Crueldade brasileira com os idosos: Aposentados e pensionistas não podem pagar casa de repouso. Nenhum tipo de asilo

As casas de repouso custam, em média, entre R$ 3 mil e R$ 8 mil por mês

Cecigian
Cecigian

Primeiro é preciso ter dinheiro. Casa de repouso, asilo, não importa o nome, para o idoso brasileiro tem um preço impagável.

Em 1986, denunciou Luis Firmino de Lima: “Somos 11 milhões de aposentados e pensionistas no país. Desse total, 70% ganham menos de um salário mínimo. Até parece um contraste com as riquezas que o Brasil possui, pois a maioria do povo passa fome. Se essas riquezas fossem distribuídas equitativamente para o seu povo, o brasileiro viveria uma média de 75 anos aproximadamente. Não é o que acontece hoje, pois quem chega vivo à aposentadoria já está envelhecido precocemente.

Antes de 1964, a maioria dos trabalhadores recebia a aposentadoria com base na média dos últimos 12 meses, o que na prática significava que ele continuava recebendo na aposentadoria o salário integral que recebia antes. Depois do chamado golpe de 1964, a média de cálculo da aposentadoria passou de 12 para 24 meses. Atualmente a base desse cálculo são os últimos 36 meses. Isso quer dizer que o salário da aposentadoria caiu por volta de 60 a 65% em relação ao salário anterior à aposentadoria. Por isso os proventos dos aposentados hoje são baixíssimos. Nestes últimos vinte anos, a camada dos aposentados foi a mais sacrificada entre os trabalhadores”. Leia mais. A democracia brasileira consegue ser mais cruel que a ditadura militar com os aposentados e pensionistas. Pura sacanagem. Artimanha da ditadura econômica. Que sobra dinheiro para ajuda aos bancos, montadoras e oficinas, e para emprestar aos piratas no entreguismo das privatizações de nossas riquezas.

Pelicano
Pelicano

Em 2014, a queda do poder aqusitivo dos aposentados do INSS está cada vez mais acentuada. É o que mostra uma pesquisa feita pela Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social. Segundo os levantamentos, mais de 21 milhões de aposentados e pensionistas, de um total de 31,5 milhões, estão recebendo, atualmente, um salário mínimo (R$ 724). O número equivale, segundo a associação, a 71,6% dos beneficiários. (…) Desde 1998, a perda acumulada de quem recebe acima do mínimo é de 77,6%, por conta dos reajustes inferiores ao do piso. Um aposentado de 76 anos que recebia cerca de três salários, em 2008, hoje, recebe o equivalente a um piso e meio. Confira. 

Neste ano de 2015, o salário mínimo, que também define a aposentaria e pensão da previdência dos pobres, não passa da porcaria dos 788 reais. E a Câmara dos Deputados e o Senado Federal fogem de discussão deste mínimo do mínimo. Para deputados e senadores, os aumentos devem ser uma exclusividade de quem recebe acima do piso.

Casa de repouso, quando morar em uma?

 Payam Boromand
Payam Boromand

“Os filhos já estão casados, as atividades trabalhistas já encerraram e, em alguns casos, o companheiro ou companheira já faleceu… Quando o aposentado se vê diante desses fatores é o momento em que eles começam a pensar na possibilidade de moradia em uma casa de repouso.

Mas não são somente esses fatores que pesam na decisão. Se o idoso apresenta dificuldades para executar as tarefas do dia a dia, em decorrência da capacidade funcional que está comprometida, pode ser o período de optar pelas casas de repouso. Isso porque, elas oferecem uma boa assistência a quem está na terceira idade, um ambiente limpo e com boa acessibilidade. Além disso, é uma boa alternativa para espantar a solidão, pois a casa está sempre cheia.

As casas de repouso custam, em média, entre R$ 3 mil e R$ 8 mil por mês. Mas o valor varia de acordo com o nível do atendimento médico e psicológico, se o alojamento é individual ou compartilhado com mais pessoas e se há necessidade de tratamento intensivo (UTI). Lembrando que existem casas de repouso mais simples, que oferecem uma variedade menor de recursos, porém, com a mesma qualidade e por um preço mais acessível.
Mas antes de escolher é preciso verificar se a mesma atende as suas necessidades. Ou seja, deve ser realizada uma vasta pesquisa dos serviços oferecidos, entre eles: condições para circular, para que o mesmo não se sinta obrigado a permanecer sempre no mesmo lugar; se conta com apoio de cuidadores, enfermeiros, médicos, psicólogos e se o ambiente tem a segurança adequada.

E a regulamentação?

A regulamentação do espaço é outro ponto a ser averiguado. No Brasil, por causa do aumento da população idosa, houve também um crescimento do número de clínicas geriátricas e casas de repouso. Mas é importante verificar se as mesmas estão de acordo com o que pede a lei para evitar problemas futuros.

Aliás, desde 2005, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) criou uma resolução na qual obrigada que as casas tenham registro atualizado junto à Anvisa.Além disso, se as mesmas têm o alvará de funcionamento expedido pela vigilância sanitária do município. Outras obrigatoriedades são:

• As casas devem possuir corrimãos e pisos adequados;

• Janelas com grades ou redes de proteção;

• Alas separadas para homens e mulheres;

• Campainha de alarme próximo à cama do idoso, para que ele possa solicitar ajuda do cuidador sempre que for necessário e em qualquer hora do dia ou da noite;

• Medicamentos necessários para a saúde ou tratamento de doenças do idoso;

• Procedimentos anotados em fichas para que, em casos de demissões de funcionários ou troca de turno, o idoso receba a devida assistência.

Vale lembrar que toda instituição tem regras e horários para facilitar a vida do idoso e do cuidador. Por este motivo, é importante que a família atente a esses cuidados e, obviamente, esteja sempre presente oferecendo apoio, carinho e atenção ao idoso na escolha”.

Cuide de ler mais, que no Brasil existem várias previdências, a geral do povo em geral, e as dos príncipes, marajás, Marias Candelária, os que possuem o sangue azul deste Brasil monarquista, elitista, desigual, repleto de castas, de intocáveis nas cortes da justiça, do legislativo, nas hostes militares e coletores de impostos.

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As pensões e aposentadorias dos funcionários das cortes palacianas e moradores das favelas

pater INSS provar vivo aposentado pensionista

A previdência dos pobres e miseráveis do Brasil devia corrigir o valor  das pensões e aposentadorias pela TABELA OFICIAL ATUALIZADA aplicável nos cálculos judiciais de pagamento dos precatórios pela justiça dos ricos. Veja aqui

Nada mais justo. Receber precatório, assinado por um presidente de tribunal, é o melhor negócio do mundo.

A tabela dos precatórios para a grande maioria dos velhos, idosos e anciãos, os que receberam em vida ativa um ou dois salário mínimo talvez, talvez igualasse com as rendas, rendimentos, mesadas e mensalidades recebidas pelos juízes e desembargadores e ministros e outros príncipes das cortes dos inúmeros palácios da justiça. É um direito de todos, e não de uma minoria, o merecido repouso de guerreiro.

Dinheiro existe de sobra para pagar as aposentadorias e pensões para esposas e filhos de outros nobres do Brasil. Nos poderes executivos e legislativos. Que residem em palácios, em palacetes, ou condomínios de luxo, ou nas alturas dos edifícios inteligentes. Muitos possuem residência para a luxúria no exterior. Principalmente em Miami e Paris.

Dizer que não tem dinheiro para pagar as esmolas dos pobres velhos, dos pobres idosos e dos pobres anciãos, moradores de favelas, de palafitas, de mocambos e de cortiços, é uma mentira cruel. Coisa de roubar dinheiro do povo para distribuir com uma minoria gananciosa e viciada – sete sãos os vícios capitais.

A previdência dos pobres dá lucro, apesar da corrupção e de perdoar os sonegadores. Existem várias galinhas de ouro. Nesta notícia uma delas:

O aposentado dá lucro

 Giacomo Cardelii
Giacomo Cardelii

Em 2007, quando o Ministério da Previdência Social começou a conversar com os bancos para que deixassem de cobrar tarifas pelos pagamentos das aposentadorias e outros benefícios, a mudança foi vista com desconfiança até mesmo dentro do governo. Naquela época, o poder público gastava cerca de R$ 300 milhões por ano para que as instituições financeiras processassem as folhas, e muita gente acreditava que elas jamais aceitariam fazer o repasse sem receber por isso. No fim daquele ano, depois de conversar com os principais representantes do setor e mostrar o potencial de negócios com esses novos clientes, a Previdência passou a receber o serviço gratuitamente.

Era apenas o início de uma inversão no modo como a carteira de clientes passaria a ser vista no mercado. Três anos depois, os bancos admitiram pagar R$ 300 milhões por ano ao Ministério pelo direito de administrar R$ 29,4 bilhões pagos mensalmente aos 31,7 milhões de beneficiários do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). No mês passado, a Previdência deu um novo salto, ao leiloar a folha de pagamento dos futuros beneficiários, contingente que deverá crescer em cerca de cinco milhões por ano, até 2019, e que deve gerar um volume de negócios de quase R$ 5 bilhões por mês.

São aposentados e pensionistas que receberão o benefício por décadas, além de pagamentos temporários, como auxílio-doença e licença-maternidade. Um mercado perfeito para inúmeros produtos, como crédito imobiliário, consignado, de veículos, cartão de crédito e aplicações financeiras. A oportunidade foi disputada a tapa pelos bancos. Dos 31 que já fazem o pagamento, 15 ficaram com os novos contratos, e alguns lances alcançaram valores elevados, como é o caso da cidade de São Paulo. O Banco do Brasil vai pagar R$ 14,21 por pagamento processado nas quatro regionais da capital. Um valor sete vezes maior do que o contrato anterior, de 2009.

O resultado surpreendeu até mesmo o secretário-executivo do Ministério da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, que conhece a mina de ouro que tem em mãos. “O banco faz a conta e vê que vai gastar mais do que isso para captar e fidelizar um cliente”, afirma Gabas. No total, o leilão deve render uma receita adicional de R$ 1 bilhão por ano para o ministério, a partir de 2015. Um montante que poderia ajudar a reduzir o déficit da Previdência, hoje em R$ 47,7 bilhões, em 12 meses. Mas os recursos devem ir direto para o caixa central do Tesouro Nacional, para ajudar a engordar o superávit primário. Confira aqui 

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A desigualdade e discriminação das aposentadorias e pensões. A fome, as humilhações dos velhos, idosos e anciãos

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Ninguém mexe nas ricas aposentadorias dos tribunais de justiça, dos senadores, dos deputados federais e estaduais, dos vereadores, dos estrelados das forças armadas, dos coronéis das polícias militares, dos fiscais, dos delegados no Brasil das castas, dos salários acima do teto constitucional, dos marajás, das Marias Candelária.

Mexe nas aposentadorias dos que ganham salário mínimo do mínimo, dos pés-na-cova, dos pés-rapados, que o senador José Serra pretende esticar a aposentadoria dos 70 para os 75 anos.

Eta Brasil injusto e desigual. O conservador Estadão bem demonstra quanto cruel o sistema previdenciário dos pobres e miseráveis:

Embora tenha afirmado por diversas vezes que a presidente Dilma Rousseff ainda não decidiu se vetará a emenda que flexibilizou o fator previdenciário, o ministro da Previdência, Carlos Gabas, disse nesta segunda-feira, 15, que a manutenção da fórmula aprovada pelo Congresso “inviabilizaria” o sistema previdenciário nacional e geraria uma despesa trilionária para os cofres públicos.

O ministro apresentou ainda números que devem embasar um provável veto às modificações – caminho visto nos bastidores como a decisão que deve ser tomada por Dilma. Nos próximos 15 anos, o gasto extra do governo com as aposentadorias pode bater nos R$ 185 bilhões. Até 2060, Gabas alegou que a projeção é que a fatura chegue a R$ 3,22 trilhões.

Gabas participou nesta tarde de reunião com dirigentes de centrais sindicais e com os ministros Nelson Barbosa (Planejamento), Ricardo Berzoini (Comunicações) e Miguel Rossetto (Secretaria-Geral). O encontro não agradou aos sindicalistas, que saíram do Planalto inflexíveis na defesa da sanção da emenda e prometeram trabalhar no Congresso pela derrubada de um eventual veto. Em coletiva de imprensa, Gabas assegurou que até quarta-feira, 17, prazo final para a manifestação de Dilma, será apresentada uma proposta alternativa do governo para resolver a questão do fator previdenciário, com termos mais duros, no entanto, do que a medida avalizada pelos deputados e senadores.

“Essa solução (flexibilização do fator) agrava a situação da Previdência Social”, declarou. A manutenção da norma pela qual uma pessoa pode se aposentar com pensão integral quando a soma de sua idade e do tempo de contribuição alcançar 85 (para as mulheres) ou 95 (para os homens), disse o ministro, levará a uma “situação insustentável até 2060”. Haveria déficit muito antes disso: “o modelo que temos de repartição, onde os trabalhadores na ativa financiam a aposentadoria de quem está aposentando, não fecha. Antes de 2030 (a conta) não fecha”.

O governo pretende levar essa discussão para o fórum de previdência e discutir uma alternativa sustentável. Segundo o ministro da Previdência, o interesse é de que o diálogo siga independentemente da posição que a presidente Dilma Rousseff tomar. Ele lembrou que ela tem até quarta-feira para decidir de sanciona ou veta a emenda. “Não tomaremos medidas que coloquem em risco o modelo previdenciário brasileiro”, observou. “Fizemos essa reunião para garantir que estamos abertos ao diálogo. Eu não afirmei que a previdência fará recomendação de veto a emenda que foi aprovada no Congresso”, disse.

Ele garantiu ainda que a Previdência levará a presidente alternativas, mas destacou que as centrais sindicais querem a sanção presidencial. Gabas observou que sempre que se anuncia possibilidade de mudança nas regras, tem uma corrida para a aposentadoria mas, na visão dele, isso é desnecessário. “Nos não mandaremos nenhuma regra de retirada de direitos de ninguém. Não será feito agora. Essa alternativa será construída no fórum (de previdência)”, afirmou.

Idade

O ministro afirmou ainda que a idade média de aposentadoria no Brasil, por consequência de ter idade mínima, é baixa. Ele ponderou que essa idade é baixa principalmente se for levado em consideração que a expectativa de vida é de 80 anos. “A situação que nós encontramos agora é fruto de uma discussão como essa no passado”, disse. Ele explicou que caso a regra 85/95 seja aprovada, haverá uma economia para os cofres públicos no curto prazo em decorrência de que parte das pessoas deve adiar a aposentadoria. No médio e longo prazo, no entanto, haverá uma explosão dos gastos.

Ele argumentou que o governo já tinha estudos para apresentar sobre a sustentabilidade da previdência, mas que a aprovação da emenda no Congresso, que cria a regra 85/95, antecipou o debate. “A aprovação da emenda antecipa uma discussão de uma forma que para nós é insustentável porque ela não abrange toda a discussão que nós fizemos com as centrais sindicais”, afirmou. “Essa solução agrava a situação da previdência social”, alertou.

“Em 2060, teremos 50 milhões a mais de pessoas idosas. Teremos de mudar as políticas de saúde, de habitação, teremos de ter um sistema público capaz de atender à demanda”, ponderou o ministro ao explicar que o modelo de repartição, onde os trabalhadores na ativa financiam a aposentadoria de quem está parado, não fecha. “Já antes de 2030 essa conta não fecha”, garantiu.

Contas públicas se deterioram e Brasil tem déficit primário inédito: inferior ao preço do estádio de Pernambuco para a Copa do Mundo

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Pois é: o preço baratinho da arena pernambucana, na mata de São Lourenço, fica perto dos 600 milhões hoje, e falta ser concluído, sem contar as obras paralelas: a via Mangue, a torre do aeroporto, a puxada do metrô e outras belezocas.

Veja o espanto das agências estrangeiras: O setor público brasileiro registrou déficit primário de 432 milhões de reais no mês passado, primeiro resultado negativo para agosto desde o início da série histórica do Banco Central em dezembro de 2001, mostrando que o governo tem tido dificuldades em manter as contas fiscais equilibradas.

O resultado veio bem pior que o esperado por analistas consultados pela Reuters, cuja mediana apontava para superávit primário de 1,85 bilhão de reais no mês passado, depois do superávit de 2,287 bilhões de reais em julho.

O governo credita o desempenho ruim de agosto aos maiores gastos da Previdência Social, que registrou déficit de 5,7 bilhões de reais no mês.

“O reajuste do salário mínimo pesou nesse resultado”, comentou o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, em referência ao impacto do salário mínimo sobre os benefícios pagos pela Previdência Social, que em agosto foram ampliados com o início do pagamento do 13º salário a aposentados e pensionistas. Leia mais 

 [Tudo culpa do salário mínimo do mínimo que o Brasil paga, um dos mais baixos entre os países do Terceiro Mundo nas Américas e África, e inferior a qualquer país em crise da Europa.
No Brasil não se faz nada que preste para o povo, que paga um dos mais caros impostos indiretos do mundo. Que rico no Brasil não paga nada.
Sempre a culpa fica para o bolsa família, o salário mínimo, e ninguém fala dos fundos de pensão desviados por prefeitos e governadores e outros ladrões, nem nos salários além do teto, na sonegação, no tráfico de moedas para as ilhas fiscais, no sumiço das verbas dos serviços básicos, na farra da Copa do Mundo e sacanagens mil do “jeitinho brasileiro” dos lá de cima de “levar vantagem em tudo”.
Veja os faturados preços do (de a)gosto dos Neros:

Custos em agosto de 2013 dos Coliseus: 7,98 bilhões

Arena da Baixada: 265 milhões
Arena da Amazônia: 605 milhões
Arena das Dunas: 350 milhões
Arena Pantanal: 519,4 milhões
Arena Pernambuco: 529,5 milhões
Beira-Rio: 330 milhões
Castelão: 623 milhões
Fonte Nova: 591,7 milhões
Mané Garrincha: 1,43 bilhão
Maracanã: 1,19 bilhão
Mineirão: 695 milhões
Arena Corinthians: 855 milhões

O Brasil é um país sem igual: sua mais moderna cidade – Miami – fica nos Estados Unidos. Até o presidente do STJ tem apartamento por lá. Sinal de que a cultura brasileira caiu muito. As cidades antes preferidas eram Lisboa,  Londres e Paris.

Leia mais

A cidade queridinha dos brasileiros

Miami celebra recorde de brasileiros

Apto Miami Min JBarbosa

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Dilma sobe os preços dos medicamentos

Reajustar: elevar proporcionalmente. O governo detesta o termo aumentar.

Subir o custo de vida faz parte do conselho do primeiro ministro do Japão: que os aposentados devem apressar a morte. Que viver, principalmente para os velhos, os idosos, os anciãos, cada vez fica mais caro.

Não sei o que mata mais: a falta de medicamentos ou de atendimento médico.

BRA^GO_HOJE reajustado aumento remédioo_dia.750 reemédio preço aumenta

Madrasta má a previdência dos pobres

aposentadoria-compulsoria, por Nani

 

Dos 425.199 processos parados nos 14 tribunais conforme a última atualização do Supremo, cerca de 500 se referem à revisão de aposentadoria.

Em um recurso que será julgado, uma mulher pediu o direito de mudar a data de início do benefício, uma vez que isso aumentaria o valor de seu vencimento. Ela esperou para se aposentar com mais idade, em 1980, e percebeu que a aposentadoria foi menor do que se tivesse pedido antes, em 1979, quando já havia atingido os requisitos mínimos para pleitear o benefício. Ela pede ainda o direito a receber a diferença nos mais de 30 anos que se passaram.

Ao analisar o caso, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) afirmou que não há previsão legal para revisar a aposentadoria sem que haja irregularidade na concessão. A aposentada disse que a decisão fere o artigo 5º da Constituição, que estabelece que “a lei não prejudicará o direito adquirido”.

O processo foi discutido pelo plenário do Supremo em fevereiro do ano passado, mas a decisão acabou sendo adiada por um pedido de vista (mais tempo para analisar o processo) do ministro Dias Toffoli.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) argumentou que, caso o Supremo conceda o pedido, isso poderá aumentar ainda mais o déficit nas contas da Previdência Social.

Na ocasião, a ministra relatora do processo, Ellen Gracie, chegou a conceder o direito da revisão, mas negou o pagamento retroativo. Como Ellen Gracie já votou, a ministra Rosa Weber, que entrou no lugar dela, não votará sobre o tema, segundo a assessoria do Supremo.

[A previdência dos ricos é uma mãe. Uma mãe bem boazinha. Exemplar a aposentadoria dos togados.

Temos que considerar: aposentadoria de pobre é déficit. A dos marajás e Marias Candelária é lucro… eles trabalhando  aumentam as despesas do erário]

 

 

 

 

 

 

As duas previdências: Pensões mínimas e máximas

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