Carta aberta de funcionária da Petrobras e Campanha do Petróleo É Nosso

Michele Daher
Michele Daher

A carta aberta de uma funcionária da Petrobras continua com a crescente aprovação dos internautas, e transcrita por blogues e redes sociais, apesar da aparente indiferença dos irmãos Marinho, proprietários do monopólio midiático da Globo.

Michelle Daher Vieira escreveu a carta porque sua foto apareceu em uma reportagem publicada no jornal O Globo do dia 15 de fevereiro, intitulada “Nova Rotina de Medo e Tensão”.

A carta publicada na sua página do Facebook é dirigida ao jornal de propriedade dos irmãos Marinho e à jornalista Letícia Fernandes que assinou a reportagem embusteira e escandalosa.

Escreveu Michele: “Fico imaginando como a dita jornalista sabe tão detalhadamente a respeito do nosso cotidiano de trabalho para escrever com tanta propriedade, como se tudo fosse a mais pura verdade, e afirmar com tamanha certeza de que vivemos uma rotina de medo, assombrados por boatos de demissões, que passamos o dia em silêncio na ponta das cadeiras atualizando os e-mails apreensivos a cada clique, que trabalhamos tensos com medo de receber e-mails com represálias, assim criando uma idéia, para quem lê, a respeito de como é o clima no dia a dia de trabalho dentro da Petrobras como se a mesma o estivesse vivendo.

Acho que tanta criatividade só pode ser baseada na própria realidade de trabalho da Letícia, que em sua rotina passa por todas estas experiências de terror e a utiliza para descrever a nossa como se vivêssemos a mesma experiência”.

Michele tocou no calcanhar de Aquiles dos jornalistas da Globo, que recebem o salário do medo e da fome. E das redações onde imperam o assédio moral e o assédio sexual. Um trabalho servil. Um jornalismo marrom, faccioso e partidário, que tem como fontes desclassificados indivíduos como o bicheiro Carlinhos Cachoeira, delatores da Justiça e outros bandidos. A aberração do uso de fontes fictícias consideradas como não oficiais. Ou hipotéticas. Para dar uma aparência de verdade informam: trocamos os nomes para o informante não sofrer coação (mas não diz quem seria o perseguidor, apenas insinua, que é outra forma de caluniar, de criar um falso clima de terrorismo). Um jornalismo quinta-colua. Redações que espalham boatos, mentiras, rumores, balões de ensaio, meias-verdades, barrigas, e que deturpam entrevistas.

Michele consegue desnudar as Louras Platinadas da campanha que visa privatizar a Petrobras: “Minha intenção era mostrar que a Petrobras é um patrimônio brasileiro, maior que tudo isto que está acontecendo, que não pode ser destruída por bandidos confessos que posam neste jornal como heróis, por juízes que agem por vaidade e estrelismos apoiados pelo estardalhaço e holofotes que vocês dão a eles, pelo mercado que só quer lucrar com especulação e nunca constrói nada de concreto e por um jornal repulsivo como O Globo que não tem compromisso com a verdade nem com o Brasil“.

Lembra Michele: “Em abril próximo vou fazer 9 anos de Petrobras, no dia em que assinei o contrato, foi o meu primeiro dia como empregada da maior empresa do Brasil. Éramos muitos novos empregados sendo contratados naquele dia, estávamos todos num grande auditório e tocou o Hino Nacional. Isso dá um significado muito grande da importância do nosso trabalho: aquele contrato não é só a concretização de uma realização pessoal, é também um projeto de empresa e do país que queremos e trabalhamos para construir, se eu já sabia disso, naquele momento a dimensão desta minha certeza se ampliou. Nós não estamos aqui para trabalhar só para o mercado, estamos aqui para construir um Brasil melhor, maior e mais desenvolvido para todos”.

Os Marinho ordenaram que seus capatazes e escribas participem do chamado golpe “suave” ou golpe a jato.

Comenta o jornalista Paulo Nogueira: “Erick Bretas, que ocupou diversas posições de destaque no telejornalismo da Globo e hoje é seu diretor de Mídias Digitais, fez ontem uma coisa que desafia a capacidade de compreensão. Defendeu a cassação de 54 milhões de votos dados há menos de cinco meses para Dilma”.

No jornalismo on line, Bretas é quem ordena a publicação de matérias contra a Petrobras. Certamente faz tudo conforme mando, que ele não é doido para contrariar os patrões.

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Tal como fez com Michele , qualquer cidadão nacionalista, patriota pode fazer o mesmo: Funcionário da Globo defende estatização, a Petrobras para os brasileiros
O jornal O Globo, indevidamente, usou a imagem de Michele Daher Vieira. Qualquer cidadão nacionalista e patriota pode dar o troco: Funcionários da Globo realizam, sem medo e tensão, a Campanha do Petróleo É Nosso. Dos brasileiros. E defendem a estatização da Petrobras

De onde veio o dinheiro para ONG dos Estados Unidos realizar marchas de protestos, hoje, por todo o Brasil?

Traidores do Brasil são todos os políticos que, fiéis vassalos, aceitaram ser comandados, teleguiados e capachos da Ong Brazil No Corrupt dos Estados Unidos, realizando hoje uma marcha solicitando o impeachment de Dilma, através de uma intervenção militar ou guerra civil.

Um mega evento, de abrangência nacional, coisa jamais realizada, só é possível com milionários investimentos.

A origem desse dinheiro precisa ser investigada já.

Qual o interesse de uma organização estrangeira de golpear o chefe de governo de um país amigo?

Isso é coisa da pirataria. De quem rouba as riquezas do Brasil.

Do tráfico de petróleo, da água, do nióbio, do aço, do ferro etc.

Veja a abrangência dos tentáculos do polvo. Reproduzo da página da ONG que promove espionagem, sabotagem e atos terroristas. Eis os locais dos eventos:

 

14:00h São Paulo-Av. Paulista-frente ao Masp
14:00h Rio de Janeiro-Assembléia Legislativa
14:00h Minas Gerais-BH-na Praça Sete
14:00h Espirito Santo-na UFES
14:00h Goiás-Goiania-Praça Dr. Pedro Ludovico
14:00h Porto Alegre-Parcão(frente ao moinho)
14:00h Teresina-Igreja São Benedito
14:00h Brasilia-Esplanada dos Ministérios
14:00h Fortaleza-Dragão do Mar
14:00h Curitiba-Praça Santos Andrade
14:00h Limeira-Praça D. José de Barros
14:00h Valinhos-Próximo a Rodoviária
14:00h Jundiai-Em frente ao Parque da Uva
Sábado, 1 de novembro às 14:00
Londrina !4:00 hs na av. Higienópolis
Bento Gonçalves (RS): 14:00, em frente à Prefeitura Municipal
Dourados (MS): 14:00, na Praça Antônio João
Campinas (SP): 14:00, em frente ao Largo do Rosário
Campo Grande (MS): 14:00, na Praça do Rádio
Novo Hamburgo (RS): 14:00, Praça do Imigrante
Londrina (PR): 14:00, na Praça da Concha Acústica
Cuiabá (MT): 14:00, em frente à Prefeitura Municipal
Santos (SP): 14:00, na Praça Independência
Canoas (RS): 14:00, na Praça do Avião em frente à BR-116
Palmas (TO): 14:00 na Praça dos girassóis
Taubaté (SP): 14:00 na Praça Santa Terezinha
Balneário Camboriú (SC): 14:00, na Praça Almirante Tamandaré
Juiz de Fora (MG): 14:00, no Parque Halfeld
Ribeirão Preto (SP): 15:00, na Avenida Presidente Vargas

Confira. E veja, hoje, que mídia vendida orquestrou essas antipatrióticas manifestações de zumbis in memória de sequestradores, torturadores, assassinos cortadores de cabeça, e de dedos, para identificação dos cadáveres.

O PSDB se tornou o refúgio de canalhas, de golpistas, de traidores da Pátria e desertores como Aloysio Nunes, que foi motorista e segurança de Maringhella.

Cartaz de procurado pelo Exército na ditadura militar
Cartaz de procurado pelo Exército na ditadura militar

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Aloysio Nunes começou a militância política em 1963 quando entrou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco da Universidade de São Paulo.

Logo depois do golpe militar de 1964, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro, que, por ter sua existência proibida, atuava na clandestinidade. Foi presidente do tradicional Centro Acadêmico XI de Agosto e formou-se bacharel em Direito em 1968.

Como o PCB se opunha à resistência armada contra a Ditadura Militar que se instalara desde 1964 no Brasil, Aloysio Nunes, assim como vários jovens da época que tinham ideais de esquerda, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN), organização guerrilheira liderada por Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira, o Toledo.

Assumiu na clandestinidade o pseudônimo Mateus.

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Durante muito tempo foi motorista e guarda-costas de Marighella, além de confidente e conselheiro.

As ações da Aliança Libertadora Nacional incluíram assaltos para angariar fundos que sustentariam a resistência armada. Em agosto de 1968, Aloysio Nunes participou do assalto ao trem pagador da antiga Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. Segundo relatos da imprensa da época, a ação ocorreu sem que houvesse o disparo de qualquer tiro.

Aloysio Nunes foi o motorista do carro no qual os assaltantes fugiram do local com os malotes que continham NCr$ 108 milhões(US$ 21.600), dinheiro suficiente para o pagamento de todos os funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

Em outubro do mesmo ano, participou do assalto ao carro-pagador da Massey-Ferguson interceptando o veículo na praça Benedito Calixto, no bairro paulistano de Pinheiros.

Trechos da biografia oficial: “Sofrendo um processo penal em que já havia um pedido de prisão preventiva e com a possibilidade de que descobrissem algo sobre suas ações armadas, foi enviado a Paris por Marighella utilizando um passaporte falso. Foi posteriormente identificado como guerrilheiro e condenado com base na extinta Lei de Segurança Nacional. Pretendia realizar um treinamento de guerrilha em Cuba, mas a gravidez de sua mulher o fez desistir”. Esta história de uma viagem patrocinada por Marighella é uma versão do próprio Aloysio Nunes. Bem romântica e piegas a desculpa da gravidez.

“Tornou-se representante da Ação Libertadora Nacional no exterior e coordenou as ligações desta com movimentos de esquerda de todo o mundo. Filiou-se ao Partido Comunista Francês em 19711 e negociou com o presidente Boumedienne, da Argélia, para que brasileiros recebessem treinamento militar de guerrilha naquele país.

Em 1979, regressou ao Brasil devido à promulgação da Lei de Anistia, a qual beneficiou todos que cometeram crimes políticos de qualquer tipo.

Desfiliou-se do PCB, ainda na clandestinidade”. Não é uma história confusa? Fica explicado porque é contra a Comissão da Verdade.

O Frankenstein de Aécio
O Frankenstein de Aécio

Os grandes temas tabus esquecidos do debate

Por medo de perder votos, Dilma e Aécio ignoram temas importantes para os eleitores

 

dilma aécio

 

por Juan Arias/ El País/ Espanha

O penúltimo debate entre os candidatos presidenciais, Dilma Rousseff e Aécio Neves, no qual se sentia no ar o medo de ambos de cair de novo nas cenas de boxe vistas no encontro anterior, ocorreu sem grandes destaques, quase como um decalque dos primeiros embates deste segundo turno, com temas já abordados e, de novo, deixando no esquecimento assuntos fundamentais, como por exemplo, os referentes à sexualidade, ao meio ambiente e ao racismo que atinge os brasileiros negros e mulatos.

[Um debate visa desmascarar os santos de pau oco, os príncipes encantados, os falsos salvadores da pátria, os demagogos amigos do povo, criados pela propaganda política que lava mais branco, que pede para votar no melhor. Quando quem tem uma vida suja não deve ser candidato.

Propostas são promessas. A garantia de que promessa é dívida para ser, realmente, paga, depende do passado de quem faz. Daí a necessidade do eleitor conhecer a vida de quem lhe deve, de quem lhe dá esperanças, oferece probabilidades de um futuro melhor]

Já às vésperas da votação, os temas tabu, dos quais os dois candidatos fogem como o diabo da cruz, continuam sendo os grandes ausentes, como se eles não interessassem aos cidadãos ou por temor dos candidatos de perder votos ao se comprometerem com essas questões.

Dilma e Aécio mantiveram silêncio, por exemplo, em relação ao aborto, que segue matando milhares de mulheres, geralmente as mais pobres e vulneráveis. É um assunto que os assusta, assim como as questões relativas aos direitos dos homossexuais, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a possibilidade de adotarem crianças. Ou a homofobia, que continua provocando mortes a cada dia, frutos da intolerância e do preconceito. Esse medo tem um nome: o terror de perder os votos dos milhões de evangélicos.

E com os assuntos relativos à sexualidade, os candidatos também ficaram gravemente calados em relação à proteção da Amazônia, que permanece sendo sacrificada e que representa uma das maiores riquezas ecológicas do planeta, um orgulho dos brasileiros.

Esqueceram-se do meio ambiente [a seca de São Paulo] e das energias alternativas, que hoje são assuntos universais e importantíssimos. Como é possível que Marina Silva, que deu seu apoio a Aécio, não tenha pedido a ele para colocar a defesa da Amazônia como prioridade no debate?

[Que a Amazonia é do Brasil]

E o racismo perpetrado diariamente contra os brasileiros negros e mulatos, que são maioria no país mas continuam como os grandes excluídos da sociedade?

E o problema da desigualdade social? Será que os candidatos não lamentam ou não se preocupam com o fato de o Brasil, rico em quase tudo, continuar apresentando um dos maiores índices de desigualdade entre os países em desenvolvimento?

[Exemplo: a reforma agrária]

Entre as bandeiras do medo levantadas nesta campanha sempre esteve presente a comparação entre o PT que se interessaria pelos pobres e o PSDB que preferiria os ricos. Mas será que nenhum dos candidatos considerou importante explicar por que, apesar de tantos avanços sociais, o Brasil mantém esse abismo perverso da desigualdade, que vai desde a riqueza, que continua acumulada por poucos, às oportunidades para todos abrirem um caminho na vida?

Por que ninguém fala em taxar as grandes fortunas, de acabar com essa injustiça de que os ricos paguem, por exemplo, o mesmo coeficiente de impostos que a castigada classe média? E essas diferenças gritantes de salários entre os políticos e os professores, para citar um exemplo? A reforma política, mãe de tantas corrupções, com essa loucura de dezenas de partidos sem ideologia e a falta de credibilidade dos cidadãos nos políticos, foi outra das grandes ausentes do debate.

[Por ninguém fala nos sem terra, nos sem teto?]

E por fim, a política externa, um assunto que pode não trazer votos, pois a maioria dos cidadãos não o vê como uma urgência para sua vida cotidiana, tampouco mereceu uma só menção.

Curiosamente, no entanto, Neves foi bastante aplaudido quando mencionou a predileção que o Governo Rousseff tem tido com os países mais ditatoriais da América Latina.

[Esta é uma referência implícita ao Uruguai, Argentina, Bolívia, Venezuela, países que realizaram eleições diretas para presidente e, coisa que o Brasil não faz, ouviram a voz do povo em plebiscitos e referendos] 

De fato, é fundamental para um país da importância geopolítica do Brasil saber como quer se posicionar no cenário internacional, quem serão seus parceiros, com quem prefere negociar política e economicamente.

[O medo do Mercosul, do BRICS; e a defesa do FMI, da dolarização, do Brasil quintal, eterna colônia]

Trata-se justamente de um assunto que poderia claramente diferenciar ambos os candidatos. Por que Aécio não explicou como pretende mudar a tão criticada política externa do país?

[A política de Aécio é a mesma de Fernando Henrique, privatista e entreguista, tendo Armínio Fraga como ministro da Economia]

Os brasileiros têm o direito de saber com quem o país deseja jogar em um futuro próximo.

[Temas como nacionalismo, patriotismo e brasilidade permanecem esquecidos.  E para combater a corrupção e os privilégios das elites: as reformas do judiciário, do legislativo, do executivo.

As reformas de base, que motivaram o golpe de 64, continuam banidas do cenário político]

Falta apenas um debate antes do pleito. Se esses assuntos até agora tabus permanecerem como os grandes ausentes, pelo medo dos candidatos de perder votos, os brasileiros poderão ir às urnas votando às cegas e no vazio.

 

[Os comentários entre colchetes são do editor deste blogue]

 

 

Brasil Decide: Ordem e Progresso ou Ordem e Retrocesso

Jarbas
Jarbas

 

A eleição presidencial de domingo é da máxima importância para o futuro do mundo. A imprensa pretende que os debates da campanha eleitoral sejam estadualizados e municipalizados, quando se deve discutir a política internacional, qual o futuro do Brasil como país, como nação.

O Brasil lidera a economia do mundo, principalmente quando há um confronto entre o FMI e o BRICS, quando o crescimento do nosso continente depende do Mercosul.

Temos que anular o complexo vira-lata, impedir o retrocesso, a volta de um governo tucano, e de uma economia comandada por Armínio Fraga, um dupla nacionalidade, ex-empregado de George Soros, que jurou proteger os Estados Unidos e obedecer sua Constituição. Fraga presidiu o Banco Central no governo FHC e é o mentor do programa de governo de Aécio Neves, por ele já indicado como futuro ministro da Fazenda.

Temos que mostrar os erros do passado, notadamente do governo tucano de Fernando Henrique, um entreguista, um privatista, uma vassalo do império.

Há um complô, da mídia e multinacionais, para que as propostas dos candidatos a presidente fiquem limitadas a construir mais ginásios, mais hospitais, oferecer mais segurança, mais água (obras e serviços de governador); construir postos de saúde, escolas de primeiro grau, creches e avenidas (coisas de prefeito).

 

Brasil Decide
El Orden y Progreso o el Orden y Retroceso

 

KAP
KAP

 

por Del Rosario Ignacio Denis
Rebelión
La segunda vuelta de la elección presidencial en Brasil se decide este 26 de octubre, sin duda es un acontecimiento que tiene fundamental importancia para la región suramericana en lo político, económico, diplomático, tecnológico. Brasil en este momento según algunos economista, es un país que lideran la novena economía en el mundo, tiene la mayor extensión de territorio en el continente haciendo una balanza con los EE.UU, su población hacienden mas de los 200 millones de habitante, es decir el escenario electoral y lo que pueda pasar en la segunda vuelta entre la reelección del mal mejor y el candidato del peor mal para el país y a la región influirán directamente en el plano geopolítico.

Es difícil precisar algunas paradojas que siempre han existido en la realidad política del Brasil, por un lado una sociedad aparentemente politizada, organizada en diversos movimientos sociales reconocidas y de luchas histórica, campesinos, campesinas, indígenas, estudiantes, sindicatos clasista, mucho de ellos militante del Partido de los trabajadores PT, que siempre en los momento electorales cierran filas con el mal mejor para combatir a un enemigo que lo llevaron al saqueo, a la precarización del mundo del trabajo, producto de aquella estrategia exportadora de estado-multinacionales de 1965 a 1994; y el neoliberalismo de 1995 a 2002, nuevamente en este momento de reacomodo y intento de restauración del peor mal como lo es el neoliberalismo en el continente, mucho que hacen pasar de socialista o progresista se mueven a la derecha apoyando a este peor mal, esperanzado de reemplazar a un gobierno corrupto con el más corrupto candidato del Partido de la Social Democracia Brasileño (PSDB) Aécio Neves.

Neves, ex gobernador del estado de Minas Gerais, donde en sus campañas electorales utilizan recetas viejas del neoliberalismo como la política de ajuste, libre mercado, abrir a la inversión extranjera. Aécio es un conocido corrupto que viene a combatir la corrupción del gobierno, sin duda este fenómeno político representan a un orden al retroceso por la vieja y pesada herencia dejada por Fernando Henrique Cardoso, como la financiarización y la precarización del mundo del trabajo. Este candidato representa el peor mal en este momento para los brasileños, latinoamericanos y caribeños, porque vienen decididamente a defender la postura de León Panetta, donde en su última gira en el continente sudamericano textualmente dijo: “Con la profundización de nuestra asociación, la fuerza de Brasil será más que nunca nuestra fuerza”. Si ganan las elecciones en Brasil el candidato del (PSDB), será el primer enemigo de la propuesta sociales, político, económico integracionista del continente, donde de alguna manera el PT, con Lula y Dilma venían jugando un papel importante desde su realidad desarrollista, asistencialista, desde ese progreso de la ideología positivista, pero buscan siempre la estabilidad y la paz en la región, empujan cada día con mayor determinación la propuesta multicentrica y pluri-polar fortaleciendo acuerdos y alianza con Rusia, Iran y China.

“Brasil Decide” este 26 de octubre, en dos bloque la sociedad en general con edad de votar tiene un derecho y un deber de decidir el destino del país, por el mal mejor o por el peor mal para todas la sociedad, si gana el Partido de la Social Democracia Brasileño (PSDB) con Aécio Neves al frente representan el orden al retrocesos del FMI, el Banco Mundial y bancos privados de Estados Unidos, Japón y la Unión Europea, que en otra épocas pasada le prestaron a Cardozo cientos de millones de dólares, mientras lo llamaban el reformador modelo.

A los que defienden y apoyan al candidato neoliberal Neves, el peor mal por defender una doctrina de saqueo, antes de votar es necesario acordar primero algunos datos de la era neoliberal del Brasil en materia económica. Aécio Neves quien critica la inflación y crisis económica del gobierno de Dilma Rousseff en su campaña electoral y plantean un cambio como hijo y apóstol de Fernando Henrique Cardoso donde en su periodo de gobierno es la que dejo para el país. El PBI per cápita de Brasil en su gobierno creció al 1%; el PBI medido en dólares ha decrecido de $705 billones (705 mil millones) en 1995 a $504.8 billones en 2001. La tasa de crecimiento de Brasil en los 90s fue la mas baja del siglo XX. Durante los pasados 8 años, las políticas de libre mercado produjeron una balanza comercial negativa, y con los pagos por los intereses de la deuda, mas la remisión de ganancias al exterior, el negativo de cuenta corriente acumulado fue de $182 billones (182 mil millones) entre 1995 y 2002. La deuda externa creció de 148 billones de dólares a $228.6 en 2001 y se aproximó rápido a los $250 billones en 2002. Fernando Henrique Cardozo ha pedido prestadas cantidades cuantiosas en el exterior, pagando intereses exorbitantes, al tiempo que redujo radicalmente el gasto público. En 1995, el régimen gastaba 20.3% de la recaudación impositiva en educación, en 2000 gastaba 8.9%; en 1995 gastaba 9.2% en educación superior, en 2000 4.2%. Por el contrario, en 1995 el gobierno destinaba el 24.9% de su recaudación al pago de los intereses de la deuda pública, en 2000 pagaba a sus acreedores el 55.1%.

A los defensores del neoliberalismo y el candidatos Aécio Neves … “Si existen libres de estos pecados, que tiren la primera piedra”

Al final este 26 de octubre, “Brasil Decide” no permitamos el orden al retroceso en el continente.

indignados imperialismo burguesia

Notas:

http://ayvuguasu.blogspot.com/2013/07/estamento-estratos-sociales-y-clases.html

http://www.abc.com.py/edicion-impresa/internacionales/duro-debate-entre-neves-y-rousseff-de-cara-al-balotaje-1296191.html

http://www.aporrea.org/internacionales/n258989.html

http://www.abc.com.py/edicion-impresa/opinion/neves-cambiaria-los-vinculos-de-brasil-con-venezuela-1296190.html

Del Rosario Ignacio Denis. Ingeniero Agroecologico graduado en Instituto Latinoamericano de Agroecologia Paulo Freire (IALA)

Twitter: @yiyoparaguay

Blog del Autor: http://ayvuguasu.blogspot.com/

 

 

O debate que a imprensa gosta: os candidatos apresentam propostas e a manchete fica para a corrupção na Petrobras

Fica esquecida a escandalosa e antinacionalista presidência do genro de Fernando Henrique na Petrobras. Um ladrão esquecido, podre de rico, e solto, e solto, que nem o sogro, o sogro, corrupto todo. 

E o debate corre assim: Dilma: -Fiz isso. Aécio: -Vou fazer mais.

Dilma apresenta obras de pedra e cimento e aço. Aécio promete castelos no ar.

Dos 1001 casos de corrupção da Petrobras, a imprensa fala apenas de um, o povo recorda apenas um
Dos 1001 casos de corrupção da Petrobras, a imprensa fala apenas de um, o povo recorda apenas um
Caso da Petrobras vem sendo destaque das manchetes diárias de todos os jornais, desde que começou o segundo turno. O caso é que todo sabe qual caso. É um caso único que a justiça vaza, e a imprensa destaca
Caso da Petrobras vem sendo destaque das manchetes diárias de todos os jornais, desde que começou o segundo turno. O caso é que todo sabe qual caso. É um caso único que a justiça vaza, e a imprensa destaca
Falar na Petrobras selecionando apenas um caso é um capcioso, avassalador e destrutivo ataque pessoal escolhendo uma vítima inocente
Falar na Petrobras selecionando apenas um caso é um capcioso, avassalador e destrutivo ATAQUE PESSOAL escolhendo uma vítima inocente
É um jornal safado, mas não esconde o nome de quem desonestamente ataca. Constatar não é assumir uma culpa. Aécio também reconhece que houve corrupção na Petrobras. Mas distingue apenas um caso, um único caso
É um jornal safado, mas não esconde o nome de quem desonestamente ataca. Constatar não é assumir uma culpa. Aécio também reconhece que houve corrupção na Petrobras. Mas distingue apenas um caso, um único caso

A mídia entreguista e a justiça eleitoral conseguiram impor o provinciananismo e a municipalização dos debates da campanha presidencial.

Dilma fala de creches, dever de prefeito.
Aécio de polícia, coisa de governador.

Um candidato a presidente discute patriotismo, nacionalismo, civismo, brasilidade.

O papel do Brasil como nação, como país independente (potência mundial versus complexo de vira-lata, quintal).

O bem-estar social e a felicidade do povo em geral.

 

 

 

 

Amor à pátria

por Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul (RS)

Com o olhar voltado para as eleições de outubro, comemoramos a Semana da Pátria, que tem seu ponto alto no domingo, dia 7 de setembro. A bandeira do Brasil está tremulando em todos os prédios públicos e o Hino Nacional está sendo cantado nas escolas e praças das cidades. No final de semana, os desfiles cívicos tomarão conta das ruas e avenidas. Tudo isto para reforçar o sentimento de amor à Pátria Brasil.

Sete de Setembro
Sete de Setembro

Amar a Pátria significa nutrir afeto para com o país onde nascemos e vivemos, com o desejo de que tudo de bom possa acontecer com este país. Implica no compromisso de trabalhar e lutar para defender os interesses do povo e o bem estar de todos os cidadãos. Em combater a exploração e zelar para que o governo seja justo e honesto, denunciando o desvio do dinheiro público e aqueles que habitualmente agem contra a lei.

Mais do que denunciar, o amor à Pátria, conforme nota da CNBB, implica em “contribuir na construção de outra prática política, firmada nos valores éticos de promoção e defesa da vida”, com atitudes construtivas.

Uma pessoa sem pátria é uma pessoa sem chão e sem lar. É o que está acontecendo com milhares de pessoas forçadas a abandonarem seus países por causa da violência no Oriente Médio e na Ásia ou pela falta de perspectivas de vida em vários países da África e da América Latina. Estas pessoas ficam ansiosamente esperando que um país as acolha, tornando-se assim filhos adotivos de uma nova Pátria.

Para que nossa Pátria tenha um futuro glorioso, estamos sendo convocados a elegermos os nossos governantes no mês de outubro. Devemos cuidar para não cair nas artimanhas de “lobos revestidos em peles de cordeiro”. Com o propósito de nos ajudar a que isso não aconteça, a CNBB divulgou a nota “Pensando o Brasil: desafios diante das eleições”. Aí se diz que “o eleitor deve conhecer o passado de seu candidato e averiguar se o discurso e a prática por ele apresentados se conformam aos valores da ética e do bem comum”. Também alertam para a necessidade de “manter uma atitude de fiscalização e vigilância”, denunciando os abusos e as irregularidades na medida em que elas se tornarem evidentes. Frente à urgência da Reforma Política, precisamos, em outubro, “eleger pessoas que se disponham a aprovar as grandes reformas necessárias ao Brasil melhor”.

Aproveitemos a Semana da Pátria e o período pré-eleitoral para aprofundar o nosso sentimento patriótico e clarear o nosso compromisso com a Pátria onde nascemos e vivemos. Façamos frente ao senso comum de que “política é coisa suja”, e participemos ativamente das eleições, pois, conforme nos alerta o Papa Francisco, “a política é uma das mais altas formas da caridade, porque busca o bem comum”.

Que Deus, por intermédio da Mãe Aparecida, proteja a nossa Pátria!

Os medos de Aécio e Marina e a municipalização da campanha presidencial

paz guerra império indignados

 

Pretendem os inimigos do Brasil transformar a campanha presidencial em uma campanha de governador ou prefeito: em promessas de mais escolas, mais hospitais, mais segurança.

Uma campanha presidencial é para discutir o futuro do Brasil como nação, como país, e a felicidade do povo em geral.

Estadualizar e municipalizar uma campanha presidencial é Crime de Lesa-Pátria. Definido numa resposta para o Yahoo: “Crime de Lesa Pátria é o crime de atentado ou traição à Pátria e à sua Soberania. É o ato contrário aos interesses da pátria e da nação.

Exemplos: Entrega de tecnologia de um país a outro de modo ilegal ou por meio de espionagem. Apropriação de uma empresa pública para interesses partidários, auferindo prejuízos por gestão temerária e desvio de recursos”. Isso aconteceu adoidado nos tempos de Fernando Henrique, para privatizar mais de 70 por cento das estatais, além do fatiamento e entrega da Vale do Rio Doce, da Petrobras e toda riqueza nacional,i ncluindo o precioso nióbio. Começou com a estatal do aço no Espírito Santo, no governo Fernando Collor.

 

economico. eleições

Temos que eleger um presidente nacionalista, patriota, e que defenda a brasilidade. E tudo começa pela nossa independência econômica, o esquecido grito Independência ou Morte.

“A classe trabalhadora tem que assumir suas responsabilidades, ela tem que se emancipar e assumir a direção do seu país”, diz o economista Theotonio dos Santos. Este o medo de um Aécio Neves, de uma Marina Silva.

Eles são defensores do FMI. De um dupla nacionalidade dirigir o Banco Central. De um ministro da Economia ex-funcionário de banco estrangeiro. Um país vassalo, exportador de matérias primas, do tráfico de minérios, de uma agricultura de exportação, de uma dívida jamais auditada, dos brasileiros empregados de empresas estrangeiras, que pagam salários indignos. Um povo sem voz. Sem plebiscito. Sem referendo. Um país espionado. Uma imprensa vendida.

Por que o medo de discutir as reformas de base?

Por que o medo de debater as reformas do executivo, do judiciário e do legislativo?

indignados imperialismo burguesia

 

“O Brasil é mais forte com os Brics”

por Fania Rodrigues

Theotonio dos Santos, 77 anos, é um dos mais renomados economistas brasileiros e um dos formuladores da teoria da dependência e está entre os mais importantes intelectuais da América Latina. Atualmente é presidente da Cátedra e Rede UNESCO, da Universidade das Nações Unidas (UNU), sobre “Economia Global e Desenvolvimento Sustentável”. E nessa entrevista fala dos desafios e da importância da aliança comercial dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e a África do Sul).

Brasil de Fato – Qual é a importância dos Brics?

Os países que compõe os Brics são os cinco os maiores do mundo em termos de dimensão territorial e número de população. Juntas, essas nações representam cerca de 30% da população mundial e mais de 25% da renda do planeta. E com o nível de crescimento econômico desses países em menos de 20 anos vão acumular cerca de 40% das riquezas do mundo. Em 30 anos a estimativa é que esse percentual suba para 60%. Além disso, a China e a Rússia fazem parte do Conselho de Segurança da ONU, que hoje é o organismo de maior poder e que pode vetar qualquer intervenção militar no mundo. Então fazer parte dessa aliança nos dá um papel no mundo muito importante.

Brasil de Fato – Os Brics acabam de criar um banco. De que forma os povos desses países serão beneficiados? O que o povo brasileiro pode esperar desse banco?

Esse é um banco criado pelos governos desses países, que tem como objetivo fortalecer o desenvolvimento dessas nações. Os recursos serão destinados basicamente a obras de infraestrutura, como estradas, portos e investimentos em transporte. Isso será muito importante para a América Latina, pois não estamos suficientemente ligados entre nós. Isso limita muito o comércio e nossas relações. Tudo isso gera muito emprego. Mesmo que aquelas pessoas não tenham um emprego diretamente ligado às estruturas financiadas por esse banco, ainda assim vão ganhar com a diminuição do desemprego, por exemplo. Quando isso diminui temos maior capacidade de negociação e, portanto, melhores salários. Parte dos recursos também será destinada ao setor social, para melhorar a educação, assim como ciência e tecnologia. Então esse banco vai representar um avanço muito grande.

Brasil de Fato – Onde será a sede do banco e qual será a participação efetiva do Brasil?

A sede será em Changai e a presidência será conduzida pela Índia, por que foi ela que propôs a criação desse banco. A presidência do banco será rotativa entre os integrantes do bloco e o próximo presidente será brasileiro. O fato do Brasil participar de centros de decisões econômicas já dá ao país uma grande importância no mundo. O Brasil é mais forte com os Brics.

Brasil de Fato – Essa aliança econômica dos Brics, tal como acontece com o Mercosul, não corre o risco de ser apenas entre os governos e as elites desses países?

Isso vai depender do desenvolvimento político de cada país e da capacidade dos trabalhadores de serem donos do Estado e dirigir os interesses da classe. No caso do Mercosul, foi criada uma coordenação de trabalhadores, com participação também dos indígenas, que se reúnem e tomam decisões conjuntas. Nesses países mais próximos nós temos que ter uma coordenação muito grande. O MST faz um trabalho muito interessante nesse sentido. Os sindicatos também têm suas articulações internacionais, assim como os partidos políticos de esquerda, através do Fórum de São Paulo.

Brasil de Fato – Essa aliança com os Brics promete grandes transformações para o país. Como preparar a população e os trabalhadores para receberem essas mudanças e oportunidades?

Quem vai saber utilizar esses recurso é o povo, na medida em que ele tem influência sobre o governo. A direita tentou tirar do povo o voto. Quando a ditadura caiu, começaram a fazer propaganda para que as pessoas não votassem e não participassem politicamente, dizendo que na política só tem gente que não vale a pena. E tentaram afastar o trabalhador do mundo político, delegando a escolha a outras pessoas. A classe trabalhadora tem que assumir suas responsabilidades, ela tem que se emancipar e assumir a direção do seu país. Ela é maioria, tem que atuar em conjunto e com objetivos políticos comuns.

 

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