Terrorismo da imprensa golpista contra a visita do Papa

Que estúpidos! A imprensa nojenta quer botar medo no Papa. Sinal de que não conhece Francisco, o papa que tem os desvalidos no coração. O papa que ama Jesus.

Covardes terroristas! A imprensa sebosa quer botar medo no povo. Sinal de que não conhece as multidões. O Rio de Janeiro vai reunir mais de 2 milhões de fiéis. Não cola a mentira de que o brasileiro não é cristão. Nem a sinistra farsa de “bênçãos entre protestos”.

Os protestos param antes da chegada de Francisco. E só recomeçam depois que o Papa chegar na mais santa paz no Vaticano.

O Papa é um aliado do pobre povo pobre do Brasil. Inimigo do povo é a imprensa vendida, colonialista, conservadora, direitista, golpista, elitista, corrupta, mentirosa, que faz propaganda marrom, que espalha boatos como balões-de-ensaio, que defendeu a ditadura de 64, e quer privatizar o Brasil. Entregar o Brasil aos piratas de diferentes bandeiras.

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Nota da CNBB: “Ouvir o clamor que vem das ruas”

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Nascidas de maneira livre e espontânea a partir das redes sociais, as mobilizações questionam a todos nós e atestam que não é possível mais viver num país com tanta desigualdade. Sustentam-se na justa e necessária reivindicação de políticas públicas para todos. Gritam contra a corrupção, a impunidade e a falta de transparência na gestão pública. Denunciam a violência contra a juventude. São, ao mesmo tempo, testemunho de que a solução dos problemas por que passa o povo brasileiro só será possível com participação de todos. Fazem, assim, renascer a esperança quando gritam: “O Gigante acordou!”

Numa sociedade em que as pessoas têm o seu direito negado sobre a condução da própria vida, a presença do povo nas ruas testemunha que é na prática de valores como a solidariedade e o serviço gratuito ao outro que encontramos o sentido do existir. A indiferença e o conformismo levam as pessoas, especialmente os jovens, a desistirem da vida e se constituem em obstáculo à transformação das estruturas que ferem de morte a dignidade humana. As manifestações destes dias mostram que os brasileiros não estão dormindo em “berço esplêndido”.

MISÉRIA SEM FIM


por Carlos Chagas

Edição de 14 de abril de 2012
Edição de 14 de abril de 2012: todo Brasil esperava pela mixaria. Um mínimo do mínimo. Hoje e sempre. T.A.

Anuncia o governo que a partir do ano que vem o salário-mínimo será elevado de 622 para 670 reais. Houve até celebração no palácio do Planalto, pelo reajuste que ultrapassará a inflação. Um presente para o trabalhador…

Estão brincando com a miséria alheia. Como poderá um infeliz operário viver e sustentar sua família com essas migalhas? Nunca é demais repetir que a Constituição assegura para quem recebe o salário-mínimo, e sua família, condições para prover habitação, alimentação, vestuário, educação, saúde e até lazer.

Seria uma bela experiência obrigar esses tecnocratas, mais os ministros e, com todo o respeito, a própria presidente da República, a passarem um mês que fosse sobrevivendo com essa porcaria. Quando criado por Getúlio Vargas, o salário-mínimo bastava para as despesas referidas. Quando João Goulart, ministro do Trabalho, dobrou a importância congelada durante todo o governo anterior de Eurico Dutra, não apenas ele caiu. Getúlio também, logo depois. Vem agora o governo do trabalhador, perdão, apenas do partido do próprio, e dez anos depois de instalado no poder continua humilhando metade da população do país. Porque apesar de toda a propaganda sobre a criação na nova classe média, 80 milhões de brasileiros recebem apenas o salário-mínimo…

 

O povo brasileiro conseguiu ser menos pobre que o guatemalteco, o hondurenho e o colombiano

Toda notícia sobre as mazelas do Brasil sempre começa com um “porém”. Que somos uma potência mundial, mas… Pelo que foi noticiado, com a entrada da Venezuela, o Mercosul forma a quinta potência mundial. Inclusive desarmada.

De acordo com relatório da ONU divulgado hoje, o Brasil possui 37 milhões de pobres. Isso não é verdadeiro.

Metade da população vegeta no atraso, na miséria, com um rendimento mensal que não passa de 135 dólares. Cem milhões de brasileiros passam fome, residem em favelas, têm uma vida de cão de rua.

O Brasil é um dos países mais desiguais da América Latina – situando-se em quarto lugar, atrás apenas de Guatemala, Honduras e Colômbia.

Já a lista dos países como menor grau de desigualdade era composta por Costa Rica, Equador, El Salvador, Peru, Uruguai e Venezuela –este último com a melhor marca, registrando um índice de Gini de 0,41. O indicador, porém, supera o dos EUA e de Portugal (nação mais desigual da União Europeia), ambos com índice de 0,38.

 

O Brasil, em 1990, detinha o título de país com maior nível de iniquidade da América Latina”. Com 22 anos de privatizações das estatais e desnacionalizações de empresas, temos que aprender que essa de PIB mais rico não indica uma vida mais digna e feliz.

De acordo com o pesquisador Erick Vittrup, oficial principal de assentamentos humanos da ONU-Habitat, hoje existem 124 milhões de pessoas pobres vivendo nas cidades, o que equivale a cerca de 25% da população total da América Latina. Destes, 111 milhões moram em favelas.

A ONU considera como pobre quem vive com menos de US$ 2 por dia (cerca de R$4). Pobre ou miserável? “Se nada for feito para mudar esse panorama, em nível mundial, toda a população urbana de hoje, que corresponde a 3,5 bilhões de pessoas, vai morar em favelas, em 2050”, afirmou. Atualmente, 1 bilhão de pessoas vivem em favelas, em uma população global de 7 bilhões de pessoas.

O Brasil é o 14ª país da América Latina, segundo o relatório, com mais pessoas vivendo em favelas. No país, 28% da população (?) moram em comunidades com infraestrutura precária, a grande maioria em situação informal. O índice de moradores de favelas no Brasil é mais alto do que a média latino-americana, de 26%.

Êxodo rural: 86,53% da população brasileira vivem em cidades.

 

 

Por que a caderneta de poupança dos pobres não rende necas de pitibiriba?

Dilma Rousseff, para ajudar os bancos, subiu os juros do cartão de crédito, e baixou, praticamente zerou, os da poupança.

Pobre faz poupança; rico, investimento. Esta é uma das explicacões para a cruel política: os pobres cada vez mais pobres; e os ricos cada vez mais ricos.

Quando o pobre faz poupança, tira leite de pedra. Daí tantos sinônimos para poupança: parcimônia    sovinice   agarramento  avareza  mesquinhêz  reservas miséria   economias .

O  povo chama o trazeiro de poupança.

Projetos de habitação popular na França e São Paulo

Les qualités intrinsèques de l’habitat individuel dans l’optique de les adapter au collectif
Les qualités intrinsèques de l’habitat individuel dans l’optique de les adapter au collectif

Projet pilote cubique de logements sociaux à Courbevoie

La démarche architecturale de ce projet est de réinventer le logement collectif pour lui attribuer les avantages tant recherchés de la maison individuelle
La démarche architecturale de ce projet est de réinventer le logement collectif pour lui attribuer les avantages tant recherchés de la maison individuelle

La distribution des logements est une traduction du modèle viaire du quartier pavillonnaire traditionnel.
L’accès principal est assuré par un unique hall sur rue. Largement dimensionné, il distribue tous les appartements par un unique ascenseur. Ce système de distribution offre une véritable convivialité et permet à chacun de mettre en scène l’accès de son logement, de disposer d’un Devant et d’un Derrière comme dans la plupart des habitations individuelles.

Les logements collectifs
Les logements collectifs

L’implantation des bâtiments collectifs préserve de larges vues dégagées et des cœurs d’ilots largement ensoleillés.

Casas populares do primeiro projeto habitacional do projeto Minha Casa, Minha Vida, no estado de São Paulo (Tuca Melges/Agência Estado)
Casas populares do primeiro projeto habitacional do projeto Minha Casa, Minha Vida, no estado de São Paulo (Tuca Melges/Agência Estado)

O Programa Minha Casa, Minha Vida não é para qualquer um

Programa Minha, Casa Minha Vida, de Dilma Rousseff, tem por objetivo financiar, até o fim do governo, 2 milhões de moradias para famílias de baixa e média renda.

Só para uma comparação: Marco Maciel, quando governador de Pernambuco, construiu cem mil moradias. Duvido Dilma repetir o feito em cada Estado, num período de menos de quatro anos.

Cito o exemplo para demonstrar que falta coragem do governo para eliminar o déficit de moradia.

Veja os riscos e o tipo de moradia oferecidos à chamada nova classe média:

Não se faz nada que preste para o povo.

Promessa de Dilma:”A segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida, prevê a construção de 2 milhões de unidades habitacionais.

Serão investidos R$ 125,7 bilhões entre 2011 e 2014. Desse total, R$ 72,6 bilhões são para subsídios e R$ 53,1 bilhões serão destinados a financiamentos.

A segunda etapa prevê a ampliação das faixas de renda familiar nas áreas urbana e rural para aumentar o número de beneficiários do programa, priorizando a população de baixa renda.

A meta de atendimento para as que recebem até R$ 1,6 mil por mês na área urbana e até R$ 15 mil anuais na zona rural subiu de 40%, na primeira segunda fase, para 60%. Com isso, 1,2 milhão de moradias serão destinadas a essas famílias”.

É um programa que junta os salários dos pais, dos filhos, e que não pode entrar como renda familiar as pensões e/ou aposentadorias dos avós, jamais. Isso forçaria uma limitação no tempo de pagamento das prestações, tendo como contagem os anos possíveis de vida dos velhos, dos idosos ou dos anciões envolvidos na compra do imóvel, além de aumentar o preço das mensalidades, por conta de um caríssimo seguro de vida.

É um programa que, para comprar, alija, exclui a metade da população brasileira, que tem um rendimento mensal de 270 reais, idem a maioria dos assalariados, pensionistas e aposentados que recebem 610 reais.

O sonho da casa própria pode ser um desastre. Um pesadelo.

Com todos os empregos, nas empresas privadas, hoje temporários, que projeto é viável para o futuro?

Estão aí os leilões de casas e apartamentos da Caixa Econômica e Banco do Brasil, enriquecendo leiloeiros e especuladores imobiliários, havendo casos e mais casos de pessoas físicas com mais de mil imóveis para alugar.

O Programa Minha Casa, Minha Vida pode apenas beneficiar velhos, idosos e anciões com botijas de ouro e prata, e funcionários com supersalários de marajás e Marias Candelária.