Rezar é a única alternativa quando asteroides estiverem próximos a Terra. Rezar é a única alternativa para os pobres quando chove no Brasil

MAIS DE 50 MORTES
MAIS DE 50 MORTES

Tem autoridade bunda suja que costuma dizer que pobre gosta de morar em área de risco, e rico em área sem nenhum risco, e super super valorizada, super super protegida.

Mais de 50 pessoas morreram soterradas ou afogadas em Petrópolis. Uma gente pobre de marré deci. Veja a paisagem. Veja a cara de pobreza dos moradores:

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Bombeiros resgatando um cadáver
Bombeiros resgatando um cadáver
Outro cartão postal da pobreza. Prova que não se faz nada que preste para o povo
Outro cartão postal da pobreza. Prova que não se faz nada que preste para o povo

Rico não tem medo de enchente nem de chuva. Se faz frio acende a lareira e curte um bom vinho. Que é bom fazer amor em noite de chuva.

Rico no Brasil não corre nenhum risco. Nem quando rouba e mata. Não tem medo de satanás. Nem de asteroides.

O Brasil enriquece os industriais da chuva e os industriais da seca. A desgraça do pobre sempre foi transformada em bonança para os corruptos. Principalmente prefeitos e governadores comedores de verbas, que vivem no luxo e na luxúria.

Escreve Rafaela Possebon: Nos últimos anos e principalmente meses, um assunto vem assustando a população mundial: os objetos que circulam no espaço. De acordo com o diretor da Agência Espacial Americana (Nasa), Charles Bolden, quando um asteroide estiver a caminho da Terra só há uma alternativa: rezar.

Bolden disse aos legisladores na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos que rezar é o que podemos fazer quando asteroides ou meteoros desconhecidos estiverem em rota de colisão com o nosso planeta.Tal explanação veio junto a um pedido da Nasa para que o governo americano financie programas para detectar e desviar objetos que estejam próximos da Terra.

Apesar de já muito discutido anteriormente, as ameaças do espaço só se tornaram mais agravantes após a queda de um meteorito na Rússia no dia 15 de fevereiro, ao qual deixou muitas pessoas feridas além de estragos materiais.

Os políticos, preocupados com os fenômenos, convidaram o diretor da Nasa para falar sobre o programa espacial e também sobre métodos de prevenção contra objetos vindo do céu.

Os legisladores acabaram não gostando muito do que foi ouviram, porém, deputados governistas e da oposição se mostraram bastante receptivos a ideia de injetar mais recursos para tentar evitar tragédias.

Vale lembrar que a Nasa, atualmente, consegue detectar cerca de 95% dos grandes asteroides que passam perto do nosso planeta, isto é, somente aqueles que possuem diâmetro igual ou superior a 1 Km. Diferentemente dos asteroides pequenos, aqueles que apresentam apenas 50 metros de diâmetro, ao qual somente 10% foram detectados.

Os asteroides que possuem potencial para destruir a Terra, em média, atingem a Terra a cada 1000 nos. “Pelas informações de que dispomos, não sabemos quando um asteroide ameaça a população dos EUA”, afirmou John Holdren. “Mas se acontecer nas próximas semanas, rezem”, aconselhou.

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[Jamais a imprensa e as autoridades apresentarão a lista dos mortos ou divulgarão os retratos, os bonecos na gíria jornalística. Serão sempre pobres desconhecidos, miseráveis anônimos]

BRA_DSM kiss a melhor homenagem e condenar todos os culpados pela tragédia. Todos

Nem começou o inverno, e a chuva em Petrópolis matou dez e há uma lista não divulgada de desaparecidos. Nunca chove na medida desejada pelas autoridades corruptas

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Fotos do jornal Tribuna de Petrópolis
Fotos do jornal Tribuna de Petrópolis

A Defesa Civil do Rio de Janeiro deslocou 100 homens para a região serrana do Estado, para auxiliar nas buscas às vítimas das fortes chuvas que atingem a cidade de Petrópolis desde a noite de ontem. Deslizamentos de terra nos bairros Bingen e Quitandinha deixaram, pelo menos, 10 mortos, segundo dados confirmados pela Defesa Civil. Há informações de outras pessoas desaparecidas.

Desde ontem, choveu em Petrópolis mais do que o previsto para todo o mês de março, e a perspectiva é que a chuva persista nesta segunda-feira, de acordo com a própria Defesa Civil. A chuva segue intensa na região, nesta manhã.  Por isso, Petrópolis, assim como Teresópolis, Nova Friburgo e demais cidades da região serrana estão em estado de alerta. Em 2011, temporais que atingiram essas cidades mataram mais de 1 mil pessoas, no maior desastre natural da história do Rio de Janeiro.