Pregador do Vaticano: “Não é um escândalo que algumas pessoas ganham mega salários ou aposentadorias às vezes 100 vezes maiores do que os das pessoas que trabalham para eles?

Robert Garcia
Robert Garcia

 

O pregador oficial do Vaticano afirmou durante um ato da Sexta-Feira Santa celebrado pelo papa Francisco que enormes salários e a crise financeira mundial são os males modernos causados ​​pela “amaldiçoada fome por ouro”.

O papa celebrou o serviço da “Paixão de Cristo” na Basílica de São Pedro, o primeiro de dois eventos papais no dia em que cristãos ao redor do mundo lembram a morte de Jesus crucificado.

O ato religioso é uma das poucas vezes durante o ano em que o papa ouve outra pessoa pregar.

O padre Raniero Cantalamessa, cujo título é “pregador da Casa Pontifícia”, fez o sermão em torno do personagem de Judas Iscariotes, que traiu Jesus por 30 moedas de prata, de acordo com a Bíblia.

“Por trás de todo o mal em nossa sociedade está o dinheiro, ou pelo menos em parte”, afirmou Cantalamessa. “A crise financeira que o mundo atravessou e que este país (Itália) ainda está passando não é em grande parte causada pela fome amaldiçoada pelo ouro?”, indagou.

“Não é também um escândalo que algumas pessoas ganham mega salários ou aposentadorias às vezes 100 vezes maiores do que os das pessoas que trabalham para eles? E que eles levantam a voz para se opor quando uma proposta é apresentada para reduzir o seu salário para o bem maior da justiça social?”, afirmou.

O papa Francisco, que colocou como tema central do seu pontificado o apoio aos pobres, disse em dezembro que enormes salários e bônus eram sintomas de uma economia baseada na ganância e na desigualdade.

 

consumo rico pobre

As duas previdências: Pensões mínimas e máximas

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FMI pretende que Dilma meta a mão na previdência dos pobres

A ditadura perversa do FMI manda cortar mais as pensões e aposentadorias dos pobres brasileiros pobres que recebem, na sua grande maioria, apenas 305 dólares por mês.

A Argentina já se livrou da peste do FMI. O Brasil quanto mais privatiza aumenta a dívida.

O governo vive de cobrar impostos, cortar o Orçamento, raspar o tacho dos ministérios dos serviços essencias para fazer caixa para pagar os juros dos juros de uma dívida que jamais foi auditada.

Roubar mais dos velhinhos, idosos e anciãos não é possível. Basta de fazer déficit primário para salvar os países em crise lá na América do Norte e na Europa. Resultado:

BRASIL VAI CRESCER APENAS 1,5%

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a previsão de crescimento da economia brasileira para 1,5% este ano, segundo o relatório “Perspetivas da Economia Mundial”, divulgado hoje, em Tóquio.

A previsão anterior do órgão para o país, divulgada em julho, era de um crescimento de 2,5%. Já a aceleração do Produto Interno Bruto (PIB) na América Latina e no Caribe, em média, será maior: 3,2%, segundo o FMI.

O relatório aponta que o Brasil deve supervisionar a expansão do crédito, porque ela estimula a inadimplência. O FMI passou o país de risco médio para risco alto no que se refere ao comportamento do crédito.

O fundo também afirmou que o país deverá continuar a diminuir a sua taxa de juro caso a crise econômica se fortaleça.

De acordo com o FMI, dois dos grandes desafios para o Brasil são encontrar um caminho para incrementar a poupança pública e lidar com o sistema de segurança social face ao envelhicimento da população.

Incrementar que poupança? Quem recebe o salário mínimo de 305 dólares não come as três refeições/dia.

E a nova classe média petista, do bolsa família, reside em mocambos e cortiços. São as residências em locais de risco, o crescente risco do Brasil.

Tem juiz bandido, malandro e tarado

Falta saber se esse doente mental, Mário Pinto da Rocha, foi aposentado recebendo o salário dele de juiz.

Que no Brasil punição de magistrado é aposentadoria compulsória. A aposentadoria – disse a ministra Eliana Calmon – é prêmio. Nenhum funcionário expulso da função pública, por crime previsto no código penal, merece continuar recebendo seu salário.

Um trabalhador honesto só tem direito à aposentadoria por idade depois dos 65 anos.

Que faz um tarado com seu alto salário?

Tudo que o FMI propõe para os países da Europa, FHC já fez

O Brasil foi um país cobaia. Fernando Henrique um presidente cruel. Tirou a aposentadoria especial dos jornalistas e professores. Criou as prestadoras de serviços fantasmas para os três poderes. As agências controladoras dos altos preços para beneficiar as empresas estrangeiras, ex-estatais privatizadas. Aumentou o tempo de aposentadoria por idade, de 60 para 65 anos. Rasgou a CLT. Ajudou os bancos, com um proer que começou com o banco das netinhas, lá dele e de Magalhães Pinto. Entregou aos piratas mais de 70 por cento das nossas empresas. Inclusive a Petrobras, a quarta maior empresa petrolífera do mundo, e a Vale do Rio Doce, a maior mineradora.

El FMI pide bajar pensiones


por “el riesgo de que la gente

 

viva más de lo esperado”

El organismo quiere que la edad de jubilación se ajuste con la esperanza de vida

Sus economistas proponen recorte de prestaciones y aumento de las cotizaciones

El Fondo plantea que las aseguradoras privadas cubran el riesgo de longevidad

“Eu disse aqui que a ONU tascou uma estatística safada. Este foi o resultado: 91% pobres pagam o luxo, a saúde, a medicina de vanguarda dos 1% mais ricos.

Pobre morre de fome no Brasil, morando em mocambo, nas favelas e povoados sem água, sem luz, sem saneamento, sem nada. Ou morre de peste. Ou de bala. Todo final de semana tem chacina em todas as capitais.

Lula rezou a mesma cartilha de ajuda aos bancos.
 

CUT nas ruas pelos empresários. Dilma continua política de ajuda de Fernando Henrique e Lula

Ajudar empresa com capital cem por cento nacional, sim.
Ajudar empresas estrangeiras é fechar as pequenas e médias empresas e indústrias brasileiras.
Fernando Henrique privatizou mais de setenta por cento das estatais, e promoveu o proer dos bancos. Lula continuou na mesma pisada malandante, mandando Meirelles encher os cofres de montadoras e oficinas estrangeiras.
O Brasil transformou-se em um país exportador de matéria prima.

A CUT era dos trabalhadores. Era. Não participa mais de nenhum movimento grevista. Não aparece mais nas marchas e ocupações dos sem terra e dos sem teto.

Vai pras ruas, hoje, para defender o patronato e, principalmente, empresas e indústrias de capital estrangeiro.

Para os trabalhadores nada. Não defende a estabilidade no emprego. Não é contra o atual salário mínimo do mínimo, que mata de fome a maioria dos trabalhadores. Nehum dirigente da CUT ganha 610 reais por mês. São pelegos de vida farta.

Também não denuncia as aposentadorias de m., que provocam as mortes adiantadas  – as aposentadorias humilhantes da Previdência dos Pobres trabalhadores brasileiros. Uma Previdência cujo dinheiro pretendem desviar para construir doze Coliseus, os estádios da Copa do Mundo.

Não defende o FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador, que apenas ajuda os empresários, principalmente os estrangeiros, via BNDES.

A CUT também não denuncia o peleguismo, a currupção nos sindicatos, nas federações e outras centrais de trabalhadores, que gastam bilhões sem prestar contas.

 

INSS, covil de ladrões e agiotas, rouba o salário dos pobres

No Brasil criaram várias previdências: uma exclusiva para os pobres, com a enganação e propaganda de ser um ministério, denominado da Previdência e Social (o apelido “social” é escárnio, gozação, empulhação) e misteriosas e incontáveis previdências especiais, algumas de nomes desconhecidos, que pagam as pensões e aposentadorias do judiciário, do legislativo, de empresas estatais, bancos oficiais, forças armadas, desarmadas fundações, agências reguladoras e outras cortes. São chamados de fundos de pensões, de desconhecida profundidade, que regalam aposentadorias e pensões de reis, de príncipes, de marajás. Inclusive, beneficiam filhas por toda eternidade. Isso indica que a república jamais existiu para essa nobreza, e sim que o Brasil é uma monarquia podre e corrupta.

No mais, essa gente é de uma crueldade sem piedade: vive no luxo e na luxúria, com pensões e aposentadorias além do teto, enquanto 99,9 por cento dos trabalhadores recebem abaixo do mínimo do mínimo.

Escreve Pedro do Coutto:

Com aumento do mínimo, receita do INSS sobe mais do que a despesa

O Ministério do Planejamento concluiu um estudo sustentando que o novo salário mínimo a entrar em vigor em janeiro produzirá um aumento da ordem de 7 bilhões de reais na folha de pagamento do INSS. De acordo com a lei em vigor, o novo piso nacional receberá um acréscimo em torno de 14%, percentagem formada pelo crescimento do Produto Interno Bruto de 2010 (7,5%) somado à inflação calculada pelo IBGE para 2011 (6,5%). No entanto, segundo o Planejamento, os aposentados e pensionistas que percebem mais que o mínimo vão ser reajustados em apenas 6,5%.
Reportagem de Cristiane Jungblut, O Globo de terça-feira 22, focalizou todos esses pontos. Um primoroso gráfico produzido pela editoria de arte do jornal acompanha a matéria.

Vamos por etapas. Em primeiro lugar, quando o salário mínimo aumenta, ao contrário do que o INSS costuma divulgar, sua receita sobe bem mais que a despesa. É fácil comprovar. Basta usar a lógica e a matemática. São duas as suas fontes de arrecadação: as empresas recolhem 22% de suas folhas de salário sem limite. Os empregados que ganham até 1.107 reais pagam 8%. Os que percebem 1.107 a 1.845 são descontados em 9%. Finalmente os que ganham acima de 1.845 contribuem com 11%. Mas até o teto de 3.691 reais. Portanto, o trabalhador, no máximo, desconta 406 reais por mês.

Diante deste quadro, como pode alguém dizer que a despesa aumenta? E a receita? Aumenta muito mais. Claro. Se as
aposentadorias e pensões estão limitadas a 3.691 reais, e a contribuição das empresas é de 22%, sem limite, como a operação dupla pode produzir déficit? Isso em primeiro lugar. Em segundo, como se verifica, quase todas as contribuições à Previdência são privadas. Públicas apenas os recolhimentos das empresas estatais.

Por isso, o INSS deveria ser administrado conjuntamente pelos empregados e empregadores, não pelo governo, menor parte da questão. Vale acentuar que o aumento do mínimo, a partir de Janeiro, poderá ser ligeiramente maior que os 14% citados por Cristiane Jungblut. Isso porque o resultado do PIB já se encontra definido: 7,5%. Mas a taxa inflacionária deste ano ainda não. Os preços seguem em alta, em dezembro, como sempre ocorre, vão se acelerar. novembro ainda não terminou. E de outubro de 2010 a outubro deste ano, o IPCA atinge 6,9 pontos. Digamos 7%. Se a escala se mantiver assim, o realinhamento será de 14,5%.

Mas há ainda um outro aspecto na questão, uma injustiça, um absurdo. Por que motivo os segurados do INSS que recebem o mínimo (três quartos de 26 milhões de pessoas) devem ser majorados em 14 ou 14,5% e o quarto que ganha acima do piso só deve ser aumentado em 6,5 ou 7%? Não faz sentido algum. Quem ganha mais, evidentemente contribuiu com mais a vida inteira. Tem melhor formação profissional, empenhou-se mais. E recebe menos? É por isso que os que se aposentaram há 5 anos, digamos, com 10 salários mínimos hoje recebem 5. É injusto, sob todos os aspectos.

A matéria de O Globo não abordou o plano que vou focalizar agora. Mas o fato é que recursos não faltam ao INSS. Tanto não faltam que, de acordo com o levantamento feito pelo especialista Ricardo Bergamini, e colocado em seu site, em dezembro de 2009, as dívidas de empresas para com o Instituto atingiam 162 bilhões de reais. Vêm crescendo à velocidade de 9% ao ano. As cobranças em apenas 1%. O INSS não cobra eficientemente o que lhe devem. E não paga o que deve a 600 mil aposentados e pensionistas cujas ações, vitoriosas na Justiça, até já transitaram em julgado. Como se vê, absurdos e injustiças em sequência.