Pedidos de subsídio de desemprego aumentaram nos EUA

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No Brasil existem pessoa cruéis que são contra o bolsa-família e o subsídio de desemprego. E são justamente esses indivíduos que defendem o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil. São sempre direitistas que esquecem:

O subsídio de desemprego nos Estados Unidos cobria até 26 semanas, mas em 2008, devido à recessão económica, o Governo federal instituiu programas que alargam a proteção até 90 semanas.

A taxa de desemprego nos Estados Unidos tem baixado nos últimos dois anos e em dezembro fixou-se em 6,7%, segundo dados oficiais.

Na semana que terminou a 11 de janeiro, 3,06 milhões de pessoas recebiam subsídios federais por estarem no desemprego.

Patifaria social do governo e troika em Portugal

O Partido Socialista acusou hoje o ministro Pedro Mota Soares de ser “o mais antissocial da história” no final do debate na Assembleia da República.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, surgem como marionetas da chanceler alemã, Angela Merkel, num mural pintado perto das Amoreiras, em Lisboa.

“Quanto mais tempo querem ficar a assistir a este show. A ‘nossa’ dívida continua a aumentar!” é a mensagem que acompanha o mural pintado por Nomen, Slap e Kurtz, nos dias 20 e 21 de outubro.

“Este mural foi realizado sem ajuda externa”, escreveram ainda os três artistas, que pintaram, num local considerado legal para o efeito, a chanceler Angela Merkel a segurar os fios das marionetas de Pedro Passos Coelho e de Paulo Portas, em cima de um palco.

A chanceler alemã visita Lisboa no dia 12 de novembro.

O povo está nas ruas contra os cortes no Orçamento, o desemprego, a “patifaria social”.

Escreve Ricardo Rego: Insultos, ameaças e agressão física. Deputados já sentem na pele o aumento da tensão social. Fora e dentro do Parlamento.
O protesto de um grupo de empresários do sector da restauração nas galerias da Assembleia da República, na quarta-feira – enquanto se discutiam propostas da esquerda para que o imposto sobre o IVA seja reposto nos 13% – é o episódio mais recente da contestação que tem afectado os deputados nas últimas semanas. Mas o confronto já passou a barreira dos insultos e os limites do Parlamento.

Um dos casos mais graves aconteceu com Duarte Pacheco, do PSD, à saída da Assembleia da República (AR), no dia em que Vitor Gaspar ali entregava o Orçamento do Estado, sabe o SOL. Com centenas de manifestantes a cercar o Parlamento, o deputado social-democrata viu o seu carro oficial ser atacado a murros e pontapés quanto tentava sair da garagem da AR. «Ficou um bocado amachucado», diz o secretário da mesa da AR.

Atrás, o carro oficial de Teresa Morais, secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares, tentava também sair da garagem, mas acabou por fazer marcha-atrás. Seguia-se José Luís Ferreira, deputado de Os Verdes, que foi avisado pela segurança do Parlamento de que o melhor era não sair. O deputado foi jantar e quando voltou às 23h, a situação ainda não era segura. Foi para casa «de transportes públicos» e deixou o carro na garagem da AR.

Estes incidentes ocorreram num ambiente de crispação colectiva, com a manifestação junto ao Parlamento. Porém, também o dia-a-dia de alguns deputados já começa a ser ameaçado por protestos e gritos de ordem contra a classe política.

A indignação saiu à rua. Veja fotogaleria

Portugal. Transporte com 28% de desconto para família que ganha menos de 544,96 euros

O governo português apresentou ontem os preços dos transportes, com descontos sociais, uma medida que “se enquadra no esforço do atual governo e do Ministério da Economia e do Emprego na promoção da justiça e proteção social aos agregados familiares de menores rendimentos”, explicou a tutela em comunicado.

Assim, diz o mesmo documento, as famílias com um rendimento mensal médio até 544,96 euros (1,3 Indexante de Apoios Sociais) vão ter acesso a descontos de 25% a 28%.

No Brasil, a família que ganha menos de 544,96 euros tem o quê?

Recebe o “bolsa”. Uma esmola de 115 reais. Que não passa dos 60 dólares, para comprar alimentos, pagar o aluguel da moradia, transporte, medicamentos, vestimenta e outros trecos essenciais para sobreviver como bicho.

E o governo exige dessa gente o voto nas urnas, a gratidão, a submissão, o conformismo. Tudo por um Brasil cordial. A imprensa portuguesa – diferente da brasileira – acha pouco. Leia mais