A corrupção é mãe de todos os crimes hediondos

corrupção indignados

 

Dilma propôs uma nova legislação que considere a corrupção como crime hediondo. Isso depende de um plebiscito. Que o povo diga sim.

SIM. A corrupção pariu as quatro bestas do Apocalipse: a fome, a morte, a peste, a guerra. Só um corrupto, obviamente, defende a impunidade, uma justiça que não prende bandido de colarinho (de) branco: os empresários de obras super, super faturadas, ou inacabadas, e os negociadores de serviços fantasmas.

O Brasil precisa acabar com as chacinas dos fins de semana. A morte dos jovens pobres, dos negros pobres, dos moradores de rua (Belo Horizonte, em dois anos, trucidou cem filhos da rua).

policia terrorista 2

Quem rouba as verbas do SUS mata os doentes nas filas e dentro dos hospitais. Rouba as verbas para erradicar as doenças terceiro-mundistas como a dengue.  Quem rouba a merenda escolar mata os pobres estudantes pobres das escolas públicas.

Os principais vândalos desviaram o dinheiro da construção de mais escolas, mais hospitais, mais moradias populares, para edificar, a toque de caixa, estádios luxuosos, elefantes brancos e palácios com rachaduras como aconteceu com a sede do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, com o estádio Engenhão, que pode ser derrubado com uma ventania.

Estes ladrões, sim, são os vândalos invisíveis, que destroçam os prédios públicos. O prefeito e o governador do Rio de Janeiro vão demolir um parque aquático, um estádio, um museu, uma escola, a décima melhor do Brasil, para doar os terrenos a um grupo de empresários liderados por Eike Batista.

A corrupção só acaba se for considerada um crime hediondo.

 

corrupção

Engenhão. Construir foi rápido, a reforma vai demorar. É uma continuada roubalheira

O Coliseu foi construído de 68 e 79 d.C. (depois de Cristo).
Com capacidade para 50 mil pessoas, e 48 metros de altura, era usado para variados espetáculos.
O Coliseu foi utilizado durante aproximadamente 500 anos, tendo sido o último registro efetuado no século VI da nossa era, bastante depois da queda de Roma em 476, quando deixou de ser usado para entretenimento.
Quando passou a servir (depois de 500 anos, repito), como habitação, oficina, forte, pedreira, sede de ordens religiosas e templo cristão.
O Coliseu ainda está de pé, e continua sendo um símbolo do Império Romano, e de atração turística para Roma.

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Está em ruínas devido a terremotos e pilhagens. Quando os estádios brasileiros não suportam uma ventania. É o caso do Engenhão.

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O jornal O Globo fala de “falha” para esconder a safadeza. A roubalheira. A corrupção que rola no futebol brasileiro. Principalmente o comedouro de grana nos  estádios super, super faturados. A maioria deles gigantescos elefantes brancos. Que jamais ficarão de pé por 500 anos. Jamais. Que, segundo o artigo 618 do Código Civil: “nos contratos de empreitada de edifícios ou outras construções consideráveis, o empreiteiro de materiais e execução responderá, durante o prazo irredutível de cinco anos, pela solidez e segurança do trabalho, assim em razão dos materiais, como do solo”. Garantia de uso de cinco anos. É uma vergonha.

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A lambança da Delta no Engenhão foi pior do que se imaginava

por Garotinho

Tem gente que não sabe, mas foi a Delta que fez o projeto do Engenhão. No meio da obra caiu fora e um consórcio concluiu a construção, mas a responsabilidade sobre o erro de cálculo na construção dos arcos que encimam o estádio é única e exclusivamente da Delta. E pelo que os especialistas detectaram a lambança foi feia. Serão 18 meses só para a consertar o erro da Delta.

Ainda bem que eu denunciei a bandalheira da Delta com o governo Sérgio Cabral, além de ter estourado o escândalo de Carlinhos Cachoeira e sua sociedade com Fernando Cavendish. Assim a Delta também abandonou a obra do Maracanã.

Aliás, não custa lembrar outra obra mal feita pela Delta. Trata-se do prédio novo do Tribunal de Justiça do Rio que com menos de um ano já apresentava rachaduras.

 

 

Procurador Geral de Justiça quer que Luiz Zveiter seja punido com aposentadoria compulsória

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Além do caso de favorecimento à construtora cliente do escritório de advocacia de sua família existem outras pendências, como por exemplo, o favorecimento à Delta na obra de construção de um prédio do Tribunal de Justiça. Luiz Zveiter, ex-presidente do TJ – RJ e do TRE – RJ será julgado pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), e pelo jeito vai ser mandado mais cedo para casa para vestir o pijama, afinal pela legislação juiz ou desembargador que pratica “malfeitos” só é punido com aposentadoria compulsória.

(Transcrito do Blo de Garotinho)

“O imoral auxílio moradia retroativo da magistratura”

Jornal O Dia. Clique para ampliar
Jornal O Dia. Clique para ampliar

AINDA BEM QUE NÃO FOI COMIGO…

O colega Leonan está sendo transformado em bode expiatório, num processo claramente retaliatório, em que a Administração do TJ quer puni-lo para que ele sirva de exemplo para a categoria, numa atitude que, ironicamente, parece homenagear a semana em que estamos, em que Tiradentes passou por algo parecido. O que demonstra que, se por um lado os ideais de um mundo melhor permanecem no coração de alguns, por outro as táticas de perseguição e retaliação também ainda são usadas.

Qual foi o “crime” de Leonan? Ele encaminhou ao CNJ matéria do Jornal O Dia, que denunciava o imoral auxílio moradia retroativo da magistratura. Leonan ofendeu os magistrados? Leonan xingou alguém? Leonan usou alguma expressão de baixo calão? Leonan disse alguma mentira? Não! Longe disso. Leonan simplesmente reproduziu a matéria jornalística e acrescentou, como sua única expressão, a palavra “lamentável”! Opinião essa que toda a sociedade compartilha.

Mesma palavra de que nos valemos agora para dizer que a atitude da Administração de tentar punir o servidor é exatamente isso: Lamentável, porque mostra a truculência dos que não têm argumentos. Se o auxílio moradia retroativo é justo e decente, por que punir quem fala nele? por que esconder a historia? por que mentir para a rádio, dizendo que não havia anteprojeto nenhum?

Acusam Leonan de deslealdade. A quem ele foi desleal? Com certeza não foi desleal aos cofres públicos, a quem tentou proteger, com sua denúncia, de um ataque sem precedentes na historia deste tribunal, em que 800 magistrados receberiam cerca de meio bilhão de reais em atrasados, sem contar a correção monetária. Ele também não foi desleal ao Estatuto do Servidor, que determina que o servidor que tenha conhecimento de algo errado, deve denunciar. E ele não foi desleal com a sua consciência, que é quem nos manda não sermos cúmplices por omissão de anteprojetos imorais e tampouco que nos calemos diante de injustiças, mesmo comportamento que deveria ter a Administração do Tribunal, que, curiosamente, está do outro lado, no papel de acusadora.

Acusam Leonan de desídia. Que desídia, se ele encaminhou a mensagem em seu horário de almoço? Que ingerência tem a Administração sobre o horário de almoço do servidor? Onde estamos? numa senzala?

Acusam Leonan de ter acessado o site do CNJ e encaminhado a denúncia. Mas, como todos sabem, nenhum servidor consegue acessar dos terminais do TJ sites como You Tube, facebook, Google, etc. Ora, por uma questão de lógica, se houvesse vedação ao Fale Conosco do CNJ, por que o link não está bloqueado, como estão, corretamente, o you tube, o facebook, o Google, etc? Se o link do CNJ está disponível em todos os terminais do TJ, como pode ser proibido acessá-lo? A resposta é uma só. E é óbvia. Não é proibido. Todos sabem que não é. O “crime” de Leonan, como se sabe, não foi, então, acessar o site do CNJ, mas tocar no assunto, esse sim “proibido”: o auxílio moradia retroativo da magistratura. Auxílio esse que pretende se configurar em um dos maiores escândalos deste Estado. E só não é o maior escândalo porque estamos no Rio de Janeiro e, neste Estado, como se sabe, é impossível dizer qual é o maior escândalo, tantos, e tão variados, e tão vergonhosos e tão frequentes…

O servidor, nessa hora, tem um papel importante. Cabe a você, servidor, o dever, isso mesmo, o dever de mostrar que somos uma categoria e não um amontoado. Não adianta pensar que o problema é do Leonan, mas que você está fora disso, porque não vai parar no Leonan…

A gestão atual do TJ já disse a que veio. Estão acabando com o cargo de escrivão. Aí você pensa ”mas eu não sou escrivão.. ainda bem que não foi comigo…”.

Aí, amanhã, eles pensam assim: “por que pagar analistas se eu tenho técnicos que fazem a mesma coisa, num desvio de função declarado, e muito mais barato?” Aí você, que é técnico, pensa assim; “foi só o analista… ainda bem que não foi comigo…”

Aí, eles pensam: “pra que gastar dinheiro com técnico se eu tenho estagiários que fazem a mesma coisa, num desvio de função escancarado, e muito mais barato?”

Aí, você, técnico, vai querer se defender. Mas estará sozinho. E só então vai se lembrar que um dia, quando havia um único colega a ser defendido, você se acovardou, se omitiu e se escondeu, trocando sua dignidade por uma gratificação, um vale-alimentação ou quem sabe um “oi” do juiz. E aí você vai descobrir que é tarde. Muito tarde. Tarde demais.

Acorde, servidor. Já ganhamos o dobro do que ganham os federais. E como estamos hoje? O que nos levou a esse caos? A resposta é simples: nossa omissão, nossa apatia, nossa covardia, nosso conformismo…

Mas nem tudo está perdido. Servidor que se preza tem orgulho, tem brio, tem vergonha na cara e sabe que está aqui unicamente por seu esforço, pois conquistou o cargo em concurso disputado e não por favor de ninguém.

O que está em jogo não é a punição do Leonan ou o fim do escrivão. O que está em jogo é a sua dignidade. Uma Administração que precisa impor o medo na categoria pra se fazer respeitar não é digna de estar no topo de um Tribunal que tem por obrigação fazer justiça. E servidor concursado que tem medo de expor a sua opinião e de lutar por dignidade e justiça não é digno de fazer parte da categoria.

Não espere a sua vez. Lute. Não deixe que o medo seja maior do que a sua dignidade como servidor, como cidadão e como ser humano.

Venha fazer parte do grupo de pessoas que ainda acreditam que a dignidade está acima de tudo; gente que não tolera injustiça; gente que tem consciência; gente que sabe que a omissão é a covardia institucionalizada e que as coisas não mudarão se não mudarmos de postura.

Dia 2 de maio. 16h às 18h. Em frente ao Fórum Central. Não falte! Não envergonhe a categoria! Você é o protagonista da nossa luta por um Tribunal decente! A nossa luta é por você, pra você e com você!

COORDENAÇÃO GERAL DA GREVE DE PROTESTO DO SINJUSTIÇA-RJ:

Alzimar Andrade

Tony Vieitas

José Carlos Arruda

Joaquim Barbosa de olho no TRE-RJ

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Luiz Zveiter
Luiz Zveiter

O presidente do TRE – RJ, Luiz Zveiter grande aliado de Cabral pode colocar as barbas de molho. Além do caso da obra superfaturada e com licitação direcionada há outros casos na pauta do CNJ que ficaram para ser julgados este ano relativos a supostas irregularidades de Luiz Zveiter à frente do TRE – RJ. E por conta da parcialidade na condução da eleição de 2012 candidatos estão representando contra Zveiter no CNJ. O ano de 2013 pode terminar com a aposentadoria compulsória de Luiz Zveiter.

 

Fonte: Blog do Garotinho

 

Anexo do TJ-RJ, construído pela Delta, está cheio de rachaduras

A imprensa medrosa não cita nenhuma obra da Delta para o judiciário. Confira . As rachaduras são tantas, que os funcionários estão com medo. Veja vídeo.

A providência do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro foi retirar as placas da Delta, que é uma ilegalidade. Fica parecendo obra clandestina.

RESOLUÇÃO Nº 198, DE 15 ABR 1971

“Regula o tipo e uso de placas em obras, instalações ou serviços de engenharia, arquitetura ou agronomia’.

O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, no uso das atribuições que lhe confere a alínea f do artigo 27 da Lei n. 5.194, de 24 de dezembro de 1966;

Considerando que o art. 16 da citada Lei estabelece e obrigatoriedade da colocação e manutenção de placas em obras, instalações e serviços de engenharia, arquitetura ou agronomia;

Considerando que é necessário regulamentar suas dimensões e afixação;

Considerando a necessidade de definir seu conteúdo mínimo,

RESOLVE:

Art. 1º – Enquanto durar a execução de uma obra, instalação ou serviço de engenharia, arquitetura ou agronomia é obrigatória a colocação e manutenção de placa perfeitamente visível e legível ao público.
Art. 2º – Cada placa deverá ter as dimensões mínimas de 1,00m x 0,50m e será afixada no local da obra.
Art. 3º – A placa deverá conter, no mínimo, os seguintes dados;
I- nome do profissional, de acordo com seu registro no Conselho Regional, título, número da carteira profissional e Região que a expediu;
II- indicação da responsabilidade técnica do profissional, correspondente à sua participação na obra;
III- nome da firma se houver.

Parágrafo único – Uma mesma placa poderá conter os nomes de mais de (1) um profissional, definida, entretanto, a responsabilidade técnica de cada um.
Art. 4º – A afixação e manutenção de placas em obras é de responsabilidade da pessoa jurídica ou física, contratante ou administradora da obra.
Art. 5º – As placas serão afixadas no primeiro dia da execução das obras, instalações ou serviços, e somente poderão ser retiradas quando concluídas.
Art. 6º – Por infração à presente Resolução aplica-se o disposto no artigo 73 da letra “a” da Lei n. 5.194/66.
Art. 7º – Ficam revogadas as Resoluções n. 15, de 27/7/37; 37 de 12/12/43 e 125, de 21/09/59 e demais disposições em contrário.
Art. 8º – A presente Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.

Rio de janeiro, 15 de abril de 1971.

as) Fausto Aita Gai as) Nildo da Silva Peixoto
Presidente 1º Secretário

Publicada no “Diário Oficial” de 14.5.1971 e
retificada no “Diário Oficial” de 2.8.1971

 

A CPI do Cachoeira vai investigar as relações da justiça com a Delta?

“A Delta Construções, empreiteira que está no centro dos escândalos de corrupção no Distrito Federal e é um dos principais alvos da oposição na CPI do Cachoeira, é uma velha conhecida das fiscalizações realizadas pelo Tribunal de contas da União (TCU) e pela Controladoria-Geral da União (CGU). O volume de processos que associam a construtora a indícios de irregularidades graves em contratos públicos só não é mais surpreendente que o seu desempenho financeiro galgado no governo federal.

Entre 2009 e 2011, a Delta foi a companhia que mais embolsou dinheiro da União. Nos últimos três anos, seu faturamento com os cofres públicos superou não apenas os resultados de gigantes da construção civil, como Camargo Corrêa e Odebrecht, mas deixou para trás companhias como Petrobras, Embraer e Embratel. Desde 2006, a Delta nunca deixou de figurar entre os quatro maiores prestadores de serviço para o governo federal, conforme informações do Portal da Transparência. De R$ 248,6 milhões faturados naquele ano, a construtora chegou a R$ 862,4 milhões em 2011″.

 A revista Veja acrescenta:

“No Rio, foi responsável pela primeira etapa de construção do Estádio João Havelange, o Engenhão, construído para o Panamericano de 2007, uma expansão erguida sobre o prédio do Tribunal de Justiça do Rio, ao custo de R$ 136 milhões, e pela reforma do Maracanã, obra inicialmente orçada em R$ 400 milhões, e que hoje custará em torno de R$ 700 milhões.

No Estado, a empresa vem se especializando em obras emergenciais. No governo Rosinha, foram R$ 12,117 milhões. No primeiro governo Cabral, R$ 148,35 milhões. E neste um ano e três meses do segundo mandato, R$ 85,98 milhões.

Em julho de 2011, um acidente na Bahia deixou clara a relação próxima do governador com o empresário. Cabral viajara à Bahia para comemorar o aniversário de Cavendish num resort da região. O helicóptero que transportaria o governador junto com o empresário, caiu no sul do Estado matou sete pessoas, entre elas a mulher e o filho de Cavendish e a namorada do filho de Cabral”. Também morreu a namorada do governador. Cunhada de Cavendish.

Escreve Carlos Newton:

“Confirma-se a informação de que o governador Sergio Cabral e a primeira-dama Adriana Ancelmo estão mesmo separados, conforme a Tribuna adiantou semana passada. Em sociedade tudo se sabe, e a privacidade do casal já foi para o espaço. A bem-informadíssima Hildegard Angel, por exemplo, publica no site do Jornal do Brasil que o casamento acabou justamente quarta-feira, dia 15, às vésperas do desastre de helicóptero que vitimou sete pessoas a caminho da comemoração do aniversário do empreiteiro, o amigo íntimo de Cabral.

Outra colunista carioca, Lu Lacerda, também fez questão de registrar a ausência de Adriana Ancelmo ao lado do marido, não somente em Porto Seguro, mas também no enterro de Mariana Noleto, namorada de Marco Antônio, filho do primeiro casamento de Cabral com Suzana Neves. Adriana só viria a aparecer no velório de Jordana Kfuri Cavendish, na quarta-feira, cinco dias depois do acidente, a pedido do marido, para manter as aparências.

Há informações de que a separação não foi amigável. Adriana Ancelmo já abriu mão de suas ajudantes de ordens e da escolta da segurança. E está com os dois filhos no luxuoso apartamento no Leblon, de 300 metros quadrados.

A se confirmar o divórcio, também anunciado pela revista Carta Capital, Adriana Ancelmo ficará em ótima situação. Além da divisão dos vultosos bens do casal e da pensão alimentícia dos filhos, Adriana é sócia majoritária (59 por cento) de um dos maiores escritórios de advocacia da cidade, que no governo de Cabral cresceu espetacularmente, conquistando clientes entre empresas que se relacionam como o Estado e até dependem dele”.

Fernanda Kfuri conseguiu escapar do helicóptero, e nadar até uma praia deserta. Estava gravemente ferida e esperou horas por socorro. Horas de sofrimento. O resgate tardio nunca foi devidamente investigado.

Existiu uma operação abafa, a mesma que aconteceu com Fernando Henrique quando teve um filho com outra apresentadora da TV Globo.

Nada contra o amor. Todo amor é lindo. O que me espanta é o amor escondido, e a contradição do governador Sérgio Cabral. De ter decretado luto oficial no Estado do Rio de Janeiro, e não ir ao enterro.

A CPI do Cachoeira pretende investigar as ligações de Cavendish com Carlinhos Cachoeira. 

Historia Fábio Schaffener:

“Nascido em Anapólis, cidade mais próspera do interior de Goiás, Carlinhos Cachoeira fez fama e fortuna gerenciando as bancas de jogo do bicho herdadas do pai Rico, baixinho e gordinho, o jovem Cachoeira era rejeitado pela elite local por causa da origem duvidosa de sua ascensão social

Com o passar do tempo e o dinheiro gerado pela jogatina, passou a angariar prestígio de uma forma que se tornaria seu modus operandi: comprando amizades e corrompendo o poder político da região. O jogo do bicho foi introduzido em Goiás nos anos 1980, período áureo do reis da contravenção no Rio.

À época, o bicheiro carioca Castor de Andrade procurou o pai de Cachoeira, Sebastião Ramos, para comandar as apostas na região. O filho – que ganhou o apelido por causa de uma propriedades de Ramos, a Fazenda Cachoeira – tratou de estender o mercado familiar de apostas ilegais.

Embora tenha ampliado suas atividades econômicas, Cachoeira jamais abandonou a jogatina e trabalhou para legalizar a exploração de bingos e caça-níqueis no país. O verniz empresarial abriu-lhe as portas da sociedade goiana. Em Anápolis, é raro encontrar quem fale mal do bicheiro. Seu primeiro casamento teve como padrinho o ex-governador Maguito Vilella.

Atualmente, Cachoeira é casado com Andressa Alves Mendonça, uma mulher de 30 anos que até pouco tempo era esposa do empreiteiro Wilder de Morais, suplente do senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), e que mantém uma loja de lingerie em Goiânia”.

Rachaduras levam medo a servidores do anexo do TJ

A Delta é a construtora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Rachaduras nas paredes da Lâmina 3, prédio anexo ao Tribunal de Justiça do Rio, estão assustando os funcionários. As fissuras, algumas da espessura de um dedo, aparecem em vários andares e na garagem do edifício, onde funcionam as Câmaras Cíveis, a biblioteca e a 1ª Vice-Presidência do TJ.

A convite do Tribunal, o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-RJ) fez inspeção no prédio para avaliar os riscos estruturais. Após a vistoria, o conselheiro do órgão, Antônio Eulálio Pedrosa Araújo, recomendou ao TJ a contratação de empresa sem ligação com a construtora Delta, que construiu o prédio e entregou a obra em 2006, para investigar as causas do

Rachaduras no prédio do TJ-RJ
Rachaduras no prédio do TJ-RJ

problema (Vídeo)

Que fez o presidente do TJ-RJ? Contratou novas e milionárias construções com a Delta. Isso parece bem suspeito. Coisa que a CPI não
ousa investigar. Nem o Conselho Nacional de Justiça – CNJ (Leia).

Na CPI do Cachoeira não aparecem as rachaduras da Delta com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Principal alvo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira, que deve ser instalada no Congresso Nacional, a empresa Delta Construções S/A.

Orquestra a imprensa: a relação de Cachoeira com a empreiteira carioca pode render dores de cabeça não só ao governo federal – que dá sinais de descontentamento com a abertura de uma CPI -, assim como a chefes de Executivo nos estados. Além da declarada relação do empresário Fernando Cavendish, dono da Delta, com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), a empreiteira mantém seus tentáculos em outros estados.

Acontece que a Delta é também a empresa preferida do judiciário.

Informa a Delta: O presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Luiz Zveiter, assinou no dia 1º de julho um contrato com a Delta Construção para a realização das obras da Lâmina Central do TJRJ.

O prédio, que atingirá a altura de 13 pavimentos, irá entregar o Complexo Judiciário que será erguido em cima de onde funcionava a Escola da Adminsitração Judiciaria (Esaj) que fica na parte central da edificação que inclui as Lâminas I e II. *No 5º e no 6º andares ficarão os pavimentos técnicos, onde serão colocados os equipamentos que modernizarão o sistema de refrigeração. O 7º, com 2.500 metros quadrados, abrigará as serventias que hoje funcionam fora do Palácio da Justiça. O 8º e o 9º andares receberão os quatro tribunais do júri da capital com seus respectivos cartórios. Já o 10º, 11º e 12º serão destinados ao Plenário do Tribunal Pleno e mais duas galerias com capacidade para 780 pessoas. Na altura do 13º andar ficará a cúpula do prédio. Para esse contrato, a Delta contará com 500 colaboradores trabalhando em três turnos de 24 horas.

O expediente no Tribunal de Justiça não será interrompido durante os 12 meses de obra. Hoje, circulam em torno de 30 a 35 mil pessoas por dia e tramitam na Justiça estadual 7.977.089 processos. Lembramos vocês, que a Delta Construção também foi a responsável pela obra da Lâmina III do TJRJ, entregue no final de 2006.

Servidores denunciam rachaduras em prédio do Tribunal de Justiça do Rio

Veja vídeo 1 

Funcionários que trabalham em um dos prédios anexos ao Tribunal de Justiça, no Centro, se recusaram a entrar no edifício, no dia 23 último. É que rachaduras encontradas nas salas deixaram os servidores preocupados. Existem tribunais noutros estados ameaçados.

Veja vídeo 2

Rachaduras nas paredes da Lâmina 3, prédio anexo ao Tribunal de Justiça do Rio, estão assustando os funcionários. As fissuras, algumas da espessura de um dedo, aparecem em vários andares e na garagem do edifício, onde funcionam as Câmaras Cíveis, a biblioteca e a 1ª Vice-Presidência do TJ.

A convite do Tribunal, o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-RJ) fez ontem inspeção no prédio para avaliar os riscos estruturais. Após a vistoria, o conselheiro do órgão, Antônio Eulálio Pedrosa Araújo, recomendou ao TJ a contratação de empresa sem ligação com a construtora Delta, que construiu o prédio e entregou a obra em 2006, para investigar as causas do problema.

Edifício de 2006 tem rachaduras. Isso não impediu da Delta ganhar novo anexo no TJ-RJ
Edifício de 2006 tem rachaduras. Isso não impediu da Delta ganhar novo anexo no TJ-RJ

Pois é: o Estadão pede cautela à Justiça com CPI do Cachoeira