Em São Paulo sem água, um bando de terroristas pede sangue

Passeata em Sampa. Imaginei que  para reclamar a falta de água.

E coisa rara, sem pancadaria da polícia e sem infiltrados e espionagem.

 

Viva a PM! Viva Bolsonaro! Viva Lobão!

 

gorila

 

por Fábio Chap

Acabei de voltar de uma manifestação em que:

– 93% dos presentes gritavam: ‘Viva a PM! Viva a PM!’

– 52% dos presentes pediam a intervenção militar, ou seja, o retorno da ditadura militar no Brasil

– 97,8% dos presentes comemoraram quando foi dito no megafone que o congresso derrubou  a ‘medida bolivariana’ da Dilma que propunha participação popular na política brasileira

– Foi anunciado no carro de som que a ‘Fulana de Alguma Coisa’ tinha perdido seu cartão de crédito e poderia retirar no próprio caminhão. (Adoro manifestações em que eu posso recuperar meu cartão de crédito quando o perco.)

– 94% aplaudiu fervorosamente o Lobão quando ele subiu no carro de som

– 86% aplaudiu fervorosamente o filho de Bolsonaro, e ficou gritando: ‘Bolsonaro! Bolsonaro! Bolsonaro!’

– Discuti com uma mulher que cismou que eu era comunista quando eu disse que o Aécio bateu na esposa. Ela disse que eu preciso estudar mais e que se ele bateu na esposa, isso é problema particular deles, não nosso

– Uma menina bonita e bem vestida, por volta dos 20 anos, disse que o PT acabou  com a juventude dela

– Uma mulher começou a gritar ‘Dilma, Dilma, Dilma’ e ouviu de contra-argumento que ela era maconheira, sapatona e vagabunda. O homem que a xingou estava vestido de azul e deveria ter por volta de seus 60 anos.

Nesses rolês eu aprendo muito sobre o ÓDIO. E quanto mais eu vejo essas pessoas odiosas vomitarem suas verdades pequenas e particulares, mais eu desejo que elas descubram um pouco mais sobre o amor.

Quem sabe um dia.

 

Hidrante como enfeite

 

Boca de incêncio
Boca de incêncio

O governador Geraldo Alckmin mandou a polícia militar não reprimir a passeata. Ora, ora, era uma passeata favorável à polícia.

Estavam proibidos desta vez, o uso de bombas de efeito moral, balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo.

O governador aprovou apenas o uso de canhões de água contra os petistas, que não apareceram.

Os soldados estaduais testaram os hidrantes para ligar suas mangueiras. Não encontraram nenhum em funcionamento.

Alckmin ainda acredita que existe água em São Paulo.

E se acontecer um incêndio?

 

Os filhos da mídia foram protestar na Paulista

 

gorilas

 

por Paulo Nogueira

 

Os filhos da mídia foram neste sábado para as ruas protestar contra, bem, contra sei lá o quê.

Contra terem perdido nas urnas e, portanto, contra a democracia.

Disse “filhos”, mas poderia ter dito “vítimas”.

Porque em sua louca cavalgada antidemocrática eles foram intoxicados mentalmente pelo que a mídia deu nestas últimas semanas.

Eles pareciam saídos das páginas da Veja e dos comentários de gente como Jabor.

Pediam o impeachment de Dilma pelo caso Petrobras.

São os efeitos colaterais da capa criminosa que a Veja deu às vésperas das eleições.

Os manifestantes da Paulista tomaram aquilo como uma verdade indiscutível.

Isso mostra que é necessário aplicar uma punição exemplar à Veja. É uma tentativa de golpe branco fazer o que a revista fez – sem uma única prova – em cima de uma eleição tão disputada.

A Veja tem que enfrentar – rapidamente — as consequências do que fez. Ou vamos esperar que um lunático, inspirado pela revista, comece a matar petistas?

A mídia está também por trás do disparatado pedido de auditoria de votos feito pelo PSDB.

Os tucanos só fizeram isso por saberem que têm as costas quentes com a imprensa. Ou então se refreariam antes de atentar contra as instituições com um pedido tão esdrúxulo.

As dúvidas não resistem a um minuto de reflexão. Considere. O Datafolha deu, na véspera, 52% a 48% para Dilma. A diferença ficou nos decimais: 51,64% versus 48,36%.

A desconfiança nasce também, assinale-se, de trapaças do PSDB não devidamente cobradas pela mídia.

Aécio usou dados enganosos de uma pesquisa do instituto Veritás que lhe dava ampla vantagem em Minas, onde perdera no primeiro turno.

O dono do Veritás avisou que era um erro, ou crime, utilizar os números que Aécio brandiu publicamente, nos debates, contra Dilma. O estatístico também.

E mesmo assim Aécio não se deteve.

O que pensa um fanático antipetista quando vê uma coisa dessas? Num dia, numa pesquisa, seu candidato está ganhando amplamente em Minas. No dia seguinte, no mundo real, o candidato perde.

Farsa, é a conclusão.

E a frustração se converte em raiva depois que analistas afirmam que Aécio perdeu a presidência por causa dos votos que não teve em Minas.

Manifestações como a de hoje mostram como a sociedade está sendo agredida por uma mídia interessada apenas na manutenção de seus formidáveis privilégios.

Pensava-se que o ataque da mídia à democracia cessaria com as eleições.

Não cessou.

É hora de o Estado proteger a democracia, antes que seja tarde demais.

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Leia também: “Se eu fosse você, temeria pela sua integridade física”: nosso repórter na manifestação pelo impeachment em SP

 

Será que vai ter água?

 

Sergei Tunin
Sergei Tunin

DE LA CALLE AL CONGRESO. Líderes estudiantiles chilenos buscan ser diputados

[No Brasil, os líderes estudantis são presos. E fichados, pela polícia, como membros de facções criminosas. O Brasil é mais pinochetista que o Chile]

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A poco más de un mes de convertirse en madre primeriza, Camila Vallejo cierra su campaña a diputada por la populosa comuna de La Florida, donde ella creció.

Sube al escenario sonriente, con jeans y su cabello a medio recoger, pero ahora no le habla sólo a estudiantes. Padres, niños y ancianos se congregaron para escuchar a una de las mayores figuras del movimiento estudiantil que en 2011 sacó a miles de personas a las calles, en reclamo de una educación pública, gratuita y de calidad.

En la tarima, Camila, de 25 años y egresada recién de Geografía, llama a todos a votar el domingo y afirma que éste es el “inicio de una nueva primavera, de un nuevo ciclo político en Chile” con la misma convicción con la que llamó a derribar el sistema educativo heredado de la dictadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

Vallejo, que saltó a la fama tras presidir la poderosa Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile, postula por el Partido Comunista, que para esta elección se unió al pacto Nueva Mayoría, la coalición de la exmandataria socialista Michelle Bachelet, favorita para ganar la elección presidencial del domingo, que se realiza junto con la parlamentaria.

Su apoyo a Bachelet es visto por algunos como una traición. En enero de 2012, afirmó que “jamás estaría dispuesta a hacer campaña por Bachelet ni llamar a los jóvenes a votar por ella”.

Pero ahora la respalda con fuerza. En sus carteles aparece apoyada en su hombro, bajo el lema “juntos vamos al Congreso”.

“Es una decisión política que asumimos para poder hacer viable y materializables las demandas de la calle en un futuro gobierno, en un futuro parlamento”, explica Vallejo en una entrevista con la AFP.

El Partido Comunista, relegado por años de la primera línea de la política chilena, resolvió tempranamente apoyar a Bachelet, a cambio de asegurar el respaldo a sus candidatos al Parlamento, entre ellos Vallejo, que tiene casi asegurada su elección.

Un camino distinto

El expresidente de la federación de Estudiantes de la Universidad Católica Giorgio Jackson optó por un camino distinto. Formó un movimiento político, Revolución Democrática, y decidió postularse como independiente por la comuna de Santiago, al no lograr un acuerdo con Nueva Mayoría para definir los candidatos de la comuna en primarias.

Pero por expresa petición de Bachelet, el pacto no inscribió competidores en esa comuna, apoyando a Jackson, que a sus 26 años y recién titulado como Ingeniero Civil, tiene también casi asegurada su elección

“No quiero ser un espectador, sino un actor. Y ser un actor es también asumir responsabilidades y poder aprovechar esa responsabilidad”, dice Jackson a la AFP, tras reunirse con un grupo de amas de casa y jubiladas en un club social de Santiago, a la mitad de su campaña.

El movimiento que lo apoya, integrado por jóvenes profesionales desconfiados de los partidos políticos tradicionales, resolvió no apoyar a Bachelet aunque en una eventual segunda vuelta Jackson ha señalado que apoyaría a la exmandataria, que ha comprometido una profunda reforma educacional.

De las calles al Congreso

En 2011, Giorgio y Camila lideraron más de 40 multitudinarias marchas por Santiago, haciendo tambalear el gobierno del derechista Sebastián Piñera. Camila deslumbró al mundo por su belleza, la convicción y serenidad para plantear la necesidad de cambios radicales.

Giorgio, por su parte, fue alabado por su templanza pero también por el manejo de cifras y elementos técnicos. Otros dirigentes estudiantiles de esa época, como la comunista Karol Cariola, y los independientes de izquierda Gabriel Boric y Francisco Figueroa postulan también al congreso.

¿Qué aprendieron de la calle?

“Aprendí a desconfiar. Aprendí a organizarme, aprendí a presionar y también aprendí a comunicar algunas cosas. Y a escuchar mucho, eso es lo que uno más hace”, dice Jackson a la AFP.

Ahora, desde el Congreso, ambos buscan ser la voz de los estudiantes pero también de otros movimientos sociales que irrumpieron a la par de los estudiantes.

“La educación fue mi leitmotiv para poder ingresar al parlamento, es mi razón, pero ya avanzando en el tema educacional, yo creo que también hay otros temas, el tema de las pensiones, el tema de la salud, que viven la misma crisis que la educación y también los temas medioambientales”, dice Camila, que debió hacer un alto en el acto para amamantar a su pequeña hija, Adela.

(República, Uy)

MARCHA ESTUDIANTIL A 40 AÑOS DEL GOLPE MILITAR

CADÁVER DE PINOCHET GOVERNA O CHILE DOMINADO POR UM GOVERNO DE ZUMBIS E UMA DAS POLÍCIAS MAIS VIOLENTAS DO MUNDO

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Jueces chilenos pidieron perdón por omisiones en la dictadura de Pinochet

[Quando a Justiça brasileira vai fazer o mesmo? Até a Globo pediu perdão]

La dictadura de Augusto Pinochet dejó poco más de 40 mil víctimas, tres mil 200 fatales, entre las que se incluyen todavía un millar de desaparecidos forzados. Los jueces solicitaron al actual presidente de la Corte Suprema, Milton Juica, hacer también un pedido de perdón.

Durante la dictadura de Augusto Pinochet, unas 40 mil personas resultaron víctimas de violaciones a los derechos humanos
Durante la dictadura de Augusto Pinochet, unas 40 mil personas resultaron víctimas de violaciones a los derechos humanos

La Asociación de Magistrados del Poder Judicial de Chile pidió perdón este miércoles a las víctimas de la dictadura de Augusto Pinochet y sus deudos “por acciones y omisiones cometidas” durante el régimen militar (1973-1990).

“Ha llegado la hora de pedir perdón a las víctimas, sus deudos y la sociedad chilena”, dijo la agrupación de jueces en una inédita declaración pública a 40 años del golpe de Estado que derrocó el gobierno del socialista Salvador Allende e instaló la dictadura de Pinochet, el 11 de septiembre de 1973.

“Hay que decirlo y reconocerlo con claridad y entereza: el Poder Judicial y, en especial, la Corte Suprema de la época, claudicaron en su labor de tutelar los derechos fundamentales y proteger a quienes fueron víctimas del abuso estatal”, agrega la declaración.

La dictadura de Augusto Pinochet dejó poco más de 40 mil víctimas, tres mil 200 fatales, entre las que se incluyen todavía un millar de desaparecidos forzados.

“La inadmisibilidad o el rechazo por parte de nuestros tribunales de miles de recursos de amparo, muchos de los cuales fueron fundadamente interpuestos en nombre de compatriotas de cuya suerte nunca más se supo, la negativa sistemática a investigar las acciones criminales perpetradas por agentes del Estado y la renuencia a constituirse personalmente en centros de detención y tortura, sin duda alguna, contribuyeron al doloroso balance que en materia de derechos humanos quedó tras ese gris período”, agregaron.

En la nota, los jueces solicitan al actual presidente de la Corte Suprema, Milton Juica, hacer también un pedido de perdón.

“La respuesta que esperamos aliviará a las actuales y futuras generaciones de magistrados de la vergüenza y oprobio anudados a este capítulo de nuestra historia”, agrega la declaración.

Organizaciones sociales y movimientos civiles chilenos celebran este miércoles el 43 aniversario de la victoria del expresidente Salvador Allende, un Gobierno enmarcado en la participación política del pueblo y de reivindicación ciudadana.

Salvador Allende, quien fuese electo presidente de la República de Chile el 4 de septiembre de 1970, inició una transformación política y social para el pueblo chileno, ávido de justicia e igualdad. Sin embargo sus trabajos por el bienestar social fueron truncados tras ser víctima hace 40 años del golpe de Estado líderado por el dictador Augusto Pinochet, quien instaló su dictadura el 11 de septiembre de 1973.

Primeiro de Maio no Chile. Os anjos de asas negras de Pinochet

Os zumbis de Pinochet
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CORREDOR POLONÊS
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UM, DOIS, UM, DOIS, O POVO QUE MARCHA UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO
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OS ANJOS BATEM SUAS ASAS
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PRIMEIRO ELIMINAR AS PROVAS
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TODO JORNALISTA FOTOGRÁFICO UM INIMIGO
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