Prefeitos e governadores aumentam as tarifas da passagem de ônibus

Movimento tarifa zero, quinta-feira última, em São Paulo
Movimento tarifa zero, quinta-feira última, em São Paulo

Não tem outra: quem aumenta o preço das passagens dos transportes municipais são os prefeitos, com a aprovação dos vereadores; dos transportes intermunicipais, os governadores.

Isso escondem os movimentos tarifa zero, não vai ter copa e outros. Os protestos são legítimos, desde que falem a verdade.

Dos prefeitos, devemos cobrar, principalmente, mais e melhores postos de saúde, escolas de primeiro grau, pavimentação de ruas, passeios públicos, praças, centros de lazer, iluminação, tudo no padrão Fifa. Que o dinheiro existe para a gastança com a Câmara de Vereadores, viagens internacionais, festas e mais festas, camarotes e outros luxos.

Prefeito prometer segurança pública é sacanagem. Os guardas municipais devem existir para a proteção dos prédios municipais, e  ser desarmados. Quem cuida da segurança nas ruas são os soldados dos governadores, e a polícia civil. Para um exemplo, a Polícia Militar de São Paulo possui um efetivo de cem mil homens, para bater e atirar no povo.

 

 

Prefeitos que marcham para Brasília ocupam o tempo enfiados na sacanagem

por Moacir Japiassu

 

O considerado Ubirajara Moreira Jr., nosso “Bira de Brasília”, despacha de seu QG às margens do Lago Paranoá:

“Comendo” com a grana dos meus impostos… sacanagem!, escreve ele ao apresentar esta reportagem do Último Segundo:

Marcha dos Prefeitos alimenta mercado do sexo em Brasília
Garotas de programa chegam a se deslocar de outras cidades para atender à demanda; prefeitos pagam até R$ 1 mil por um programa e R$ 500 por uma garrafa de uísque 8 anos

A 17ª Marcha dos Prefeitos movimentou de forma anormal não apenas os corredores do Congresso Nacional e o trânsito na Esplanada dos Ministérios.

Outro círculo também se preparou para absorver a movimentação dos prefeitos que vieram do Brasil todo para o encontro. Prostitutas que fazem ponto nas boates mais conhecidas da capital federal também se prepararam para o trabalho extra.
Além dos chefes dos executivos municipais, contribuem com a prosperidade do mercado de sexo nos três de dias do evento assessores e vereadores.

Leia a íntegra da sacanagem

 

Aplee's Night Club, casa noturna localizada no setro de indústrias e setor de hotéis em Brasília. Foto Alan Sampaio: IG
Aplee’s Night Club, casa noturna localizada no setro de indústrias e setor de hotéis em Brasília. Foto Alan Sampaio/ IG

 

Garotas de programa chegam a se deslocar de outras cidades para atender à demanda; prefeitos pagam até R$ 1 mil por um programa e R$ 500 por uma garrafa de uísque 8 anos

 

Por Marcel Frota e Wilson Lima – iG Brasília

 

A 17ª Marcha dos Prefeitos movimentou de forma anormal não apenas os corredores do Congresso Nacional e o trânsito na Esplanada dos Ministérios. Outro círculo também se preparou para absorver a movimentação dos prefeitos que vieram do Brasil todo para o encontro. Prostitutas que fazem ponto nas boates mais conhecidas da capital federal também se prepararam para o trabalho extra. Além dos chefes dos executivos municipais, contribuem com a prosperidade do mercado de sexo nos três de dias do evento assessores e vereadores.

Desde o início da semana, muitas garotas de programa se disseram empolgadas com um crescimento do movimento. Uma delas, que trabalha há aproximadamente cinco anos e se identificou como Morgana, contou ao iG que a Marcha dos Prefeitos tem sido um dos principais eventos das profissionais do sexo. “É muita gente e sem dúvida a demanda cresce nesse período. Depois desse encontro de prefeitos, as coisas vão melhorar apenas na Copa do Mundo”, afirma Morgana.

Eduarda, outra profissional do sexo com a qual o iG manteve contato, também revelou animação com o encontro de Prefeitos. “É um período que dá para faturar fácil. Muitos prefeitos aproveitam para fazer em Brasília o que não podem fazer em casa”, admite ela, funcionária de uma casa noturna. “Mas é bom ficar de olho. Muitos deles (clientes) são muito discretos, hoje tem muita mídia em cima”, acrescenta ela. “Tá parecendo pescaria, nem dá tempo de sair do táxi que alguém já fisga. Tá demais essa Brasília”, ilustrou um deputado da base governista sobre a agitação do mercado do sexo durante esta semana.

O preço do programa varia bastante, dependendo do perfil da prostituta e do local da abordagem. Em geral os valores giram entre R$ 200 e R$ 500 em alguns dos pontos visitados pela reportagem, mas o movimento ajuda a puxar os preços. Uma das garotas conta que conseguiu subir o valor para R$ 1 mil.

Concorrência das forasteiras

A demanda incomum que gera disputa entre as garotas de Brasília atrai também profissionais de fora da capital federal. Na Alfa Pub, que fica na região central de Brasília, um dos funcionários revela que a notícia a respeito do Encontro de Prefeitos atrai garotas que trabalham em Goiânia, mas que não hesitam em percorrer os cerca de 200 quilômetros que separam a cidade de Brasília para faturar um extra. A chegada das goianas acirra a concorrência, mas os clientes não reclamam do aumento da oferta. A reportagem presenciou a animação de prefeitos que chegavam ao local. Inicialmente tímidos, eles logo entravam no clima.

Mas o movimento incomum e tudo aquilo que a clientela de fora da cidade traz atrapalha o mercado, na opinião de algumas garotas de programa. É a opinião de Camille, por exemplo, que forneceu cartão para reportagem perto do Alfa. “Muitos políticos vêm de lugares que não têm muitos recursos financeiros. Eles vêm justamente atrás de verbas e não têm muito dinheiro para gastar com garota de programa e isso acaba tumultuando. Talvez a presença deles seja boa para aquelas que cobram mais barato, para mim não”, diz ela.

Funcionários da casa noturna Apple’s, uma das principais de Brasília, admitiram que a movimentação atípica não mexe somente no quadro de garotas disponíveis, mas também cobra uma atenção especial com o bar. Em dias como terça-feira, por exemplo, o movimento foi comparado ao entra e sai dos finais de semana, quando o trânsito de clientes é maior. A boate preparou seu estoque de bebidas com essa previsão.

Taxistas também ficaram animados com a possibilidade de um lucro a mais com o encontro de prefeitos. Eles admitiram ao iG que recebem R$ 50 das boates para cada político que eles conseguem levar para as casas de strip-tease. Um taxista que preferiu não se identificar admitiu que somente na noite da última terça-feira, levou seis prefeitos a uma casa de strip-tease.

Dentro das boates, a movimentação foi intensa na última terça-feira. Na Apple´s Night Club, o iG conseguiu identificar pelo menos 30 prefeitos de cidades do Ceará, Santa Catarina, Acre, Paraíba e Piauí. Por volta das 23h20, por exemplo, chegou na Apple’s, de uma só vez, uma comitiva com cinco prefeitos cearenses em busca de diversão. Havia petistas, pemedebistas e petebistas entre os prefeitos identificados.

A rede hoteleira, superlotada, também viveu dias atípicos. A movimentação das prostitutas chamavam a atenção até mesmo os funcionários, acostumados com o assedio das profissionais do sexo a alguns clientes. Houve até quem relatasse ter sido abordado nos corredores de um hotel de luxo. “O senhor é prefeito?”, perguntou uma prostituta a um dirigente partidário que estava apenas de passagem por Brasília na quarta-feira e se hospedou num hotel de luxo da capital.

A proximidade do setor hoteleiro é uma vantagem da Alfa Pub. A entrada do bar, que não passa de um salão tosco com mesas e um balcão sem um pingo de glamour, fica a menos de 50 metros da entrada de um hotel. Algumas profissionais se revezam entre o bar, no qual pagam R$ 40 de entrada, e as adjacências. Muitas conseguem emplacar um programa atraindo clientes do hotel. As meninas que fazem ponto no bar enfrentam ainda a concorrência de colegas que atuam do lado de fora.

Além das prostitutas que trabalham na rua, muitas fazem ronda, dentro do carro. Distribuem cartões e fazem ofertas aos transeuntes. Algumas roubam clientes do bar esbanjando simpatia e sensualidade e fecham o programa com clientes que estão a caminho do Alfa, mas, seduzidos no caminho, desistem do bar e vão direto ao que interessa.

Movimentação no Alfa Pub, na noite escura dos prefeitos em Brasília. Foto Alan Sampaio/ IG
Movimentação no Alfa Pub, na noite escura dos prefeitos em Brasília. Foto Alan Sampaio/ IG

Concorrência online

Apesar do crescimento notado pelos profissionais que trabalham nas boates, alguns admitem que já houve dias melhores. Funcionário do Star Night, casa que a exemplo do Alfa Pub funciona como ponto de encontro, admite que o assédio da mídia e reportagens que falam sobre a orgia dos políticos na capital provocaram a desconfiança geral. Muitos preferem usar portais especializados em oferecer o serviço de garotas de programa a ter de comparecer a uma boate.

A disseminação de celulares com câmera também contribuiu para aumentar o receio dos prefeitos. “Hoje em dia, qualquer um saca o celular e faz uma foto. Eles ficam com medo”, diz um funcionário da Star Night. Segundo o mesmo funcionário, esse tipo de coisa relativizou o crescimento do movimento em algumas casas, sobretudo as menores e aquelas que, ao contrário da Apple’s, não oferecem nenhum diferencial, como shows de strip-tease. Além disso, a expectativa em torno da Copa do Mundo deixou todo o mercado relativamente preparado. E a Copa das Confederações funcionou como laboratório para os proprietários.

A internet só não consegue suprir o desejo dos grupos que, além de sexo, procuram um ambiente para farrear ao lado de garotas de programa em confraternizações regadas a muito álcool. Um garçom do Alfa Pub conta que os grupos esvaziam garrafas de uísque com uma velocidade que chama atenção até dos consumidores mais assíduos. “Em meia hora eles acabam com uma garrafa de uísque”, diz o garçom. A garrafa do scotch mais barato, envelhecido 8 anos, sai por R$ 500, mas se escolher bebericar em doses a mesma quantia custa R$ 720. O mesmo uísque é vendido em mercados da cidade por R$ 80. Na Apple’s, uma lata de cerveja chega a custar R$ 25, a mesma cerveja é vendia a R$ 2 em mercados de Brasília. A caipirinha feita com vodka é vendida por R$ 45.

Veja mais: Prefeitos tentam manter discrição durante passeio em Brasília

 

 

 

Buracos da morte. No Rio Grande prefeito caça transeuntes

As calçadas vão ficando cada vez mais estreitas. E cheias de arapucas. Que os prefeitos só pensam naquilo. No Rio Grande é assim. E noutras grandes cidades. Recife é um buraco só. E pior: Não existe nenhum passeio público.

O engraçado é que reclamam metrôs para os estádios da Copa. E avenidas. E ruas. Para os carros.

E ninguém pensou nas calçadas.

A gente conhece uma cidade andando pelas ruas. Caminhando. Não existe outro jeito.

 

br_agora.Rio Grande

Prefeitos contra o salário mínimo são inimigos do povo e defendem o trabalho escravo

município novo

 

As prefeituras nadam em dinheiro na hora de promover festas do santo padroeiro da cidade, carnaval, carnaval fora de época, Natal, réveillon, rodeios, embalos de finais de semana, shows comícios, 31 dias de São João, inaugurações de pequenas obras etc.

Não falta grana para pagar os altos salários do prefeito, secretários, vereadores, e uma imensa corte de cargos comissionados de familiares, de fantasmas e outras assombrações.

Quem realmente trabalha nas prefeituras recebe o salário mínimo do mínimo: começa pelos professores do ensino primário, os servidores dos postos de saúde, das creches, dos serviços essenciais para o povo pobre.

Dilma Rousseff, para o descontentamento de chefes de currais eleitorais, deu um basta na criação de municípios. Os ladrões das prefeituras enriquecem roubando dinheiro desviado dos governos da União e Estados. Difícil um prefeito brasileiro que não foi processado ou que esteja livre de investigação.

A corrupção no Brasil começa com os prefeitos, secretários municipais e vereadores governistas, com a vista grosa dos tribunais faz de contas, vereadores da oposição, do juiz e do promotor das varas municipais, das polícias civil e militar e fiscais e procura-dores, para o deleite de diferentes máfias de obras e serviços invisíveis. Que nada se faz que preste para o povo.

prefeito honesto

O SALÁRIO MÍNIMO DO MÍNIMO 

Publica o Jornal da Manhã de Ponta Grosa: O aumento de 6,78% no salário mínimo impactará no setor público e deve atingir, principalmente, a folha de pagamento dos municípios. Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), a participação de servidores que recebem o salário mínimo nas administrações municipais é mais expressiva que em âmbito estadual ou federal.

O presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Luiz Sorvos, afirma que, com o aumento, será ainda mais difícil para as prefeituras se manterem dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “A receita dos municípios não vai acompanhar o aumento no salário mínimo, não haverá aumento real no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e, se em 2013 o custeios da folha já foi crítico, neste ano deve piorar”, diz.

 

BRA_FDSP prefeitura são paulo corrupção

Um município que não pode pagar um salário mínimo do mínimo deve pedir falência, e voltar a ser distrito. Isso depois de revistos os contratos de todas prestadoras de ser√iços, levantados os contratos de parentes e contraparentes das autoridades municipais, e investigado o destino das verbas recebidas das secretarias estaduais e ministérios da União.

Onde vai parar a riqueza dos estados de terras raras e oceanos de água doce?
Onde vai parar a riqueza dos estados de terras raras e oceanos de água doce?

Veja se você está isento de pagar IPTU. Em São Paulo quem é rico paga mais

Estão isentos quem comprou novos imóveis abaixo do valor venal de R$ 160 mil, e adquiridos por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), gerido pela Caixa Econômica Federal, pelo Programa de Arrendamento Residencial (PAR) e pelo Programa Minha Casa, Minha Vida.

Também têm isenção do imposto todos os imóveis com valor venal igual ou inferior a R$ 90 mil ou imóveis de baixo padrão com valores entre R$ 90 mil e R$ 160 mil, além dos aposentados. Dos 3,1 milhões de contribuintes, cerca de 1 milhão são isentos. Isso em São Paulo. Se você mora em outra cidade, reclame do prefeito que governa para os ricos, uma política de imposto justa e honesta.

IPTU

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), criticou o que ele chamou de “monopólio da comunicação no país”, ao defender seu governo e, especialmente, o projeto de revisão da Planta Genérica de Valores, que reajusta o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU).

Segundo Haddad, graças a “desinformação” e “terrorismo” até pessoas que serão beneficiadas pela mudança na cobrança do imposto se sentiram injustiçadas – pelo projeto aprovado na Câmara, 33% ficarão isentos de pagar IPTU e 8% terão redução no tributo.

Com as mudanças, os imóveis na região central terão os maiores reajustes médios, enquanto distritos na periferia terão aumento menor e redução do imposto. Aposentados que ganham até três salários mínimo, terão isenção total de IPTU.

Diante de uma plateia que se autodenominou “aqueles que o elegeram”, durante cerimônia de sanção da lei que amplia o Programa VAI – voltado à promoção cultural para jovens da periferia –, o prefeito disse que falta liberdade de expressão no país. “Nós não podemos ter uma sociedade monolítica em que só alguns falam. E esses alguns têm o pensamento único e só o pensamento deles que vale. Tudo que difere do que eles pensam está errado”, disse. “É o império da comunicação, querendo ditar a política pública em São Paulo. Mas comigo isso não vai funcionar.”

Em São Paulo, teve uma campanha mentirosa sobre o aumento de impostos para os ricos. Escreve Paulo Henrique Amorim:

HADDAD DIZ QUE NÃO VAI TOLERAR ‘TERRORISMO’ DE ‘MONOPÓLIO DA COMUNICAÇÃO’

Prefeito afirma que ‘império’ tenta difundir desinformação e avalia que oposição a reajuste do IPTU chegou até a quem terá isenção. ‘Não podemos ter uma sociedade monolítica em que só alguns falam’.

O prefeito afirmou que a atualização dos valores será justa com aqueles que tiveram os imóveis desvalorizados. “Foram feitas correções para impedir que o trabalhador cujo imóvel não se valorizou de acordo com a inflação possa pagar menos, porque de 2009 para cá tem imóvel que subiu duas vezes a inflação e teve imóvel que caiu. Então, quando você atualiza a PGV, você é justo com aquele que teve seu imóvel desvalorizado e cobra um pouquinho mais do que teve o imóvel valorizado”, disse.

Onde tem vereador ladrão, tem prefeito como chefe da quadrilha ou vice-versa

Neste Brasil ninguém rouba sozinho as verbas da prefeitura. E está, está difícil encontrar prefeito honesto.

As verbas desviadas em serviços fantasmas, em obras superfaturadas,  inacabadas ou invisíveis são investigadas pelas câmaras municipais, secretarias estaduais, ministérios da União, tribunais de contas estaduais e da União, promotorias estaduais e federais, Polícia Federal e outros poderes.

Quanto mais poderes investigadores, mais dinheiro encantado.

BRA^PA_OL prefeito

Também no Maranhão. Cerca de 90 por cento dos municípios têm, pelo menos, um inquérito em curso
Também no Maranhão. Cerca de 90 por cento dos municípios têm, pelo menos, um inquérito em curso

BRA^SP_TI vereador

Guapiaçu, São Paulo
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São José do Rio mais do que Preto, em São Paulo
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