As brasileiras recorrem à segunda virgindade?

Acontecia no Brasil, antes das viagens de secundaristas e universitárias, para conhecer o Brasil, através dos projetos Mauá e Rondon – a adaptação do lema hippie  “faça o amor, não faça a guerra”, pela ditadura militar.

Até a década de setenta, pipocavam boatos e perseguições contra cirurgiões plásticos que realizavam reconstituições de hímen. O homem, inclusive podia pedir a anulação do casamento, com a comprovação de que a esposa não era virgem na primeira noite de núpcias.

Coisa parecida com os ambulatórios clandestinos de médicos que praticam abortos.

Os brasileiros ocupam o segundo lugar no mundo entre os que perdem a virgindade mais cedo. A idade média é de 17,4 anos, ficando atrás apenas da Áustria, com 17,3 anos. Os números fazem parte da pesquisa The Face of Global Sex 2007 – First sex: an opportunity of a lifetime (Primeira relação sexual: uma oportunidade para toda a vida), realizada por uma fabricante de preservativos com 26 mil entrevistados em 26 países.

Não acredito nessa pesquisa. Quanto mais pobre uma adolescente, mas fácil a perda da virgindade. Não causa nenhuma indignação o Brasil possuir 250 mil prostitutas infantis, conforme dados da Polícia Federal e Unesco; 500 mil, para as ONGs.

Adolescentes iniciam sua atividade sexual na faixa entre os 13 e os 17 anos de idade. Essa é uma das conclusões de pesquisa realizada pelo Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

O estudo foi feito de 2000 a 2004 e envolveu dois mil alunos de 1,3 mil escolas públicas e 700 particulares da cidade de São Paulo.Coordenado pela psiquiatra Carmita Abdo, o trabalho revela que 97% dos jovens de 15 a17 anos conhecem bem os riscos para a saúde provocados pela atividade sexual e os cuidados que devem ser tomados para evitá-los.

No entanto, outros dados, coletados pelo Ministério da Saúde, revelam que há sete anos, a maioria das internações de meninas de 14 a19 anos no Sistema Único de Saúde (SUS) são para trabalho de parto. “Acredito que a situação não tenha mudado”, opina a médica.

As pesquisas não batem. Outro estudo realizado, em 2005, afirma que a média total no mundo para perda da virgindade é de 17,3 anos. Sendo 17,2 anos para as mulheres e 17,5 para os homens.

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Faltam dados atualizados, para o devido combate à prostituição infantil e doenças sexuais transmissíveis, inclusive Aids.

tunisiana

Publica, hoje, a Tribuna de Macau, colônia chinesa: Pressionadas por uma sociedade que se mantém conservadora por trás de uma fachada moderna, são cada vez mais as mulheres na Tunísia que se submetem à reconstrução do hímen para chegar à noite de núpcias na condição de virgens. Dessa forma, querem evitar ser rejeitadas por homens que afirmam, sem rodeios, que nunca se casariam com mulheres “já usadas”.

Segundo a agência AFP, a operação de reconstrução do hímen, uma pequena membrana situada na entrada da vagina, dura apenas meia hora.

“O número de mulheres que recorre à himenoplastia, a virgindade de forma duradoura, ou à himenorrafia, a virgindade por alguns dias, aumentou muito nos últimos anos”, disse um médico tunisino, que opera anualmente cerca de uma centena de mulheres, de 18 a 45 anos, que chegam ao consultório “com o rosto tapado por um véu ou lenço e com grandes óculos escuros)”. Entre as clientes também há argelinas e líbias.

 

Nenhuma luz no fim do túnel

Antes do golpe militar de 64, os trotes acadêmicos eram politizados. Com a ditadura e o lixo de suas leis que ainda perduram, os trotes tornaram-se uma festa orgiástica. Exageram em tudo: álcool, droga, sexo. Em abril último, na Universidade Federal de Juiz de Fora, uma caloura de 16 anos, virgem, foi estuprada. O tarado ainda hoje está solto no campus.

A cocaína foi introduzida nas universidades propositadamente. Com a música Banho de cheiro, e slogan hippie de botique: “faça o amor, não faça a guerra”. Tudo como parte do Projeto Camelot da CIA, que introduziu o vestibular de cruzinha, da decoreba, do não pensar.

Um povo colonizado, escravo, sempre vítima da tirania, tem uma alma submissa. A independência dada de mão beijada por um português. Nenhuma luta pela abolição da escravatura, que custou a perda do trono para a princesa Isabel. E uma república repleta de ditadores e presidentes corruptos.

Um povo que não reclama tem como catarse o carnaval, o futebol, as drogas e as novelas da Globo.

Estupro ou curra no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora?

A Polícia Civil instaurou o inquérito que vai apurar o estupro de uma estudante de 17 anos, que (aconteceu) dentro do Campus da UFJF, no último fim de semana. Conforme a titular da Delegacia de Proteção e Orientação à Família, Maria Isabela Bovalente Santo, a investigação deve ser concluída em 30 dias. A apuração não teve início de imediato, já que o crime teria acontecido dentro de um instituição pública federal, portanto, o caso seria encaminhado à Polícia Federal. Somente na terça-feira foi definido que a competência seria da Polícia Civil. (Quem definiu esta competência?)

Paralelamente à investigação criminal, docentes da UFJF coletam assinaturas para cobrar a apuração interna e a punição dos autores, além da implantação de ações educativas dentro do campus. O manifesto de repúdio, que já foi assinado por quase 30 professores, será encaminhado à Reitoria e à direção do Instituto de Artes e Design, além de outras autoridades. “Muito embora saibamos que a violência física e simbólica contra as mulheres ocorre em toda a sociedade, não podemos admitir tais atrocidades no ambiente acadêmico”, diz o documento.

A Associação dos Professores de Ensino Superior (Apes) também cobra providências da UFJF. “A Apes apoia a manifestação de repúdio e enxerga nesse episódio a situação de barbárie que vive nossa sociedade. O caso depõe contra o processo de humanização pregado dentro de uma instituição de ensino”, destacou o presidente da Apes, Rubens Rodrigues. (Tribuna de Juiz de Fora)

A UFJF informou que, hoje, o reitor Henrique Duque deve anunciar medidas visando a disciplinar eventos na instituição, até que uma comissão seja reativada. O reitor está viajando. O crime aconteceu na noite da última sexta-feira. Vai chegar cansado da viagem. Que cansada é a vida de um reitor.

O Ministério da Educação continua calado. Essa de  reativar comissão é piada. Expulsão dos implicados. E justiça rápida.

Cadeia para os sádicos, os estupradores, os desviados sexuais de uma sociedade corrupta. Cadeia sim!  Continuo acreditando que foi uma curra. Isto é, um grupo de universitários covardes, machistas,  safados, desajustados, brutamontes e torturadores seviciaram sexualmente uma menina de 17 anos.

Antes de 64, nos meus tempos universitários, os estudantes realizavam trotes. Eles são necessários. Era uma oportunidade para criticar a política, os costumes, o comportamento de personalidades. A estudantada ainda continua com medo de tocar em assuntos controversos.

Os jornais vendidos querem transformar os trotes em ações beneficentes de escoteiros. Tipo doar sangue, caminhada pela paz dos ricos etc. Não é por aí.

O Projeto Camelot, da CIA, na ditadura militar, aplicou no Brasil, via Ministério da Educação, o lema distorcido dos hippies: “Faça o amor, e não faça a guerra”. Então, com os projetos Mauá e Rondon começaram o liberou sexual, das drogas e os embalos de sábado à noite. Este programa do Brasil da tortura, dos sequestros, dos estupros continua nos trotes e calouradas.

Tamanho do pênis é documento?

Acho isso besterol. É só perguntar para uma lésbica.

Depois, depois tem a teoria de Freud da inveja feminina.

Os estudantes pernambucanos dos anos de 60 gostavam de repetir:
“Amor que fica
amor de pica”.

E completavam:
“Mulher com mulher: jacaré”.

Este Recife machista foi antes de 64. Com os projetos Rodon e Mauá, a ditadura militar promoveu profundas mudanças na sexualidade dos brasileiros.

Para evitar o recrutamento dos jovens pelos movimentos esquerdistas, apropriou-se do slogan do movimento hippie: “faça o amor, não faça a guerra”.

Esta cultura de alheamento, de conformismo político, de valorização do sexo como anestésico, persiste.

¿Qué país promedia los penes más grandes del mundo? (Mapa Interactivo)

Outra asneira:

Y como era de esperarse, la hegemonía en el rubro corresponde a un país africano, Congo, en donde los hombres promedian penes de 17.93 centímetros, lo cual nos hace pensar que el congolés promedio pudiera conseguir trabajo como semental en cualquier otro país del mundo. En segundo lugar aparece Ecuador, país latinoamericano con marcadas raíces africanas entre un cierto sector de la población y en donde los hombres promedian los 17.59 cm. El tercer lugar es para Ghana, con 17.12 cm, y el cuarto para Colombia con 17.03. Evidentemente, cuando se trata de proporciones fálicas, el gen africano arrasa con el resto de los genotipos.