Aécio tinha carteira de policial quando Figueiredo era presidente

Tancredo Neves foi governador de 15 de março de 1983 a 14 de agosto de 1984, durante a presidência de João Figueiredo, que foi presidente de 15 de março de 1979 a 15 de março de 1985.

A carteira policial de Aécio Neves foi emitida em 19 de abril de 11983, e não se sabe que se serviços prestava como policial. Na época, estudava na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em Belo Horizonte, onde se formou em economia em 1984.

Como “secretário” do avô, Aécio tinha carteira de policial

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por Rodrigo Lopes, especial para o Viomundo

Sem nunca ter tido formação policial, o senador e candidato à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), já teve e utilizou carteira da polícia mineira para dar a famosa “carteirada”.

Aécio aproveitou da influencia do clã familiar para obter a carteira de polícia de número 8.248, emitida em 19 de abril de 1983 pela Secretaria de Segurança Pública de Minas Gerais (SSP-MG), que assegurava ao seu portador poderes de polícia.

A carteira foi obtida por Aécio quando ele tinha 23 anos, na mesma época em que seu avô, Tancredo Neves, governava o Estado de Minas Gerais.

Cópia do documento publicada neste blog encontra-se arquivada na sede do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon).

Para requerer o seu registro profissional de economista junto ao Corecon, Aécio optou por utilizar a carteira policial em vez da carteira de identidade oficial.

Aécio exerceu o cargo de secretário de gabinete parlamentar da Câmara dos Deputados dos 17 aos 21 anos, entre 1977 e 1981.

No mesmo ano em que “deixou” a Câmara, começou a trabalhar na campanha para o governo de Minas Gerais com o avô. Em 1983, foi nomeado secretário particular de Tancredo Neves.

PS do Viomundo: Aécio admitiu que morava no Rio quando exerceu o cargo de assessor parlamentar em Brasília. Além de neto de Tancredo, ele é filho do falecido deputado federal Aécio Ferreira da Cunha, que serviu à Arena, o partido de sustentação da ditadura militar. Aos 25 anos de idade, depois da morte de Tancredo, Aécio foi indicado diretor da Caixa Econômica Federal pelo então ministro da Fazenda, Francisco Dornelles, primo dele. Era o governo Sarney, do qual Aécio também obteve concessão pública de uma emissora de rádio em Minas Gerais.

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Os governadores fogem dos estádios da Copa que construíram. Dilma marca reunião

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Vai ser uma investigação parecida com a da chacina da família Pesseghini
VAI SER UMA INVESTIGAÇÃO PARECIDA COM A DA CHACINA DA FAMÍLIA PESSEGHINI

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Os governadores que construíram os estádios (as arenas, os gigantescos Coliseus) fogem da Copa do Mundo como o diabo foge da cruz. Idem os prefeitos que também se envolveram na construção de obras de infra-estutura, que enriqueceram muitos e motivaram mais de 250 mil despejos.

O presidenciável Aécio Neves não fala mais da Copa que defendia.  Eduardo Campos não fala mais do estádio que mandou construir na Mata de São Lourenço. Dilma, que se encontra em viagem ao exterior,  convocou uma reunião de emergência para quando retornar ao Brasil. A decisão foi tomada depois que um manifestante foi baleado pela polícia do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), neste sábado, durante um protesto contra os gastos da Copa.

A intenção de Dilma é traçar uma estratégia de emergência para evitar que os protestos cresçam e atinjam o ápice durante o Mundial.

Isso será impossível. Este 2014 um ano de eleições. Os partidos políticos vão usar a Copa como bandeira. Pretendem levar a campanha eleitoral para o campo… emocional.

Foram convocados para a reunião de Dilma os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Celso Amorim (Defesa) e Aldo Rebelo (Esportes). De acordo com auxiliares da presidente, Dilma foi informada de que os protestos contra a Copa feitos no sábado foram violentos, com pessoas feridas, depredações e ondas de vandalismo realizadas por infiltrados, inclusive uma polícia que espanca, prende e mata.

A presidente, então, convocou a reunião para a volta ao Brasil, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.

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O ministro da Justiça está em férias. De acordo com sua assessoria, deve retornar ao trabalho nesta terça-feira. E já encontrará uma série de demandas envolvendo a segurança da Copa, maneiras de evitar que os tumultos se espalhem pelo País e formas de conter a ação violenta contra as manifestações por parte dos soldados estaduais. A fonte deste notícia é a revista Veja que, em conúbio com os jornalões, pretende transformar Dilma no único alvo dos protestos. Será que os marqueteiros burros da presidente não percebem?

Quanto mais direitista um governador, mais violência policial

Governadores estão tirando a máscara de esquerdista, e mostrando a verdadeira cara.

Na ditadura militar, muitos políticos eram chamados de “melancia”. Verde por fora, direitista; e dentro vermelho, comunista.

Como denominar, hojemente, os que se dizem da esquerda e/ou democrata, e botam a polícia nas ruas para bater e prender estudantes e jornalistas?

Os espanhóis e portugueses, no Século XVI, na Conquista colonial, jogavam os cachorros contra os índios. Haviam inclusive cães acostumados a comer carne humana.

Os cavalos eram poderosos “tanques de guerra” no confronto físico dos soldados com os nativos.

Nas Américas não existiam nem cavalos nem cachorros.

É uma guerra desigual. Os estudantes desarmados contra balas de borracha, gás lacrimogêneo, bombas de efeito moral e cassetetes.

Dos jornalistas tomam as máquinas de filmar e fotografar. E o mais grave: os tiros certeiros são nos rostos. Cegar o olho de um repórter fotográfico ou de um cinegrafista, a mesma crueldade de cortar a mão de quem escreve. Isso aconteceu com Victor Jarra, na ditadura de Pinochet no Chile; com Cervantes, na Espanha da Inquisição.

PERNAMBUCO
PERNAMBUCO
SÃO PAULO
SÃO PAULO
CEARÁ
CEARÁ
MINAS GERAIS
MINAS GERAIS

Belo Horizonte uma zona. Uma zona de guerra

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Manifestantes foram ouvidos na tarde desta terça-feira (25) em uma reunião extraordinária na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Segundo o deputado Durval Ângelo, os militantes denunciaram abusos policiais praticados durante o protesto do último sábado (22) em Belo Horizonte.

Ainda segundo o parlamentar, denúncias muito sérias foram apresentadas na reunião. Uma delas foi um depoimento do médico Giovano Iannotti que afirmou ter tido uma arma apontada para si quando atendia o primeiro manifestante a cair do viaduto José Alencar e que a polícia negou socorro à vítima. “Além disso, ele denunciou que havia um policial mascarado que inclusive deu garantia para que ele atendesse ao ferido”, afirmou o deputado.

Durval Ângelo disse também que um cadeirante denunciou ter sido alvo de várias balas de borracha da Polícia Militar (PM) durante os protestos e foi atingido na barriga quando algumas pessoas tentavam ajudá-lo a sair do local. Outra denúncia foi de uma manifestante que afirma ter sido atendida com grosseria por um médico do Instituto Médico-Legal (IML). “Estamos tentando agora identificar esse médico”, garantiu. (R7)

Investigação

Membros da Comissão também demonstraram preocupação com o fato de que profissionais como advogados, médicos e jornalistas possam ter sua atividade cerceada durante os atos. Para viabilizar o trabalho dos advogados e a assessoria jurídica aos participantes, foi levantada a possibilidade de que seja indicado um local único para onde seriam levados os detidos durante as manifestações.

Paralelo ao trabalho da comissão, a Promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) abriu processo investigatório sobre as denúncias de abuso. Estão sendo analisados mais de 1.500 vídeos e diversos depoimentos de manifestantes e policiais para que as responsabilidades sejam verificadas. Uma das medidas foi solicitar à Prefeitura que disponibilize as imagens gravadas pelo sistema “Olho Vivo” ao longo dos trajetos das passeatas de sábado. (Jornal O Tempo)

Policiais são baderneiros?

Policiais queimam o caixão do governador de Minas Gerais
Policiais queimam o caixão do governador de Minas Gerais

Cerca de 250 policiais civis fecharam a Praça Sete, no Centro de BH, em manifestação na tarde desta terça-feira. De acordo com a BHTrans, a passeata saiu da Praça da Assembleia Legislativa, na Avenida Álvares Cabral, e seguiu pelas avenidas Professor Antônio Aleixo, Bias Fortes e São Paulo até a Avenida Afonso Pena, onde os dois sentidos ficaram interditados. Os protestantes penduraram faixas em torno do Pirulito e queimaram caixões no meio da via.

A categoria, que anunciou greve em 10 de junho, realizou assembleia geral no pátio da Assembleia Legislativa às 14h30 e, em seguida, decidiu seguir em passeata pela capital. Eles reivindicam a revisão da Lei Orgânica da Polícia Civil, que define o plano de carreira da corporação, que já foi entregue à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para avaliação dos deputados estaduais.

Adilson Bispo, diretor de mobilização do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol/MG), afirma: “Decidimos que, enquanto a lei não for sancionada, não voltaremos ao trabalho normal. A greve está na mão do governo”. De acordo com o diretor, a greve está respeitando a legislação, que determina a escala mínima de 30%.

A manifestação durou pouco mais de uma hora e complicou o trânsito no Centro da capital. Militares do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran) , agentes da BHTrans e da Guarda Municipal foram até o local acompanhar o protesto e alertar motoristas sobre a interdição da via. (Jornal O Estado de Minas)

Nota do redator do blogue: A polícia militar foi para a manifestação sem cavalo, sem cachorro, sem metralhadora, sem cacete. Deu uma de guarda de trânsito. Foi uma manifestação pacífica.

Enquanto o governador Antônio Anastasia queimava simbolicamente na fogueira de seu própria polícia uma manifestante contra a corrupção lutava pela vida

A guerreira Júlia Paulinelli

guerreira Júlia Paulinelli

Para quem conhece ou não a grande guerreira Julia Paulinelli . Ela foi atingida na cabeça por uma bomba em Belo Horizonte, em um confronto com a Policia Militar. Teve tímpanos estourados e traumatismo craniano ( com um pequeno coágulo ). Felizmente não será preciso cirurgia .

Quantos serão necessários ficar assim? Por uma luta tão óbvia?!
Peço que compartilhem, pois sei que ela se torna um símbolo contra essa tirania perversa que vários dos nossos estão enfrentando, principalmente nas grandes capitais.
A coragem é Contagiosa (Túlio Torri)

Terrorismo policial

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