O discriminativo fator previdenciário e o repouso do velho guerreiro

cérebro país rico povo pobre

A Câmara dos Deputados concluiu nesta quinta-feira (14) a votação da medida provisória 664, que restringe o acesso à pensão por morte. O texto segue agora para análise pelo Senado.

Pela MP, os cônjuges só poderão requerer pensão por morte do companheiro se o tempo de união estável ou casamento for de mais de dois anos e o segurado tiver contribuído para o INSS por, no mínimo, um ano e meio. Antes, não era exigido tempo mínimo de contribuição para que os dependentes tivessem direito ao benefício, mas era necessário que, na data da morte, o segurado estivesse contribuindo para a Previdência Social.

 Joen Yunus
Joen Yunus

O que vale para o trabalhador que recebe o salário mínimo ou salário piso, não vale para quem recebe o salário nas alturas nas cortes dos três poderes da nossa desigual república.

É um Brasil injusto, dividido em castas. Duvido o fator previdenciário, a chamada fórmula 85/95 seja válida para um senador, um deputado, um militar, um togado. São aposentados com proventos integrais e mais penduricalhos.

A previdência devia ser única. Para não prevalecer para a maioria dos trabalhadores um teto de merda, que atualmente é R$ 4.663,75  se a soma da idade e do tempo de contribuição resultar 85 (mulheres) ou 95 (homens). Esse teto não é sequer o salário para iniciantes em vários funções no executivo, no legislativo, no judiciário.

O fator previdenciário discrimina, diferencia, segrega, marginaliza, classifica, separa os aposentados e pensionistas em diferentes castas e classes sociais.

Para professoras, de acordo com a emenda, a soma deve ser 80 e para professores, 90. Se o trabalhador decidir se aposentar antes, a emenda estabelece que a aposentadoria continua sendo reduzida por meio do fator previdenciário.

É isso aí quero ver essa cambada reduzir a aposentadoria de um general, de um almirante, de um brigadeiro, de um senador, de um deputado federal, de um desembargador, de um fiscal de finas rendas, de um procura dor e nunca acha, de um coronel da polícia militar, de um ministro da suprema justiça, ou a pensão de um dependente dessas divinas e diferentes e excelentes criaturas, profundamente dessemelhantes dos mortais comuns que trabalham para ter um pesaroso e humilhante final de vida, e que só conseguem descanso quando estão com o pé na cova. Um descanso esfomeado e doentio e só lembrado quando a Caixa Econômica solicita, do aposentado ou pensionista, uma prova de que, apesar de tudo, do maldito tempo e de uma soma de malefícios, continua vivo, driblando a fome e a morte.

indignados pobreza itália 500 euros

Sartori pisa nos professores e sanciona aumento do próprio salário, de secretários e de deputados

sartoriesfinge
Gilmar Crestani : “Tem horas, as mais necessárias, que eu sinto saudade do Catão dos Pampas, Pedro Simon.

Por onde anda o Varão de Plutarco da moralidade alheia? O das dentaduras novas com dinheiro público…

Ele que fala pelos cotovelos, que tem opinião sobre tudo e todos, está nos negando dois dedos de prosa para nos explicar esse “novo jeito” de governar.

Taí o tal de “meu partido é o Rio Grande”. Partido em dois: os do partido do Simon com aumento, os dos demais partidos, partidos ao meio.

Simon, tu me racha a cara de vergonha!”

O novo governador do Rio Grande do Sul, José Gilmar Sartori, sancionou reajuste do próprio salário, de secretários e de deputados.

Impacto nos cofres públicos está estimado em R$ 3 milhões ao ano.

Até agora, o ex-senador gaúcho Pedro Simon, também do PMDB, nem aprovou nem desaprovou.

O reajuste eleva os vencimentos do governador e dos deputados estaduais para R$ 25,3 mil. O chefe do Executivo recebia, até então, R$ 17,3 mil por mês contra R$ 20,2 mil dos parlamentares. Por lei, o salário dos parlamentares gaúchos corresponde a 75% do que recebe um deputado federal. Já os secretários de Estado e o vice-governador, que recebiam R$ 11,5 mil, vão passar a receber R$ 18,9 mil.

20141020-sartori-e-o-piso-dos-professores

O humilhante salário piso do jornalista brasileiro. O de Pernambuco é tão pisoteado que o Sinjope esconde

promessa salário sonho classe média

Veja que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco esconde o salário humilhante para quem recebe, e vergonhoso para quem paga.

É uma triste realidade. Eis o motivo do governador Eduardo Campos dizer que um jornalista é um “pobre coitado”, “miserável”. Ele errou, e feio, quando acrescentou o adjetivo infame.

Como os barões da imprensa podem respeitar um bando de servos que trabalham de graça (escravidão), ou aceitam receber alguns trocados todo fim de mês?

O jornalista precisa recuperar a dignidade e o prestígio roubados pelos pelegos dos sindicatos frouxos e vendidos.

Agora você entende o real interesse do patronato nas eleições sindicais. O motivo da Chapa Você Sabe Porquê ser proibida de entrar na redação do Jornal do Comércio. Uma redação de muitos caciques e poucos índios.

 

Acre

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Várias empresas R$ 1.684,00 – data base: Mai

 

Alagoas

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Várias empresas R$ 2.437,46 – data base: Mai

 

Amapá

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Amazonas

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Bahia

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Ceará

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Jornais e Revistas R$ 1.486,89 – data base: Set
– Rádio e Televisão R$ 1.641,05 – data base: Jan

 

Distrito Federal

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2014
– Mídia Impressa e Eletrônica R$ 1.950,00 – data base: Abr

 

Dourados

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Jornal Diário MS R$ 1.152,28 – data base: Mai
– TV Morena (Globo) R$ 1.234,00 – data base: Mai
– RIT – repórteres R$ 1.900,00 – data base: Mai
– RIT – repórteres cinematográficos R$ 1.300,00 – data base: Mai
– Site douradosnews R$ 1.155,60 – data base: Mai
Espírito Santo

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Jornais e Revistas da Capital R$ 1.430,00 – data base: Mai
– Jornais e Revistas de outros locais R$ 1.100,00 – data base: Mai
– Rádio da Capital R$ 1.215,00 – data base: Mai
– Rádio de outros locais R$ 1.042,00 – data base: Mai
– TV da Capital R$ 1.430,00 – data base: Mai
– TV de outros locais R$ 1.042,00 – data base: Mai

 

Estado do Rio de Janeiro

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Jornais e Revistas – data base: Jul
Redator 5 horas R$ 1.205,65
Reporter 5 horas R$ 976,09
Redator 7 horas R$ 1.804,16
Reporter 7 horas R$ 1.483,53
Municipios com mais de 300 mil habitantes
   
Redator 5 horas R$ 1.204,29
Reporter 5 horas R$ 893,97
Redator 7 horas R$ 1.211,77
Reporter 7 horas R$ 1.106,97
Municipios com menos de 300 mil habitantes

 

Goiás

Pisos e categorias Salário Normativo 2013/2014
– Jornais e Revistas R$ 1.800,00 – data base: Mai

 

Juiz de Fora

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido 

 

Londrina

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Jornais, Revistas, Rádio e TV R$ 2.323,68 – data base: Out

 

Maranhão

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Único R$ 1.535,35 – data base: Set

 

Mato Grosso

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Único R$ 1.600,50 – data base: Mai

 

Mato Grosso do Sul

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Minas Gerais

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Jornais e Revistas da Capital R$ 1.845,45 – data base: Abr
– Jornais e Revistas do Interior
(Jornais diários)
R$ 1.368,00 – data base: Mai
– Jornais e Revistas do Interior
(Demais jornais)
R$ 1.223,22 – data base: Mai
– Rádio R$ 1.480,00 – data base: Abr
– TV e Produtoras R$ 1.600,00 – data base: Abr
– Fenac (Capital) R$ 1.567,00 – data base: Mai
– Fenac (Interior) R$ 1.200,00 – data base: Mai

 

Município do Rio de Janeiro

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido 

 

Pará

Pisos e categorias Salário Normativo 2010/2012
– Jornalista classe (A) R$ 1.588,92 – data base: Mai
– Jornalista classe (B) R$ 1.978,73 – data base: Mai
– Jornalista classe (C) R$ 2.086.64 – data base: Mai

 

Paraíba

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Único R$ 1.201,82 – data base: Abr
Paraná

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Jornais, Revistas, Rádio e TV R$ 2.323,68 – data base: Out

 

Pernambuco

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Piauí

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Único
R$ 1.157,40 – data base: Fev
mais 2% de anuênio
Rio Grande do Norte

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012
– Único R$ 1.050,00 – data base: Set

 

Rio Grande do Sul

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Jornais, Revistas, Rádio e TV – Capital R$ 1.690,00 – data base: Jun
 Jornais, Revistas, Rádio e TV – Interior R$ 1.425,00 – data base: Jun 

 

Rondônia

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Roraima

Pisos e categorias Salário Normativo
– não definido não definido

 

Santa Catarina

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Jornais, Revistas R$ 1.535,00 – data base: Mai

 

São Paulo

Pisos e categorias Salário Normativo 2011/2012

– Assessoria de Imprensa
5 horas
R$ 2.337,82 – data base: Jun
– Jornais e Revistas da Capital
5 horas 
R$ 2.076,00 – data base: Jun
– Jornais e Revistas do Interior
5 horas
R$ 1.710,00 – data base: Jun
– Rádio e TV da Capital
5 horas
R$ 1.704,51 – data base: Dez
– Rádio e TV (Municípios com mais de 80.000 habitantes)
5 horas
R$ 1.100,00 – data base: Dez
– Rádio e TV (Municípios com menos de 80.000 habitantes)
5 horas
R$ 1.080,00 – data base: Dez

 

Sergipe

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Rádio, TV e Jornais R$ 1.180,21 – data base: Mai

 

Tocantins

Pisos e categorias Salário Normativo 2012/2013
– Único R$ 1.600,00 – data base: Mai

Transcrito do portal da Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas. Confira

charge_sal_rio

Conheça o salário que João Paes Mendonça paga aos jornalistas

re3

Greve dos Jornalistas em Pernambuco

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco vem realizando campanha contra a intransigência patronal, cobrando das empresas de comunicação de Pernambuco uma efetiva negociação e a instituição de um piso salarial para jornalistas com valor de R$ 1.650,00.

Presidenta do Sinjope, jornalista Claudia Eloi faz panfletagem pelo salário piso
Presidenta do Sinjope, jornalista Claudia Eloi faz panfletagem pelo salário piso

Estão na luta, jornalistas, gráficos, radialistas e publicitários dos Associados Pernambuco (Diario de Pernambbuco, AquiPE, portal Pernambuco.com, rádios Clube AM e FM e TV Clube/Record) e do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação do Grupo João Carlos Paes Mendonça – SJCC/JCPM (Jornal do Comércio, portal NE10, rádios Jornal e JC/CBN).

No passado, participei com Joezil Barros, um dos principais líderes sindicais de Pernambuco, das batalhas sempre perdidas por um salário digno para os jornalistas. Inclusive disputei com Joesil a presidência do Sinjope. Deu empate. Saudosos tempos.

Jornalista Joezil Barros
Jornalista Joezil Barros
Os jornalistas realizaram ato de protesto no prédio do Jornal do Comércio (foto a baixo). Não faltou a presença da polícia do governador Eduardo Campos.
Duas viaturas e uma motocicleta da Polícia Militar de Pernambbuco compareceram ao local. O prédio que foi “isolado” com fita zebrada, o que provocou indignação. “Não somos bandidos, somos profissionais que reivindicam respeito”, resaltava-se do carro-de-som. “Este é um protesto pacífico!”, reiterava Cláudia Eloi.
Parada SJCC

Professor do ensino fundamental no País é um dos mais mal pagos do mundo

JAMIL CHADE, CORRESPONDENTE / GENEBRA – O Estado de S.Paulo
Professores brasileiros em escolas de ensino fundamental têm um dos piores salários de sua categoria em todo o mundo e recebem uma renda abaixo do Produto Interno Bruto (PIB) per capita nacional. É o que mostram levantamentos realizados por economistas, por agências da ONU, Banco Mundial e Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Prestes a comemorar o Dia Internacional do Professor, amanhã, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançou um alerta, apontando que a profissão em vários países emergentes está sob “forte ameaça” diante dos salários baixos.

Num estudo realizado pelo banco UBS em 2011, economistas constataram que um professor do ensino fundamental em São Paulo ganha, em média, US$ 10,6 mil por ano. O valor é apenas 10% do que ganha um professor nesta mesma fase na Suíça, onde o salário médio dessa categoria em Zurique seria de US$ 104,6 mil por ano. Leia mais

O jovem exemplar brasileiro condena greve de professores e é vidrado em tv

Não sei se o Correio da Bahia apresenta estudantes que sonham com a profissão de professor.
Espero que, um dia, o salário de um professor primário seja equiparado ao soldo de um soldado de Brasília: R$ 4.269,56 (em novembro de 2011).

Que as meninas cantem.

Pobre brasileiro pobre, apático e desempregado

Entenda o impacto da privatização massiva de bens públicos e  toda a ideologia neoliberal que está por detrás. Entenda a maldade tucana de Fernando Henrique, com a privataria. O Brasil entregou mais de 70 por cento de suas estatais. E Lula presenteou o resto. Assim apareceram os nossos novos bilionários. Os Daniel Dantas. Os Eike Batista. Os Carlinhos Cachoeira. Um 1% ricos. E 99% dos brasileiros ficam cada vez mais pobres.

A propaganda da imprensa fala de uma nova classe média. Qual?

O Brasil está dividido! 1% de ricos, que suborna os corruptos do judiciário, do legislativo e do executivo, os advogados de porta de palácio, os gatos executivos das empresas de serviço, de segurança e da medicina de vanguarda, uma corte reduzida, antigamente chamada de classe média alta.

 Pobres & miseráveis

Miseráveis são os bolsas família e os que recebem menos de 270 reais por mês. Os miseráveis passam dos cem milhões – metade da população brasileira. Acrescente os que ganham salário, aposentadoria e pensão no valor mínimo de 620 reais (310 dólares hoje), a grande maioria dos trabalhadores brasileiros.

Dados do IBGE: Em 2009, dentre as 162,8 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade, 62,1% faziam parte da força de trabalho, ou seja, estavam trabalhando ou procurando trabalho e, por isso, eram consideradas economicamente ativas. Esse percentual manteve-se estável tanto em relação a 2008 quanto a 2004 (62% em ambos os anos).

Entre essas 101,1 milhões de pessoas economicamente ativas, 91,7% trabalhavam na última semana de setembro de 2009, e as demais 8,3% procuravam trabalho. A população ocupada em 2009 (92,7 milhões) não se alterou significativamente frente a 2008 (aumento de 0,3%) e representava 56,9% das pessoas de 10 anos ou mais de idade.

Todas essas multidões pertencem a classe média? Na Europa em crise, quem ganha 500 euros é considerado pobre.

O que está a acontecer na Irlanda, Grécia, Portugal, Espanha, Itália, Fernando Henrique promoveu no Brasil junto com Lula, e Dilma vai na mesma pisada, prometendo entregar os aeroportos e portos.

Catastroika

Veja o que se reclama hoje na Europa:

Protesto em Londres
Protesto em Londres

De forma deliberada e com uma motivação ideológica clara, os governos estrangulam ou estrangularam serviços públicos fundamentais, elegendo os funcionários públicos como bodes expiatórios, para apresentarem, em seguida, a privatização como solução óbvia e inevitável. Sacrifica-se a qualidade, a segurança e a sustentabilidade, provocando, invariavelmente, uma deterioração generalizada da qualidade de vida dos cidadãos.

Um alegre protesto em Madri
Um alegre protesto em Madri

As consequências mais devastadores registam-se nos países obrigados, por credores e instituições internacionais (como a Troika), a proceder a privatizações massivas, como contrapartida dos planos de «resgate».

Greve em Israel

Catastroika evidencia, por exemplo, que o endividamento consiste numa estratégia para suspender a democracia e implementar medidas que nunca nenhum regime democrático ousou sequer propor antes de serem testadas nas ditaduras do Chile e da Turquia. O objectivo é a transferência para mãos privadas da riqueza gerada, ao longo dos tempos, pelos cidadãos. Nada disto seria possível, num país democrático, sem a implementação de medidas de austeridade que deixem a economia refém dos mecanismos da especulação e da chantagem — o que implica, como se está a ver na Grécia, o total aniquilamento das estruturas basilares da sociedade, nomeadamente as que garantem a sustentabilidade, a coesão social e níveis de vida condignos.

Se a Grécia é o melhor exemplo da relação entre a dividocracia e a catastroika, ela é também, nestes dias, a prova de que as pessoas não abdicaram da responsabilidade de exigir um futuro. Cá e lá, é importante saber o que está em jogo — e Catastroika rompe com o discurso hegemónico omnipresente nos media convencionais, tornando bem claro que o desafio que temos pela frente é optar entre a luta ou a barbárie.

Asssista um filme que explica bem uma política que apenas beneficia 1% da populacão – os ricos. Clique aqui