Até os apresentadores de programas de tv faturaram a privataria tucana

vendedores de FHC

Relembra o portal BR 29 notícias: “De acordo com matéria da Folha/SP, apresentadores de TV receberam dinheiro do governo FHC para defenderem a privatização!

O povo brasileiro, além de emprestar dinheiro para os que compraram nossas estatais (via BNDES, na era tucana), além de vender a preço de banana, ainda pagou também para que apresentadores de TV, já super ricos, fizessem propaganda contra as empresas do povo.

Deu para entender?

Por outro lado, isso prova uma coisa. A estratégia dos tucanos para repassar nossas estatais a qualquer custo foi podre, mas ao menos mostra que tinham consciência aguda da necessidade de construir consensos mínimos na opinião pública.

Estavam atentos à questão da comunicação, como deveria estar qualquer governo, de direita ou esquerda”.

Veja o preço, em 1998, desses quinta=colunas:

Hebe Ratinho Ana Maria Braga

Agências de publicidade, ONGs de piratas das multinacionais, serviços de espionagem de governos estrangeiros preparavam os textos para os três citados apresentadores de programas de tv e outros, que estão na lista dos traficantes de moedas do HSBC.

 Podetti retrata esses vendidos âncoras e apresentadores de programas de tv
Podetti retrata esses vendidos âncoras e apresentadores de programas de tv

ratinha ana maria braga 2

!998 era o terceiro ano do governo de Fernando Henrique.

A privataria tucana só terminou no último dia de 2014.

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Pobre Brasil que sonha ser um Porto Rico

 

O processo judicial como arma de intimidação

Apresentador Carlos Massa, o Ratinho, soltou o verbo contra o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) no programa que foi ao ar dia 02/04/2012. A bronca do apresentador do SBT tinha um cunho pessoal e dizia respeito a uma ameaça de processo do senador contra Ratinho numa pendenga que nem era entre os dois, mas entre Ratinho e o cantor Zezé di Camargo. Tal fato chamou a atenção para aquilo que poderia ser considerado, no mínimo, abuso de poder de alguém que, sob a égide da imunidade parlamentar, trazia ainda no currículo os cargos de Procurador-Geral e Secretário de Segurança do Estado de Goiás. Pois noutro vídeo, numa sessão da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania ocorrida dia 26/10/2011, Demóstenes faz uma revelação curiosa: que tinha dezenas de processos contra jornalistas. O fato é curioso porque toda a mídia – que faz tanto alarde contra qualquer tipo de ameaça à “liberdade de imprensa” – calou-se diante de tal revelação.

Clique nos links para os dois vídeos.

Agora, com todo o noticiário apontando as evidências da relação de Demóstenes Torres com o contraventor Carlinhos Cachoeira, seria o caso de se questionar até quando as brechas da lei vão permitir que o Judiciário, em vez de tutelar os justos, sirva de instrumento de intimidação por aqueles que, abrigados no poder (econômico, político, judicial etc), julgam-se – com o perdão do clichê – acima do bem e do mal.

Acrescento ao texto (Nassif/Michel) este importante artigo de Carlos Rivera Lugo/ Claridad:

El Código Penal del enemigo
El gobierno colonial de Puerto Rico acaba de declarar al ciudadano puertorriqueño su enemigo. Bajo el nuevo Código Penal aprobado el pasado 30 de junio por su brazo legislativo, se le ha prohibido al ciudadano puertorriqueño el ejercicio de su libertad inalienable y consustancial como ser humano, la que incluye, por cierto, la libertad de protestar y rebelarse contra las actuaciones ilegítimas y arbitrarias de sus gobernantes. De aquí en adelante, todo ciudadano se presume sospechoso o, peor aún, real o potencialmente culpable.

Por ejemplo, en el artículo 297 del nuevo Código, se prohíbe cualquier expresión de protesta que “perturbe”, “interrumpa” o “impida” la operación de la Asamblea Legislativa colonial. Otro artículo, el 247, tipifica como delito toda protesta que obstruya el acceso a o afecte las labores regulares en instituciones de enseñanza, centros de salud o edificios gubernamentales. Finalmente, el artículo 200 define como delito la protesta contra “obras de construcción o movimientos de terreno”, que hayan recibido las autorizaciones pertinentes del gobierno. Las medidas van dirigidas específicamente a proscribir las actividades contestatarias de los trabajadores, los estudiantes, las comunidades, los movimientos sociales y políticos contra las decisiones y actuaciones corruptas y arbitrarias del gobierno colonial y los grandes intereses económicos que operan en la Isla.

Ello sintoniza con la reorientación del Tribunal Supremo de Puerto Rico, bajo cuya mayoría actual se han invisibilizado los derechos constitucionales y adquiridos de los trabajadores; se han proscrito los reclamos ambientales de las comunidades; y hasta se ha proscrito una Facultad de Derecho alternativa, la Eugenio María de Hostos, con sede en Mayagüez. El Estado de Derecho se ha hecho relativo a la eficacia de las decisiones políticas del partido que hoy administra la colonia, de corte abiertamente anexionista y neoliberal.

De espaldas a su condición de “sujeto de derechos”, al puertorriqueño se le ha declarado “enemigo” real o potencial del orden establecido. Del Estado de derecho se ha pasado al Estado de seguridad.

Del “sujeto de derecho” al sujeto de libertad

El pueblo tendrá que desbordar todo ese marco económico-político-jurídico que le atrofia sus posibilidades reales, para transfigurarse en seres vivos, reales y concretos, que hagan valer por sí mismos, sin permiso de nadie, su propia libertad. Y es que más allá del fatulo “sujeto de derecho” se encuentra el sujeto de libertad.