MANDELA

Jesus disse: “Um profeta só é desprezado em sua terra e em sua própria casa” – Mt 13,57.

Jesus não é reconhecido como Deus em nenhum país do deserto. Para os árabes, o sexto profeta, Isa. A maioria dos judeus não acredita no Jesus histórico.

Xáquia-Múni, o Buda (Sidarta, nome pessoal), que viveu na Índia no século VI/V AEC, e é às vezes citado pelo nome do seu clã, Guatama, em sânscrito, Gotama, em páli, não fundou uma religião na sua terra natal. O budismo desenvolveu diversas variações: o singalês, o chinês, o japonês, o tibetano…

No entender dos budistas, o Buda Xáqui-Múni é um dos componentes da longa e continuada linha de Budas, o próximo será conhecido como Maitreya. Os israelitas continuam na espera do Messias.

Vale para os verdadeiros heróis e mártires de um país. E líderes políticos.

A imprensa da pátria de Mandela é conservadora e ocidental (branca). Não representa o povo.

JORNAIS DA ÁFRICA DO SUL

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JORNAIS DO BRASIL

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Até onde a imprensa ama os negros para santificar Mandela?

Mandela era chamado pela imprensa internacional de terrorista. Hoje esta mesma imprensa consagra Mandela como pacifista.

Mandela foi preso por ser negro.

Mandela lutou contra o apartheid negro… coisa que existe no Brasil. Quem já disse e ouviu esta frase entende o que falo: – Negro! conheça seu lugar! Isso começa desde os tempos de criança. Escolas públicas dos negros. Escolas privadas dos brancos.

Recentemente foram construídos os muros do prefeitinho do Rio de Janeiro. Ninguém reclamou.

Toda favela é um gueto. Negro sai da favela para jogar futebol pros brancos. Negra sai da favela para dançar o globeleza.

Quem lucra com a orquestração da violência?

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Que se pretende com a orquestração da violência no Brasil?

Demonstrar que o crime, comandado por um imaginário PCC nacional, está fora de controle. Que existe um governo paralelo. E para combater esse poder dos presidiários nasceram os projetos de “pacificação” das favelas com os muros dos guetos, da segregação racial.

A orquestração justifica as chacinas policiais. Uma política de mais cadeias e menos escolas, que o ensino público está sucateado e comandado pela corrupção. Pesquisas fajutas de opinião pública indicam que o povo pede a volta da ditadura militar.

Tanto en los Estados Unidos como en Canadá ha habido esfuerzos sostenidos de grupos de base para destacar las injustas encarcelaciones en masa y la criminalización de la gente pobre, sobretodo la gente pobre de color, en cuanto a detenciones relacionadas con drogas. Pero se ha encontrado muy poco análisis sobre las razones detrás de los mecanismos de esta guerra y el impacto económico que tiene sobre México y más allá.

Incluso antes de que la retirada de Irak o Afganistán se hubiera alcanzado, los Estados Unidos ya estaban involucrados en una serie de conflictos desde la frontera norte de México hasta Perú. Tanto los gobiernos como los medios de comunicación la han catalogada como la “Guerra contra las drogas.” Es importante examinar como la creciente “Guerra contra las drogas” se conecta con la expansión de empresas transnacionales que toman control de mercados, obreros y recursos naturales.

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En Honduras cuatro indígenas fueron asesinados a balazos en mayo, cuando la policía hondureña abrió  fuego desde un helicóptero del Departamento de Estado estadounidense, todo bajo la supervisión de agentes uniformados de Estados Unidos. En México con la orientación de Estados Unidos, Canadá, Israel y Colombia, la policía y el ejército han sido transformados.

En Colombia la guerra ha durado ya cuatro décadas y se han gastado billones de dólares estadounidenses, pero ahora se está calificando como lucha contra el crimen. Durante la década de los 1980s el Estado colombiano se convirtió en un estado paramilitarizado, en un proceso que según el historiador German Alfonso Palacio Castañeda”se manifiesta con amenazas, atentados y asesinatos selectivos y masacres colectivas de funcionarios gubernamentales (principalmente pero no exclusivamente de la izquierda), y de líderes políticos populares, obreros, campesinos, profesores, activistas de derechos humanos y miembros de organizaciones no gubernamentales.”

En la forma de financiación para programas antinarcóticos, la asistencia de EE.UU. en Colombia resultó en el fortalecimiento de grupos paramilitares y de policías no oficiales, los cuales según informes patrullaban junto al ejército de Colombia y se vieron involucrados en la gran mayoría de masacres y desplazamientos forzados en el país.

“Decir que la guerra contra las drogas ha fracasado es no entender algo,” comentó Noam Chomsky, en un discurso en el mes de mayo. “Uno tiene que preguntarse qué está en la mente de los planeadores ante tanta evidencia de que no funciona lo que dicen que están intentando lograr. ¿Cuáles son las intenciones probables?”

Los comentarios de Chomsky apuntan hacia un área urgente de investigación para los y las activistas y periodistas que desean entender las guerras actuales contra las drogas. Cada vez es más claro que hay mucho trabajo por hacer para reconstruir juntos los motivos de la militarización liderada por Estados Unidos en las Américas.

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Até as forças armadas têm medo

As milícias e os traficantes, que dominam mais de mil favelas no Rio de Janeiro, votam em quem para prefeito? Quais os vereadores considerados eleitos destes redutos fechados, que formarão a maioria governamental na Câmara (a Gaiola de Ouro)?

Cada favela tem um governo paralelo, que cobra pedágio, oferece os serviços essenciais para as populações carentes de tudo.

É o Rio dos guetos cercados por muros, para facilitar o mando dos criminosos, o controle dos moradores, o voto de cabresto.

A presença de forças especiais do Exército e da Marinha constata que estes guetos funcionam como currais eleitorais. É uma vigilância diuturna. Quando chega a noite as tropas batem em retirada.  Quando as legiões do mal preferem agir na escuridão.

Sérgio Cabral e Eduardo Paes fecharam as ruas do Rio de Janeiro com cancelas (na Zona Sul), que continuam impedindo o livre acesso.

Em um ato que declarou ser – em defesa do meio ambiente, os condomínios de baixa renda (comunidades) que estão nos morros, passaram a ser cercados por muros pelo Governo do Estado apoiado pela Prefeitura. Os muros baixos do Rio lembram o Muro de Berlim, o muro que separam os Estados Unidos do México, os muros que Israel isola a Palestina.

Os muros do apartheid da Cidade Maravilhosa escondem a miséria e a propaganda eleitoral. Nas favelas e nos cortiços, apenas são realizados os comícios e a panfletagem, e exibidos os cartazes, as faixas dos candidatos a prefeito e a vereador do crime. É a eleição de um prefeito vitorioso de véspera.

A construção de muros para isolar as favelas do Rio; a violência armada para o extermínio da população das favelas; o avanço das milícias; a tortura, superlotação e maus tratos nas unidades prisionais e sócio-educativas do estado; chibatas nos passageiros dos trens, a perseguição policial ao funk e ao hip-hop; “choque de ordem”; empresas que violam direitos de comunidades tradicionais; o cerco contra movimentos sociais. Não faltaram relatos recentes de violação dos Direitos Humanos pelo poder público para rechear o relatório entitulado “Os Muros nas Favelas e o Processo de Criminalização”.

Veja um vídeo que mostra como é a noite na Central do Brasil, um dos principais cartões postais da Cidade. E o dia no Centro do Rio de Janeiro. Do Rio Capital do Rock. Do turismo sexual. Da gastança desenfreada para realizar a sua segunda Copa do Mundo e as olimpíadas.