Quando mais petróleo o Brasil tem mais cara a gasolina

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A Petrobras é tão brasileira quanto a Vale do Rio Mais do Que Doce para a pirataria internacional. Descobriram agora que venderam 30 por cento das ações do Banco do Brasil. A Petrobras é uma empresa de economia mista, bem misturada, bote mistura nisso. Dizia Evo Morales que o Brasil tem apenas 22 por cento das ações. Fica explicado o aumento do preço da gasolina. Os acionistas estrangeiros só pensam em comer o excremento do diabo.

Os negócios brasileiros dos campos de petróleo e gás parecem com os negócios de Eike Batista. Quanto mais campos de petróleo e gás Eike faturava, em leilões fajutos, mais pobre ia ficando.

Eike recebia dinheiro do BNDES para comprar os poços, ficava com os poços e o Brasil perdia os poços e a dinheirama. Assim começou a acontecer com o pré-sal que, na verdade, é doce que nem o Mar Doce da Amazônia onde campeia o tráfico de água e outras riquezas.

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Qual o preço de um litro de água engarrafada?

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Quem bebe mais seu carro ou sua família?
O Brasil exporta petróleo a preço de banana e importa gasolina a preço de guerra no deserto.
O Brasil é o maior exportador de água do mundo e, também, o maior importador.
Alguém já lhe explicou como isso pode acontecer?

Veículos de comunicação brasileiros fazem política o tempo todo

José Dirceu

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Os veículos de comunicação dos Marinho, TV e jornal, e seus congêneres na imprensa, apavorados com a sucessão de vitórias populares em toda América Latina e com o fim dos privilégios e monopólio das famílias que controlam a midia em todos países do continente – famílias que derrubavam governos e mudavam leis – continuam a fazer o que sempre fizeram: política o tempo todo.

Como agora, nitidamente, nos casos da energia elétrica e dos combustíveis. Sempre se beneficiaram das ditaduras. Como beneficiaram-se aqui no Brasil. Daí a política de pressão e chantagem que exercem sobre o governo Dilma Rousseff, que vai até além da oposição pura e simples e da tentativa de desgastar o governo e derrotá-lo.

Querem cooptá-lo e impor suas posições e interesses. Querem sentar à mesa para decidir os destinos do país. Querem se precaver dos riscos do governo da presidenta Dilma Rousseff, o 3º governo do PT, dar certo. Daí a torcida pelo quanto pior melhor, e a leniência, a prevaricação com os malfeitos da oposição e de seus candidatos velhos e novos, com seus escândalos e desgovernos.

Querem se precaver dos riscos de o governo dar certo

Como nos casos do contraventor Carlos Ramos Cachoeira, que capturou um governo – o de Goiás -, e do fracasso tucano em São Paulo depois de 20 anos de governo do PSDB. São agentes políticos e atuam como tais. Basta ver como a cada eleição assumem posições políticas e apoiam candidatos – na melhor das hipóteses em editoriais, mas geralmente dirigindo o noticiário.

Ultimamente andam articulando e participando de ações políticas como no julgamento da Ação Penal 470 no Supremo Tribunal Federal (STF). Defendem interesses econômicos e comerciais. Fazem uma espécie de trafico de influência, de lobby encoberto. Encoberto na forma, mas atuam abertamente em oposição às politicas dos governos do PT, aprovadas três vezes nas urnas pela soberania popular nas duas eleições do presidente Lula (2002 e 2006) e na da presidenta Dilma (2010).

São aliados dos órgãos estatais capturados por eles e pela oposição e defendem suas ações de forma encoberta por um discurso moralista e falso de combate a corrupção. Antes era a iminência do racionamento de energia o que mais entusiasmava a mídia. Agora é uma torcida para que não vingue a redução de 20% nas contas de luz, a vigorar a partir do próximo dia 5 de fevereiro.

O Globo, dos Marinho, lidera nos dois casos

Nos últimos dias, atenuada um pouco a pressão das elétricas para terem seus interesses atendidos com o argumento de que, se não fossem, haveria racionamento, a pressão agora é para que o aumento de combustível venha já e o mais alto possível. Nisso, dão (os jornais) até dia que o reajuste entrará em vigor, quando o governo diz que ainda estuda e nem sequer estabeleceu o índice desse aumento.

Daí que a atual ação predatória e impatriótica contra a redução das contas de luz é apenas uma pequena amostra da ação nefasta dos proprietários e controladores dos principais meios de comunicação hoje, verdadeiros censores no Brasil.

 

Preço da gasolina. Petrobras pretende aumentar lucro dos acionistas estrangeiros

A presidente da Petrobrás, Graça Foster, disse que, embora não haja data ou previsão firme para um eventual reajuste de combustíveis, o plano de negócios da Petrobras, ex-Petrobrás, prevê um aumento de preço da ordem de 15%. Este ano, já teve um aumento de  7,83%, em junho último. “No plano de negócios da empresa tem a previsão de ter um aumento, mas não necessariamente em 2012, pode ser 2012/2013, um aumento único de 15%. Não há data pra isso, não há previsão, não há data, para que haja esse aumento. Não há urgência, definitivamente”, disse.

Comenta Geraldo Eugenio: Urgente por que, dona Maria? O preço da gasolina nos postos americanos, hoje, é ao redor de R$ 1,80 (US$ 3,27 o galão de 3,8 l). O que significa que o brasileiro já paga um preço superior aos cidadãos dos países ricos. Aumentar o preço da gasolina não é justificável do ponto de vista econômico, social, ou seja lá por que angulo seja analisado.

 

Conspiração contra a Petrobrás e o Brasil

Assistimos pela grande mídia lamentos pelos prejuízos da Petrobrás. São lágrimas de crocodilo. O que eles querem mesmo é aumentar o preço dos derivados de petróleo para favorecer os acionistas e prejudicar o consumidor brasileiro

Por Emanuel Cancella*

O aumento generalizado dos combustíveis vai gerar mais inflação e desajustar as contas do país. O governo tem feito a sua parte ao manter os preços dos combustíveis congelados, desde 2009. Que outro setor da economia faria isso, visando o interesse da sociedade?

Recentemente, o governo utilizou a CIDE (Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico) para aumentar o preço de alguns combustíveis sem o repasse aos consumidores.

Os petroleiros e a Petrobrás têm contribuído e muito para o Brasil chegar ao patamar de quinta economia no mundo. Mas a Petrobrás gasta apenas cerca de 3% do seu faturamento com salários e outros encargos, o que representa a metade do que gastam as suas concorrentes.

Somos os trabalhadores mais mal remunerados, se comparados os salários pagos por outras estatais brasileiras. Não por acaso estamos sempre perdendo bons funcionários para as concorrentes. Ainda assim, a Petrobrás está entre as maiores do setor petróleo.

A Petrobrás, além de financiar metade do PAC, descobriu o Pré-sal, o que colocou o Brasil em posição privilegiada entre os maiores detentores de reservas petrolíferas no mundo. Além disso, nosso país é auto-suficiente na produção de petróleo.

Não há, portanto, do ponto de vista do interesse do país e dos brasileiros, motivo para aumentar o preço dos combustíveis. O objetivo real escondido por trás dos lamentos veiculados na mídia é cobrar a conta da população e, com isso, melhorar os rendimentos dos acionistas.

Aliás, cerca de 40% das ações da Petrobrás estão em Wall Street. Seriam esses acionistas, os norte-americanos, que estariam desesperados? Estariam esses “pobres miseráveis” influenciando a grande mídia e setores da própria Petrobrás?

Os acionistas sabem que, a médio e a longo prazo, ninguém vai perder com as ações da Petrobrás. Logo, o que pretendem é o lucro fácil. É preciso que a sociedade brasileira se manifeste, apoiando as ações do governo, ao não permitir o aumento para os combustíveis.

Cabe-nos denunciar essas manobras e colocar o dedo na ferida, revelando a quem interessa esse aumento.

Fonte: * Emanuel Cancella é diretor do Sindipetro-RJ/ Agência Petroleira de Notícias

 

Brasil sobe preço da gasolina em um momento de baixa

MANCHETE DOS JORNAIS DE HOJE

BRASIL
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PERU
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A Petrobrás anunciou na noite desta sexta-feira um reajuste de 7,83% para a gasolina e de 3,94% para o diesel vendido nas refinarias. Os consumidores, no entando, não sentirão o aumento no bolso, já que o governo zerou as alíquotas da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) incidente na comercialização destes combustíveis. Os novos preços entram em vigor em 25 de junho, segunda-feira.

Segundo informou o Ministério da Fazenda por meio de nota, a redução da Cide foi realizada justamente para neutralizar os impactos dos reajustes anunciados pela Petrobrás, de modo que os preços, com impostos, cobrados das distribuidoras e pagos pelos consumidores não terão aumento.

O reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo.

O ajuste combinado com a redução da Cide anula o impacto que o aumento do produto exerceria sobre a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O peso da gasolina no IPCA em maio foi de 4%. Na média, o repasse para o consumidor dos aumentos nas refinarias costuma ser de cerca de 70%.

Se não fosse a zeragem da Cide, o aumento na bomba seria de 5,3%, de acordo com o economista sênior do Espírito Santo Investiment Bank (Besi Brasil), Flávio Serrano. Com a eliminação Cide, Serrano mantém a previsão de inflação de 4,89% para 2012.

O economista do Banco BBM Hui Lok Sin concorda que não haverá impacto sobre a inflação. “Não tem impacto nenhum. A planilha indica isso. O governo está zerando a Cide justamente para não ter efeito impacto ao consumidor”, disse economista. Antes do anúncio da queda da Cide, a zero, ele previa impacto na inflação de 0,18 ponto porcentual no IPCA de 2012.

Pressionado pelos corsários e piratas, governo aumenta o preço da gasolina

Capas dos jornais de hoje

A Petrobras, a quarta maior empresa petrolífera do mundo, não é uma estatal. Foi fatiada e leiloada. Virou uma multinacional de capital misto, pra lá de misturado, sendo o especulador Soros o principal acionista privado, depois que nomeou um empregado seu presidente terminal do Banco Central no governo Fernando Henrique.

Ninguém sabe para onde vai o dinheiro da Petrobras, que desde os anos oitenta não constrói nenhuma refinaria no Brasil. Construiu várias fora. No Irão, e perdeu. No Iraque, e perdeu. No Equador, e perdeu. Na Bolívia, e perdeu.

Também construiu refinarias nos Estados Unidos, Japão, Argentina, Paraguai e outros países das Américas e África.

No Brasil tá proibida, para exportar petróleo e importar gasolina a preço de guerra no Mundo Árabe.

Eis um dos motivos. Os acionistas não querem diminuir os lucros, e assim o povo brasileiro entrega mais dinheiro aos corsários e piratas.

Brasil sexta potência
Brasil sexta potência