SENADOR TUCANO MANDA BLOGUEIRO IR À PQP

O senador de boca suja falta com o decoro parlamentar. Já pensou se o blogueiro tivesse devolvido todas as palavras de baixo calão?  Eu responderia à altura. Posso falar, porque ninguém jamais me chamou de ladrão.

Senador Aloysio (300 mil), e o seu envolvimento?

por Paulo Henrique Amorim

 

O Conversa Afiada recebeu do amigo navegante Joaquim essa preciosidade:

O Senador Aloysio (300 mil) é cotado para ser vice do Arrocho Neves.

Se não for o Cerra.

Como diria o Emir Sader, que fase!

Diz o Joaquim:
Paulo, olha que beleza !!!

Camaradas,

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) foi abordado por um assessor da deputada Érica Kokay, o qual é também blogueiro, que perguntou a ele das CPIs de São Paulo.

O assessor é o Rodrigo Grassi, mais conhecido como Rodrigo Pilha – o mesmo que hostilizou Joaquim Barbosa, tempos atrás, em um restaurante.

Aloysio Nunes fez mais do que perder a paciência: xingou o blogueiro (está no Youtube), tentou agredi-lo fisicamente e, depois, chamou a polícia legislativa para prender o Rodrigo.

Avaliem aí, mas acho que vale a pena repercutir. (Transcrevi trechos)

 

 

 

Jornalista tem apoio dos funcionários contra senador que retirou a assinatura da CPI do cartel do metrô de São Paulo

por Rodrigo Pilha

Fernando Brito: Deprimente o gesto do senador Aloísio Nunes Ferreira, líder do PSDB, de assinar e depois riscar seu nome na lista para a criação de uma CPI para apurar a corrupção na compra dos trens do Metrô e da CTPM paulistas.
Fernando Brito: Deprimente o gesto do senador Aloísio Nunes Ferreira, líder do PSDB, de assinar e depois riscar seu nome na lista para a criação de uma CPI para apurar a corrupção na compra dos trens do Metrô e da CTPM paulistas.

 

 

“Menino! Passei a noite sem dormir e chorando preocupada com o que fizeram com você”.

Meu coração disparou e apertou quando escutei essas palavras espontâneas e sinceras de uma senhora de cabelos brancos que eu não conhecia, mas que testemunhou a violência que sofri dos policiais do Senado, dentro de um ônibus cheio de trabalhadores(as) que se dirigiam para a rodoviária do Plano Piloto.

Na noite da quinta-feira, ouvi essas palavras enquanto a senhora – com idade e carinho que poderiam ser da minha avó – me abraçava e me dava um beijo na bochecha vermelha de timidez e de surpresa, mas também de alegria por sentir o calor da solidariedade e da generosidade vindas de alguém que sabe o que é opressão e que, naquele ônibus do qual fui arrancado, se identificou comigo.

Enquanto a senhora falava e deixava meus olhos marejados, colegas dela, do setor de limpeza da Câmara, com o uniforme cinza que os caracteriza, se aproximavam e, com sorrisos largos, me passavam a sensação de receber um abraço enorme… de muitos braços e bem apertado…

Nos dias de hoje, dominados pela frieza pragmática e calculista, é até difícil imaginar uma cena como essa acontecer no mundo real. Pois eu tive a sorte e o privilégio de viver isso DOIS DIAS seguidos.

Na quarta-feira, menos de 24h após ter sido solto pela Guarda Pretoriana do Senado, fui abordado pelo Bruno Varão, um dos trabalhadores que estava no ônibus e que ME DEFENDEU dos policiais (“Peraí, não bate no cara, não!”). Bruno também trabalha na Câmara e, ao me ver no corredor, me cumprimentou e se disse arrependido de ter deixado me arrastarem do ônibus. Além disso, se dispôs a ser minha testemunha num eventual processo judicial.

Pra terminar esse texto que já está longo, tenho que dizer que estas pessoas humildes – invisíveis para a maior parte dos senadores, deputados e grande mídia – foram FUNDAMENTAIS para que eu não fosse espancado ali mesmo no ônibus pelos jagunços do Senado.

Trabalhadores salvando trabalhador!

“Minhas pernas são bastantes fortes
Como de todo trabalhador
Os meu braços são de aço
Como os de todo operário
Sou um trabalhador, sou sim!
Eu tenho uma alma que dseja e sonha”
(Mundo Livre S/A)

Senador Aloysio xinga e manda prender blogueiro

Blogueiro acusa Aloysio de envolvimento do cartel dos metrôs em São Paulo, que reage: ‘vai pra PQP’

Blogueiro abordou senador e questionou cartel
Blogueiro abordou senador e questionou cartel
Aloysio assinou requerimento de abertura de CPI para investigar cartel em São Paulo, mas depois retirou o nome
Aloysio assinou requerimento de abertura de CPI para investigar cartel em São Paulo, mas depois retirou o nome

 

por Heitor Mazzoco/ Diário da Região/ Rio Preto

 

O senador rio-pretense Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) considera ter sido “vítima” do blogueiro Rodrigo Pilha, ex-assessor de uma deputada do PT, que o teria provocado ao questionar suposto envolvimento no cartel dos metrôs em São Paulo. Após fazer o questionamento ao senador, Pilha foi xingado: “Vai pra puta que o pariu. Vou te meter o cacete”, disparou Aloysio, que depois deu ordem de prisão ao militante.

Em vídeo divulgado na internet, Grassi aborda Aloysio nas galerias do Congresso Federal e pergunta sobre a importância das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs).

Na sequência, pergunta o que levou o PSDB a arquivar 70 CPIs no governo de São Paulo. Aloysio disse que existem outros meios de investigação e encerra a entrevista. Pilha, então, fala sobre o suposto cartel de metrô e diz que o senador é suspeito. “Vá pra puta que pariu”, gritou o tucano, que ainda o chamou de “vagabundo”. Correndo, Pilha responde questionando o PSDB. “O que é isso? O senhor está querendo me agredir. Essa é a liberdade de imprensa do seu partido? Vai para a internet”, afirma.

O Diário entrou em contato com a assessoria de Aloysio solicitando uma entrevista, mas não obteve retorno. Por meio de nota em seu site oficial, o tucano disse que foi ofendido com grave injúria. “Fui vítima do ex-assessor da deputada do PT Erika Kokay (DF), Rodrigo Grassi. Sob o pretexto de me entrevistar a respeito de Comissões Parlamentares de Inquérito, ofendeu-me com uma grave injúria, uma acusação mentirosa e insuportável. Diante da ofensa, tentei segurá-lo até que a segurança do Senado acudisse”, disse.

Pelo microblog Twitter, Aloysio disse ainda que o vídeo postado por Grassi foi editado para prejudicá-lo. O ex-assessor ficou conhecido por ofender o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, em um restaurante de Brasília.

O Diário procurou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que informou que, até então, nenhuma medida seria tomada, por meio de assessoria. Nesta quarta-feira, 7, Aloysio assinou requerimento de abertura de CPI para investigar cartel em São Paulo, mas depois retirou o nome, dizendo que assinou na esperança de que contratos da Alstom em outros estados, como Distrito Federal e Bahia, também seriam investigados.

 

As palavras do senador pornográfico correm pela internet
As palavras do senador pornofônico correm pela internet
VEJA CARICATURA DO SENADOR
VEJA CARICATURA DO SENADOR