No Brasil tudo vira promessa que ninguém paga

A justiça promete condenar. Só a justiça prende por mais de 3o dias. E os corruptos soltos.

Os políticos vivem de promessa. Até os sindicatos. Em Pernambuco existe o conto-de-vigário da sede. No final, não se faz nada que preste para o povo.

O Brasil é o país das obras inacabadas e dos serviços fantasmas. E do medo danado, do medo medonho, do medo brabo, do medo de arrepiar do povo nas ruas. Do cargar-se de medo, do pelar-se de medo de plebiscito, de referendo.

Ninguém quer ouvir a voz do povo.

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Em Recife não existe passeio público.

As reivindicações sociais não têm sido ouvidas ou acatadas. “Temos uma série de liminares que foram apreciadas diretamente pela presidência do Tribunal de Justiça, que derrubou todas as que tiveram parecer favorável dos juízes de primeira instância”

Flávia Villela (Agência Brasil)

O Comitê Popular da Copa e das Olimpiadas do Rio de Janeiro está organizando uma manifestação para domingo, no entorno do Maracanã, estádio que as seleções do Brasil e da Espanha disputam, a final da Copa das Confederações. As entidades que compõem o comitê vão protestar, sobretudo, contra o processo de urbanização do Rio de Janeiro para os dois megaeventos, que, segundo elas, envolveu remoções forçadas e violação de direitos humanos, e contra a privatização do Maracanã.

Hoje, em entrevista coletiva, os coordenadores do ato informaram que a concentração será na Praça Saens Peña, a cerca de 1 quilômetro  do Maracanã, de onde os manifestantes se dirigirão ao estádio. Depois de anunciarem suas reivindicações, eles vão se dispersar na Praça Afonso Pena, no mesmo bairro.

O movimento reivindica, sobretudo, a interrupção do que chamaram de elitização e privatização do Maracanã, fim do processo de demolição do Parque Aquático Julio De Lamare e do Estádio de Atletismo Célio de Barros, que fazem parte do complexo desportivo do Maracanã, e da Escola Municipal Friedenreich, no entorno da arena.

“O Maracanã agora só tem 75 mil lugares, as áreas VIPs [áreas exclusivas] se multiplicaram, e o preço das entradas subiu muito. Além disso, estão retirando pessoas pobres das áreas centrais e nobres para lugares mais distantes, e tudo isso com recursos públicos para os jogos”, lamentou Cosentino. “Estão transformando o Maracanã em um shopping. O Julio De Lamare e o Célio de Barros eram aproveitados diariamente por cerca de 10 mil pessoas que ali se exercitavam, usando-os como equipamentos de saúde. Tirar esses espaços para transformá-los em estacionamento, que é a proposta do projeto de privatização, é um absurdo”, completou.

Gustavo Mehl, também integrante do Comitê Popular da Copa no Rio, lembrou que protestos paralelos ocorrerão durante todo o domingo em outras áreas da cidade. Ele espera que as manifestações pressionem as autoridades para que ajam de forma mais transparente e democrática, já que, pelas vias legais, as reivindicações sociais não têm sido ouvidas ou acatadas. “Temos uma série de liminares que foram apreciadas diretamente pela presidência do Tribunal de Justiça, que derrubou todas as que tiveram parecer favorável dos juízes de primeira instância.”

(Transcrito da Tribuna da Imprensa)

A corrupção é mãe de todos os crimes hediondos

corrupção indignados

 

Dilma propôs uma nova legislação que considere a corrupção como crime hediondo. Isso depende de um plebiscito. Que o povo diga sim.

SIM. A corrupção pariu as quatro bestas do Apocalipse: a fome, a morte, a peste, a guerra. Só um corrupto, obviamente, defende a impunidade, uma justiça que não prende bandido de colarinho (de) branco: os empresários de obras super, super faturadas, ou inacabadas, e os negociadores de serviços fantasmas.

O Brasil precisa acabar com as chacinas dos fins de semana. A morte dos jovens pobres, dos negros pobres, dos moradores de rua (Belo Horizonte, em dois anos, trucidou cem filhos da rua).

policia terrorista 2

Quem rouba as verbas do SUS mata os doentes nas filas e dentro dos hospitais. Rouba as verbas para erradicar as doenças terceiro-mundistas como a dengue.  Quem rouba a merenda escolar mata os pobres estudantes pobres das escolas públicas.

Os principais vândalos desviaram o dinheiro da construção de mais escolas, mais hospitais, mais moradias populares, para edificar, a toque de caixa, estádios luxuosos, elefantes brancos e palácios com rachaduras como aconteceu com a sede do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, com o estádio Engenhão, que pode ser derrubado com uma ventania.

Estes ladrões, sim, são os vândalos invisíveis, que destroçam os prédios públicos. O prefeito e o governador do Rio de Janeiro vão demolir um parque aquático, um estádio, um museu, uma escola, a décima melhor do Brasil, para doar os terrenos a um grupo de empresários liderados por Eike Batista.

A corrupção só acaba se for considerada um crime hediondo.

 

corrupção

Turquia, uma país em guerra para defender 600 árvores. Quantos parques, bosques e matas o Brasil já devastou este ano?

Una manifestante levanta el puño en una manifestación en Ankara.- UMIT BEKTAS (REUTERS)
Una manifestante levanta el puño en una manifestación en Ankara.- UMIT BEKTAS (REUTERS)
MEU RESPEITO AOS TURCOS!

Estou em Istambul em visita à minha filha, Teté, que mora em Beshiktas, um bairro próximo de Taksim.

Como está sendo noticiado aí no Brasil, um projeto de reurbanização do governo pretende derrubar 600 árvores de um parque na Praça Taksim, no coração de Istambul, para a construção de um shopping center no local.

Muitas pessoas ocuparam o parque para impedir o corte das árvores, e sexta-feira passada, 31 de maio, a polícia invadiu o parque para expulsar os manifestantes com bombas de gás lacrimogêneo, jatos d’água e muita violência.

O que aconteceu depois, e continua acontecendo, é emocionante.

Uma manifestação popular que foi crescendo ao longo dos dias, o protesto foi tomando o país! Parece que quanto mais a polícia reprime, mais gente aparece e a ameaça da derrubada das árvores acabou se transformando num protesto político sem precedentes nos últimos 90 anos do país.

Trouxe à tona uma série de insatisfações contra o governo que os turcos não querem mais calar: se fala em autoritarismo, na arbitrariedade nas tomadas de decisão, na falta de escuta, em algumas questões econômicas, em posições retrógradas e muito conservadoras em relação… E isso contra um governo com popularidade baseada no sucesso da política econômica.

Milhares de pessoas tomaram as ruas em muitas cidades do país!
Como a casa da Teté é no meio do caminho, sábado acabamos participando de parte da passeata do pessoal que veio do lado asiático pela ponte em direção à Praca de Taksim (fala-se em 40.000 pessoas que atravessaram a ponte a pé!).

Foi das coisas mais bonitas e emocionantes que já vi: pessoas de todas as idades, cantando, empunhando bandeiras da Turquia, uma festa. Vinha mais gente das ruazinhas laterais, os carros que passavam no sentido oposto buzinavam em apoio, muita gente batia panela nas janelas dos prédios… incrível!

A polícia está reprimindo as manifestações com uma violência absurda, muito gás lacrimogêneo e canhões de água. Mesmo assim, os protestos continuaram durante o final de semana inteiro, em muitos pontos da cidade. Vale dizer que são pacíficos até a ação da policia começar: aí surgem as barricadas, pedras, etc…

O movimento foi organizado através das redes sociais, não tinha nenhum partido político por trás da mobilização popular. Tive a oportunidade de presenciar cenas incríveis: gente distribuindo água, máscaras, limão e leite com água (que dizem amenizar os efeitos do gás). Panos brancos em alguns estabelecimentos sinalizavam abrigo possível em caso de necessidade.
As bandeiras nas janelas das casas, nas vitrines das lojas também se transformaram numa marca do protesto.

A partir da segunda-feira, os protestos voltaram a se concentrar na Praça de Taksim, o início marcado para as 9 horas da noite. Além disso, diariamente às 9 da noite em ponto uma barulheira danada continua tomando as ruas: panelas batendo, buzinas, apitos e vuvuzela durante muitos minutos. Para lembrar que podem não estar presentes na Praça, mas continuam mobilizados, insatisfeitos, querendo mudanças.

Ontem à noite bati panelas em sinal de apoio, quis mostrar meu respeito e admiração pelos turcos. Confesso que senti uma pontinha de inveja!

Manifestantes en la Plaza Taskim de Estambul, 06 de junio de 2013- REUTERS
Manifestantes en la Plaza Taskim de Estambul, 06 de junio de 2013- REUTERS
Secuencia en la que un policía dispara gases lacrimógenos contra una mujer en la Plaza Taksim. REUTERS
Secuencia en la que un policía dispara gases lacrimógenos contra una mujer en la Plaza Taksim. REUTERS

Veja A revolta turca em imagens

Los desplazamientos forzados, la militarización y criminalización de la pobreza y la conversión del aficionado en consumidor de élite son los efectos visibles del ‘milagro’ deportivo brasileiro

Por José Manuel Rambia

pão circo indignados copa show

Más policías, la misma pobreza

También aquí han sido numerosas las voces que dentro y fuera de Brasil han denunciado esta criminalización de la pobreza. Y ello a pesar de que, según sus críticos, los macrooperativos policiales y militares desplegados en Rio con motivo de otros eventos, no han logrado una reducción de los altos índices de criminalidad. En cualquier caso, está previsto que el aparato de seguridad en torno a la Copa del Mundo tenga un costo de 2.100 millones de reales (803,7 millones de euros) e implique la contratación de 53.000 nuevos agentes. Mientras tanto, el pasado mes de marzo expresaba su preocupación otro grupo de trabajo de Naciones Unidas, el responsable de analizar los casos de detenciones arbitrarias. En sus conclusiones, los expertos censuraron la política de “limpieza de las calles” que se está realizando en las ciudades brasileñas a costa de detenciones masivas de toxicómanos y pobres. Al mismo tiempo destacaban su preocupación porque “según relatos, habría presiones para reforzar este tipo de detenciones debido a los grandes eventos de los que Brasil será sede, como la Copa del Mundo 2014 y los Juegos Olímpicos en 2016”.

Eugenio
Eugenio

Las sombras ligadas a estos macroeventos también se proyectan sobre uno de los aspectos más destacados en su justificación: el empleo. En este sentido, las condiciones laborales en las obras de construcción de las instalaciones han provocado no pocos paros y huelgas, hasta el punto de que el entonces ministro de Deporte, Orlando Silva, del Partido Comunista de Brasil (PCdB), llegó incluso a apelar al “patriotismo de los trabajadores” para no retrasar las proyectos. A ello se le suma el castigo que sufre el comercio informal, un sector clave para la supervivencia económica de miles de brasileños de renta baja. Y es que el monopolio económico impuesto por la Federación Internacional de Fútbol (FIFA) sobre los estadios y sus alrededores para garantizar el negocio a sus empresas y patrocinadores, pasa por la marginación, cuando no directa criminalización, de vendedores callejeros tan tradicionales como las baianas de Salvador que estos días se movilizaban contra el veto que les impedirá vender junto al estadio, su típica comida afrobrasileña de acarajé.

En realidad, no resulta extraño si se tiene presente que la organización de este tipo de eventos es, esencialmente, un gran negocio. Y tampoco muy transparente. La adjudicación de la gestión del nuevo estadio Maracanã de Rio de Janeiro es una buena muestra. El contrato fue adjudicado este mes de mayo al Consorcio Maracanã S.A. por un periodo de 35 años, a cambio de la inversión de unos 300 millones de dólares en mejoras del entorno y el pago de unos 2,2 millones de dólares al año al gobierno estadual. En compensación obtendrá unas ganancias totales de 715 millones de dólares. Entre las empresas que componen el consorcio está Odebrecht que junto a la sociedad Mendes Junior, responsable de la construcción del nuevo estadio de Salvador de Bahía, son dos de las firmas que mayores aportaciones realizaron a las campañas electorales de 2006 y 2010 de Aldo Rebelo, candidato del PCdB y actual ministro de Deportes. En concreto, juntas donaron unos 83.500 dólares a su candidatura, si bien los defensores del ministro señalan que en aquel momento las empresas – que también donaron dinero a otros candidatos – no podían saber su nombramiento en octubre de 2011. Un nombramiento, por cierto, provocado por la salida de su antecesor y compañero de partido, acosado por denuncias de corrupción. En cualquier caso, el pasado 27 de abril la policía dispersaba con gases a un grupo de manifestantes que denunciaba irregularidades en la concesión durante la inauguración del nuevo campo de fútbol. Solo unos días más después la Justicia iba más allá y anulaba la adjudicación, después de que una jueza carioca aceptaba el recurso de la Fiscalía en el que se planteaba “la presencia de ilegalidades que contaminan la licitación”.

De este modo, el deporte se transforma en motor de una burbuja especulativa que, en ocasiones, adquiere niveles ilógicos. La evolución del mercado inmobiliario en Rio es un buen reflejo de ello. La capital carioca experimentó entre 2010 y 2012 una encarecimiento del 116,6% en el precio de venta de las viviendas, revalorización que en el caso de los alquileres fue del 68,5%. En algunas zonas la subida de los precios ha sido todavía mayor, sobre todo en el área centro donde barrios como Cidade Nova e Estácio se revalorizaron desde 2008 hasta enero de 2013 por encime del 300%.

De nuevo, las obras del emblemático Maracanã resultan paradigmáticas. Entre 1999 y 2006, el gobierno de Rio de Janeiro invirtió unos 400 millones de reales (unos 153,9 millones de euros)  en adaptar sus instalaciones a las exigencias de la FIFA. Solo  cuatro años más tarde toda esa inversión acabaría en la basura al decidirse cerrar el campo y acometer las obras del Nuevo Maracanã por un valor mínimo de 808 millones de reales (unos 310,9 millones de euros). Los trabajos, además, también han implicado la demolición del Estadio de Atletismo Célio de Barros, una de las mejores pistas del país, o el parque acuático Julio Alamare que ahora, en el mejor de los casos, tendrán que ser reconstruidos en otro lugar.

copa despejo estádio

EIKE PLANEJA E GANHA LICITAÇÃO DO MARACANÃ

por Helio Fernandes

copa estádio Maracanã

Tudo dentro da mais completa normalidade, em se tratando de Eike Batista e do governo Cabral. Quem disse “como o Maracanã devia ser dirigido” ganhou a licitação. Tudo sóbrio e legítimo, Cabral e Eike jogam no mesmo time. Mas não é só isso.

No dia em que Cabral anunciou a “vitoria” de Eike, fez também esta comunicação entre aspas: “As obras custarão mais 200 milhões”. Alguma suspeita? De jeito algum, pura coincidência. As obras previstas para custarem 700 milhões, ultrapassaram a casa dos 900 milhões.

Agora, esses 200 milhões, que o lúcido e lisérgico Cabral chama de “imprevistos”. Se eram “imprevistos”, como Cabral e Eike poderiam prever?

PS – E o Engenhão do ex-prefeito Cesar Maia e agora do ínclito Eduardo Paes? Tudo tem a cara do “Palácio das Artes”. Calculado inicialmente em 80 milhões, custou mais de 700 milhões.

PS2 – E Eduardo Paes, que interditou o estádio por não resistir a ventos de 55 quilômetros por hora?

PS3 – Isso depois de 5 anos, para livrar a empreiteira-construtora de arcar com as despesas da reparação.

Ps4 – Agora Paes vem a público e garante: “O Engenhão está todo errado, mas a construtora pagara as despesas”.

PS5 – Pagará? Quando as coisas forem esclarecidas (?), Paes estará longe. E Cesar Maia, que não pagou pelo Palácio das Artes, cobrirá o prejuízo do Engenhão? Maia, Paes e os responsáveis por tudo, estarão de divertindo na Disney. Poderão até convidar Cabral e Eike.

PS6 – Provocada pelo Ministério Público, uma juíza do Rio anulou a licitação. Utilizou os mesmos argumentos que este repórter vem utilizando há tempos: “A empresa de Eike Batista que fez o estudo de viabilidade não poderia participar da licitação”.

copa estádio despejo indignados maracanã

Nota do redator do Blogue: Atualizando os gastos. Apenas na reforma, até o presente, torraram R$ 1,45 bilhão. Falta contabilizar os edifícios que rodeiam o estádio: Museu do Índio, Escola Municipal Friedenreich, Parque Aquático Júlio Delmare, Marcanãzinho, Estádio Célio de Barros e outros, inclusive trechos de ruas e praças. (T.A.)

Prédios nas alturas esconderão o Maracanã & maracangalhas

Excelente furo do jornal O Dia:

Recém-reformado, o Maracanã será parcialmente encoberto por dois edifícios-garagem que ocuparão os lugares do Estádio Célio de Barros e do Parque Aquático Julio Delamare. A perspectiva consta de vídeo feito pela IMX, empresa de Eike Batista autora do projeto de privatização da administração do complexo.

Os estádios de atletismo e de natação têm altura máxima de 15 metros, os novos prédios poderão chegar a 22 metros, cerca de sete andares: um deles será mais alto, pois terá um heliponto no teto. No vídeo, os edifícios são mostrados com apenas quatro andares. O Maracanã tem 32 metros de altura.

Maracanã ficará encoberto por edifícios de 22 andares. Escondido mesmo é o jetinho de Eike ser dono do antigo
Maracanã ficará encoberto por arranha-céus. Escondido mesmo é o jetinho de Eike Batista ser dono do antigo Museu do Índio, da Escola Municipal Friedenreich – a terceira melhor do Rio de Janeiro -, do Estádio Célio de Barros, do Parque Aquático Julio Delamare e outros prédios que rodeiam o estádio construído para a Copa do Mundo de 1950, que já passou por várias reformas, consumindo milhões e, agora, bilhões, do sofrido povo brasileiro

Concessionária fará projetos

O edital de privatização prevê ainda a construção do de um Museu do Futebol no terreno do estádio. Pela proposta, haverá também centro comercial no térreo dos edifícios-garagem.

Os projetos das edificações serão elaborados pela concessionária que vencer a licitação do Maracanã. Mas a altura máxima e as áreas dos dois edifícios-garagem — que terão, pelo menos, duas mil vagas — estão definidas no edital.

Segundo uma Nota de Esclarecimentos do governo estadual, os prédios não poderão ocupar espaço superior ao estabelecido. Ilustração do documento mostra que as construções terão comprimento superior ao das arquibancadas do Célio de Barros e Julio Delamare.

Análise do Iphan

Os projetos dos edifícios-garagem e do Museu do Futebol terão que ser aprovados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), pois estão no entorno delimitado do Maracanã, um bem tombado. O Célio de Barros e o Julio Delamare já existiam em 2000, quando houve o tombamento.

[Maracangalhas

Os prédios – que custaram uma fortuna aos governos da União, do Estado e do Município do Rio de Janeiro – quanto valem?

Quanto custam os terrenos dos prédios públicos e das moradias, incluindo demolições e despejos, que rodeavam o Maracanã?

Quantas praças e avenidas e ruas e árvores vão ser engolidas pelo mega projeto?

Maracanãzinho já era
MARACANÃZINHO JÁ ERA

Museu do Índio já era 1

MUSEU DO ÍNDIO JÁ ERA
MUSEU DO ÍNDIO JÁ ERA

escola já era

escola já era 22

ESCOLA MUNICIPAL JÁ ERA
ESCOLA MUNICIPAL FRIEDENREICH JÁ ERA

dudu paes cabral contra escola

Estádio Célio de Barros já era 1

estádio 1

estádio celio 3

estádio já era

ESTÁDIO CÉLIO DE BARROS JÁ ERA
ESTÁDIO CÉLIO DE BARROS JÁ ERA

Parque Aquatico já era ll

Parque Aquático Júlio Delamare já era 1

PARQUE AQUÁTICO JÚLIO DELAMARE JÁ ERA
PARQUE AQUÁTICO JÚLIO DELAMARE JÁ ERA

Você acha que Eike Batista está nesta Maracanã cangalha sozinho?
Sérgio Cabral quando brigava pelos royalties do petróleo ameaçava: “Sem royalties não tem Copa”. Aí está uma partizinha do dinheiro.
Dinheiro de Eike só se for emprestado pelo BNDES.

Eu vou prá Maracangalha
Eu vou!
Eu vou de liforme branco
Eu vou!
Eu vou de chapeu de palha
Eu vou!
Eu vou convidar Anália
Eu vou!
Se Anália não quiser ir
Eu vou só!
Eu vou só!
Eu vou só!
Se Anália não quiser ir
Eu vou só!
Eu vou só!
Eu vou só sem Anália
Mas eu vou!…

Eu vou só!…

Você acha que Eike está nessa sozinho?

já era não as privatizações e demolições

Cante Marangalha de Dorival Caymmi

O carioca bobalhão vai permitir que o Parque Aquático Júlio Delamare seja demolido e o terreno doado para construir um estacionamento?

delamare-odebrecht

Oi Sérgio Cabral, o compassivo! Oi Eike Batista, do olho grande e a bundinha de ouro! É verdade que  os equipamentos esportivos, sociais e culturais do entorno do Maracanã estão sendo destruídos para a Copa do Mundo?

Há pelo menos dois projetos oficiais de reforma do Maracanã já divulgados – um pela Odebrecht, contratada pelo governo do Estado para reformar o estádio; e outro pela Prefeitura do Rio, responsável pelas obras do entorno – que preservam o Parque Aquático Júlio Delamare (imagem).

As demolições aparecem como uma demanda da empresa de Eike Batista, a IMX, quando é divulgada a intenção de se privatizar o estádio.

Não podemos aceitar e naturalizar as demolições de espaços públicos que servem à população para repassar a empresas privadas!

No fim da reportagem que o Sportv divulgou há dois dias (veja acima) o governo do Estado diz não saber se o parque aquático vai virar um estacionamento, essa seria uma decisão da concessionária!

Prejudicar milhares de pessoas entre atletas, idosos, deficientes físicos e crianças, e nem ao menos saber porquê, É INACEITÁVEL!

Não se trata de esporte olímpico x futebol, Olimpíadas x Copa do Mundo, como querem dar a entender. Trata-se de esporte brasileiro x ganância privada!

Acorda Rio de Janeiro!

Promove um grande ato de rua contra a privatização do Maracanã!

Eta povo inerte.

Vai pra rua que O MARACA É NOSSO! Clique

POR QUE ENTREGAR O MARACANÃ A EIKE BATISTA?

por Hélio Fernandes

Museu do Índio
Museu do Índio
Escola Municipal Friedenreich, o terceiro melhor educandário do Rio de Janeiro
Escola Municipal Friedenreich, o terceiro melhor educandário do Rio de Janeiro

estadio célio de barros

Estádio Célio de Barros e o Maracanã
Estádio Célio de Barros e o Maracanã

parque aquático

Parque Aquático Júlio Delamare e o Maracanã
Parque Aquático Júlio Delamare e o Maracanã

Depois de duas reformas quase seguidas, de 400 milhões cada uma, o estádio símbolo do Rio está terminando, cada vez mais lentamente. E isso ao custo de quase 1 bilhão de reais. E já preparam, às escondidas, a entrega imediata de tudo ao bilionário aventureiro.

Fluminense e Flamengo já fizeram acordo para administrar, em conjunto, aquele que já foi o maior estádio do mundo. Encontram dificuldades, a proteção a Eike é total.

Deveríamos seguir a fórmula de Milão. Há mais de 50 anos a Prefeitura construiu o estádio, entregou aos dois grandes clubes da cidade, Inter e Milan. A prefeitura fiscaliza de longe, nunca houve problema.

[Nunca se viu nada igual. Vão demolir um Museu, uma Escola, um Estádio, um Parque Aquático para Eike Batista construir um shopping e um estacionamento. Esqueça os prédios, cujo valor histórico não tem preço. Quanto vale todos os terrenos dos prédios citados, doados por Sérgio Cabral? Quanto os diferentes governos, desde o presidente Dutra, já investiram no Maracanã?]

Estádio Engenhão, um negoção da corrupção, interditado por problemas estruturais

TUDO AZUL NA COR DO PFL DE CESAR MAIA

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Seis anos após sua conclusão, o estádio Olímpico João Havelange vai ser fechado por problemas estruturais, informou a prefeitura do Rio de Janeiro.

Relatórios das construtoras que fazem a manutenção da arena apontaram abalo na cobertura do estádio.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), disse que foi procurado no fim da semana passada pelo consórcio responsável pela construção do estádio, que vem monitorando a situação da cobertura.

“Hoje me informaram que a cobertura tinha problemas estruturais de projeto. Perguntei se esses problemas representavam risco para os torcedores. E a resposta foi sim, dependendo de determinadas circunstâncias como velocidade do vento e temperatura“, disse Paes em entrevista coletiva.

“Não sei dizer a proporção. Diante desse fato, tomei a decisão de interditar o estádio imediatamente até que tivéssemos maiores detalhes para a solução que pode ser dada”, completou ele, informando que comunicou o Botafogo e a Federação de Futebol do Estado.

Segundo Paes, a interdição é por tempo indeterminado.

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Após o Pan de 2007, o Botafogo arrendou o estádio por 20 anos em licitação aberta pela prefeitura do Rio de Janeiro.

“Vamos ter o time da prefeitura empenhada em encontrar a solução o mais rapidamente possível. Até agora não me foi apresentada nenhuma. É inadmissível que um estádio inaugurado há tão pouco tempo já tenha de enfrentar essa situação. Os responsáveis vão ser procurados para responder pelos seus atos”, declarou o prefeito. (Reuters).

“Os responsáveis vão ser procurados para responder pelos seus atos”. Duvido. Os responsáveis são:

Construído no governo Cesar Maia e de propriedade municipal, mas arrendado pelo Botafogo F.R. no ano de sua inauguração até 2027, com possibilidade de renovação de maneira unilateral por mais 20 anos, portanto até 2047, o local foi levantado para sediar as competições de atletismo e futebol dos Jogos Pan-americanos de 2007. Atualmente, tem capacidade total para mais de 46 mil pessoas sentadas, porém, sofrerá ampliação para 60 mil espectadores visando a realização da Olimpíada de 2016.

Considerado o estádio mais moderno e o mais bonito da América Latina à época de sua construção, seu gramado tem dimensões de 105 x 68m.

Inicialmente orçado em R$ 60 milhões, o Estádio Olímpico João Havelange teve um custo final mais de seis vezes do esperado, R$ 380 milhões.

O projeto do estádio foi elaborado pelos arquitetos Carlos Porto, Gilson Santos, Geraldo Lopes e José Raymundo Ferreira Gomes que, desde 1995, vinham estudando projetos de estádios no mundo todo, para fazer um estádio moderno para o Pan 2007. A pedra fundamental foi lançada em 16 de dezembro de 2003, sendo a primeira construção iniciada para os Jogos Pan-americanos de 2007, e a obra finalizada a pouco menos de um mês para o início do evento. A data de conclusão da obra foi adiada cerca de quatro vezes, estava prevista para ser concluída em meados de 2006, passou para o final do mesmo ano, posteriormente para a metade do primeiro semestre de 2007, até a semana de inauguração.

As obras foram administradas pelo Consórcio Odebrecht e OAS, sob fiscalização da Riourbe, da Secretaria de Obras do Município do Rio de Janeiro.

Mais informações sobre este elefante branco, projetado para sediar os jogos da Copa do Mundo, mas decidiram investir num novo Maracanã, que vai consumir uma enchente de dinheiro, para ser privatizado a preço de banana, incluindo os prédios que rodeiam o estádio que vão ser demolidos: Museu do Índio, Parque Aquático Júlio Delamare, Escola Municipal Friedenreich (a terceira melhor escola da Prefeitura do Rio, e Eduardo Paes nem aí), Estádio Célio de Barros, Aldeia Maracanã e casarios. Campo anexo para aquecimento

Campo anexo para aquecimento

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