Visibilidade em primeiro lugar, CNJ

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O CNJ e as unidades judiciárias do Brasil dão transparência a seus processos internos e ações por meio de leis, resoluções e recomendações. O objetivo dessa política de visibilidade é deixar acessível aos cidadãos todas as informações sobre o trabalho do órgão e os gastos da Justiça brasileira.

Por que tudo que acontece em Pernambuco é secreto. Qualquer jornalista que falar dos atos e fatos do Governo do Estado pode terminar preso. Ou a cabeça entregue em uma bandeja de prata pelas Salomés das empresas jornalísticas?

Quanto o governador Eduardo Campos gasta em propaganda, em publicidade, em pesquisas de opinião pública, investigando o que povo faz e pensa?

Quem lucra com a orquestração da violência?

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Que se pretende com a orquestração da violência no Brasil?

Demonstrar que o crime, comandado por um imaginário PCC nacional, está fora de controle. Que existe um governo paralelo. E para combater esse poder dos presidiários nasceram os projetos de “pacificação” das favelas com os muros dos guetos, da segregação racial.

A orquestração justifica as chacinas policiais. Uma política de mais cadeias e menos escolas, que o ensino público está sucateado e comandado pela corrupção. Pesquisas fajutas de opinião pública indicam que o povo pede a volta da ditadura militar.

Tanto en los Estados Unidos como en Canadá ha habido esfuerzos sostenidos de grupos de base para destacar las injustas encarcelaciones en masa y la criminalización de la gente pobre, sobretodo la gente pobre de color, en cuanto a detenciones relacionadas con drogas. Pero se ha encontrado muy poco análisis sobre las razones detrás de los mecanismos de esta guerra y el impacto económico que tiene sobre México y más allá.

Incluso antes de que la retirada de Irak o Afganistán se hubiera alcanzado, los Estados Unidos ya estaban involucrados en una serie de conflictos desde la frontera norte de México hasta Perú. Tanto los gobiernos como los medios de comunicación la han catalogada como la “Guerra contra las drogas.” Es importante examinar como la creciente “Guerra contra las drogas” se conecta con la expansión de empresas transnacionales que toman control de mercados, obreros y recursos naturales.

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En Honduras cuatro indígenas fueron asesinados a balazos en mayo, cuando la policía hondureña abrió  fuego desde un helicóptero del Departamento de Estado estadounidense, todo bajo la supervisión de agentes uniformados de Estados Unidos. En México con la orientación de Estados Unidos, Canadá, Israel y Colombia, la policía y el ejército han sido transformados.

En Colombia la guerra ha durado ya cuatro décadas y se han gastado billones de dólares estadounidenses, pero ahora se está calificando como lucha contra el crimen. Durante la década de los 1980s el Estado colombiano se convirtió en un estado paramilitarizado, en un proceso que según el historiador German Alfonso Palacio Castañeda”se manifiesta con amenazas, atentados y asesinatos selectivos y masacres colectivas de funcionarios gubernamentales (principalmente pero no exclusivamente de la izquierda), y de líderes políticos populares, obreros, campesinos, profesores, activistas de derechos humanos y miembros de organizaciones no gubernamentales.”

En la forma de financiación para programas antinarcóticos, la asistencia de EE.UU. en Colombia resultó en el fortalecimiento de grupos paramilitares y de policías no oficiales, los cuales según informes patrullaban junto al ejército de Colombia y se vieron involucrados en la gran mayoría de masacres y desplazamientos forzados en el país.

“Decir que la guerra contra las drogas ha fracasado es no entender algo,” comentó Noam Chomsky, en un discurso en el mes de mayo. “Uno tiene que preguntarse qué está en la mente de los planeadores ante tanta evidencia de que no funciona lo que dicen que están intentando lograr. ¿Cuáles son las intenciones probables?”

Los comentarios de Chomsky apuntan hacia un área urgente de investigación para los y las activistas y periodistas que desean entender las guerras actuales contra las drogas. Cada vez es más claro que hay mucho trabajo por hacer para reconstruir juntos los motivos de la militarización liderada por Estados Unidos en las Américas.

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Carlos Chagas denuncia a conspiração golpista. Tem até pesquisa de que o brasileiro quer a ditadura de volta

Tenho procurado desvendar a trama. Que tem por trás a mesma Escola das Américas. O Brasil continua enviando alunos. Não entendo porque Dilma permite.

A conspiração visa derrubar os presidentes da Venezuela, Bolívia, Equador, Argentina e Brasil.

A nova onda nazi-fascista começou em Honduras. Partiu da justiça, para empossar um milico. O golpe do Paraguai foi parlamentar.

Não concordo com a lista de Carlos Chagas. Mas “há qualquer coisa no ar, além dos aviões de carreira.”

VAMOS AOS FATOS

por Carlos Chagas

Seria bom não partir para a negativa absoluta por conta da nova disposição de muitas peças nesse xadrez do absurdo, porque o tabuleiro e as peças são as mesmas. Antes de rir e chamar de perturbado quem ouse fazer um raciocínio assim, seria bom atentar para os fatos.

Claro que não serão as Forças Armadas a prestar-se ao papel de algozes das instituições democráticas, mas aí estão as forças sindicais mancomunadas com as forças econômicas, dispostas, ambas, a sacrificar qualquer aparência de legalidade institucional em favor de seus interesses. Diante da proximidade de alterações fundamentais no modelo neoliberal e globalizante de ganhar dinheiro, quem duvida de que as classes privilegiadas deixariam de apoiar um golpe para trazer o Lula de volta, se está assentado na ilusão das massas?

Se Dilma e Aécio vierem a prometer, em suas campanhas, acabar com a farra da especulação financeira, com a malandragem das privatizações, os privilégios das elites e a predominância dos interesses internacionais sobre a soberania nacional, estarão abrindo o caminho para o Lula.

Caso anunciem a hipótese de limitar o lucro dos bancos, ou de suspender o pagamento da dívida interna para a realização de ampla auditoria, acontecerá o quê? Mais ainda, se apontarem como saída para extinguir a exclusão social que ainda atinge milhões de brasileiros o estabelecimento do imposto sobre grandes fortunas, ou a participação efetiva dos empregados no lucro das empresas, quem sabe até a taxação do capital estrangeiro especulativo e predador, hesitariam os prejudicados em golpear o processo democrático?

No fundo de tudo, é claro, surgirá alguém que, “em nome da prosperidade, das legítimas aspirações do povo, da paz política e social, da unidade nacional” se disponha a encarnar os privilégios de sempre. Esse alguém já existe. Terá encomendado aos seus companheiros de plantão pareceres a respeito da possibilidade de atropelar Dilma, eliminar Aécio e, por mais sutileza que possa haver em manobras modernas para a obtenção de velhos objetivos, sua motivação permanece a mesma: o poder. Pode vir por aí um outro golpe de 37, mesmo à avessas.

Desta vez, sabe-se também de onde provirá o gesto que mata. Quanto à palavra que salva…

Chantagem ou extorsão? Ricardo Antunes tem um segredo que vale um milhão de dólares

Vários países democráticos proíbem os assessores de imprensa, os relações públicas, os marqueteiros, os publicitários, os propagandistas de exercerem a profissão de jornalista. Inclusive os que possuem diploma de bacharel em Jornalismo.

São Paulo (16 de octubre de 2012) – La Sociedad Interamericana de Prensa (SIP) finalizó hoy su 68ª Asamblea General con las conclusiones que resumen los riesgos y las principales dificultades que enfrenta la prensa en las Américas. Más de 500 delegados se reunieron durante cuatro días en esta ciudad para evaluar el estado de la libertad de prensa en el hemisferio occidental.

O que pretende a SIP? Um comércio de notícias sem interferências da justiça e do governo. Confira  .

A polícia de Pernambuco prendeu o jornalista Ricardo Antunes por negociar notícias com Antônio Lavareda.

Primeiro noticiou que houve uma espalhafatosa negociação para Ricardo Antunes tirar notícias do blogue Leitura Crítica. Isso não é crime. E o exorbitante preço de um milhão de dólares desacredita a armação.

Segunda versão: um milhão de dólares para  deixar de produzir matérias. O preço continua  desmedido,  demasiado, elevado, exagerado, excessivo, imódico.

Terceira versão: “publicava matérias que denegriam a imagem” de Antônio Lavareda. Acusa o delegado Darlson Macedo: “Ele (Ricardo Antunes) jogava informações falsas na ‘grande rede’ no intuito de sujar o nome do empresário (Antônio Lavareda). Desta forma, qualquer pesquisa feita com o nome do cientista político estaria ligada a algo negativo”.

“Grande rede”, em informática:

O termo genérico “rede” define um conjunto de entidades (objectos, pessoas, etc.) interligados uns aos outros. Uma rede permite assim circular elementos materiais ou imateriais entre cada uma destas entidades, de acordo com regras bem definidas.

Pode-se referir a palavra rede a vários assuntos, entre os quais: rede social. Relação entre os seres humanos. Ficou sugerido um bando de jornalistas criminosos. Uma quadrilha. Por que apenas Ricardo Antunes encontra-se preso incomunicável e proibido de escrever? Tem que prender toda rede, e já!

“Informações falsas” caracterizam crimes de injúria e/ou calúnia. Por que Lavareda não apresentou uma queixa-crime na justiça? Ficou esperando dias, meses, anos pela “extorsão”, enquanto seu nome estava sendo enlameado?  “Uma grande rede no intuito de sujar”.

No “intuito”.

Aquilo que se tem em vista:

1. alvodesejo, desígnio, escopofimfinalidade, fito, ideiaintenção, intento,metaobjetivoplanoprogramaprojetopropósito, tenção, vontade.

Intenção:

2. plano.

Quer dizer que não sujou. Ficou no “intuito”.

O “intuito” era melar as pesquisas de Lavareda. Ora, ora, praticamente todos os colunistas, comentaristas e editorialistas políticos criticam as pesquisas eleitorais. Inclusive cientistas políticos. Por que  Ricardo Antunes não pode fazer o mesmo? A maioria das pesquisas são fajutas. E  compradas, pagas por empresários, partidos políticos e candidatos.  Vide links.

Publica a Folha de Pernambuco: “Acusado de extorsão, o jornalista, blogueiro e colunista Ricardo Antunes foi preso  pela Polícia Civil (PC). Durante coletiva à Imprensa realizada na sede do Grupo de Operações Especiais (GOE), a polícia revelou que o profissional chantageava o cientista político e empresário Antônio Lavareda, publicando matérias que denegriam sua imagem”.

“Teoricamente, chantagem não deve ser confundida com extorsão, processo ao qual recebe-se dinheiro ou outro bem material por sob coerção física, psicológica ou até mesmo sequestro ou outro meio não menos criminoso, no entanto a diferenciação pétrea que separa esses dois crimes estão cada vez mais aproximados. A extorsão precisa de uma complementação por trás (como sequestro, tortura ou qualquer outra forma de coação) enquanto a chantagem dispensa completamente qualquer imposição.

Na maioria das vezes, chantagem é o processo em que uma pessoa (chantagista) faz com que outra (chantageado) faça algo para ela por meio do medo, geralmente para não revelar um segredo ou algum outro dado que possa ser comprometedor.

O termo chantagem vem do francês – chanter, isto é, cantar. Da gíria de malandros passou para a linguagem jurídica. Na realidade quem canta é a vítima sob ameaça”

Qual era o medo do banqueiro, empresário, cientista política, bacharel em política, sociólogo, pesquisador Antônio Lavareda?

Por que Lavareda, conselheiro de presidentes da República e ministros e secretários de Estado, governadores e prefeitos, em vez de procurar o conselho de um advogado, foi pedir o conselho da polícia do governador Eduardo Campos, com quem jantou na semana da prisão de Ricardo, dia 5 último, logo na antevéspera das eleições municipais?

“O delegado Darlson revelou como se deu a operação que prendeu o blogueiro. ‘O empresário nos procurou informando que estava sendo extorquido. Nós o orientamos sobre a postura a ser tomada diante a situação. Começamos a monitorar a negociação e levantamos vários materiais probatórios incontestáveis. Chegou a alegar que Lavareda devia dinheiro a ele, mas não há qualquer documento que comprove a afirmativa”.

É isso aí: falta comprovar que notícia, segredo ou dossiê vale um milhão de dólares.

Repórteres proscritos

por Dirceu Martins Pio

Sai a reportagem, entra a pesquisa. Alguém estabeleceu algo assim, por decreto, uns 20 anos atrás, e a cobertura da mídia às campanhas políticas virou esse ramerrão aí que todos vemos, entediados e sonolentos. Saiu a reportagem e junto com ela foram embora a emoção e aquelas previsões do jornalismo muito mais precisas porque baseadas nos eventos de bastidores e na opinião mais compenetrada de quem vota.

A reportagem – todo tipo de reportagem – tem de ser um dos grandes diferenciais dos impressos na competição com os meios digitais e eletrônicos, mas quanto mais a competição se acelera, menos reportagens os impressos publicam. Um bom texto de um repórter experiente pode valer mais que meia dúzia de pesquisas, do Ibope ou do Datafolha, e traz para reflexão dos eleitores muitas outras dimensões e conexões da política.

Em 1988, trabalhei como coordenador da cobertura da campanha política pela Agência Estado, que na época administrava a rede de sucursais e correspondentes do Grupo Estado de S.Paulo. O diretório nacional do Partido dos Trabalhadores era comandado por políticos do Rio Grande do Sul – Olívio Dutra, Tarso Genro – e todas as lideranças do partido entregavam-se ao esforço de eleger Luiza Erundina à prefeitura de São Paulo.

Tive a ideia de deslocar para São Paulo o chefe da sucursal do Estado em Porto Alegre: era Elmar Bones, um dos mais talentosos e experientes repórteres do país. Pedi-lhe: “Entreviste aí o comando do PT e depois venha a São Paulo, passe uma semana acompanhando os candidatos e depois escreva um texto tentando apontar quem vencerá as eleições”.

Repórteres substituídos pelo Ibope

Erundina travava uma guerra com Paulo Maluf, o grande favorito. A 30 dias do pleito, quem ousasse prever que Erundina venceria as eleições em São Paulo tinha tudo para ser internado num manicômio. Pois foi exatamente a um mês das eleições que Elmar Bones concluiu sua reportagem. Começava com uma frase de alerta de José Dirceu: “Sinto cheiro de Maria Luiza em São Paulo”. Maria Luiza Fontenele fora o azarão do PT nas eleições de 1985: chegou à prefeitura de Fortaleza, no Ceará, contrariando todas as expectativas.

Elmar Bones acompanhou por um dia cada candidato à prefeitura de São Paulo. Ouviu dezenas de eleitores e todas as lideranças partidárias. Percebeu, apurou, observou. Escreveu um texto carregado de emoção que falava principalmente da empolgação popular que cercava o líder metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva em passeatas pelas ruas de São Paulo. Quem lesse sua reportagem se convencia de que Luiza Erundina venceria as eleições, o que de fato aconteceu. Augusto Nunes comandava a redação do Estadão na época. Torceu o nariz para a previsão de Elmar Bones e providenciou para que o Estado aproveitasse quando muito dez linhas da reportagem. O texto de Elmar Bones foi salvo pelo Jornal da Tarde, que o publicou na íntegra.

Foi talvez a última iniciativa do gênero na imprensa brasileira. Os repórteres foram proscritos da cobertura das campanhas. Servem, quando muito, para fazer o registro diário de eventos banais, que não influenciam os resultados. Foram substituídos pelo Ibope, pela frieza dos números, pela assepsia das estatísticas. Uma pena.

(Transcrito do Observatório da Imprensa)

Que alguém responda à pergunta que não quer calar: Qual é a utilidade das pesquisas eleitorais?

FALTA DE DEMOCRACIA

Robert. C. Silva

Estas pesquisas eleitorais deveriam ser banidas do cenário eleitoral, pois induzem as pessoas a votar em candidatos que estão à frente. É um absurdo que a Justiça Eleitoral ainda não tenha se posicionado a respeito desta falta de democracia.

Obviamente, um povo que se contenta com baile funk e vota em Verônica Costa é de doer, são as pesquisas que provocam no povo o já ganhou. Então, para que votar? Foi por isso que anulei meu voto, depois de mais de 40 anos votando em candidatos.

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DEVIAM SER PROIBIDAS

Carlos Newton

Concordando com Robert. C. Silva, digo que há anos e anos escrevo a mesma coisa: as pesquisas eleitorais deviam ser proibidas. Em função da expectativa do chamado “voto útil”, as pesquisas induzem o eleitor a se posicionar entre os dois primeiros colocados, desprezando os demais. Essa é a realidade. Ninguém gosta de desperdiçar o voto, de jogá-lo no lixo. Por isso existem essa tendência à polarização.

Se não houvesse pesquisas, é claro que um candidato da qualidade de Gustavo Fruet (PDT) teria se saído melhor na disputa em Curitiba. O mesmo ocorreria em Florianópolis, onde era dada como certa a ida para segundo turno da candidata Angela Albino (PCdoB) para disputar com o candidato Cesar Souza (PSD), mas não foi isso que aconteceu. Cesar Souza vai enfrentar o Gean Loureiro (PMDB), que na pesquisa sempre esteve em terceiro lugar.

Essa tendência para a polarização é a grande desvantagem das pesquisas eleitorais. Se alguém souber alguma vantagem proporcionada por elas, por favor responda a essa pergunta que não quer calar.

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HÁ QUEM PAGUE

Nelio Jacob

Pesquisas são pagas, quem pagou tem que ser beneficiado. Todo sistema eleitoral brasileiro é falho propositalmente, é do interesse dos políticos. O horário eleitoral é antidemocrático devido a diferença de tempo entre os candidatos, as urnas eletrônicas deveriam dar um comprovante, que se necessário uma posterior conferência por questão de segurança.

Por que a distribuição de santinhos e panfletos nas ruas? Será que pelo fato de recebê-los os político acham que o eleitor vai votar nele? Acham sim, porque sabem que a maioria é alienada e imbecil, por isso continuam essa distribuição de panfletos.

Votar não devia ser obrigatório, Veja, na Venezuela não é obrigatório e compareceram às urnas 80% do eleitorado. Aqui no Brasil talvez comparecesse 50%, mesmo assim, o voto teria maior representatividade.

Mais erros clamorosos das pesquisas, que a grande imprensa não revela.

por Carlos Newton

Já assinalamos aqui no Blog da Tribuna alguns graves erros da pesquisas eleitorais, analisando exclusivamente o Ibope, que é o principal instituto. Seu maior erro, como todos sabem, foi não ter previsto a presença de Gustavo Fruet (PDT) no segundo turno de Curitiba.

Mas o Ibope errou também ao prever a vitória no primeiro turno de Arthur Virgílio (PSDB) em Manaus, o que não aconteceu. Erraram a votação dele em 20%, apenas… O Ibope também falhou anunciando também vitória de Nelson Pelegrino (PT) no primeiro turno em Salvador, se ele acabou em segundo lugar, atrás de ACM Neto.

Detalhe: o erro em Manaus é grave, porque Arthur Virgilio sempre foi o mais críticos das pesquisas de opinião, tendo feito denúncias pesadas contra o Ibope. Sempre disse que não acredita em pesquisas.  E agora tem ainda mais motivos para descrer.

Os comentaristas do Blog foram muito além e identificaram muito outros erros das pesquisas. Vamos então conferir o que eles estão informando.

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CURITIBA

Moacir Antônio Bordignon

À revelia das célebres “pesquisas”, sabíamos que Gustavo Fruet tinha grandes chances, não pelo apoio de partidos, mas pelo seu passado limpo, de coerência política, que nossa cidade considera muito. Parabéns, e no segundo turno, provavelmente, vencerá, pois a maior dificuldade ele já a venceu. Abraços fraternos.

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NITERÓI

Wildner Aguiar

Especialistas em engodo. Em Niterói, a roubalheira, digo, a desinformação foi a maior de todo o país. Deram 7% para o candidato do PSOL, Flávio Serafini, tendo ele obtido o resultado final de 18,5%. Mais de 100% de erro. Nessas horas me pergunto: para que existe TRE?

No Rio de Cabral, o portal ODIA apresentou o cachorrinho de madame (Eduardo Paes) com 70%, na semana da eleição. O resultado final foi 64%. E não aparece ninguém pedindo desculpas por ter ludibriado a opinião pública.

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FORTALEZA

Walter Jr.

Em Fortaleza foi um verdadeiro roubo… Garfaram o candidato do PDT em 10% em todas as pesquisas… na maioria das pesquisas nunca o deixaram passar dos 11%, sempre em quarto lugar.
Contadas as urnas, estava lá Heitor Férrer com 21%.

Se tivesse saído uma pesquisa com o que foi realmente: Elmano 25%, R. Claúdio 23% e Heitor 21%… dependendo do percentual de erro, é claramente um empate técnico entre os três, seria uma outra eleição.

Ibope e Datafolha roubaram Heitor na cara de pau. São as máquinas da prefeitura e do governo pagando as suas comissões.

Já é hora do TSE olhar com mais cuidados estes institutos … é desleal um roubo desse numa eleição que se diz democrática. Já não basta o uso das máquinas?

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FLORIANÓPOLIS

Geraldo Jose Hillesheim

Aqui em Florianopolis também erraram. Era dada como certa a ida para segundo turno da candidata Angela Albino (PCdoB) para disputar com o candidato Cesar Souza (PSD), mas não foi isso que aconteceu. Aqui em Floripa, o Cesar Souza vai enfrentar o Gean Loureiro (PMDB), que na pesquisa sempre esteve em terceiro lugar.

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SÃO PAULO

Armando Martin

As pesquisas erram a partir do primeiro dia que começam a ser feitas. Por isso, aqui em São Paulo, o índice de votos nulos, brancos e abstensões bateu recorde, 31,3%, o maior desde 1996.

Os dois institutos ligados à Máfia Midiática sempre erraram feio e deram mais uma demonstração para que vieram. Os dois institutos chegaram ao cúmulo de colocar os três candidatos empatados na disputa pela Prefeitura de SP. Quer dizer, a “bola” está com vocês.

E o pior, não existe um órgão público neste País para fechar esses dois institutozinhos de araque.