Brasil continua com a mesma justiça da didatura militar

A democracia no Brasil é para inglês ver. Na “Patria amada, idolatrada, salve, salve”, a justiça jamais permitiria o movimento dos indignados que acontece nos Estados Unidos e países da Europa. Nem a Primavera Árabe. Nem a greve estudandil do Chile.

A justiça no Brasil é tão conservadora e ditatorial quanto os marechais presidentes. Tanto que os ministros dos tribunais, nomeados pelos militares, continuaram nos seus cargos com a redemocratização.

Existem diferenças entre os ministros nomeados por Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel, Figueiredo, Sarney, Collor, Itamar, Fernando Henrique, Lula da Silva e Dilma Rousseff?

Castelo Branco reduziu de 16 para 11 o número de ministros do Supremo Tribunal Federal. Três ministros foram afastados pela força do Ato Institucional 5: Hermes Lima, Victor Nunes Leal e Evandro Lins e Silva, considerados de esquerda, pelos cargos que ocuparam nos governos de JK e Jango. O AI 5 também aposentou, compulsoriamente, os ministros Antônio Gonçalves de Oliveira e Carlos Lafaiete de Andrade.

Importante recordar que as listas de cassações misturavam bandidos, governantes, políticos, magistrados, intelectuais, estudantes e sindicalistas. Corruptos e subversivos eram semelhantes.

O STF deve uma reparação histórica, em uma sessão solene e simbólica, aos ministros cassados. Mas como fazer sem lembrar outras ações castrenses que ferem os direitos humanos, ou esquecer que a justiça comandou chacinas recentes como a de Pinheirinho e outros despejos na Eikelândia e nas universidades?

Infiltrados nas passeatas estudantis de Barcelona

Terrorismo policial
Terrorismo policial

Virou costume colocar infiltrados (policiais disfarçados, mercenários pagos por partidos políticos, inclusive agentes de segurança e espionagem de empresas nacionais ou estrangeiras) para sabotagem dos movimentos grevistas de trabalhadores e passeatas estudantis.

Os infiltrados são profissionais treinados para jogar bombas incendiárias, encenar conflitos com a polícia e criar diferentes ações de desordem que justifiquem a repressão policial e proporcionem cenas para fotos e filmagens alarmistas, escandalosas, para confundir a opinião pública.

El Sindicato de Estudiantes (SE) ha acusado a las autoridades catalanas de aprovechar el comportamiento de elementos “ajenos” al movimiento estudiantil como excusa para que la Policía acabara con la movilización estudiantil de ayer en Barcelona de la peor manera posible: con cargas “salvajes”.

Delgado ha reconocido que es muy difícil que los organizadores de las manifestaciones puedan combatir a los infiltrados violentos. Sin embargo y según ha apuntado, hay “miembros de la Policía de paisano integrando estos grupos para dar esta imagen (de violencia)” y considera que dicha institución “tiene la capacidad suficiente para aislar a unas pocas decenas y permitir que una manifestación de más de 60.000 jóvenes pueda continuar de manera pacífica”.

Galeria de fotos 

Vídeo

Madrugada do domingo de carnaval a polícia de Alckmin prendeu estudantes na USP

O reitor indicado por Serra, com todo apoio do TJ-SP, usou a polícia de Alckmin para desalojar estudantes de suas moradias na USP. É a repetição dos “episódios” do Pelourinho e do bairro da Luz, no centro da capital de São Paulo, in made Gestapo, para “educar” estudantes universitários abestalhados, apáticos, medrosos, partidários deste ou daquele partido de suposta oposição, e seguidores de lideranças de diretórios estudantis domésticos e domesticados.

Os estudantes brasileiros têm muito que aprender com os estudantes do Chile, da Espanha.

PRIMAVERA ESTUDANTIL NA ESPANHA

Hoje teve início a Tomalafacultad, red de asamblea universitarias de la Comunidad de Madrid.

  • La manifestación se ha convocado conjuntamente con la Asamblea Interinstitutos.
  • También se ha convocado un encierro unitario (para estudiantes de todas las universidades).
  • Como bien sintetizan los estudiantes movilizados “la chispa de Valencia prende en Madrid” y “Contra los recortes: también somos el enemigo” en referencia a las palabras del jefe de la policía de Valencia.

Los estudiantes de institutos y de las universidades de Madrid, convocados por Tomalafacultad y la Asamblea Interinstituto, anuncian que se suman a las movilizaciones estudiantiles del 29 de Febrero, que se llevarán a cabo en distintas ciudades del Estado, y saldrán a las calles en una manifestación que pasará por el Ministerio de Educación y finalizará en Sol.

Por otra parte, en la Facultad de Filosofía y Letras de la Universidad Complutense de Madrid se ha convocado para la noche del 29 de febrero un encierro centralizado de estudiantes de todas las universidades públicas de Madrid, en el que los universitarios articularán sus próximas acciones en el ciclo de movilizaciones que ya denominan PrimaveraEstudiantil.

Con esta jornada, los estudiantes pretenden demostrar su disconformidad con “los graves recortes que agudizan la asfixia económica de la educación pública y precarizan el futuro de toda una generación”así como su indignación con “la violenta represión que han sufrido los estudiantes valencianos, que ejercían su legítimo derecho de libertad de expresión y manifestación contra la situación de desmantelamiento de la educación pública en este territorio”.