Inicio de Golpe de Estado de la derecha en Paraguay

En menos de 24 horas la derecha paraguaya orquestó un juicio político apresurado contra el presidente constitucional Fernando Lugo, quien ratificó el jueves por la mañana que se mantendrá en el cargo para evitar la violación de la voluntad popular que lo llevó a la Jefatura de Estado en 2008. A las 18 horas (6:00 pm) de este jueves, en una sesión extraordinaria, el Senado formulará las acusaciones contra el jefe de Estado, luego de que el pasado viernes 11 campesinos y seis policías resultaran muertos durante unos enfrentamientos registrados en la región de Curuguaty, a unos 380 kilómetros de Asunción.Hace un día, el mandatario dispuso la creación de una comisión especial de investigación compuesta por representantes de la sociedad civil y la Organización de Estados Americanos (OEA) para esclarecer los hechos. 

Fernando Lugo y Dilma Rousseff
Fernando Lugo y Dilma Rousseff

La defensa del líder paraguayo será expuesta mañana viernes a las 12:00 horas. Luego, a las 14:30 horas se presentarán las pruebas; una hora más tarde los alegatos y a las 16:30 de la tarde se emitirá la sentencia.

El secretario Político del Partido Popular Tekojota, Aníbal Carrillo Iramain, denunció que el juicio político se trata de un “pacto privado” y advirtió que “por detrás están operando los cuervos”.

Carrillo Iramain afirmó que el pueblo paraguayo está ante “un complot que tiene un primer capitulo en Curuguaty y un segundo capítulo que es el juicio político”.

“Ahora se desnuda quienes estuvieron tras la masacre de campesinos y policías. Los principales beneficiarios de la tragedia ahora desnudan sus reales intereses de utilizar la masacre para sus fines de atentar contra la democracia”, afirmó la organización política a través de un comunicado difundido en su página web.

Parlamento Latinoamericano rechaza “intento de golpe de Estado en Paraguay”

El Parlamento Latinoamericano expresó este jueves a través de un comunicado su rechazo a la decisión del Congreso de abrir un juicio político contra el presidente Fernando Lugo, medida que según el organismo obedece a “un intento de golpe de Estado”.

Cuerpos de seguridad rodean los alrededores del Senado paraguayo

El centro de La Asunción (capital paraguaya), específicamente los alrededores del Senado, han sido tomados por las fuerzas de seguridad y contingentes policiales tras el anuncio de la llegada de manifestaciones campesinas en apoyo al presidente Fernando Lugo.

Medios paraguayos han informado que las fuerzas policiales que se han apostado a los alrededores del senado para mantener el orden, no portan armas, según lo dado a conocer por el comandante de la policía Arnaldo Sanabria, que recalcó que un refuerzo de 150 policías podría ser enviado al lugar.

En relación al despliegue de fuerzas militares, el Comando de las Fuerzas Armadas informó que se respetará la institucionalidad en el país.

Por otra parte, varias instituciones educativas han dado a conocer que suspenderán las actividades escolares, a pesar de que el Ministerio de Educación (MEC) divulgó en un comunicado que no existen motivos que afecten la tranquilidad y el desarrollo de las clases en los colegios y las escuelas de la capital.

El MEC sostuvo que será a criterio de los padres la asistencia de sus hijos y que en las próximas horas se notificará ante cualquier alteración o situación que amerite la suspensión de clases.

Fonte: La República, Espanha

Imprensa defende os pistoleiros de Daniel Dantas, o Blas Riquelme do Brasil: 20 campones baleados no Pará

 

Cerca de 20 pessoas estão feridas a bala na fazenda Cedro, em Marabá, sudeste do Pará.  Militantes acusam os capangas da fazenda de propriedade do banqueiro Daniel Dantas pelo ataque.

Os Sem Terra faziam um ato com mais de 1000 famílias em frente à sede da fazenda contra o desmatamento, o uso intensivo de agrotóxico e grilagem da terras públicas.

Depois do ataque dos capangas, as famílias ocuparam a rodovia.

“Fomos recebido com muitos tiros por parte da escolta armada. Há muitos feridos, inclusive crianças de colo, que foram levados para o hospital de Eldorado do Carajás, a 50 Km do local”, denuncia Charles Trocatte, dirigente do MST.

A fazenda da Agropecuária Santa Bárbara foi ocupada por 240 famílias ligadas ao MST em 2009.

A área é objeto de imbróglio jurídico que envolve o estado, a família Mutran e o grupo Santa Bárbara, do banqueiro Daniel Dantas, imortalizado pela sua esperteza no mundo dos negócios do mercado financeiro e investigação da PF.

A ocupação

Cerca de 240 famílias ligadas ao MST ocuparam em março de 2009 a fazenda Cedro.

A área é objeto de imbróglio jurídico que envolve o estado, a família Mutran e o grupo Santa Bárbara, do banqueiro Daniel Dantas, imortalizado pela sua esperteza no mundo dos negócios do mercado financeiro e investigação da PF.

O antigo castanhal foi transferido através da ferramenta jurídica do aforamento, para ser explorado de forma extrativa pela família Mutran, em particular o pecuarista Benedito.

Ao longo dos anos o castanhal deixou de existir e em seu lugar surgiu o pasto. No Pará o aforamento abrange um período de concessão de 1955 a 1966. A família Mutran foi a principal oligarquia do sudeste do Pará.

É conhecida pela forma truculenta com que costuma tratar os seus adversários e pela prática de mão de obra escrava em áreas que controlou.

Cabaceiras, desapropriação depois de 10 anos de ocupação, Mutamba e Peruano freqüentaram a lista suja do trabalho do Ministério Público do Trabalho (MPT) nos anos de 2003 e 2004.

Naquele período, receberam uma multa de maior robustez da história do MPT, de R$ 1,3 milhão.

Abaixo, leia nota oficial sobre o ataque dos pistoleiros:

Trabalhadores Sem Terra são feridos a bala no Pará
Na manhã desta quinta-feira (21/6), jagunços travestidos de seguranças da fazenda Cedro, de propriedade do banqueiro Daniel Dantas, atiraram contra um grupo de trabalhadores rurais Sem Terra ligados ao MST, no Sudeste do Pará, que realizavam um ato político de denuncia da grilagem de terra pública, de desmatamento ilegal, uso intensivo de venenos na área e violência cotidiana contra trabalhadores rurais.

Até o momento, há confirmação de que 16 trabalhadores foram feridos a bala, sendo que, alguns deles, estão em estado grave. Não há confirmação de mortes.
Cerca de 300 famílias já estão acampadas nessa fazenda desde o dia 1º de março de   2009.  Ao todo, foram seis fazendas do grupo de Dantas ocupadas pelos movimentos sociais no período.

Mesmo a então juíza da Vara Agrária de Marabá tendo negado o pedido de liminar de despejo feito pelo grupo à época, o Tribunal de Justiça do Estado cassou a decisão da juíza de autorizou o despejos de todas as famílias.

Através de mediação da Ouvidoria Agrária Nacional, foi proposto um acordo judicial perante a Vara Agrária de Marabá, através do qual, os movimentos sociais, com apoio do Incra, desocupariam três fazendas (Espírito Santo, Castanhais, Porto Rico) e outras três (Cedro, Itacaiunas e Fortaleza) seriam desapropriadas para o assentamento das famílias.

O grupo Santa Bárbara, que administra as fazendas do banqueiro, concordou com a proposta. Em ato contínuo, os trabalhadores Sem Terra desocuparam as três fazendas, mas, o Grupo Santa Bárbara tem se negado a assinar o acordo.

A formação da Fazenda Cedro e de muitas outras fazendas adquiridas pelo Grupo Santa Bárbara no sul e sudeste do Pará (ao todo, adquiriram mais de 60 fazendas num total de mais de 500 mil hectares) vem de uma trama de ilegalidades históricas envolvendo grilagem, apropriação ilegal de terras públicas, fraude em Títulos de Aforamento, destruição de castanhais, trabalho escravo e prática de muitos outros crimes ambientais.

História, que até o momento, por falta de coragem política, nem o Incra nem o Iterpa se propuseram a enfrentar. Terras públicas cobertas de floresta de castanheiras se transformaram em pastagem para criação extensiva do gado.

Frente à situação exposta, o MST exige:

– A liberação imediata das três fazendas para o assentamento das famílias dos movimentos sociais;

– Uma audiência urgente no Incra de Marabá, com a presença da Sema, do Iterpa, da Casa Civil para encaminhamento do assentamento e apuração dos crimes ocorridos na área.

– Apuração imediata, por parte da polícia do Pará dos crimes, cometidos contra os trabalhadores.

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST Pará.
Comissão Pastoral da Terra – CPT Marabá

Justiça comandou a chacina e o presidente do Paraguai pode ser golpeado hoje. Que sirva de lição para Dilma Rousseff

Jornal golpista faz a campanha da derrubada de Ludo
Jornal golpista faz a campanha da derrubada de Ludo

O direitista Riquelme pediu para a justiça o despejo de camponeses de seu latifúndio – o grilado Morombí. Um juiz qualquer concedeu. Convocou tropas federais. O presidente Fernando Lugo acedeu. Era uma fria, uma armação.

O desalojamento dos sem terra terminou em uma chacina.

Neste momento o Congresso está votando o impeachment de Lugo. Riquelme, que tem o monopólio dos mercados e supermercados, mandou o  comércio fechar as portas. As escolas particulares idem. A imprensa espalha informações sobre terrorismo de esquerda. Está tudo orquestrado. Para a tomada do poder pelos filhotes do ditador Stroessner, de quem Riquelme foi senador.

É uma tapa na desmoralizada Rio + 20.  Outra na Unasul.

Informa o G1 da Globo:

“A pressão política sobre Lugo cresceu nas últimas horas com a aprovação pela Câmara dos Deputados de um processo de impeachment sob o argumento de responsabilidade no confronto entre policiais e camponeses que deixou 17 mortos na última sexta-feira”.

 Estado de São Paulo:

“Não vou renunciar”, disse Lugo em coletiva de imprensa transmitida pela televisão nesta quinta-feira. Na manhã de hoje, a Câmara dos Deputados aprovou, por 73 votos a um, o impeachment do presidente. A proposta seguirá agora para o Senado, controlado pela oposição.

“Nossas conquistas, particularmente na esfera social, geraram reações dos setores insensíveis e egoístas que sempre viveram com privilégios e nunca quiseram compartilhar os benefícios da prosperidade com o povo”, declarou Lugo.

A justificativa para o impeachment foi a desastrada ação das forças de segurança na remoção de sem-terra de uma fazenda privada, no fértil nordeste do país, na sexta-feira. Pelo menos seis policiais e 11 sem-terra foram mortos nos confrontos em Curuguaty, 250 quilômetros a nordeste da capital, Assunción.

Confrontos violentos pela posse de terras são comuns no Paraguai, onde a maior parte das terras produtivas estão nas mãos de uma pequena parte de população. O país é um dos mais pobres do continente.

A economia paraguaia é predominantemente agrícola. O país é o quarto maior exportador de soja do mundo e foi o oitavo maior exportador de carne bovina no ano passado, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Lugo, ex-bispo católico, chegou à presidência em 2008 com a promessa de fazer uma reforma agrária. Mas a iniciativa foi barrada no Congresso, dominado pela oposição.

Camponês baleado na chacina armada por Riquelme
Camponês baleado na chacina armada por Riquelme

A imprensa do Paraguai dá destaque a notícias alarmistas.


Emergencias Médicas: Código rojo

El hospital de Emergencias Médicas activó el código rojo en las instalaciones en preparación para cualquier eventualidad, informó el director de la institución, Enrique Bellasai.

Fachada de Emergencias Médicas. / Archivo, ABC Color.

El director explicó que realizaron la liberación de camas y habilitación de un número mayor de camillas. También suspendieron las cirugías programadas y solicitaron un refuerzo policial para custodiar las instituciones.

El personal de la salud se mantiene alerta para cualquier convocatoria por alguna eventualidad.

Este jueves, legisladores decidieron iniciar un juicio político en contra del presidente de la República Fernando Lugo, a raíz de un enfrentamiento sangriento entre policías y campesinos en Curuguaty que resultaron en 17 muertes.

Grupos a favor y en contra del Gobierno se manifiestan en la tarde de este jueves frente al Congreso Nacional.

El director explicó que realizaron la liberación de camas y habilitación de un número mayor de camillas. También suspendieron las cirugías programadas y solicitaron un refuerzo policial para custodiar las instituciones.

El personal de la salud se mantiene alerta para cualquier convocatoria por alguna eventualidad.

Este jueves, legisladores decidieron iniciar un juicio político en contra del presidente de la República Fernando Lugo, a raíz de un enfrentamiento sangriento entre policías y campesinos en Curuguaty que resultaron en 17 muertes.

Grupos a favor y en contra del Gobierno se manifiestan en la tarde de este jueves frente al Congreso Nacional.

Tractorazo se mantiene

Por Marti Bogado, corresponsal ABC Color

La Coordinadora Agrícola del Paraguay mantiene aún la medida de fuerza conocida como “tractorazo” cuyo inicio está previsto para este lunes 25 de junio. Mientras tanto, tres camiones repletos de “carperos” se dirigen a Asunción.

El “tractorazo” se hará el próximo lunes 25 de junio, tal como estaba previsto. / ABC Color.

SAN CRISTÓBAL. “Fernando Lugo está cosechando lo que sembró y debería renunciar por el bien del país. El es el único responsable de todo el circo que terminó en la violencia”, sostienen productores que suspendieron una reunión en este distrito a raíz del anuncio del juicio político a Lugo. “El tractorazo se mantiene para el próximo lunes”, anunciaron los gremialistas

Una reunión de la Coordinadora Agrícola del Paraguay que debía realizarse en Relocue, de la colonia Leopoldo Perrier de este distrito, se suspendió esta mañana. Héctor Cristaldo, volvió rápidamente a Asunción ante el anuncio del juicio político al presidente Lugo.

Hermes Aquino de la Coordinadora Agrícola del Paraguay manifestó que Lugo cosechó lo que sembró. “Lamentablemente ocurrió todo lo que yo venía diciendo a la gente. Desembocó en una violencia terrible”, afirmó.

Señaló que los “carperos” hicieron un esfuerzo terrible para que los productores reaccionaran con violencia pero que no lo hicieron gracias a un trabajo en equipo. “Hoy podemos dormir tranquilos porque no tenemos ningún muerto en la mochila, Lugo en cambio carga con 17 en la suya”, aseguró.

Sostuvo que por el bien del país debería renunciar ya que por ética no lo hará al desconocer el significado de esa palabra. Lo calificó de obispo pervertido.

Sobre el “tractorazo”, dijo que la orientación que tiene de la directiva es que se mantiene y se iniciará el lunes. Los productores de esta zona del Alto Paraná se unirán con los de Caaguazú en el km. 80 de la ruta VII en el límite entre ambos departamentos.

En tanto que Alex Lughessi, de Santa Rosa del Monday, sostuvo que si tiene una pizca de vergüenza en la cara, Lugo debería renunciar. Lo responsabilizó de promover toda la violencia que ocurrió ya que siempre estuvo en contra del sector productivo.

Sin embargo, señaló que es necesario un cambio para que mejoren las cosas, ya que las personas de su entorno tampoco apoya al sector productivo.