Terrorismo da imprensa golpista contra a visita do Papa

Que estúpidos! A imprensa nojenta quer botar medo no Papa. Sinal de que não conhece Francisco, o papa que tem os desvalidos no coração. O papa que ama Jesus.

Covardes terroristas! A imprensa sebosa quer botar medo no povo. Sinal de que não conhece as multidões. O Rio de Janeiro vai reunir mais de 2 milhões de fiéis. Não cola a mentira de que o brasileiro não é cristão. Nem a sinistra farsa de “bênçãos entre protestos”.

Os protestos param antes da chegada de Francisco. E só recomeçam depois que o Papa chegar na mais santa paz no Vaticano.

O Papa é um aliado do pobre povo pobre do Brasil. Inimigo do povo é a imprensa vendida, colonialista, conservadora, direitista, golpista, elitista, corrupta, mentirosa, que faz propaganda marrom, que espalha boatos como balões-de-ensaio, que defendeu a ditadura de 64, e quer privatizar o Brasil. Entregar o Brasil aos piratas de diferentes bandeiras.

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O brasileiro gosta de verdura. Nos tempos de Delfim, crescia a cenoura, crescia a inflação. Com Dilma, estoura o tomate, estoura a inflação

Nos meus tempos de Sertão, o matuto dizia que verdura era capim. Ninguém comia. Com certeza, na cesta do povo não entra tomate. Nem cenoura.

Os preços aumentados da água engarrafada, dos medicamentos, dos serviços essenciais não contam.

Veja quantas manchetes safadas:

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Agências nacionais de regulação entram em greve. Ninguém vai perceber

Podem ficar em greve por toda eternidade. O Brasil está entregue aos corsários e piratas, e as agências (as Anas) abrem as pernas.

Conforme o presidente do Sinagências, João Maria Medeiros, os grevistas reivindicam igualdade com as outras carreiras de Estado e subsídio como remuneração, “porque é a forma como o governo paga as carreiras estratégicas, a exemplo de deputados e senadores”, além de outras mudanças institucionais. “Queremos fortalecer a carreira, nossa carreira hoje é muito frágil”, afirmou.

Participam do movimento dez agências reguladoras, mas a greve começou, efetivamente, na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Segundo o Sinagências, aproximadamente 30% dos servidores da sede da Anvisa, em Brasília, aderiram à greve. O sindicato estima que 50% dos funcionários da agência tenham aderido, em todo o país. Os organizadores também acreditam que a adesão seja de 40% dos servidores na Aneel e de 30% na Antaq. “A expectativa é que, até o final do dia, a gente tenha um desenho do percentual de adesão”, disse João Maria Medeiros, presidente do Sinagências.

As agências – ninguém sabe quantas Anas existem -, na sua maioria, foram criadas por Fernando Henrique. E são autônomas. Quer dizer: autárquicas, livres. Ninguém manda nelas. Nem a presidente Dilma Rousseff, nem o Congresso, nem a Justiça.

Chegou a hora de mostrar serviço. Estão todas deitadas em berço esplendido:

Foto da corte grevista em São Paulo
Foto da corte grevista em São Paulo