MÉTODOS DE PROTESTO NÃO VIOLENTOS E PERSUASÃO

polícia flor protesto estudante

████████████████ O ativismo inteligente exige estudo e por diversas vezes é extremamente eficaz. Esta é uma lista com métodos para fazer o seu protesto sem se utilizar da violência.

Declarações formais
1. Discursos públicos
2. Cartas de oposição ou de apoio
3. Declarações de organizações e instituições
4. Declarações públicas assinadas
5. Declarações da acusação e de intenção
6. Comunicações de petições em Grupo ou em massa
Comunicação com uma audiência mais ampla
7. Slogans, caricaturas e símbolos
8. Banners, cartazes e comunicações exibidas
9. Folhetos, panfletos e livros
10. Jornais e revistas
11. Discos, rádio e televisão
12. Escritas com fumaça no céu ou na terra

Representações em grupo
13. Delegações
14. Prêmios satíricos
15. Grupos de lobby
16. Piquetes
17. Simulacros de eleições

Atos públicos simbólicos
18. Exibição de bandeiras e cores simbólicas
19. Uso de símbolos
20. Oração e culto
21. Entrega de objetos simbólicos
22. Nudez em protesto
23. Destruição de propriedade própria
24. Luzes simbólicas
25. Mostra de retratos
26. Pintura como forma de protesto
27. Novos sinais e nomes
28. Sons simbólicos
29. Reclamações simbólicas
30. Gestos rudes

Pressões sobre os indivíduos
31. “Atormentar” funcionários
32. “Insultar” funcionários
33. confraternização
34. Vigílias

Teatro e música
35. Sketches cômicos e brincadeiras
36. Desempenho de jogos e música
37. Canto

Procissões
38. Marchas
39. Desfiles
40. Procissões religiosas
41. Peregrinações
42. Cortejos

Homenagem aos mortos
43. Luto Político
44. Simulacros de funerais
45. Funerais demonstrativos
46. Peregrinação a locais de sepultamento

Assembleias públicas
47. Assembleias de protesto ou de apoio
48. Reuniões de protesto
49. Reuniões camufladas de protesto
50. Invasões de aulas

Retirada e renúncia
51. Abandono de recinto
52. Silêncio
53. Renúncias a homenagens 5
54. Virar as costas

(Gene Sharp, The Politics of Nonviolent Action, Parte II, The Methods of Nonviolent Action.)

Nota do redator do blogue: Fotografe e/ou filme os protestos. Principalmente os policiais em ação: dando cacetadas, murros, prendendo manifestantes, atirando balas de borracha, bombas de efeito moral, bombas de gás lacrimogêneo, os cães, os cavalos, tudo que lembre a Gestapo, a ditadura militar de 64.
Esta é a arma mais temida pelos gendarmes:
polícia fotografia greve geral

Filme ou fotografe sem que a polícia perceba. Ela teme qualquer prova dos atos de violência. Este o motivo de atirar nos olhos de fotógrafos e cinegrafistas da grande imprensa ou imprensa alternativa.

TSE deseja consulta popular este ano?

Custa mais de R$ 500 milhões

por Iolando Lourenço e Renata Giraldi

Colaborou Débora Zampier

Agência Brasil

vote

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estima que a realização de uma consulta popular sobre a reforma política poderá custar cerca de R$ 500 milhões aos cofres públicos, caso a convocação ocorra ainda este ano. A previsão leva em conta números atualizados das últimas eleições municipais, realizadas em 2012, que custaram R$ 395 milhões, uma média de R$ 2,81 por eleitor. [Este custo teve uma auditoria independente?  Tudo na justiça fica acima do teto].

Além dos R$ 500 milhões estimados pela Justiça Eleitoral, há despesas também com a publicidade para esclarecimento do eleitorado nas emissoras de rádio e televisão, assim como na mídia impressa e online.  No ano passado, a produção da campanha Voto Limpo, para veiculação gratuita em rádio e televisão, custou R$ 2,8 milhões ao TSE. [Pagou caro. Me dê este dinheiro que faço um longa metragem]

Uma vez definido o modelo de consulta, a empresa responsável pela publicidade precisa de pelo menos 30 dias para preparar o material [Trata-se de uma empresa incompetente. Fica minha sugestão: que as agências de publicidade e os estudantes das faculdades de Comunicação apresentem projetos. As agências costumam super faturar para os três poderes. Digo como ex-dono de agência, com várias campanhas realizadas, e como ex-professor de propaganda política, de publicidade comercial e de comunicação governamental].

É necessário também calcular os custos relativos ao deslocamento de eleitores em áreas distantes do país, principalmente no meio rural. [Quem paga o transporte nas eleições? Isso não é proibido?] A consulta popular poderá ficar mais cara devido ao aumento do eleitorado e à necessidade de reforçar a segurança nos locais de votação, resultado dos protestos recentes que tomaram o país. Em 2012, os gastos com a Força Nacional somaram R$ 24 milhões [Uma disputa eleitoral é diferente. Existem bandos de corruptos que disputam os cargos. Eles brigam e matam para possuir os rentáveis negócios de uma prefeitura, por exemplo].

O Executivo sugeriu como possíveis datas os feriados de 7 de Setembro ou 15 de Novembro, mas ainda há a opção de realizar a consulta com as eleições presidenciais do ano que vem, reduzindo custos. Em 2010, os acrianos votaram em referendo sobre o fuso horário local no segundo turno das eleições daquele ano. [Acontece que o povo já esperou demais pelas reformas no judiciário, no executivo, no legislativo.

Na Agência Brasil, para escrever uma notícia de cinco parágrafos são precisos três jornalistas. Parece a justiça eleitoral, que trabalha nos anos ímpares. E, possivelmente, paga horas extras nos anos pares

As elites brasileiras têm mais medo de plebiscito e referendo, que o diabo da cruz.

Parece que o TSE, pela primeira vez na sua história, teme os gastos com uma consulta popular].

transporte

Despesas com plebiscito e referendo representam lucro. O Brasil gasta mil vezes mais com a corrupção e o entreguismo

Gianfranco
Gianfranco

Tudo que a justiça faz é caro. O Superior Tribunal Eleitoral funciona mesmo nos anos ímpares, quando não têm eleições. Idem os tribunais regionais eleitorais.

Os funcionários já existem. E descansados.

As urnas eletrônicas já existem.

Quanto o Brasil gasta com as polícias para reprimir o povo nas ruas? Quanto o Brasil perde com a corrupção? Quanto o Brasil é roubado pelos piratas de todas as bandeiras?

Alerta suspeito da revista de propaganda Veja:

plebiscito sobre a reforma política poderá custar 500 milhões de reais. A estimativa é de técnicos da Justiça Eleitoral que, na corrida contra o relógio, tentam calcular os gastos e o tempo necessário para preparar a consulta popular. A previsão do Planalto é que a consulta seja feita no início de setembro.

Desde quarta-feira, quando a presidente Dilma Rousseff telefonou para a presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Cármen Lúcia Antunes Rocha, para discutir questões práticas e logísticas do plebiscito, integrantes de várias áreas do TSE estão mobilizados para avaliar as providências e os gastos.

Normalmente uma consulta popular consome orçamento semelhante ao de uma eleição. Mas as estimativas atuais são de que o plebiscito sobre a reforma política custará mais do que a eleição municipal de 2012, quando foram gastos 395 milhões de reais. Além da inflação, dois fatores contribuirão para o aumento da conta. Por causa das mobilizações dos últimos dias e os episódios de confronto, a segurança durante o período do plebiscito deverá ter de ser reforçada com o apoio de homens das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica).

Em 2012, só para esse apoio foram destinados 24 milhões de reais. Diante das manifestações generalizadas no país, a expectativa é de que os pedidos de força federal sejam multiplicados. Além disso, o caráter de urgência deve tornar o plebiscito mais caro. No ano passado, por exemplo, a presidente do TSE anunciou que o custo do voto, de 2,81 reais por eleitor, foi o menor desde a implantação do sistema eletrônico, em 1996.

Segundo ela, um dos fatores foi o planejamento. “Quanto maior o planejamento, menor é o custo”, disse na ocasião. Se confirmado o valor final de meio bilhão de reais, o valor será o dobro do que foi gasto em 2005 com o referendo do desarmamento. Na ocasião, foram consumidos 252 milhões de reais. Já o plebiscito sobre a divisão ou não do Pará, em 2011, não custou mais que 19 milhões de reais. Nesta consulta só participaram, porém, os eleitores paraenses.

De acordo com técnicos do TSE, apesar do tempo escasso é possível fazer o plebiscito no início de setembro, dando tempo para que o Congresso aprove até 3 de outubro as leis necessárias para vigorarem na eleição presidencial de 2014. Pelas regras atualmente em vigor, as alterações no processo eleitoral têm de ser aprovadas até um ano antes do pleito.

Um dos principais pontos do planejamento do plebiscito deverá ser a campanha de esclarecimento aos eleitores. Se a consulta for feita em setembro, o ideal é que a campanha seja veiculada no rádio e na televisão em agosto. As peças publicitárias terão de explicar que todos os eleitores deverão participar do plebiscito porque o comparecimento é obrigatório. Também deverão informar sobre as perguntas que terão de ser respondidas. A tarefa não é considerada fácil uma vez que estarão em questão assuntos que não fazem parte do cotidiano da maioria dos eleitores.

Nota do redator do blogue: Os  “assuntos” do referendo fazem parte do cotidiano do povo. E estão sendo discutidos hoje nas ruas. Nas passeatas.

As peças publicitárias podem ser realizadas sem pagar fortunas para as agências dos Marcos Valério, dos Dudas Mendonça e outros marqueteiros ou marreteiros.

As televisões e rádios são concessões do governo. É só requisitar o tempo para exibir toda propaganda necessária. Basta não existir a censura eleitoral. Que vem sendo realizada pelos tribunais eleitorais nas eleições diretas para vereador, prefeito, deputado estadual, governador, deputado federal, senador e presidente da República.

Nuevo Orden Mundial

por Álvaro Cuadra

Kike Estrada, globalização
Kike Estrada, globalização

1.- Pinochet y el Nuevo Orden Mundial

El golpe de estado en Chile no solo fue un episodio geopolítico de la Guerra Fría, fue también la instalación de un régimen que convirtió un país entero en un gran laboratorio de “ingeniería social” Tal como se ha señalado, se instrumentalizó el Shock político y económico para abolir la memoria democrática en el país, abriendo así cauce a las políticas privatizadoras neoliberales. En pocas palabras, se instituyó en Chacarillas un régimen corporativista: el maridaje entre un Estado policial y el Capital nacional y extranjero, en el seno de una sociedad oligárquica con instituciones democráticas debilitadas.

Nada del acontecer político y económico de las últimas cuatro décadas ha sido casual, muy por el contrario, estamos ante un despliegue planificado de políticas conducentes a la hegemonía del capital en la sociedad chilena como parte de un proyecto de escala planetaria. La dimensión mundial del proyecto neoliberal hace de Pinochet el siniestro mayordomo de grandes corporaciones con sede en Wall Street. Es allí donde nombres como Rockefeller, Morgan y muchos otros construyen un mundo a la medida de los banqueros, sometiendo de paso a pueblos enteros a guerras, bloqueos, crisis políticas y financieras. El golpe de estado chileno es parte del plan neo conservador mundial inspirado en el neoliberalismo.

 2.- Chacarillas: Un sueño realizado

En estricto rigor, el neoliberalismo no es adversario del Estado en sí mismo, la mejor prueba de ello son las desesperadas y millonarias políticas gubernamentales en algunos países como Estados Unidos y el Reino Unido, tendentes a salvar a poderosas corporaciones del mundo financiero. En pocas palabras, el Estado es bueno y deseable cuando sirve al capital, y por el contrario, resulta nefasto cuando se convierte en un estricto ente regulador y fiscalizador.

(…) la vinculación incestuosa entre el Estado y el capital (…) ha asegurado buenos y lucrativos negocios a los inversionistas criollos y extranjeros.

3.- Neoliberalismo: Capitalismo del desastre

Hace algunos años, Naomi Klein, reconocida investigadora canadiense, escribió un libro que resulta ser la historia no oficial del libre mercado “La doctrina del Shock”(2007), en la que muestra cómo la implantación de políticas neoliberales se ha llevado a cabo en momentos de crisis políticas (guerras o golpes de estado),económicas (grandes turbulencias locales o mundiales) o naturales (catástrofes). La actual crisis económica a nivel mundial, en desarrollo, pareciera convertirse en el momento propicio para una nueva arremetida conservadora en diferentes partes del mundo.

Las noticias del mundo global no son alentadoras. Una mirada panorámica nos muestra un anémico crecimiento de la economía estadounidense, desaceleración de la locomotora china y crisis abierta en la eurozona con un desempleo promedio del 11% que es el doble en España. Como ya parece habitual cada tantos años, el capitalismo mundial se aproxima a una nueva crisis. La salvedad, ahora, es que aquella burbuja que se generó en Manhattan hace una década se ha transformado en una metástasis o, si se prefiere, en una “burbuja global”

Nos aproximamos a una crisis económica global, una circunstancia muy extraordinaria que no resulta previsible. Se trata de una “singularidad” que involucra economías regionales completas, como la zona euro, a economías como la China con 1.400 millones de habitantes o a los Estados Unidos, todavía la primera economía del planeta. La globalización que nació como una integración mundial de los mercados bajo la impronta neoliberal ha generado un escenario tan intrincado y complejo que no hay país alguno capaz de escapar de los efectos de una debacle de proporciones. Hoy se habla de España o Grecia, pero lo cierto es que todo el sistema financiero mundial está en graves aprietos.

Estos indicios son preocupantes y no afectan tan solo, como pudiera pensarse, a grandes empresas. La receta es conocida, en el “Capitalismo del desastre”,las grandes empresas reclaman alternativamente subsidios estatales o privatizaciones, en ambos casos los que pagan las pérdidas son los ciudadanos. Un estado disminuido en sus capacidades de protección o asistencia social en virtud del credo neoliberal no puede sino agravar el pesimismo frente a las consecuencias de esta nueva crisis económica global que ya ha comenzado.

4.- ¿Hacia un fascismo global?

Como ya ha sido advertido, el advenimiento del régimen nazi puso en marcha el lado oscuro de la modernidad. Todos los logros tecno científicos de Europa fueron puestos al servicio de un poder político totalitario. Nació de este modo la propaganda político mediática en gran escala y la guerra moderna. Esa misma lógica tecno industrial se aplicó al exterminio sistemático de millones de seres.

Si bien el Tercer Reich ya es historia, no podemos decir lo mismo de su lamentable legado. Los principios modernos de la Guerra, la Propaganda y el Control Policial, siguen muy vigentes en el siglo XXI y administran, hoy, el planeta entero. Auschwitz ha sido replicado hasta el presente en muchos lugares del mundo: Villa Grimaldi o Guantánamo, solo como tristes ejemplos específicos de un paisaje que se extiende por doquier. Este es el precio que la humanidad debe pagar para sostener la expansión neoliberal, el capitalismo del desastre y el schock permanente.

Para el europeo promedio da lo mismo que se trate de Libia, Irak, Siria o Afganistán, lo importante es que se trata de avanzar hacia la “democracia”, superando formas culturales retrógradas. El cúmulo de cadáveres es el costo necesario para el advenimiento de la “primavera”. Esta ideología propagada por la mayoría de los medios oculta los intereses en juego, la depredación que anima las intervenciones militares y la degradación que ello supone para las víctimas y victimarios. La Blitzkrieg 2.0, satelital y digitalizada, casi no deja espacio a los ejércitos tercermundistas que se atreven a resistir en nombre la soberanía nacional.

Tal como ya ha sido expresado por numerosos pensadores, estamos bajo el signo de una civilización de la violencia, una época en que el capitalismo tardío ha devenido un capitalismo del desastre y del terror a escala global. Si ayer fue el complejo militar-industrial el que ordenaba la economía y configuraba el mapa del mundo, hoy asistimos a la era del complejo militar – mediático, una sociedad de la violencia y el espectáculo, una forma sui generis de Fascismo Global: “…el nuevo poder mediático y militar global ha creado aquella misma condición objetiva elemental bajo la que Walter Benjamin o Pier Paolo Pasolini definieron el fascismo moderno: el estado general de impotencia de una humanidad disminuida a la función de espectador y consumidor de su propia destrucción” . Leer más

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A propaganda de guerra e o controle das populações

 

br_diario_comercio. guerra nuclear

O mundo pode ser destruído pelo impacto de um asteróide. Uma guerra nuclear teria o mesmo efeito.

Nenhum país atômico invadirá outro que tenha armas de destruição em massa.

O noticiário da imprensa sobre uma guerra iminente visa criar uma legenda de medo para controle interno e para ameaças colonialistas no front da política internacional.

Os notícias das profecias do fim do mundo visam tirar o povo das ruas e levá-lo para as igrejas, acabar com os protestos sociais, e demonstrar que tudo vai ruim, mas poderia ser pior.

O “nóis sofre, mas goza” funciona. A fome da América Latina não é maior do que a fome na África.

No Brasil, as notícias sobre violência são amenizadas com as notícias de atentados terroristas, de mortes nos países invadidos: Palestina, Mali, Iraque, Síria, Haiti e outros sem armamento nuclear.

Escreve Nélson Jahr Garcia sobre “Cândido” de Voltaire: “O romance, em todos e cada um dos seus parágrafos, caracteriza-se como uma sátira às idéias de Leibnitz.

Leibnitz afirmara, pelo menos assim entendeu Voltaire, que o mundo é o melhor possível, que Deus não poderia ter construído outro e que tudo corria às mil maravilhas.

Foi nesse romance que Voltaire escreveu (…) que todo o sofrimento de Cândido acabara por reverter em benefícios”.

Assim sendo, para uma visão bem brasileira, diante dos males da corrupção, da violência, do desemprego, do salário mínimo do mínimo, da vida de retirante dos sem terra, dos sem teto, o que fazer?

“Cândido, candidamente, respondeu:

‘— Tudo isso está bem dito… mas devemos cultivar nosso jardim.”

BRA_OPOVO crime
BRA_DG ensino
BRA_JOBR saúde
BRA_OG Justiça tarda e falha
utopia apatia realidade indignados

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apatia-maioria-silenciosa-protesto-greve-indignados

governo povo rico pobre apatia

#YoaniSánchez: el doble fracaso brasileño

Yoani Sáchez, por Josetxo Ezcurra
Yoani Sáchez, por Josetxo Ezcurra

 

Capítulo Cubano

 

 

La reciente reforma migratoria aprobada por el gobierno cubano, que elimina anacrónicos trámites burocráticos para viajar, ha empezado a provocar sus efectos. Una de las primeras personas que se ha beneficiado de todo eso ha sido -por supuesto- la riquísima bloguera Yoani Sánchez quien ha recibido visas para viajar a numerosos países, mientras que -recordemos- la mayoría de los ciudadanos cubanos, de los que ella se ha elevado por sí misma al rango de portavoz, sigue encontrando dificultades materiales y burocráticas para viajar a países europeos o a Estados Unidos, como los altísimos costos de los viajes y la necesidad de obtener un visado de ingreso por los países de destino, algo que en la mayoría de los casos se les niega. 

En ese sentido, el pasado 17 de febrero, la bloguera dejaba su ‘apartamento yugoslavo’ en la odiada ‘cárcel ideológica’, rumbo a Brasil, y empezaba -con total tranquilidad y con todos los honores que se deben a una estrella mediática de su altura- una larguísima gira mundial de 80 días, acompañada por una apática procesión de periodistas y corresponsales de medios internacionales.

Sin embargo, sus ambiciones de primera diva se rompieron brutalmente cuando la bloguera chocó con la realidad afuera de Cuba, perdió el escudo que le otorga el vivir en un ‘régimen dictatorial’ y encontró la desesperada acogida brasileña: grupos de jóvenes la recibieron exibiendo carteles con acusaciones, tildándola de mercenaria y agente de la CIA.

A pesar de que cuando esto ocurre en Cuba, ella con voz crítica suele hablar de ‘turbas castristas’ y de ‘estigmatización del que piensa diferente’, frente a estas manifestaciones contra su persona, la bloguera, convencida de un inexistente respaldo de la opinión pública que hubiera encontrado en Brasil, acutó inicialmente con mucho cuidado y usó las distintas formas de darles la bienvenida, como un ejemplo de la pluralidad y diversidad de la nación suramericana. Así escribió: “Al llegar muchos amigos dándome bienvenida y otras personas gritándome insultos. Ojalá en Cuba se pudiera hacer lo mismo. Viva la libertad!

Pero su postura frente a las críticas cambió radicalmente en unas pocas horas, es decir, cuando se dió finalmente cuenta de que no se trataba de un pequeño colectivo, sino de extensos grupos, vinculados a las luchas progresistas en América Latina, que -claramente- rechazan cualquier colaboración con el poderoso imperio del Norte que -el siglo pasado- respaldó sangrientas dictaduras derechistas por todo el continente, incluso en Brasil.

Así, de repente, esta forma de ‘libertad brasileña’ se convirtió en una patraña más del ‘régimen cubano’. Escribía en su pluridecorada bitácora: “Ellos respondían a órdenes, yo soy un alma libre. Al final de la noche me sentía como después de una batalla contra los demonios del mismo extremismo que atizó los actos de repudio de aquel año ochenta en Cuba. La diferencia es que esta vez yo conocía el mecanismo que fomenta estas actitudes, yo podía ver el largo brazo que los mueve desde la Plaza de la Revolución en La Habana ”. Es decir, personas que pensaban diferente, ejemplo puro de la democracia brasileña, se conviertieron en enviados de la embajada cubana, procastristas y extremistas.
Ya solamente esas formas de considerar las críticas, dejan bien claro el nivel de democracia que esta megalómana desconocida quiere llevar adelante en su añorada Cuba futura y hace fracasar su imagen de persona plural.
Pero, más que todo eso, el viaje a Brasil ha sido un auténtico fracaso por otra razón fundamental. Ha destruido finalmente la imagen que se quiere vender a la opinión pública mundial, es decir, la de la bloguera indefensa, paladina de los derechos humanos, y ha enseñado todo su carácter derechista y la total sumisión a la política del gobierno norteamericano y, sobre todo, a la más repugnante prensa terrorista anticubana radicada en el sur de Florida.
Entre otras cosas, por ejemplo, la bloguera se negó a firmar una declaración contra el bloqueo y por la liberación de los Cinco antiterroristas cubanos y, dos días después, tuvo un discurso en la Cámara de Diputados de Brasil y ahí hizo determinadas declaraciones sobre estos temas.

Hablando del bloqueo norteamericano contra el pueblo de Cuba, dijo: “Hay un concepto que se utiliza mucho en Cuba: en una plaza sitiada, disentir es traicionar. Por eso quiero que termine el embargo, para ver como va a explicar el gobierno cubano su fracaso”.

Luego, referiéndose a los Cinco héroes cubanos, encarcelados en Estados Unidos por infiltrarse en grupos terroristas de Miami para descubrir planes de atentados contra la Isla, afirmó: “La cantidad de dinero que está gastando el gobierno de mi país en esa campaña de viajes por el mundo, espacios en la prensa internacional para la campaña de los cinco miembros del Ministerio del Interior, la cantidad de horas en las escuelas que se gastan en hablar de esas cinco personas, en aras de que eso termine deberían liberarlos, estoy preocupada por las arcas de mi país y preferiría que los liberaran y a ver si así ahorramos más porque hay más temas sobre el tapete”.

Y muy tímidamente dijo: “Sobre Guantánamo. Soy una civilista, una persona que quiere el respeto a la legalidad, por lo que no puedo estar de acuerdo en un sitio donde no se respeta la legalidad”. Esto es todo lo que dijo sobre el centro de tortura de Guantánamo, alguien que supuestamente debería ser una patrocinadora de derechos humanos. No habló de Estados Unidos. No habló de tortura. No habló de muertos. Fue muy cuidadosa en usar los términos “no se respeta la legalidad” en vez de describir la situación así como es, es decir, un auténtico centro de tortura legalizado; todo eso, sin considerar la soberanía cubana violada en dicho territorio.

A pesar del escualor de estas declaraciones -sobre todo, cuando llegan de una ciudadana cubana que, antes de hacerse tan famosa, habrá seguramente sufrido las escaseces debidas al aislamiento económico de Cuba tras el derrumbe del campo socialista y, más que todo, como habanera habrá vivido sobre su piel la temporada de los atentados terroristas en La Habana- la repugnante prensa anticubana de Miami, en un ejemplo de su intransigencia batistiana, atacó a la bloguera por “pedir la liberación de los cinco espías” .

Yoani Sánchez pide la liberación de espías cubanos” tituló Univision23 desde Miami. El también miamense CubaNet escribió: “En una declaración que podría no ser bien recibida en la comunidad exiliada de Miami, la bloguera cubana Yoani Sánchez dijo este miércoles en Brasil que está a favor de la liberación de los cinco espías cubanos […] En su encuentro con los legisladores brasileños, Sánchez criticó también el embargo comercial de Estados Unidos. La calificó de injerencista y sostuvo que en la práctica no ha funcionado. […] Inmediatamente saltaron las alarmas en las redes sociales. En Miami, según estas declaraciones de hoy, puede que la reconocida bloguera no sea bien recibida. ”. Otros medios del mismo nivel informativo, publicaron artículos parecidos que, tras unos días, desaparecieron.
Frente a la estigmatización mediática from-Miami, Sánchez decidió aclarar bien su postura y lo hizo con el más bajo nivel moral que esta bloguera haya tocado nunca, es decir, publicó una aclaración importante:

Por lo pronto, rectifico, los Cinco fueron juzgados, bien juzgados, y eran espías sin lugar a dudas… A veces usar el sarcasmo y la ironía trae ese tipo de malentendidos. En primer lugar no les diría ‘Cinco Héroes’, para mí son cinco espías que han sido juzgados, que han tenido sucesivas oportunidades legales para probar su culpabilidad o inocencia y en todos esos tribunales, formados por gente diversa y plural, han sido ratificados como culpables… Todo el mundo sabe que es práctica común del gobierno cubano vigilar y espiar en territorio norteamericano ampliamente, por tanto en ningún momento pedí la liberación

Y para no quedar dudas sobre su sumisión a los amos del norte y a los grupos terroristas del sur de Florida, horas después, publicó en su cuentatwitter, un mensaje (retwitteado desde la cuenta del Orlando Luis Pardo, el grosero y osceno ‘fotoreportero’ que ultrajó con un acto de autoerotismo a la bandera cubana): “24 Febrero: Cuba de luto por nuestros Hermanos Al Rescate”.

El mensaje se refería a las dos avionetas -procedentes desde Miami, de la organización Hermanos Al Rescate- que violaron el espació aereo cubano y fueron derribadas por las Fuerzas Armadas Revolucionarias, en 1996. Hermanos Al Rescate es una organización terrorista, vinculada a la CIA y a la Mafia batistiana de Miami, responsable de varios ataques contra el territorio cubano. Sus patrocinadores fueron Jorge Mas Canosa, fundador de la también terrorista Fundación Nacional Cubano Americana, y Ramón Saúl Sánchez Rizo, también vinculado a varios ataques contra Cuba. ( más información sobre la organización Hermanos al Rescate aquí ).

Es decir, la democrática Yoani Sánchez quiso aclarar adecuadamente su pensamiento sobre los Cinco cubanos que estaban en Estados Unidos para impedir atentados contra su país, procedentes de las organizaciones terroristas radicadas en Miami, y además cogió la oportunidad para dar su respaldo, su solidaridad y, quizás, su admiración a los miembros caídos ese 24 de febrero de 1996.

A pesar de que muchos ‘solidarios con la bloguera’ han relacionado el viaje de Sánchez con un ‘inminente fin del castrismo’, no hay ninguna duda de que su primera gira exterior ha sido un auténtico fracaso para la más mediáticas de las blogueras que no ha encontrado ningun respaldo popular concreto y sólo ha dado a la opinión pública mundial muchos más elementos para evaluar la real postura y entender definitivamente que hay más allá de esa controvertida figura, es decir, un rostro oportunista, derechista, terrorista y pronorteamericano, algo que ella misma intenta -sin éxito- disimular.

Claramente habrá muchos otros elementos que surgirán y desmontarán otros fraudes mediáticos de esa bloguera. Este solamente es el primero capítulo de una larga serie de apuntes de viaje que contarán toda la gira mundial de esta mentirosa oportunista.

Os doze estados que mais gastam com propaganda

televisão propaganda indignados

Aumento médio é de 37,3% em relação a 2012, levando-se em conta apenas os gastos da administração direta.

Os gastos na administração indireta são mais difíceis de ser fiscalizados. E, principalmente, os realizados pelas empresas e indústrias das obras inacabadas, dos elefantes brancos, dos serviços fantasmas, principalmente quando super, super faturados. Existem ainda as empresas que receberam concessões, pedágios, isenções, favores e presentes mil. Veja um exemplo: para construir a Eikelândia, 400 fazendas foram desapropriadas.

No Brasil são proibidas praias particulares, e elas existem adoidado, além das concessões de  ilhas fluviais, marítimas e oceânicas. O espaço publico das cidades e as terras do Brasil dos latifúndios são doadas ou vendidas a preço vil. Até a água é engarrafada para ser comercializada no exterior.

Todo esse tráfico – de favores, de influências, de bens, de serviços essenciais para o povo, de todas as riquezas do Brasil – investe na propaganda política, chamada apropriadamente de marketing, isto é, de venda de candidatos que irão favorecer o continuísmo da corrupção.

Para erradicar a corrupção no Brasil bastaria investigar os marqueteiros. O país está repleto de Marcos Valérios, um analfabeto, contato de agência de publicidade (terminou laranja, depois sócio e, finalmente, proprietário de duas agências doadas).  Agências que realizavam a propaganda dos tucanos em Minas Gerais, e dos petistas nas campanhas presidenciais. A safadeza começa aí: nenhum publicitário, eticamente, pode realizar campanha de produtos e serviços concorrentes. Na propaganda política esse conflito de interesses se torna uma luta do bem contra o mal. Dizia Goebbels, o propagandista é “um amante”; Lenine, “um apóstolo”. O marqueteiro no Brasil é um mercenário. Uma prostituta de luxo. Uma prostituta respeitosa.

Bruno Boghossian e Julia Duailibi, in reportagem para O Estado de S.Paulo:

Pelo menos metade dos Estados pretende aumentar os gastos com publicidade em 2013. De acordo com levantamento feito com 23 dos 26 governos estaduais, além do Distrito Federal, 12 têm planos de incrementar a verba com propaganda institucional e de utilidade pública neste ano. Em média, o gasto dessas administrações com divulgação das gestões deve crescer 37,35%.

Nas propostas orçamentárias enviadas para as Assembleias Legislativas em dezembro do ano passado, os 24 governadores preveem destinar R$ 1,4 bilhão (cerca de R$ 750 milhões nos 12 Estados onde haverá aumento real) para propaganda – são R$ 7,6 por habitante. Em 2011, o primeiro ano dos atuais mandatos, os valores, atualizados pela inflação, eram de R$ 1,18 bilhão – nos casos em que não houve reeleição, o orçamento daquele ano foi elaborado pelos antecessores e reflete prioridades da gestão anterior.

Os anos pré-eleitorais são importantes parâmetros para analisar os gastos com publicidade. Em 2014, haverá eleição para escolher governadores e presidente da República, e a legislação impõe restrições sobre o crescimento desse tipo de despesa: não podem ultrapassar a média dos três anos anteriores. Os anos pré-eleitorais costumam jogar a média para cima.

Dos 12 Estados onde há previsão de aumento dos gastos com propaganda neste ano, sete têm governadores que são potenciais candidatos à reeleição: os tucanos Geraldo Alckmin (SP), Marconi Perillo (GO) e Simão Jatene (PA) e os petistas Tarso Genro (RS) e Tião Viana (AC), além de Camilo Capiberibe (AP), do PSB, e Raimundo Colombo (SC), do PSD.

Pernambuco tem legislação própria que fixa em 1% das receitas correntes líquidas do Estado o limite de gastos de publicidade. [O governador Eduardo Campos é candidato a presidente. Se não conseguir decolar a candidatura vai para o Senado]

As agências que ganham os contratos para executar a propaganda do poder público são, em muitos casos, ligadas a marqueteiros que criaram as campanhas dos governadores. É o caso, por exemplo, da Prole, Lua Branca e Revolution Comunicação, que são ligadas aos marqueteiros que fizeram as campanhas dos governadores do Rio, São Paulo e Amapá, respectivamente. Transcrevi trechos