O dia da vingança de PC Farias, o troco do Renangate e o golpe dos senadores corruptos

Renan Calheiros presidiu a sessão em que o senador Delcídio do Amaral perdeu o mandato, esquecido de que, para não ser cassado, renunciou a presidência do Senado e o mandato de senador em 2007, após várias denúncias de corrupção.

Outra curiosidade, Fernando Collor, derrubado da presidência da República por um impeachment, em 1992, participa da conspiração do golpe contra Dilma Rousseff.

O bizarro, indicativo de que “o Brasil não é um país sério”: “No Senado que julgará Dilma, 60% respondem a processos na Justiça”, manchete de hoje do principal jornal da Espanha. Leia aqui

Apesar de delatados por doleiros mais do que premiados, o juiz Sergio Fernando Moro jamais investigou e o Superior Tribunal Federal não quer saber. Renan Calheiros, foi  vice-presidente executivo da Petrobras Química S.A. (Petroquisa, de 1993 a 1994).

Delcídio do Amaral, depois de viver dois anos na Europa, trabalhando para a Shell, voltou ao Brasil, para comandar a Eletrosul em 1991, responsável pelo planejamento energético da região sul.

Em março de 1994 ocupou a secretaria executiva do Ministério de Minas e Energia, onde permaneceu até setembro. No final do governo Itamar Franco foi ministro de Minas e Energia, de setembro de 1994 a janeiro de 1995.

No governo Fernando Henrique Cardoso, foi diretor de Gás e Energia da Petrobrás, entre 2000 e 2001, quando trabalhou com Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa, dois dos delatores da Operação Lava Jato.

 

O escândalo do Renangate

 

Manifestantes caracterizados como presidiários protestam diante do Congresso Nacional contra a absolvição do presidente do Senado, Renan Calheiros.
Um conjunto de denúncias de corrupção atingindo Renan Calheiros ocupou as manchetes da imprensa brasileira em 2007. O caso foi chamado de Renangate, neologismo aludindo ao escândalo do Watergate e outros que usaram a mesma terminação -gate. A crise começou em 25 de maio, com a circulação da notícia sobre o pagamento da empresa Mendes Júnior à ex-amante de Renan, e perdurou até 11 de novembro, quando ele renunciou à Presidência do Senado.

As denúncias começaram com a revelação, em reportagem de capa da revista Veja, de que a empreiteira Mendes Júnior pagava 12 mil reais por mês à jornalista Mônica Veloso. Segundo a revista, Mônica havia sido amante de Renan e tivera um filho com ele. A partir de então, uma sequência de denúncias na mídia relatou: a compra de rádios em Alagoas, em sociedade com João Lyra, em nome de laranjas; o ganho com tráfico de influência, junto à empresa Schincariol, na compra de uma fábrica de refrigerantes, com recompensa milionária; o uso de notas fiscais frias, em nome de empresas fantasmas, para comprovar seus rendimentos; a montagem de um esquema de desvio de dinheiro público em ministérios comandados pelo PMDB; e a montagem de um esquema de espionagem contra senadores da oposição ao governo Lula. Ao todo, houve seis representações no Conselho de Ética do Senado do Brasil, por seus pares, pedindo a cassação de Renan. Sob pressão do público, Renan desistiu da presidência, embora sem abandonar o mandato. O senador foi absolvido de todas as acusações (quebra de decoro parlamentar, ter despesas pagas por lobistas de empreiteiras e de ter praticado tráfico de influências) e as denúncias e processos foram arquivados. Leia mais aqui

 

Estudantes Caras-Pintadas derrubam Collor. Hoje estão com Dilma 

 

Em meados de 1991, denúncias de irregularidades começaram a surgir na imprensa, envolvendo pessoas do círculo próximo de Fernando Collor, como ministros, amigos do presidente e mesmo a primeira-dama Rosane Collor. Em entrevista à Revista Veja em maio de 1992, Pedro Collor de Mello, irmão do presidente, revelou o esquema de corrupção que envolvia o ex-tesoureiro da campanha Paulo César Farias, entre outros fatos comprometedores para o presidente. Em meio à forte comoção popular, promovida nas ruas pelos Caras-Pintadas,  é instalada em 27 de maio uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a responsabilidade do presidente sobre os fatos divulgados. Em 1° de junho, a CPI começa seus trabalhos com forte cobertura dos meios de comunicação. A Revista IstoÉ publica em 24 de junho uma matéria na qual Eriberto França, motorista da secretária de Collor, revela que ele próprio pagava as despesas pessoais do presidente com dinheiro de uma conta fantasma mantida por Paulo César Farias, reforçando a tese do irmão do presidente. Em 2 de setembro é aberto o processo de impeachment na Câmara dos Deputados proposto por Barbosa Lima Sobrinho e Marcello Lavenére Machado, impulsionado pela maciça presença do povo nas ruas, como o movimento dos Caras-pintadas.

Em 29 de setembro, por 441 a 38 votos, a Câmara vota pelo impeachment do presidente, que é afastado do cargo. A presidência é assumida no dia 2 de outubro pelo então vice-presidente, Itamar Franco. Em 29 de dezembro de 1992, Collor renunciou à presidência da República, horas antes de ser condenado pelo Senado por crime de responsabilidade, tendo seus direitos políticos suspensos por oito anos.

Foi a primeira vez na história republicana do Brasil que um presidente eleito pelo voto direto era afastado por um impeachment. Houve uma tentativa contra Getúlio Vargas, mas ele escapou das investidas golpistas de Carlos Lacerda.

 

A PALHAÇADA DA INCERTEZA DE QUEM SERÁ PRESIDENTE DO BRASIL

NÃO É PIADA! Em caso de impeachment de Dilma, Tiririca é o quinto na linha sucessória presidencial

 

Caso a presidente Dilma sofra impeachment, o próximo presidente do Brasil pode até ser o palhaço Tiririca

 

Para que tal feito aconteça as investigações derivadas do processo de impeachment precisam comprovar que o dinheiro das propinas da Petrobras alimentaram o caixa de campanha da chapa Dilma Rousseff e Michel Temer.

Neste caso não é apenas a Dilma que sofreria o impeachment, e sim, ela e seu vice. Desta maneira quem assumiria o poder seria o presidente do Senado, Renan Calheiros.

No entanto o mesmo é alvo de investigação na operação Lava Jato, e isso o tornaria inapto para assumir o cargo.

O próximo na linha sucessória seria Eduardo Cunha, que pelo mesmo motivo não poderia assumir a presidência.

Na sequência assumiria o deputado federal mais votado, que no caso é Celso Russomano, porém ele foi condenado por peculato em 28/11/2015, o que também o tornaria inapto para assumir a presidência.

O segundo deputado federal mais votado do Brasil é o senhor Francisco Everardo Oliveira da Silva, que com mais de 1,5 milhão de votos pode se tornar o primeiro palhaço presidente na história do ocidente.

Fica aqui a dica para quem acha que voto é lugar para brincadeiras. Por conta de um voto engraçadinho o povo pode ter como presidente um senhor que não possui a menor habilidade intelectual para governar uma nação.

(via http://enfu.com.br e diáriodobrasil.org)

LEIA TAMBÉM: (10/12/2015)

Tiririca se irrita ao ser citado na linha sucessória presidencial: ”Estou bem aqui. Lá em cima já tem muitos palhaços.”

O golpe à Paraguai e Honduras é uma bufonaria da justiça e uma fanfarronice do legislativo. O todo poder ao PMDB pode terminar em troça, que o Brasil é o país do Carnaval e do futebol. Veja o vídeo:

STF volta atrás e decreta sigilo em processo que investiga Renan

A suprema justiça ora decide uma coisa, ora outra. É uma justa sem jurisprudência, elitista e cara.

Quem tem dinheiro e/ou poder leva vantagem em tudo.

Informa a Agência Estado: Menos de 24 horas depois de tornar público o inquérito que investiga o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), envolvendo a ex-amante do parlamentar, a jornalista Mônica Veloso, o ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a decretar sigilo do processo. O caso, que remonta ao ano de 2007, ficou conhecido como “Renangate”.

A denúncia contra Renan já foi liberada por Fachin para ser julgada no plenário do Supremo e, se for aprovada, o peemedebista passará a responder a processo como réu. Ainda não há uma previsão para quando isso deve acontecer. A Procuradoria-Geral da República (PGR) disse que não iria se pronunciar sobre o restabelecimento da condição de sigilo do processo.

O inquérito no STF investiga o pagamento de pensão alimentícia à Mônica por um lobista da empresa Mendes Júnior. Na denúncia, oferecida ao Supremo em 2013, a Procuradoria-Geral da República acusa o presidente do Senado de uso de documento falso, falsidade ideológica e peculato. O escândalo levou-o a renunciar à presidência do Senado na ocasião para não ter o mandato o cassado.

Os documentos do processo, que ficaram disponíveis nessa quinta, 4, no sistema do STF, mostram que Calheiros não tinha recursos para bancar a pensão para a jornalista, com que ele teve uma filha fora do casamento. Em troca de ter recebido recursos da empreiteira Mendes Junior para arcar com seus gastos, o senador, segundo a acusação, apresentou emendas que favoreciam a empresa.

Agência Estado poderia levantar os casos de envolvimentos amorosos de jornalistas com políticos. Eduardo Cunha teve. Terminou casando com uma âncora da TV Globo.

Fernando Henrique, quando senador, também teve um caso com uma jornalista da TV Globo.

São as mesma relações perigosas de pastores com cantoras gospel.

CUNHA CASSA DILMA E VIRA VICE-PRESIDENTE DO BRASIL E CONTINUA NA PRESIDÊNCIA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS

 

Os tucanos, liderados por Aécio Neves (PSDB), pretendem entregar todo o poder ao PMDB, e cassar Dilma.

Empossado Michel Temer na presidência, o vice-presidente do Brasil passa a ser Eduardo Cunha, que continua na presidência da Câmara dos Deputados.

Além da promoção, Cunha escapa do processo de perda do mandato de deputado por corrupção passiva, corrupção ativa, tráfico de moedas, sonegação e outros crimes.

 

TODO PODER AO PMDB

Michel Temer (PMDB) presidente, Eduardo Cunha (PMDB) vice-presidente do Brasil e presidente da Câmara dos Deputados, Renan Calheiros (PMDB) presidente do Senado Federal.

O PMDB que tem como presidente de honra José Sarney.

Michel Temer, desconhecido do povo, sem votos, sem liderança nacional,  foi escolhido e eleito por Dilma Rousseff (PT)

Oposição usará baloeiro para entregar todo poder ao PMDB: Temer presidente, e Cunha vice

Aroeira
Aroeira

É isso aí. O PMDB ficará com todos os poderes se vingar o golpe articulado por Eduardo Cunha, para escapar da prisão como sonegador, traficante de moedas, comedor de propinas etc.

Cunha espera contar com o apoio dos trabalhadores, pela Força Sindical, propriedade de Paulinho, que acumula os cargos de presidente da central sindical e do Partido Solidariedade.

Com a derrubada de Dilma, Michel Temer assume a presidência, e Eduardo Cunha acumula os cargos de presidente da Câmara dos Deputados e vice-presidente da República. Na presidência do Senado está outro pmdebista: Renan Calheiros.

É isso aí. Todo poder aos três mosqueteiros que são quatro. Que José Sarney é o presidente de honra do PMDB.

Pausinho da Força só é solidário no CUnha

Iotti
Iotti

por  Gilmar Crestani


O escritor e cronista Otto Lara Resende escreveu que mineiro só é solidário no câncer. Se vivo fosse, diria que Paulinho da Força só é Solidário na corrupção. Depois de tudo o que já se sabe a respeito de Eduardo CUnha tentar fazer de conta que não há nada de mais prova que pior do Cunha são seus apaniguados.

Não havia entendido o nome Solidariedade para um partido nascido de uma Força Sindical, onde há de tudo, mas de menos solidariedade. Erro meu. Na minha ingenuidade pensava que o dirigente do sindicato dos pelegos fosse, com base na prisão da cunhada do Vaccari, cobrar a prisão da mulher do Cunha, que não tem foro privilegiado. Até porque a Suíça se encarregou de produzir as provas que a grampolândia das araucárias se nega.

Aliás, por falar em corrupção, Paulinho também é solidário às centenas de viagens do Napoleão das Alterosas para namorar nos fins de semana no Rio e em Florianópolis.

Prova-se assim que Pausinho só é solidário com corruptos.

Nota da oposição pedindo afastamento deixou Cunha “puto”

Cau
Cau

A nota divulgada pela oposição, no sábado (10), defendendo que Eduardo Cunha (PMDB-RJ) se afastasse do cargo de presidente da Câmara foi “um erro, uma besteira. Não acrescentou nada e só criou dificuldade para o nosso lado”, diz o deputado Paulinho da Força (Solidariedade), um dos líderes do movimento pró-impeachment de Dilma Rousseff.

O texto foi assinado por PSDB, DEM, PPS, PSB e até pelo Solidariedade, do próprio Paulinho.

As legendas já tinham combinado com Cunha uma forma de fazer o processo de impeachment contra Dilma Rousseff andar na Câmara, mas a iniciativa estaria colocando o plano em risco.

“O Eduardo ficou puto”, diz Paulinho. “Agora temos que consertar a m. que fizemos.”

marta pt dilma temer cunha

Ele diz que a reação do presidente da Câmara o assustou. “Eu achei que tínhamos jogado a criança fora junto com a água, fiquei com essa impressão”, diz.

ADVERTISEMENT – O deputado, no entanto, acha que ainda há tempo de reparar o erro, já que Cunha estaria chateado mas não a ponto de romper com a oposição. “Vamos fazer uma reunião agora, vamos ver como consertar isso.”

Paulinho credita “o problema” ao PSDB, “que tem medo da opinião pública”.

Winner de Cunha pode iniciar uma guerra civil

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Veja como um jornal golpista – a Folha de São Paulo – trata a farsa de um impeachment como uma grande crise política, sem informar ao povo o que seja “pedaladas”, ou que político civil assume o lugar de Dilma com um golpe parlamentar.

A manchete da Folha é uma fria, que na gíria jornalística chamamos de balão de ensaio. É mais um caso de propaganda marrom, de apologia do golpe.

Todo mundo sabe: é inaceitável um indicado do morto PC Farias, Eduardo Cunha, seja vice ou presidente do Brasil.

Isso acontecendo seria o começo de uma verdadeira crise política e constitucional, que pode iniciar uma intervenção militar e/ou guerra civil.

Dez frases da filiação de Marta ao PMDB que provam que nasceu uma comediante

por Kiko Nogueira
Marta 1

marta temer golpe

A senadora Marta Suplicy oficializou no sábado (26) sua filiação ao PMDB em grande estilo.

Depois de 33 anos no PT, a septuagenária Marta inaugura não apenas uma fase em sua vida política, mas uma nova carreira: a de comediante de stand up.

No Tuca, no bairro das Perdizes, ela brindou a plateia com tiradas inspiradas, que levaram os presentes às gargalhadas — consta que alguns militantes pagos tiveram que ser hospitalizados.

Divido com vocês dez piadas da rediviva Marta Suplicy e seu peemedebismo maroto, seu politiquês moleque, sua graça, seu frescor e seu humor contundente e honesto:

. “Michel Temer vai reunificar o Brasil”

. “Olhei nos olhos de Michel e senti confiança”

. “José Sarney é um gigante da política”

. “O PMDB soube devolver a nós o que há de mais valioso na vida. A liberdade, o direito de ir e vir, de mudar de ideia”

. “Eu senti que eu caibo por causa disso, é um partido amplo”

. “A gente quer um Brasil livre da corrupção, livre das mentiras, livre daqueles que usam a política como meio de obter vantagens pessoais”

. “Vamos todos unir o país”

. “Chalita, a vida pública é cheia de armadilhas, mas Deus escreve certo por linhas tortas. Juntos, vamos fazer o PMDB cada vez mais forte”

. “Um, dois, três, quatro, cinco mil, Marta e Michel em São Paulo e no Brasil” (junto com a audiência, num momento orgástico)

Aplausos. Risos. E segue o baile.

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E então Eduardo Cunha falou o que a classe média queria ouvir: “Muitos programas sociais vão ter de acabar, não tem outro jeito”.

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Eduardo Cunha, que comandou a votação do emprego terceirizado, e o financiamento das campanhas eleitorais pelas grandes empresas, vem conspirando para que seja votado o impeachment improvável de Dilma Rousseff, que lhe transformaria, de fato, em vice-presidente da República – uma conspiração que significa todo poder para a banda podre do PMDB.

Ou melhor dito todo poder para o triunvirato emedebista:

Presidente do Brasil: Michel Temer.

Vice-presidente do Brasil e presidente da Câmara dos Deputados: ele, o imperador e primeiro-ministro Eduardo Cunha.

Presidente do Senado Federal: Renan Calheiros.

Escreve Mauro Donato: “Finalmente Eduardo Cunha disse o que as classes média e alta tanto queriam ouvir. Pelo meu palpite, depois de um pronunciamento desses, se Cunha se candidatasse à presidência da república hoje seria barbada.

“É preciso ter arrecadação de impostos para sustentar tudo isso. A sociedade vai ter que decidir se quer manter esses programas. Para isso, é preciso aumentar impostos, o que vai ser difícil de passar no Congresso. Será necessário, então, fazer uma opção”.

É batata, quando se fala em impostos a classe média tem urticária“.

Escrevem Ranier Bragon e Mariana Haubert: Apesar de cobrar reduções maiores nas despesas do governo, o Congresso aprovou em 2015 projetos que, se entrarem em vigor, levarão a um gasto extra anual de R$22 bilhões, que praticamente anula o corte proposto pelo governo Dilma Rousseff para tentar equilibrar o Orçamento em 2016, que é de R$26 bilhões.

Os congressistas – o chamado baixo clero, representado pelas maiores fortunas do Brasil – preferem cortar os programas sociais, para o povo bancar a seguinte farra com o dinheiro público:

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Para completar a gastança: os altos poderes da Justiça clamam por salários e pensões além do teto constitucional.

Não sei que pesa mais no Orçamento da União: o legislativo, a justiça ou povo em geral, com as despesas do bolsa família, e aposentadorias e pensões, na maioria, no valor de um salário mínimo do mínimo.

justiça acordo