Não, Carla não vai ao Mundial-2014. “O Brasil precisa de estádios?”, pergunta

Carla Dauden

Carla Dauden, cidadã brasileira residente nos EUA, garante que não vai ao Mundial de futebol nem aos Jogos Olímpicos no Brasil, em em 2014 e 2016, respectivamente. Num vídeo que publicou ontem no YouTube, e que já reuniu mais de meio milhão de visualizações, explica porquê. “O mundo tem que saber o que realmente está acontecendo” num país que vai gastar milhões a organizar estes eventos desportivos.

Carla é directora de fotografia nos EUA e decidiu gravar um vídeo como resposta a todos aqueles que pensam que o Brasil é só “samba”, “mulheres”, “festas” e “futebol”. Todos lhe dizem que querem ir ao Mundial-2014.

“Mas é aqui que a coisa fica séria”. A jovem brasileira foi buscar os números e quis mostrá-los ao mundo. O Mundial de futebol pode custar ao Estado quase 12 milhões de euros – “mais do que os três últimos mundiais juntos” – e tudo num país que ocupa o 85º posto no ranking de desenvolvimento humano, onde “13 milhões de pessoas passam fome”, onde o “analfabetismo pode atingir os 21%” e “onde muitas pessoas morrem à espera de tratamento médico”.

“Esse país precisa de estádios?”, pergunta.

Enquanto nas ruas brasileiras continuam os protestos, o vídeo que ontem publicou já chegou a mais de meio milhão de pessoas. No Twitter, a directora de fotografia já agradeceu o apoio e a divulgação e promete continuar a luta pela mudança no Brasil. (Jornal Sol, Portugal)

Tanto bandido solto em Goiás e os coronéis sem fazer nada nos corredores dos quartéis

Marcha soldado

cabeça de papel

Se não marchar direito

vai preso 

bater continência

pro coronel

no corredor do quartel

 

BRA^GO_HOJE coronel de corredor

Tribunal acatou denúncia do MPE que apontava desvirtuamento de promoções e consequente inchaço no cargo de patente mais alta

por Loren Milhomem

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) acatou ontem ação civil pública protocolada pelo Ministério Público Estadual (MPE-GO) contra a prática que ficou conhecida como “farra dos coronéis”. Pela decisão dos integrantes da 2ª Câmara Cível do TJ, o Estado fica proibido de promover militares com base no instituto da agregação. A decisão, relatada pelo desembargador Carlos Alberto França, será mantida até julgamento do mérito. Segundo o texto da decisão, o magistrado considerou “possível desvirtuamento do instituto de agregação para criação artificial de vagas para o cargo do coronel da Polícia Militar do Estado de Goiás”.

O aumento expressivo das promoções a coronel da Polícia Militar entre 2008 e 2010 gerou a figura do “coronel de corredor”, que possui a patente, mas não tem um batalhão. A situação ficou conhecida como “farra dos coronéis”, após o MP ter recebido denúncias de oficiais que teriam sido beneficiados por um suposto tráfico de influência do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, indiciado pela Operação Monte Carlo.

De acordo com o Ministério Público, a conduta teria provocado inchaço no Quadro Oficial da Polícia Militar e, consequentemente, prejuízos para os cofres públicos, já que há diferença de remuneração entre tenente-coronel e coronel. Embora o número de coronéis fixado em lei seja 28, com a criação de postos vagos por agregação, a corporação chegou a 47 coronéis no serviço ativo em outubro de 2010, ou seja, com 19 excedentes.

Para o magistrado, a ocupação de um cargo público originalmente ocupado só pode ocorrer por demissão, exoneração, promoção, readaptação, aposentadoria, posse em outro cargo inacumulável, falecimento, por revogação ou anulação do ato de nomeação. “Sem dúvida, a agregação, quando destinada à criação artificial de vagas dentro da corporação, macula o interesse público e ofende princípios como o da finalidade e moralidade. Isto porque, diante da ausência de norma expressa, a agregação não pode dispor vagas para a promoção, diante da precariedade da vacância do cargo, devido ao retorno de seu titular depois de determinado lapso temporal”, ressaltou Carlos Alberto França.

Questionado sobre o posicionamento da Polícia Militar em relação à decisão do TJ, o comandante-geral, coronel Sílvio Benedito Alves, disse que a PM não tem o que questionar, já que existe decisão judicial, e vai cumprir o que foi determinado. Em janeiro, o Estado realizou uma das maiores promoções da Polícia Militar dos últimos anos: 2.184 policiais foram promovidos.

 

Miles de “no” a la reforma de Rajoy

Cabecera de la manifestación contra la reforma laboral a su paso por el Ayuntamiento de Madrid
Cabecera de la manifestación contra la reforma laboral a su paso por el Ayuntamiento de Madrid

“Huelga general, huelga general”, coreaban los participantes de las protestas en 57 ciudades, a lo largo y ancho de España y en sus diferentes dialectos.

Se trata de la primera marcha para medir fuerzas entre el gobierno y los sindicatos por la reforma laboral aprobada por el gobierno de Mariano Rajoy, quien además de abaratar y facilitar el despido también abre la puerta a una rebaja masiva de sueldos de forma unilateral en las empresas.

La respuesta ciudadana a la jornada de protesta, a la que también se unieron sindicatos minoritarios y el movimiento de los “indignados”, con un “bloque crítico diferenciado”, era para las centrales sindicales un termómetro de cara a la convocatoria de una huelga general, medida que se reservan como último recurso contra la reforma.

Clamor contra el decretazo

Más de 500.000 personas han salido a las calles de Madrid y más de 400.000 a las de Barcelona, según los sindicatos. Un total de 57 ciudades se manifiestan bajo el lema”No a la reforma laboral injusta”. CCOO y UGT buscan con esta primera movilización corregir el golpe a los derechos laborales.

 

Yo pago, tú pagas y a los bancos los rescatan

( Madrilonia. Org) Desde hace meses venimos asistiendo a una creciente intervención estatal a través de diversos canales de financiación en los problemas de solvencia de bancos y entidades crediticias en general.

Desde Democracia real Ya queremos denunciar el uso indebido de dinero público para acudir al rescate de entidades, que por su mala gestión o por una asunción desmedida de riesgos se están viendo abocadas a la quiebra o a la intervención y ayuda estatal para poder sobrevivir.

No se puede pedir a los ciudadanos, en aras a la estabilidad del sistema financiero, que acudan a salvar a entidades arruinadas por una gestión ineficaz, al mismo tiempo que se le exigen esfuerzos adicionales y pérdida de servicios públicos para, según se les dice, poder vencer la crisis.

Cuando una empresa, acuciada por esa misma crisis, entra en quiebra, se disuelve y reparte entre sus acreedores, no es rescatada por los ciudadanos.

Cuando un parado pierde o agota sus prestaciones, nadie acude a sufragar sus más elementales necesidades, no es rescatado por los ciudadanos.

Cuando un ciudadan@, ahogado por esa misma crisis, no puede pagar la hipoteca, pierde el derecho básico a la vivienda que la Constitución reconoce, y nadie acude a su rescate, sino que se le persigue aún después de haberla perdido.

Los que han llevado a estas entidades a esa situación son los mismos que financiaban viviendas por encima de su valor, y que asumían riesgos inasumibles en aras a continuar su lucrativo negocio, y esos son quienes deben responder de las pérdidas y de su gestión, no los ciudadanos soportando el peso del rescate.

Ante el grave atentado al erario público pagando o financiando a quien debería financiar, o contribuyendo con ello a las jubilaciones insultantes de algunos de sus directivos, denunciamos públicamente esta situación, y desde Democracia real Ya exigimos:

– El cese inmediato de los rescates a los bancos con dinero público.
– La depuración de todas las responsabilidades económicas o penales derivadas de la mala gestión de los gestores de las entidades rescatadas.
– La entrada en los consejos de administración de las entidades rescatadas para intervenir en su gestión y tutela, dando así respuesta a la necesidad de tener una banca pública que compense los desequilibrios mostrados por la actual banca privada, concediendo por ejemplo préstamos a bajo interés a empresas que muestren proyectos viables y compromisos de estabilidad laboral ante sus empleados.
– Utilizar el parque de inmuebles de las entidades rescatadas para promover alquileres a bajo coste para los más necesitados, descargando así al erario público del peso del rescate.

Porque los ciudadan@s no somos mercancía en manos de políticos y banqueros, porque ya basta de pagar las crisis de otros, para que paguen los que nos han llevado hasta aquí.

(Transcrevi trechos)

Brasil deve e muito. Não sabe quanto, mas paga em dia

O governo brasileiro sempre foi bom em coletar impostos do povo. Impostos diretos e indiretos. Impostos pagos pelos 99% mais pobres, que os 1% mais ricos não desembolsam quase nada, ou são isentos, ou compram notas frias esquentadas nas ONGs e fundações e, ainda, gozam de descontos pelo patrocínio de superfaturados eventos culturais e esportivos.

Duvido essas organizações e as centrais sindicais promoverem um debate democrático, um

Llamamiento para una auditoría ciudadana de la deuda pública

 

Hoy, 26 de octubre de 2011, el Colectivo Nacional para una auditoría ciudadana de la deuda pública emite su llamamiento constitutivo. En él invita a todos los ciudadanos y ciudadanas a firmar este llamamiento y a comprometerse con el proyecto de la auditoría ciudadana para que la deuda pública sea por fin objeto de un verdadero debate democrático en el ámbito local, nacional y europeo. El Colectivo para una auditoría ciudadana está compuesto por una veintena de organizaciones sindicales y asociativas y apoyado por varias formaciones políticas. Convocará una conferencia de prensa el 2 de noviembre a las 12 h., en Niza, durante la contracumbre que precederá y contestará al G-20

 

Escuelas, hospitales, albergues… Pensiones, desempleo, cultura, medio ambiente… vivimos en nuestra cotidianidad la austeridad presupuestaria y todavía está por llegar lo peor. «Vivimos por encima de nuestras posibilidades», es la cantinela con la que los grandes medios de comunicación nos machacan. Ahora hay que «pagar la deuda», nos repiten mañana y tarde. «No tenemos elección, es necesario tranquilizar a los mercados financieros, salvar la buena reputación, la triple A de Francia»

Rechazamos ese discurso culpabilizador. No queremos ser meros espectadores ante un replanteamiento de todo lo que hacía todavía soportables nuestras sociedades, en Francia y en Europa. ¿Gastamos demasiado en educación y sanidad o son los regalos fiscales y sociales que se otorgan desde hace 20 años los que agotaron los presupuestos? ¿Acaso esta deuda ha sido, en su totalidad, contraída de acuerdo con el interés general, o bien puede considerarse en parte ilegítima? ¿Quiénes son los tenedores de esos títulos, que se aprovechan de la austeridad? ¿Por qué los Estados están obligados a endeudarse en los mercados financieros y en los bancos, mientras que estos últimos sí pueden hacerlo y a menos coste en el Banco Central Europeo?

Rechazamos que estos problemas se eludan o se traten a nuestras espaldas por expertos oficiales bajo la influencia de lobbies económicos y financieros. Queremos responder nosotros mismos a esta situación en el marco de un debate democrático que decidirá nuestro futuro común.

A fin de cuentas, ¿acaso somos algo más que simples juguetes en manos de los accionistas, especuladores y acreedores, o tal vez ciudadanos y ciudadanas capaces de deliberar juntos sobre nuestro porvenir?

Nos movilizamos en nuestras ciudades, barrios, pueblos, lugares de trabajo haciendo un llamamiento para una amplia auditoría ciudadana de la deuda pública. Crearemos en el ámbito nacional y en el local comités para una auditoría ciudadana con sindicatos y asociaciones, con expertos independientes, con nuestros colegas, nuestros vecinos y conciudadanos. Tomaremos las riendas de nuestros problemas para que reviva la democracia.

Primeros firmantes:

Marie-Laurence Bertrand (CGT), Jean-Claude Chailley (Résistance Sociale), Annick Coupé (Union Syndicale Solidaires), Thomas Coutrot (ATTAC), Pascal Franchet (CADTM), Laurent Gathier (Union SNUI-Sud Trésor Solidaires), Bernadette Groison (FSU), Pierre Khalfa (Fondation Copernic), Jean-François Largillière (Sud BPCE), Philippe Légé (Économistes atterrés), Alain Marcu (Agir contre le Chômage !), Gus Massiah (Aitec), Franck Pupunat (Utopia), Michel Rousseau (Marches européennes), Maya Surduts (Collectif national pour les droits des femmes), Pierre Tartakowsky (Ligue des Droits de l’Homme), Patricia Tejas (Fédération des Finances CGT), Bernard Teper (Réseau Education Populaire), Patrick Viveret (Collectif Richesse)

Y Philippe Askénazy (economista), Geneviève Azam (economista), Étienne Balibar (filósofo), Frédéric Boccara (economista), Alain Caillé (sociólogo), François Chesnais (economista), Benjamin Coriat (economista), Cédric Durand (economista), David Flacher (economista), Susan George (escritora), Jean-Marie Harribey (economista), Michel Husson (economista), Stéphane Hessel (escritor), Esther Jeffers (economista), Jean-Louis Laville (sociólogo), Frédéric Lordon (economista), Marc Mangenot (economista), Dominique Méda (sociólogo), Ariane Mnouchkine (artista), André Orléan (economista), Dominique Plihon (economista), Christophe Ramaux (economista), Denis Sieffert (periodista), Henri Sterdyniak (economista)…