Descobriram novas minas de ouro. Rico Haiti e o povo na miséria absoluta (COM VÍDEOS)

O Haiti, o país mais miserável do mundo, sempre foi rico em ouro. Recentemente descobriram novas minas. Lembra o estado brasileiro de Minas dos tempos coloniais. E de hoje em dia, rico que é em nióbio. No País da Geral, o ouro desapareceu e os exploradores construíram altares – de madeira folheada a ouro – de igrejas. No Haiti nem isso. Nem isso.

Quanto mais ouro descoberto mais fome
Quanto mais ouro descoberto mais fome
Para matar a fome, um biscoito de barro, da cor de ouro, feito de terra e água, seco ao sol, sem outro ingrediente, vendido nas ruas do Haiti. Vendido. Sem qualquer valor nutritivo e, pior, passível de ser venenoso, contaminado pela água de esgotos etc.

QUAIS PIRATAS FICAM COM O OURO DO HAITI?

O Haiti é um país ocupado militarmente pelos Estados Unidos e forças da ONU, que garantem o ouro seja minerado na mais santa paz. Os “capacetes azuis” são chamados de missionários da estabilização. Da permanência do Haiti no atraso. Na fome. Na peste. Na violência. Na miséria.

Os senhores dos exércitos ficam com o ouro? O Brasil ganha ou perde dinheiro, mantendo tropas das forças armadas?

O governo brasileiro sabe para onde vai o ouro do Haiti?

Escreve Jane Regan:

¡FIEBRE DEL ORO EN HAITÍ!
¿Quién se va a enriquecer?

Hay una fiebre del oro en Haití.

Pero una nueva investigación de Haiti Grassroots Watch revela que el público ha sido engañado por informes en los medios y por ciertas declaraciones de compañías mineras y de funcionarios del gobierno haitiano.

La fiebre del oro que se ha estado desarrollando silenciosamente promete producir unos 20.000 millones de dólares en riqueza, ¿pero dónde irá el dinero? ¿Quién se va a enriquecer? ¿Y a qué precio?

Una investigación de diez meses de duración por un equipo de estudiantes, periodistas y miembros de radios comunitarias hizo alarmantes descubrimientos, como ser:

Casi 2.400 kilómetros cuadrados de territorio haitiano – 1 5% del país – ya se encuentran bajo licencias de investigación , exploración o explotación o “ convenciones mineras ” controladas por firmas estadounidenses y canadienses.
Eurasian Minerals, una de de las firmas, ha recolectado por sí sola 44.000 muestras.
Newmont Mining, el productor Número 2 del mundo y operador de la mayor mina a cielo abierto en las Américas, ha invertido considerablemente junto a Eurasian, y está considerando cinco posibles explotaciones mineras.
El ex ministro de Economía y Finanzas de Haití es ahora consultor pagado de Newmont.
Dos ministros haitianos firmaron recientemente un “Memorando de Entendimiento” con Newmont y Eurasian que dice – violando la ley haitiana – que Eurasian y Newmont pueden comenzar a perforar en uno de sus lugares de exploración. La legislación haitiana estipula que no puede haber ninguna perforación sin una convención minera.
Como solo tiene un puñado de vehículos operativos y de geólogos, la agencia minera estatal carece de los medios para supervisar la perforación y la investigación que tiene lugar en el norte del país.
Parece que nadie informa a las comunidades en el norte de Haití sobre lo que está sucediendo y que tratos se ha llegado a puertas cerradas.

Impunidade no País da Geral. A PF prende. A justiça solta

Pelo menos dez operações da Polícia Federal (PF) realizadas nos últimos seis anos em Minas tiveram agentes públicos como seus principais personagens. As ações policiais desbarataram desde esquemas mais simples como conexões complexas entre prefeituras, parlamentares, togados e a iniciativa privada.

Um delegado da PF em Belo Horizonte informou que não tem conhecimento de que investigados nas três principais operações deflagradas – Sanguessuga, Pasárgada e João de Barro – estejam presos.

Enquanto a soltura dos investigados presos pela PF é normalmente imediata, o desenrolar dos processos na Justiça anda a passos de tartaruga. A operação Pasárgada, desencadeada em 2008, executou 50 mandados de prisão. Mas as primeiras ações por improbidade foram ajuizadas pelo Ministério Público Federal (MPF) três anos depois.

O problema é que, quanto mais complexo o esquema e maior o número de réus, menos os resultados aparecem. A infinidade de recursos apresentados pelas defesas e os desdobramentos das ações esbarram na falta de estrutura no Judiciário.

O direcionamento dos casos para foros privilegiados, por exemplo, “dá causa a atrasos”, destaca o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso. “A vocação dos tribunais é para decidir sobre recursos. Eles não têm estrutura para realizar instruções. Isso colabora para a lentidão”, afirmou. A fase de instruções engloba, por exemplo, a inquirição de testemunhas das partes.
Sistema é para não prender os poderosos 

 A condenação final dos investigados em grandes operações federais, como as que foram realizadas nos últimos seis anos em Minas, são raras em decorrência de influência pessoal. Essa é a avaliação de Hermes Guerreiro, advogado que acompanha de perto o andamento dos casos.

“Há várias teorias. Uma delas, a de que o sistema foi feito para isso mesmo”, polemiza Guerreiro.

Não é qualquer cidadão que, preso preventivamente por uma operação policial, obtém um habeas corpus na Justiça em questão de horas. São privilegiados os que têm condição de contratar advogados com competência para colocar “pedras” no caminho processual, durante vários anos de tramitação.

Quando os réus são poderosos, a Justiça atola em solicitações de testemunhas e interposições de agravos, embargos e recursos feitas pelos defensores. E, como não há como fugir do rito processual permissivo, as investigações parecem não resultar em coisa alguma: a certeza de impunidade cresce. Essa leitura, feita pelo ex-ministro Carlos Velloso, gera, segundo ele, insegurança na sociedade. “Isso causa um temor no cidadão”, diz.

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) defende que, para as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, o princípio da presunção da inocência deveria ser relativizado. Isso significa que não seria necessário aguardar que um processo tenha resultado definitivo, em última instância, para que um cidadão seja considerado culpado. Esse entendimento foi aplicado pelo STF quando da validação da Lei da Ficha Limpa.

Anterior. Por mais que tenha cometido abusos como delegado da PF – e responda por isso na Justiça – o deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) sofreu o contragolpe do sistema. Principal condutor da operação Satiagraha, de 2008, que apurou supostos crimes financeiros cometidos pelo grupo Opportunity, ele, de investigador, virou réu.

Sobre a origem da impunidade, Queiroz acredita que ela já ganha forma na fase das ações policiais por conta da falta de estrutura dos órgãos e corporações envolvidos. “O Ministério Público, a polícia e o Poder Judiciário estão fragilizados, sem estrutura à altura das organizações criminosas“, aponta o parlamentar.

Para onde vai a riqueza das Minas Gerais?

É uma afirmativa capciosa. Que uma vida não tem preço.

Um Frei Caneca, um Joaquim Nabuco, um Josué de Castro, um Manuel Bandeira vale mais do que 110 prefeitos mineiros ladrões.

Um Tiradentes, um Carlos Drummond de Andrade, uma Adélia Prado vale mais do que 110 políticos corrputos, ou 110 bandidos togados. Ou 110 Magalhães Pinto, chefe civil da ditadura de 64, e banqueiro falido, sogro do filho mais velho de Fernando Henrique, beneficiado pelo proer dos bancos.

Minas Gerais é um Estado mais rico que muitos países da Europa. Não precisa de esmolas de um Ministério sem verbas.

Acontece que o País da Geral continua sendo roubado pelos piratas internacionais. Privatizaram suas riquezas. Que são saqueadas. Dou o exemplo do nióbio.

Capa de hoje

Publica o Estado de Minas:

NAS CONTAS DO MINISTÉRIO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL… Um pernambucano vale 110 mineiros

Verba liberada para cada habitante atingido pela chuva em Pernambuco é mais de 100 vezes maior do que a destinada a cada afetado pelos temporais em Minas
O estado nordestino, terra natal do ministro Fernando Bezerra, teve no ano passado nove mortes e 18 cidades em situação de emergência, com um total de 608 mil habitantes. E recebeu R$ 98 milhões do Programa de Prevenção a Desastres. O repasse para cada pernambucano foi de R$ 160,97. Já para Minas Gerais, que já registrou 15 mortes no período chuvoso e conta com 116 municípios em estado de emergência, os recursos destinados foram de R$ 10 milhões. Como nas cidades atingidas vivem 6,8 milhões de pessoas, o dinheiro representa mísero R$ 1,46 per capita para os mineiros.

Empresas que financiaram campanha do filho do ministro Fernando Bezerra ganharam contratos de R$ 98 milhões com estatal ligada ao ministério

Qual será o próximo edifício, pergunta o Estado de Minas?

 
Resposta: todos os edíficios construídos em área de risco, conforme autorização permissiva das autoridades competentes e corrompidas.
O Estado de Minas hoje, em editorial, ataca os governantes do Estado do Rio de Janeiro, pelo desvio de verbas de ajuda às vítimas das chuvas. A denúncia é verdadeira. Mas esqueceu os governantes mineiros. Todo ano tem tragédia prevista em Minas Gerais. Todo ano tem mineiro com morte anunciada. Todo ano morre mineiro afogado ou soterrado. Todo ano tem dinheirama jogada na lama da corrupção. Já virou uma indústria.

Era uma vez o País da Geral. O Estado entregou o mapa dos tesouros e as minas para os piratas

A imprensa entreguista mete o pau no serviço público. Mas não apresenta os culpados. Os culpados são bajulados:  a presidente da República, o governador de Minas Gerais e o prefeito de Belo Horizonte.

A imprensa direitista, conservadora, tradicional e safada, apresenta como exemplo da bagunça estatal o Detran em Belô.

Realmente, a corrução atinge todos os Detrans. Sejam estaduais ou municipais. Isso acontece porque o judiciário é conivente. A justiça não prende ninguém.

O jornalão mineiro  mete o pau no serviço público para justificar a entrega das riquezas de Minas Gerais aos piratas. Caso do nióbio, um minério mais precioso que o ouro, que o pretróleo, que o gás.

É isso aí:  os leilões/doações continuam. Estrangeiras Minas Gerais. Este o nome certo do Estado que enforcou Tiradentes.

País da Geral. Das riquezas roubadas

Eta Brasil infectado de ladrões.
Federais.
Estaduais.
Municipais.

Oi Minas Gerais!
Pobre de ti!

Impunidade à vista.
Proposta na Assembléia beneficia 30 mil prefeitos e milhares de servidores ladrões.

Está pronta para ser votada no plenário da Casa uma emenda a projeto de lei que garante prescrição de processos que tramitam há mais de cinco anos no Tribunal de Contas de Estado. Dos 90 mil em análise no órgão, um terço foi iniciado antes de 2006. Autor da proposta, o deputado Antonio Júlio (PMDB) alega que o objetivo é pressionar o tribunal a agilizar o trabalho e não penalizar os investigados que esperam anos para ter caso julgado. Mas, na prática, significa que prefeitos e secretários processados por desvio de recursos públicos, por exemplo, ficarão impunes.

Oi Minas Gerais!
roubaram teu ouro
teus brilhantes.

Estão roubando teu nióbio.
As minas levaram quase todas.
Vai restar apenas
o País da Geral