Lucro da Petrobras enriquece acionistas. Piratas da perna de ouro tipo Soros ficam mais ricos

pater ações Petrobras

Tudo que se faz pela Petrobras enriquece os acionistas, tipo especulador George Soros e outros piratas ladrões das riquezas do Brasil.

A Operação Lava Jato, desviada das investigações do tráfico de diamantes e drogas, teve a intenção de proteger os acionistas. Moro u?

O diretor de Gás e Energia da Petrobras, Hugo Repsold Júnior, disse nesta sexta-feira (21) `à Agência Brasil, que os acionistas da empresa têm razão em estarem insatisfeitos com os resultados da companhia. “Os nossos acionistas têm razão de não estarem muito felizes com a gente”, disse ao explicar a situação da empresa em um seminário promovido pela revista Carta Capital.

“Esse tombo nos preços [do petróleo], junto com os projetos [trouxe prejuízos]. A gente fez essas refinarias e a produção não veio. A gente tinha uma expectativa de aumento da produção e a geração de caixa seria maior”, explicou sobre os resultados do último ano.

O Brasil não inaugurou nenhuma refinaria nos governos de Sarney, Collor, Itamar, nos oito do governo Fernando Henrique, nos oito anos de Luta, nos quatro anos do primeiro governo de Dilma. Isto é, desde a ditadura militar, o Brasil exportou petróleo a preço de banana, e comprou gasolina a preço de guerra no deserto. No governo de Lula foi iniciada a construção da Abreu e Lima que, só agora, no começo do segundo governo de Dilma começou a produzir.

Repsold atribuiu as perdas ao volume excessivo de investimentos nos últimos anos, que acabou fazendo com que a empresa se arriscasse mais do que o necessário. “Obviamente, não era para ter acontecido. Em um ritmo mais adequado a gente teria superado a barra”, admitiu.

Apesar dos problemas, o diretor disse que a companhia tem todas as condições de se recuperar das perdas. “Essa empresa não tem um problema operacional ou técnico. A produtividade dos empregados da Petrobras é cada vez maior”, ressaltou.

Para reduzir o endividamento, Repsold disse que a empresa deverá se desfazer de US$ 10 bilhões de ativos em 2016. “Ninguém pode viver com esse grau de alavancagem e endividamento crescente”, justificou.

Os investimentos para o próximo ano estão estimados em US$ 25 bilhões. “A gente amadureceu em várias áreas e a gente pode agora buscar mais rentabilidade, liquidez e caixa. Substituindo alguns ativos, por outros que gerem mais caixa”, acrescentou.

Para entender a Operação Lava Jato, a propaganda golpista da imprensa e a campanha de destruição da Petrobras pelos traidores do Brasil

Federação Única dos Petroleiros denuncia a privatização dos lucros, a terceirização do trabalho, o entreguismo & outras maquinações  dos falsos defensores da Petrobras. Conheça a Verdade

 

Petrobrás: Rumo à gestão da destruição!

Victor Ndula
Victor Ndula

 
Nos últimos meses, a Petrobrás tem sofrido uma forte exposição, ou melhor, uma fritura na mídia nacional e internacional por conta de uma “suposta” deterioração da sua condição financeira e do esquema de corrupção em contratos de terceirização, cuja investigação foi denominada de Operação Lava Jato. O ápice desse processo ocorreu, em primeiro lugar, com a divulgação das demonstrações contábeis do terceiro trimestre de 2014 e, segundo lugar, com a renúncia da atual presidente e de cinco diretores da Petrobrás.

 

Progresso da estrutura produtiva e operacional da Petrobrás.

 

As demonstrações contábeis do terceiro trimestre divulgadas pela Petrobrás não confirmaram esse cenário de deterioração, uma vez que alguns resultados, omitidos ou minimizados pela diretoria demissionária, apontaram um contínuo progresso da estrutura produtiva e operacional da Petrobrás.

 

A produção de petróleo e LGN aumentou em 6%, em relação ao terceiro trimestre de 2013, em função dos excelentes resultados operacionais de algumas plataformas da Bacia de Campos, bem como por conta da inauguração do sistema de produção antecipada (SPA) de Tartaruga Verde e dos testes de longa duração na área do pré-sal de Iara Oeste.

 

 

A produção de gás natural também apresentou uma expansão significativa (7%), basicamente pelo aumento dos sistemas de produção de algumas plataformas das Bacias de Campos e de Santos.

 

 

Além disso, em setembro de 2014, a Petrobrás alcançou um novo recorde da produção do pré-sal (532 mil barris/dia).

 

 

Fora isso, as análises de mercado a respeito da redução de lucro da Petrobrás, em geral, desconsideraram o cenário de forte retração da demanda e do preço do petróleo que impactaram várias gigantes do setor. Se a Petrobrás conseguiu um lucro de R$ 3,1 bilhões, no terceiro trimestre de 2014, a norueguesa Statoil apresentou prejuízo próximo à R$ 1,8 bilhão e a russa Rosneft um lucro irrisório de R$ 57,1 milhões.

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As pressões do mercado e os pretensos prejuízos do caso Lava a Jato

Graça

Ignorando o turbulento cenário externo e os êxitos operacionais – que colocam grandes perspectivas para a Petrobrás no médio prazo –, a diretoria da companhia, de modo desastroso, cedeu às pressões do mercado.

 

Ao invés de dar ênfase aos resultados operacionais e as perspectivas futuras, a apresentação das Demonstrações Contábeis se resumiu a fazer um resumo, mal e porcamente, dos pretensos prejuízos do caso Lava a Jato.

 

Maquinações da PwC e Bolsa de Valores

 

Como se isso não bastasse, ressaltou o fato dos resultados não terem sido auditados pela PwC, a mesma auditoria que havia avaliado como excelentes os ativos do banco Lehman Brothers logo antes da sua quebra na crise internacional de 2008.

 

Em outras palavras, a diretoria da Petrobrás sucumbiu aos fundamentos da Bolsa de Valores de suposta credibilidade – a mesma credibilidade que legitimou a quebradeira internacional de 2008 – e deixou, em segundo plano, os sucessos operacionais alcançados por toda sua força de trabalho.
Mas, o enquadramento da Petrobrás ao mercado não parou nesse aspecto. A criação da Diretoria de Governança, Risco e Conformidade, ocupada pelo empresário João Adalberto Elek Junior, foi mais um exemplo de que a gestão não tem se mostrado comprometida em dar fim às raízes da corrupção, mas apenas dar uma resposta ao mercado.

 

Toda corrupção está nos contratos de terceirização

 

Como já afirmado pela FUP diversas vezes, “a corrupção sempre esteve intimamente ligada à terceirização do trabalho no Sistema Petrobrás”.

 

O processo de eliminação da corrupção sempre dependeu do fim dos contratos de terceirização, estes mesmos que deram início a todos os esquemas de desvios de recursos da empresa.

 

Torna-se fundamental ressaltar que isso não significa afetar a vida dos petroleiros terceirizados, que devem ter seus empregos e salários preservados, mas, sim, eliminar um ciclo vicioso de negociatas que geram rendas extraordinárias apropriadas por executivos e parlamentares.

 

Complô de destruição da Petrobras começou na década de 90

Por fim, a mera mudança da atual diretoria tem sido parte de uma estratégia muito mais ampla definida pelo mercado: a de transformar a Petrobrás naquela da década de 1990, uma empresa reduzida, com menor protagonismo econômico e com menos compromissos sociais.

 

Ou seja, a visão do mercado para a Petrobrás sempre se caracterizou pela forte redução de custos, por meio da desarticulação e redução de áreas de atuação, eliminação dos investimentos em áreas com menor margem lucro (como, na construção de novas refinarias no Nordeste) e, principalmente, o abandono do papel social da empresa em vários municípios isolados pelo interior do país.
Ao sucumbir à estratégia do mercado, a atual direção da Petrobrás/governo tem minado as bases de reconstrução da empresa, que desde 2003, privilegiou a expansão dos investimentos nacionais, geração de tecnologia local e aumento do emprego e renda, a partir da criação de vários elos produtivos.

 

Na verdade, o que a empresa necessita agora é de uma nova reconstrução, com o fim da terceirização, menos centralização decisória e novos investimentos.

 

Mas, o que se vê, até agora, é a implementação da gestão da destruição, liderada pelo mercado e seus parceiros – a mídia, principalmente.

 

Com essa estratégia destrutiva da Petrobrás, o mercado propõe extinguir “um conceito, uma bandeira, uma nação”, como bem definiu Mauro Santayanna. Uma nação que exerce um papel central na vida de grande parte dos trabalhadores brasileiros. Fonte FUT

 

 

Qual o preço de um litro de água engarrafada?

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Quem bebe mais seu carro ou sua família?
O Brasil exporta petróleo a preço de banana e importa gasolina a preço de guerra no deserto.
O Brasil é o maior exportador de água do mundo e, também, o maior importador.
Alguém já lhe explicou como isso pode acontecer?

A dívida, oficialmente, é de 2 trilhões. Há quem aposte em 3 trilhões. Quanto mais paga, mais aumenta. Auditoria já. Veja filmes que explicam

Os países que fizeram a auditoria, a dívida baixou.

Ë preciso entender a diferença entre liberdade e soberania, origem e pagamento da dívida, a crise dos países periféricos da Europa, Terceiro Mundo e Emergentes.

É preciso aprender com a dolarização da Argentina, e com a crise da Irlanda, da Grécia, da Islândia.

Compreender o que venho repetindo: quanto mais baixo o salário mais alto o lucro das empresas. Ou melhor, o principal lucro é o salário baixo. Apesar do salário baixo criar a recessão. O  colapso da indústria. E para vender os produtos encalhados, aparece a economia dos prestamistas. Isso significa o endividamento da classe média. É o atual ciclo da economia brasileira.

Um dia as prestações  ficam impagáveis. Seja pelo desemprego, seja pelo comprometimento do próximo salário.

Como acontece hoje na Grécia: endividados o governo e o povo.

A presidente Dilma Rousseff tem procurado mostrar a realidade, acabar com as mentiras que causavam um endeusamento dos ministros da economia e dos presidentes do Banco Central que propagavam um falso otimismo. Tipo sexta potência sem independência econômica, pela privatização das estatais e desnacionalização das empresas e indústrias e exportação de matérias-primas. É inexplicável que o Brasil dos latifúndios de milho, de soja, de cana, de gado de engorda, seja o maior importador de trigo, o quarto de arroz. Ou que importe gasolina, porque deste 1983 não constrói uma refinaria em solo nacional.

Dívida pública federal poderá chegar a R$ 2 trilhões em 2012

A dívida pública federal poderá terminar o ano atingindo um novo patamar histórico: R$ 2 trilhões. Segundo o Plano Anual de Financiamento (PAF) 2012, divulgado nesta quinta-feira pelo Tesouro Nacional, o endividamento do governo em títulos fechará dezembro num intervalo entre R$ 1,950 trilhão e R$ 2,050 trilhões. Em 2011, esse valor foi de R$ 1,866 trilhão.

 

Documentalistas griegos muestran en “Catastroika” el fracaso de las privatizaciones neoliberales

por Antonio Cuesta

Con su primer documental alcanzaron más de un millón de espectadores en Internet y cientos de miles tras su emisión por varias televisiones locales, hoy los realizadores de Debtocracy (Deudocracia) avanzaron a Prensa Latina detalles de su nuevo trabajo “Catastroika”.Tras el éxito del pasado año, Katerina Kitidi, Aris Hatzistefanou y Leonidas Vatikiotis se lanzaron a la materialización de un nuevo trabajo con el que evidenciar “el fracaso del capitalismo privatizador”, y su resultado será presentado a finales de marzo en Atenas.Catastroika es una fundamentada denuncia del fracaso de las políticas neoliberales puestas en práctica durante las últimas dos décadas en Occidente, un recorrido por siete países y una larga serie de entrevistas analizan los resultados de esas medidas.“Quisimos evidenciar la falacia del neoliberalismo” explicó Leónidas Vatikiotis, asesor científico y económico del largometraje, “para ello elegimos ejemplos en países ricos, donde se cumplían las propias leyes de mercado”.El resultado es concluyente y certifica el desastroso resultado de la privatización de la energía eléctrica en California (EEUU) en 1998, el deterioro y aumento de los siniestros mortales en los ferrocarriles británicos tras su venta en 1994, o el saldo de un país entero, Alemania Democrática, entre otros.Los datos aportados se complementaron con el análisis de destacados intelectuales como la altermundista Naomi Klein, el realizador británico Ken Loach, el pensador marxista Alex Callinicos o el escritor chileno Luis Sepúlveda.El nombre del documental surge de fundir los términos catástrofe y troika (Comisión Europea, Banco Central Europeo y Fondo Monetario Internacional), que tanto daño está causando en Grecia, aclararon los creadores “pero también recuerda el nombre del proceso que puso fin a la Unión Soviética”.

Como en el caso de su primera producción, los realizadores apostaron de nuevo por una financiación colectiva, mediante pequeñas y múltiples aportaciones realizadas principalmente a través de Internet, y en la que se implicaron organizaciones sociales, sindicatos y centenares de personas a título individual.

De este modo consiguieron recoger la práctica totalidad de su presupuesto, y se mostraron satisfechos tanto de la respuesta de cuantos les apoyaron como de la libertad que eso les permite a la hora de trabajar.

Recordaron que su anterior largometraje se realizó con sólo 8 mil euros y que fue definido por el diario británico The Guardian como “el mejor filme de análisis histórico marxista jamás realizado”.

Petrobras proibida de construir refinaria no Brasil

Desde 1981 que não constrói nenhuma no Brasil. Com o dinheiro do povo brasileiro ergueu refinarias nos Estados Unidos, Japão, Irão, Bolívia, Equador, Argentina, Iraque, países da África e outros da América do Sul e locais ignorados. Que tudo é segredo na Petrobras. Em 2008, atuava em 27 países.

Com a guerra do petróleo no deserto, perdeu as refinarias nos países árabes.
Com a eleição de presidentes nacionalistas, perdeu as refinarias da Bolívia e do Equador.
Anunciou que vai vender as refinarias dos Estados Unidos e do Japão.

A Petrobras é quarta maior empresa petrolífera do mundo.

Petrobras invertirá en Santa Cruz unos u$s200 millones por año

La empresa Petrobras invertirá en Santa Cruz unos 200 millones de dólares por año, hasta 2016, según anunció el director ejecutivo de la petrolera brasileña, Carlos Alberto Da Costa, al mandatario provincial, Daniel Peralta.

Empresa Nansei Sekiyu KK, de propriedade da Petrobras, tem uma produção diária de 100.000 barris na refinaria de Nishihara, em Okinawa, no sudoeste do Japão
Empresa Nansei Sekiyu KK, de propriedade da Petrobras, tem uma produção diária de 100.000 barris na refinaria de Nishihara, em Okinawa, no sudoeste do Japão

Lula e Fernando Henrique dois presidentes nocivos

Fernando Henrique viajou um ano e um mês, pelos países do G-20, como leiloeiro do Brasil. Vendeu mais de 70 por cento das nossas estatais. Foi, verdadeiramente, um caxeiro-viajante.

Lula viajou como garoto-propaganda dessas empresas desnacionalizadas. E das montadoras e oficinas estrangeiras.

Os dois governaram para beneficiar interesses dos países ricos. Basta salientar que desde 1981 a Petrobras não constrói uma refinaria no Brasil. Mas ergueu mais de trinta pelos Estados Unidos, Japão, Irão, Bolívia, Argentina, Equador, Paraguai e países da África.

Resultado: a Petrobras é a quarta maior empresa petrolífera do mundo. Descobrimos o pré-sal. E o Brasil continua a importar gasolina a preço de guerra. E a exportar petróleo a preço de banana.

Acontece o mesmo com a água.

A imprensa esconde.

O governo esconde.

A oposição esconde.

O Brasil do Rio Amazonas, o “Mar Doce”, é o maior importador de água do mundo. De água de beber para gado e para irrigar latifúndios estrangeiros. Como explicar este crime?

Somos também o maior exportador de água mineral.  De água potável.

Entregamos nossos aquíferos. Inclusive como caução da dívida.

Veja quem é verdadeiramente Lula da Silva.

Andrés Soliz Rada, escritor e ex-ministro de hidrocarburos da Bolívia no govêrno de Evo Morales:
“El presidente más habilidoso para hacer daño a los países chicos de América Latina fue Lula, te metía el puñal mientras te sonreía”.
Escreve Martín Cúneo:
Para entender por qué las transnacionales siguen controlando el sector de los hidrocarburos en Bolivia hay que remontarse a los primeros meses del Gobierno de Evo Morales, cuando se decretó la nacionalización. Y a unos meses después, cuando se firmaron los contratos de explotación de las empresas trasnacionales. Para ello, nada mejor que hablar con Andrés Soliz Rada, el ministro de Hidrocarburos que firmó el derecho de nacionalización. Y que renunció tiempo después, cuando certificó que la nacionalización había perdido su sentido original por las presiones de las multinacionales.

“El presidente más habiloso para hacer daño a los países chicos de América Latina fue Lula, porque te metía el puñal mientras sonreía y te decía: ‘¿Sabes? A mí me interesa no tener vecinos pobres’. Y mientras tanto te estaba sacando hasta la última gota de todo”, dice Soilz de Rada. El apoyo que dio Brasil al Gobierno boliviano frente a la amenaza separatista de la zona más rica de Bolivia, el Oriente del país, fue el arma que utilizó Lula en la negociación, según el exministro. “En eso hay que ponerle una palabrita de comprensión al Evo”, dice. Leia mais 

Refinaria da Petrobras no Japão
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Refinaria da Petrobras nos Estados Unidos
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