QUEM TEM MEDO DA COPA?

por Jomard Muniz de Britto

 

Jomard Muniz de Britto
Jomard Muniz de Britto

 

Para os militantes dos pré-conceitos e pós-tudo
das preguiças mentais e experienciais
NÃO PODE SER
a nossa cópula midiática.
QUEM TEM MEDO das REDES SOCIAIS e
dos resíduos patrimoniais?
O que faz falta de fato é o espírito crítico?
Mas quem educa nossos educadores?
Salve-se quem souber da brevidade dos
ATENTADOS POÉTICOS.
O que fazer?

SER e NÃO SER

Da maior e melhor teatralidade.
Dos eternos enquanto perdurem.
Mas continuar sendo e permanecendo
ex-PERI-mental no corpo a corpo
dos paradoxos. Conflitos em transe.
Quem tem medo de Lígia Fagundes e/ou
Hilda Hilst das BUFÓLICAS?
Paradoxos para todos: eternos e efêmeros,
cômicos e trágicos.
Lutas cotidianas além das
Redes Sociais e Enredos Palacianos.
Que twitaço é esse ou aquele?

Recife, maio de 2014.

 

Seleta de José Mário Austregésilo

 

 

 

Homens que desistem das mulheres

“Herbívoros”, uma nova categoria social no Japão do século XXI

homens

(EFE) – A crise, o pessimismo e a falta de comunicação são os motivos que levam cada vez mais rapazes japoneses a mostrarem indiferença com relação ao sexo e se dedicarem ao cuidado pessoal, algo que deu lugar a uma nova categoria social batizada de “herbívoros”.

Segundo uma pesquisa do Ministério de Saúde japonês divulgada este ano, 21,5% dos homens entre 20 e 25 anos expressa indiferença ou aversão ao sexo, embora o número seja maior entre os adolescentes de 16 a 18 anos, grupo em que 36,1% não estão interessados em relações sexuais.

Os considerados “herbívoros” geralmente se interessam por moda, são menos competitivos em seus ambientes de trabalho, são mais apegados a suas mães e têm sempre problemas nos respectivos orçamentos.

Mas, sobretudo, não estão interessados em sair com mulheres, de acordo com Megumi Ushikubo, autora do livro “Soshokukei Danshi Olho-man Ga Nippon wo Kaeru” (“Os refinados homens herbívoros estão mudando o Japão”).

Em um país com uma das taxas de natalidade mais baixas do planeta (1,3 filho por mulher) e que, além disso, envelhece rapidamente, este fenômeno social é preocupante frente a um futuro no qual os jovens não encontram as condições para desenvolver uma família.

De acordo com dados oficiais, em 2009, em meio à crise financeira, 1,78 milhão de japoneses – principalmente jovens – tinham empregos apenas em período parcial, número que parece seguir aumentando.
Estes jovens, que vivem uma situação de instabilidade trabalhista, ganham em torno de 2 milhões de ienes anualmente (17.656 euros), menos que a renda per capita de 31.414 euros que o país registrou em 2010.

Por outro lado, apenas 68,8% dos estudantes universitários que vão se formar em março tinham emprego assegurado no final do ano passado, um número alarmante em um país onde há pouco o cidadão podia assegurar o futuro de sua carreira com tranquilidade.

Diante deste panorama, os jovens “não têm a mesma confiança” que seus antecessores, que graças à sua estabilidade podiam comprar casas ou automóveis com vistas a formar uma família, disse à Agência EFE Renato Rivera, sociólogo especializado em estudos japoneses.

Atualmente, parte dos jovens não pode convidar as mulheres do país a um bom restaurante ou ao cinema, nem adquirir automóveis caros em um país tradicionalmente caracterizado pelo luxo. Sem deixar de ser consumidores, os “herbívoros” preferem comprar artigos de moda e cuidado pessoal.

Ainda fazem parte deste panorama as redes sociais virtuais e a proliferação dos telefones celulares, utilizados por quase todos os adolescentes para trocar mensagens de texto, em detrimento de uma comunicação direta verbal.

Para os especialistas, uma parte dos jovens japoneses parece ter entrado em um círculo vicioso e não socializa com mulheres por falta de recursos e por incapacidade de comunicar-se, portanto tornam-se mais introvertidos e se desinteressam pelo sexo.

“É como estar em uma dieta: de tanto deixar de comer, o apetite se reduz”, avalia Rivera, professor da Universidade de Meiji, em Tóquio.

Para o sociólogo, os “herbívoros” se parecem um pouco com os “otakus” (fanáticos por mangás e animações), que passam a maior parte do tempo conectados a computadores e videogames.

A diferença, segundo Rivera, é que em geral os “otakus” são mais anti-sociais, têm interesse pelo sexo mas não pelas relações permanentes, e contam com maior poder aquisitivo, já que são eternos consumidores das novidades tecnológicas.

Censura “democrática” de Dilma é mais dura que a da ditadura. Criticar político corrupto virou crime hediondo

Que Dilma esconde? Que teme Dilma para sancionar a Lei da Censura Cássio Cunha Lima?

É obrigação cívica, de todo cidadão, denunciar os crimes de corrupção praticados contra o Brasil e o povo brasileiro, pelo executivo, pelo legislativo e pelo judiciário.

Lugar de bandido de colarinho (de) branco é na cadeia. Basta de justiça PPV. Basta de polícia PPV. E de governo que não faz nada que preste para o povo.

Para onde vai o dinheiro das prefeituras?

 

br_estado_spaulo. gasto prefeituras

Quantos governadores corruptos foram reeleitos neste Brasil porque o eleitor não foi devidamente informado? E, para piorar, vários são candidatos a senador ou a deputado federal este ano, e ameaçam virar legisladores a partir de 2015. Que a censura da propaganda e da contrapropaganda vem sendo ditatorialmente exercida pelos tribunais eleitorais, beneficiando os marginais da política.

BRA^GO_DDM censura redes sociais

No dia 12 de dezembro, a presidenta Dilma Rousseff sancionou parcialmente a Minirreforma Eleitoral. O projeto de lei, que prevê alterações na legislação eleitoral, inclui uma emenda sugerida pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB-SP), que torna crime a divulgação de mensagens e comentários na internet que representem ofensas a candidatos, partidos e coligações.

De acordo com a lei sancionada, manifestações na internet, durante a campanha, estão liberadas, desde que não ofenda nenhum candidato.

O que motivou o senador Cássio Cunha Lima, que já foi governador da Paraíba, a apresentar mais uma lei de cabresto e mordaça neste Brasil campeão da censura judicial?

lúcia batista

Publica hoje o jornal Diário da Manhã de Goiânia: Lúcio Batista (foto), 44, comerciante, morador de Brasília. Cidadão brasileiro como qualquer outro. A cada dois anos, Lúcio sai de casa e se dirige ao seu colégio eleitoral. Digita o número de seus candidatos na urna e, com isso, ajuda a decidir o futuro do País. Lúcio é mais uma personagem real que faz parte dessa rede que une cerca de 200 milhões de brasileiros. Uma rede chamada eleitorado.

Em sua coluna para o portal Congresso em Foco, antes da aprovação do projeto de lei, Lúcio Big lamentou a emenda. “Essa infeliz ideia visa, na verdade, censurar todos nós, ativistas no combate à corrupção. Nós estamos fazendo um trabalho importantíssimo em favor do controle social. Muitas ações de fiscalização estão partindo da sociedade organizada, principalmente através do Facebook e isso tem incomodado muitos daqueles que fazem de seus mandatos uma fonte quase inesgotável de riqueza e poder”, escreveu o ativista. Ou seja, Lúcio Big pode responder na Justiça pelos vídeos que publica no YouTube

Voltando um pouco em sua história, há dois anos Lúcio percebeu que deveria começar a agir além das urnas, caso quisesse mudanças mais agressivas no cenário político-social. Engajou-se contra a corrupção. Em março de 2013, a ideia teve de evoluir. Lúcio passou a investigar fichas de políticos em portais de transparência e, com as informações obtidas, gravou vídeos de uma câmera caseira, criou um canal no YouTube e deu a cara a tapa na web.

Sua gravação mais popular ultrapassou cem mil visualizações. Lúcio Big, pseudônimo que assumiu nas redes sociais, também realiza tutoriais que ensinam pessoas comuns a fiscalizarem políticos por meio de portais de órgãos públicos. Operação Pega Safado (OPS), como chamou o trabalho feito na rede, hoje é chamada de “Operação Política Supervisionada”, e já tem fanpage no Facebook com mais de 4 mil e seiscentos seguidores.

Para o portal Congresso em Foco, o ativista contou que a OPS nasceu quando foi ao senado acompanhar a votação de um assunto de seu interesse e notou a displicência dos senadores, em especial de Paulo Bauer (PSDB-SC). De acordo com o comerciante, ao investigar alguns dos gastos do senador, descobriu locações suspeitas de veículos com verba pública e decidiu denunciar ao Tribunal de Contas da União (TCU). Por recomendação do órgão, decidiu investigar mais casos com objetivo de adquirir maior credibilidade. Assim começou a operação. Leia mais

España. Un iniciativa individual moviliza a miles de seguidores en las redes sociales dando lugar a la primera Fundación Anticorrupción en el estado

“Quiero contribuir en la medida de lo posible a limitar y hacer cada día más difícil que se expolie, malverse y despilfarre impune y descaradamente a la totalidad de la sociedad”. Lo que parecía una iniciativa particular puesta en marcha por Iván Julien, “constituir la primera Fundación Anticorrupción española”, cuenta ya con miles de seguidores en las redes sociales.

La Organización, de forma totalmente abierta, interactiva y colaborativa, se define como una ventana social de denuncia, donde cualquier persona puede informar y denunciar de forma rápida, fácil, anónima o confidencial, cualquier caso de corrupción, eliminando uno de los grandes hándicaps que alimenta la actual impunidad.

En pocos meses cuenta ya con más de 15.000 apoyos, los cuales han permitido ir configurando equipos de trabajo compuestos por más de 100 abogados así como numerosos profesionales de todos los sectores repartidos por todo el territorio nacional.

Según Iván Julien el objetivo es “Contribuir en la depuración gradual de la clase política-empresarial identificando con nombres y apellidos a los implicados y establecer denuncias públicas y judiciales”.

Los procesos judiciales se darán a conocer mediante campañas masivas y se financiarán a través de crowdfunding propio y de empresas especializadas, así como suscripciones populares.

Esta organización, que será legalizada como Fundación de Control Social Anticorrupción, cuya denominación ya está concedida por parte del registro de fundaciones, pretende ser, en palabras de su fundador, “un órgano vigía de control y contrapoder en la era de la ciberdemocracia”.

http://www.facebook.com/events/269521503159697/?ref=ts&fref=ts

Hoje é o Dia Mundial Contra o Racismo. Escolher amigos virtuais pela cor, sexo, idade, religião, classe social

Até na internet tem racista. Nos sites de relacionamentos tem gente que não tem nenhum negro como amigo.

O preconceito é outra doença. Existem em grupos religiosos. Idem homossexuais. A internet está repleta de igrejinhas fechadas.

Inclusive de jovens contra os velhos.

Publica o Diário de Pernambuco:

O professor Marcelo Sabbatini, do Departamento de Fundamentos Sócio-Filosóficos da Educação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), escreveu um artigo intitulado “Gente diferenciada” e a favelização digital: olhar folkcomunicacional sobre conflitos interculturais no terreno da convergência digital.

Assim ele resume sua pesquisa: “Se na atualidade a web 2.0 e a convergência digital acenam com a possibilidade do advento de uma cultura participatória e de um emissor-receptor, que tipos de mensagens serão produzidas pelos usuários das classes menos favorecidas da sociedade brasileira que recentemente superaram a “brecha digital”? A partir desta indagação, refletimos sobre o conceito de favelização digital e analisamos, em caráter exploratório, a formação de um discurso, por parte dos usuários tradicionais, marcado pelo etnocentrismo e pela luta de ocupação do território virtual”.

O emprego de termos como “orkutização” é feito de modo pejorativo, na opinião da advogada Thaís Santos, 28 anos, que trabalha no Centro de Referência da Mulher Maristela Just, em Jaboatão dos Guararapes.

Thaís acredita que existe um preconceito real que se reflete nas relações dentro da internet.

“Já ouvi gente reclamar que até a filha da empregada doméstica tinha Facebook e queria adicionar como amiga. Se você não quer, basta dizer não. Ninguém é obrigado a nada”, conclui.