão do olho esquerdo comprometida.

Relato do cenário de guerra
Quinta-feira, 13 de junho. Sérgio Silva chega à Rua da Consolação por volta das 18h para mais uma cobertura das manifestações. A situação, conforme relatou, era semelhante a de um cenário de guerra. Os policiais atiravam sem direção e “as bombas começavam a surgir”. Em meio ao protesto, o jornalista perdeu o contato com os demais colegas que faziam a cobertura e, em vão, tentou se proteger atrás de uma banca de jornal.

00-sergio-silva-kmSérgio Silva participou de evento em São Paulo (Imagem: Kelly Mantovani)

“A minha atitude foi a mais natural, de procurar proteção física. Permaneci alguns minutos fotografando. Algumas bombas voltaram a cair onde eu estava”. Com os olhos ardendo e devido às bombas de efeito moral, Silva foi atingido por uma bala de borracha no olho esquerdo. Sem equipe médica para assistir aos feridos, o coletivo Matilha Cultural organizou um posto de atendimento, junto aos manifestantes. “Um cidadão comum me salvou e virou meu amigo”, emocionou-se o profissional.

De acordo com a Arfoc, os profissionais reuniram-se para retirar os materiais de proteção para as coberturas das manifestações. Segundo Silva, deve haver treinamento para que os policiais saibam atuar diante da imprensa. O fotojornalista ressaltou que casos como os dele podem acontecer com maior frequência. “Não tem como aceitar uma polícia violenta. Ela deve ser exemplo, pois eles são pagos para manter a ordem”. Florido, no entanto, disse que existem diversos conceitos a serem revistos e que, ao reivindicar algo, existem consequências – até para os representantes da imprensa. “Devemos ter responsabilidade sobre aquilo que falamos e fazemos”.

Ao ouvir o relato, Teixeira afirmou que a Polícia Militar não tem preparo adequado para atuar em manifestações desse porte. Complementando o colega, Silva ironizou que ao atingir profissionais da imprensa “a polícia teve um gostinho a mais”. Contrapondo-se aos demais participantes, Florido argumentou que existem questões culturais, desde os salários à educação dos integrantes da corporação. “Não me imagino viver com um salário de policial. Devemos pensar por outros lados”.

Processo contra o Estado
Vítima da ação policial, Silva explicou que ainda está avaliando, junto a seus advogados, processar o estado de São Paulo. “A cada dia venho melhorando psicologicamente, mas meu olho não responde”, desabafou. O fotojornalista da Futura Press ainda convidou a todos para assinar a petição online contra o uso de balas de borracha e gás lacrimogêneo nas manifestações. O abaixo-assinado, que já conta com mais de 40 mil assinaturas, pode ser acessado em http://migre.me/fK1Ch.

(Transcrito do Comunique-se)

Quanto custa a polícia?

 

Em todas as campanhas eleitorais – para presidente e para governador – a mesma promessa de mais segurança, de mais investimentos no policiamento. Até os prefeitos prometem mais guardas.

Parece que rola um bom dinheiro…

Parte do policiamento vem sendo privatizado, para beneficiar empresas de segurança.

Quanto o Brasil gasta com segurança pública?

 

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Greve dos soldados ou dos coronéis?

Com ou sem greve, Brasília continua violenta. Sete sequestros nas portas dos 1001 Palácios do executivo, do judiciário, do legislativo.

Parece que a excelência da polícia está em reprimir greves, movimentos de direitos humanos e estudantis e invasões dos sem seto e dos sem terra.

Alerta a BBC: “A possibilidade de que a greve de policiais militares da Bahia, que já dura dez dias, se alastre por outros Estados revela falhas graves na política nacional de segurança pública, segundo analistas.

Para o jurista Wálter Maierovitch, os policiais militares violaram a lei ao entrar em greve. “A Constituição é clara e proíbe greves para policiais militares e membros das Forças Armadas. Mas esses PMs não são educados para a legalidade democrática”, diz.

Maierovitch também considera ilegal o papel desempenhado nos movimentos grevistas pelas associações de policiais militares. Segundo ele, ainda que policiais sejam proibidos de se sindicalizar, esses grupos têm atuado como sindicatos.

“Ninguém toma providências (quanto à atuação dessas associações) porque evidentemente todos sabem que o salário dos policiais é ridículo, e no mundo inteiro a segurança pública é uma das maiores preocupações dos eleitores”, diz.

Para Maierovitch, “falta vontade política” para solucionar os problemas de segurança pública no Brasil. Ele cita como exemplo da postura a longa tramitação da emenda constitucional que estabeleceria um piso salarial nacional para bombeiros e PMs, conhecida PEC 300. Apresentada ao Congresso em 2008, a proposta passou por uma primeira votação na Câmara, mas não tem prazo para ser votada em segundo turno na mesma Casa nem para ser enviada ao Senado.

A aprovação da medida, diz Maierovitch, poria fim a uma das principais queixas da classe, que ele considera justa – a disparidade entre os salários recebidos por policiais militares de diferentes Estados.

“Seu” Cabral quer evitar uma greve no Rio de Janeiro. Certo ele, que o Carnaval rende votos. Mas o aumento que propôs não contenta os soldados, nem os coronéis.

Um soldado de segunda classe tem um soldo de R$ 786,69; um de primeira classe R$ 1.137,49; um coronel R$ 7.314,47.

Um coronel de Santa Catarina R$ 17.234,33.

Em Brasília, um soldado de segunda classe 3.453,70; um soldado de primeira classe 4.269,56.

por Samuel Celestino

A Bahia do inverso e da violência que se destaca dentre as unidades federativas do País como uma das mais inseguras, está a transformar o líder do movimento dos amotinados da Polícia Militar, o ex-soldado Marcos Prisco, em celebridade. Expulso da corporação na greve de 2001, anistiado por Lula em 2010, comanda a atual revolta que sacode Salvador e cidades interioranas. Uma onda inusitada de homicídios, assaltos, saques, e depredações, causando prejuízos econômicos de monta em diversos setores da economia. Os amotinados reivindicam o que lhes foi prometido.

A lei básica do País veda militares e policiais, que utilizam armamentos de propriedade do Estado  realizarem greves e constituir associações. Perguntarão os leitores por que há diversas organizações associativas na Polícia Militar. A resposta é simples. Porque os governos estaduais fecharam os olhos; descumprem também a lei; aceitam e digerem as greves; fazem concessões; não prende os amotinados; e os expulsos das corporações acabam anistiados. Como o fez Lula em 2010, o que permitiu ao ex-soldado Prisco voltar para presidir uma associação e comandar este levante que sacode a Bahia espalhando o terror, na capital e no interior, pela ausência de policiamento. Se não se põe ordem, admite-se a desordem. É isso o que está a acontecer. O governo faz de tudo para negociar, mas as propostas não atendem as reivindicações dos amotinados. É preciso bom senso nas negociações para se por um ponto final na situação caótica e se retornar à normalidade.

(Transcrevi trechos)

Não acredito em greve de soldados. A hierarquia nos quartéis é bastante rígida. Toda greve de soldado se faz com o apoio dos oficiais.

Marcos Prisco é um bode expiatório ou um infiltrado antigrevista? Para sabotar as passeatas pacíficas dos indignados na Europa, mercenários, policiais ou fanáticos são infiltrados para provocar desordens.

Os infiltrados jogam coquetel molotov, incendeiam carros, quebram vitrinas de lojas, bancos, espancam transeuntes, espectadores, criam o cenário de guerra, de terrorismo, de baderna, para ser fotografado e filmado para exploração da imprensa.

A Polícia Federal possui sindicatos. Idem o judiciário. Um juiz em início de carreira recebe R$ 21.000,00.

Confira aqui os salários das polícias estaduais em novembro último.

Ditadura de Alckmin na USP contra estudantes indignados

A militarização dos campus universitários começou na ditadura de 64, com as listas de expulsão de esquerdistas. Era uma ocupação via espiões. Agentes infiltrados.

O governador de São Paulo Geraldo Alckmin partiu para a ocupação direta. Com espancamentos, prisões e expulsões de estudantes e funcionários.

 

BASES MILITARES
Já foram vistas, rondando os portões 1 e 3 da Cidade Universitária, as bases móveis que a reitoria e a Polícia Militar pretendem instalar no campus.

O reitor-interventor e o comando da Polícia Militar de São Paulo estão esperando as férias letivas para tentar instalar definitivamente as bases móveis da PM no campus. Com medo dos estudantes, fizeram com que as bases circulassem apenas por um período limitado de tempo (de uma a duas horas por dia), alternadamente, para evitar protestos.

Em uma curta nota publicada no último dia 24, o jornal O Estado de S. Paulo, um dos defensores da política da reitoria e do governo do PSDB, assinalou que “a estratégia foi adotada para que a PM possa sentir a reação da comunidade acadêmica. E também para evitar que manifestantes contrários à presença de policiais no campus vejam a instalação das bases como uma provocação ao movimento”.

 

PASSEATA

Ao som de tambores e com faixas com as frases “fora Rodas” (reitor João Grandino Rodas) e “fora PM”, estudantes da Universidade de São Paulo (USP) iniciaram, nesta quinta-feira, mais uma passeata de protesto contra a ocupação.

O ato também tinha como finalidade responder ao governador Geraldo Alckmin, que disse que os estudantes precisavam de uma aula de democracia quando eles ocuparam o prédio da reitoria e houve depredação do patrimônio. Um manifestante foi à caminhada com uma máscara de Geraldo Alckmin (PSDB) e de terno. Ele estava com uma edição da revista Veja na mão com a foto do governador de São Paulo. Um dos alunos gritou ao microfone: “vamos mostrar ao governador quem merece uma aula de democracia”.

A USP está em greve desde o último dia 8. Os estudantes reivindicam a revogação do convênio entre a instituição e a Polícia Militar, a renúncia do reitor João Grandino Rodas e o cancelamento dos processos contra os 73 alunos presos durante a reintegração de posse da reitoria.

INDIGNADOS

As autoridades temem que os movimentos estudantis tenham a mesma inspiração das marchas dos indignados em vários países: Contra a corrupão dos políticos e dos banqueiros.

O medo de Alckmin – de um PSDB que ajudou o banqueiro José Ermírio de Morais, e fez falir a Nossa Caixa – atinge todo o sistema do neoliberalismo ora em crise: o da denúncia dos responsáveis pela crise

¿Vamos al infierno?
La violencia entra en la universidad
Antes de ser abatido por la bala asesina, el Reverendo Martin Luther King Jr. había estado preparando su sermón para la iglesia baptista de Atlanta Ebeneezer. El sermón se titulaba “Por qué América puede descender al infierno”. El tema del sermón era sencillo, que el fracaso en afrontar la aguda crisis social del país estaba conduciendo a una violencia peligrosa. Una protesta en el centro de Memphis, Tennessee, en apoyo de los trabajadores de la sanidad en huelga acabó en caos. King escapó de lo que él pensaba que iba a ser una manifestación no violenta y señaló, “Vivimos en una nación enferma. Quizás debamos simplemente admitir que la violencia ya está aquí y quizás debamos simplemente abandonar y dejar que la violencia siga su curso.”Esta declaración es inusual en el repertorio de King, que es principalmente positivo y esperanzado. En 1968 la contra-revolución, cuidadosamente planeada contra los movimientos de liberación no tardaría en hacer su aparición. Los momentos más dramáticos fueron los asesinatos de los portaestandartes de los movimientos liberales (King en Abril, Robert F. Kennedy en Junio). Un poco menos dramáticos fueron los disparos a los estudiantes que luchaban contra los restos de la segregación y que se negaban a disparar contra los vietnamitas. Actualmente ya casi no se recuerda el asesinato de unos estudiantes, el 8 de febrero de 1968, cuando los agentes de seguridad de la autopista de Carolina del Sur dispararon y mataron a Delano Middleton, Henry Smith y Samuel Hammond porque trataban de protestar por una bolera segregada en Orangeburg. La violencia ya no venía de abajo. Era más probable que viniera de arriba, que fuera la violencia de la contra-revolución.

El aviso profético de King quedó en suspensión. En los años 90 las prioridades nacionales eran tales que los fondos públicos disponibles se dedicaban más bien a la constitución de fuerzas de policía y prisiones que a las instituciones educativas. La lógica neo-liberal dicta que el gasto público para la represión es aceptable, pero el gasto público para el bien social es traición. El presupuesto de California dedica el once por ciento a prisiones, pero solamente el siete y medio por ciento a la educación superior. En el presupuesto actual el estado gasta 10.000 millones de dólares en prisiones, el doble de lo que gasta en la Universidad de California y el sistema universitario del Estado de California. A mediados de los años 90, las prioridades estatales eran exactamente las contrarias. También se dedicó cada vez más dinero a las fuerzas de represión dentro del propio sistema universitario: sus policías están bien equipados y bien entrenados y son una fuerza creciente.

A medida que el movimiento Ocupa llega a los campus, se ve la verdadera naturaleza de esta fuerza de policía. Recomiendo el video de la acción de la policía de la UC Berkeley del 10 de noviembre. El agente de seguridad del campus ya no llamó para abrir las puertas de las habitaciones; son policías anti-disturbios, completamente preparados para romper unas cuantas cabezas. O, como en el caso de la profesora Celeste Langan, para agarrarte por los cabellos cuando te ofreces sin violencia para ser arrestado y te arrastra por la hierba. También recomiendo el vídeo del 18 de noviembre de un agente de la UC Davis yendo delante de una línea de manifestantes no violentos (todos sentados en el suelo) levantando victoriosamente un bote de spray de pimienta y lanzando el nocivo gas naranja a las caras de los estudiantes sin dudarlo un momento. Si esto hubiera ocurrido en la Universidad de Teherán o en la Universidad de Beijing, el Departamento de Estado habría emitido una nota de protesta moralista sobre la violación de los derechos humanos y el derecho a disentir.

El profesor adjunto Nathan Brown del Departamento de Inglés de Davis escribió una lúcida y valiente carta al rector pidiendo la dimisión. No solamente señalaba la conducta de los policías del campus en Berkeley y en Davis, sino también la responsabilidad de la dirección de la universidad que envió a la policía a actuar de esta manera contra manifestantes que, para empezar, no eran violentos. “El hecho es”, escribía Brown, “que la Administración de las universidades estadounidenses utiliza sistemáticamente la brutalidad policial para aterrorizar a los estudiantes y a la facultad, para aplastar la disidencia política en nuestras universidades y para eliminar la libre expresión y el derecho de reunión. Mucha gente lo sabe. Mucha más lo está aprendiendo rápidamente”.

La Rectora de la UC Davis está “triste” por los acontecimientos y se está llevando a cabo una investigación. Esta no revelará nada. Se suspenderá a uno o dos agentes de policía. El deslizamiento de la universidad en la ciénaga de la deuda del estudiante y el estado policial continuará incólume.

Las prioridades del campus están claras. Un profesor adjunto gana un salario anual de algo más de 60.000 $; un teniente en el departamento de seguridad del campus (el hombre que arrojó el gas pimienta, por ejemplo) se lleva a casa 110.000 $. No hay que envidiar el salario de ningún trabajador público (ninguno de ellos está en la franja del 1%). Lo que maravilla es la desproporción, y el sistema que garantiza este abismo.

Vivimos en una nación enferma. (Transcrevi trechos)