Até tu, minha bela!

br_extra. Ate tu

 

O Brasil acaba com as ONGs ou as ONGs acabam com o Brasil. São não governamentais apenas no nome. Dependem do dinheiro desviado dos governos da União, estaduais e municipais. Ou do dinheiro abatido nas declarações de impostos das pessoas físicas e jurídicas. Ou do dinheiro dos governos estrangeiros e grandes empresas nacionais e internacionais, notadamente dos serviços de espionagem de todos os tipos. Servem como cabides de emprego de famílias parasitas. Para lavagem de dinheiro. Para diferenciados tráficos. Muitas são organizações fantasmas, invisíveis e secretas.  Vendem gente, bicho & coisas. De terras raras a notas frias.

 

 

 

As ONGs internacionais se tornam cada vez mais “donas” da Amazônia

GENERAl QUER SABER PARA QUE SERVEM TANTAS ONGS NA AMAZÔNIA

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por Sérgio Pires / Correio de Notícia/ Rondônia

A ideologia imposta a grandes temas nacionais, as causas que deveriam estar muito acima de crenças político-partidárias, é uma realidade a que temos sido submetidos todos os dias. A ideologia tomou conta das questões da criminalidade, já que ela não é combatida para priorizar os direitos humanos dos bandidos; no campo, onde invasão de terras não é mais crime e em muitas coisas da nossa vida. A questão da Amazônia não poderia ser diferente: Nosso governo ama as ONGs internacionais, dá-lhes dinheiro e poder e elas se tornam cada vez mais “donas” da mais rica região do país. Numa longa e rara entrevista, dia desses, o comandante militar da região, general Eduardo Villas Boas, que chefia nada menos do que 19 mil homens e mulheres das Forças Armadas, considerou as ONGs como um dos grandes males da região amazônica. Não generalizou, com o perdão do trocadilho. Mas disse com todas as letras: “Não é o caso de estigmatizar as ONGs. Elas preenchem espaços e atendem necessidades da população que nem o primeiro nem o segundo setores têm capacidade de atender. Mas há coisas fora de controle e a gente fica numa insegurança: não sabe quem são nem seus objetivos.”

E foi ainda mais longe, o comandante militar: “muitas vezes as ONGs atuam no sentido contrário aos interesses brasileiros”. Poderia ter dado uma dezena de exemplos, mas optou por citar um. E dos mais importantes, o caso da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho:

– “Em 2009, o braço brasileiro da ONG norte-americana Conservation Strategy Fund divulgou estudo afirmando que a reforma da estrada traria prejuízo. É uma rodovia que já existiu, não gerou desflorestamento, não houve prejuízo ambiental. Mas o governo não consegue fazer… é um absurdo. Manaus está conectada à Venezuela, mas não ao restante do Brasil”, protestou o general Villas Boas.

O reino ideal do pastor Feliciano: Cadeia para os heréticos da Santa Inquisição

As Nadezhda Tolokonnikova goes on hunger strike, questions are being asked about the brutal conditions that she is having to endure

Nadezhda Tolokonnikova
Nadezhda Tolokonnikova

The Pussy Riot trial was seen by many as part of a Kremlin crackdown on dissent that has since continued with the conviction of the opposition leader, Alexei Navalny, in a politicised trial in July, and the ongoing prosecution of people present at a Bolotnaya Square protest against Vladimir Putin’s re-election in May 2012. Laws have been passed labelling non-governmental organisations that receive money from abroad as “foreign agents” and banning “homosexual propaganda” – a vague term for behaviour that is deemed to promote homosexuality.

The Russian Orthodox Church has served as a linchpin of this trend. On the same day that the State Duma passed the controversial “gay propaganda” law in June, it also approved a blasphemy law outlawing public actions that offend the “religious feelings of believers”. Orthodox activists have beaten gay-rights activists at rallies and attempted to disrupt art exhibitions and performances, including a show by Pussy Riot supporters at a Moscow theatre in August 2012.

Russia

Não sou contra as ONGs. E, sim, contra os serviços de espionagem disfarçados em ONGs. Idem ONGs e fundações e entidades beneficentes que visam passar notas frias, e que são não governamentais apenas no nome.

the_independent.

O Papa Francisco declarou que a Igreja Católica se tornou “obcecada” com os temas do aborto, do casamento homossexual e da contracepção.

“Não podemos concentrar-nos só nestes temas. Não tenho falado muito sobre estes temas e por vezes isso tem-me sido apontado. Mas quando se fala destes assuntos, deve ser no devido contexto. Sabemos qual é a opinião da Igreja e eu sou um filho da Igreja, mas não é preciso continuarmos a falar disto assim.”

Jesus jamais tocou no assuntos homossexualidade. Jamais. No Novo Testamento existe apenas uma referência de São Paulo contra o homossexualismo masculino. E contra o sexo anal. Nada que se possa garantir que foi uma referência ao amor lésbico.

Considero a preocupação do pastor Feliciano doentia e radical. É o mesmo discurso raivoso de Bolsonaro.

Governador de Santa Catarina sofre atentado

BRA^SC_NDOD O pior ataque o que se faz aos cofres do governo

Já pensou nas manchetes internacionais se acontecesse: atentado à Casa Branca, atentado à Casa Rosada, atentado ao Vaticano, atentado ao Palácio do Planalto?

Atacam a sede do governo de Santa Catarina, e ninguém leva a sério. Nem mesmo o povo de Florianópolis. Que foi pra rua brincar carnaval.

Publica Press Floripa:

Mais de 30 mil pessoas no centro
Mais de 30 mil pessoas no centro

“Sem tradição a terça-feira de carnaval levou mais de 30 mil pessoas ao centro

No início da tarde desta terça-feira, blocos levaram a alegria ao entorno da Praça VX de Novembro. Por volta das 16horas o Bloco Jardim das Palmeiras fez a volta na praça cantando e tocando músicas de carnaval. Mesmo o tempo instável não intimodou as milhares de pessoas que chegaram para assistir ao show da banda carioca Monobloco. No repertório diversos sucessos de marchinhas, forró, pop tudo apresentado com a batida do samba. De acordo com a Polícia Militar mais de 30 mil pessoas participaram do encerramento do carnaval 2013 – A alegria nos aproxima, no centro.

A terça-feira também teve a programação dos Bailes Públicos no Centro – Mercado Público – e Continente – Avenida Beira Mar Continental.

Em diversos bairros como Campeche, Pântano do Sul, Sambaqui, Ponta das Canas, Armação com os tradicionais festejos nas comunidades encerraram o carnaval 2013 também com grande número de participantes das festas”.

A polícia conta que o atentado foi ordenado pelo PCC que, em Santa Catarina, a polícia muda o nome, por ser uma sigla desgastada no Rio de Janeiro e em São Paulo. Estados que sofreram a mesma guerra.

O PCC tem sedes nos presídios das capitais. Daí o nome Primeiro Comando da Capital.

Um comando invisível. Que o Brasil é o país do segredo eterno, da justiça secreta, do sigilo bancário, do segredo de justiça, do jogo com premiados incógnitos, das concessões de ilhas da fantasia, dos serviços fantasmas, das sociedades anônimas, das 500 mil ONGs com endereços desconhecidos e que recebem desconhecidas verbas dos governos federal, estaduais e municipais e estrangeiros.

Nada estranho que tenha um governo paralelo invisível.

A polícia sabe que a ordem para atacar a sede do governo de Santa Catarina partiu de um telefone de propriedade de um preso invisível.

Invisível o preso e invisível o celular.

No Rio de Janeiro, a polícia invade os morros, derrubando portas e atirando. “Passificou” cerca de cinco ou seis favelas, quando apenas na capital Rio de Janeiro existem 1. 100 favelas.

Em São Paulo, a polícia começou com a chacina de Carandirú, matando 111 presos de uma só vez, e passou a atuar nas ruas, enfrentando os suspeitos portadores de celular da resistência seguida de morte.

Em Santa Catarina a ordem é torturar todos os presos visíveis.

ONGs não governamentais apenas no nome

 

Por fidelidade ao nome, nenhuma organização não governamental deve receber trinta moedas do governo. Principalmente de governo estrangeiro. Acontece que as ONGs no Brasil servem a diferentes e misteriosos interesses. Costumo dizer que os esquerdistas e pelegos sindicais são viciados nuna ONG. E que os direitistas e empresas e indústrias, numa fundação. Quase todas mamam nas tetas das burras do Estado. Outras são financiadas por países imperalistas e colonizadores e corsários e piratas. E muitas lavam notas frias. É uma dinheirama que passa dos bilhões… sem nenhum controle estatal.

Rafael Correia decidiu penetrar nesse paraíso encantado de parasitas, aventureiros, traidores da pátria, espiões, espetalhões de todos os tipos. Isso sob os protestos da mídia conservadora, dos liberais, dos politiqueiros.

Do total das entidades que não recebeu a renovação da sua autorização, três são o italianas e igual quantidade de Espanha, dois de Reino Unido e uma Argentina e um número semelhante de Colômbia, Filipinas, Cingapura, Dinamarca, Bélgica, Porto Rico e Alemanha.
A Seteci indica a determinação de que no caso de não satisfazerem os requisitos, tem de encerrar as suas atividades no país.

O governo do Equador anunciou a revisão de contratos das ONGs e a avaliação da relevância de suas operações no país, já que em alguns casos o propósito manifesto de suas acções concretas foi distorcido.

Uma investigação jornalística revelou a presença dessas formas de parceria em locais estratégicos para a nação, como reservas naturais onde existem projectos mesmo nacionais.  A Agência dos Estados Unidos para o desenvolvimento internacional (Usaid) tem sido uma das mais disputadas aqui pela existência de projetos polêmicos que revelam objectivos que não reflectem  a sua finalidade.

Especialistas concordam que o governo dos EUA pretende controlar a água doce da América Latina, bem como o potencial para gerar energia hidrelétrica e um dos sistemas ecológicos com maior concentração de biodiversidade do mundo.  Além disso, considera-se que iniciativas ambientais são com fins intervencionistas, enquanto tentando controlar recursos naturais, minerais e energia, a fim de estabelecer as condições de negociação para a região. As análises realizadas por organismos de governo indicam uma forte intervenção entre a população das zonas de execução para obter influência técnica e jurídica para a formulação de leis ambientais com benéficos para entidades estrangeiras.

Além disso, tem exercido a intervenção directa em áreas protegidas do país com conecimento de que para os niveis regionais e globais  são áreas estratégicas de pela sua  megadiversidade, e por outro lado, não existem mecanismos governamentais para avaliação dos projetos.  O facto de que a execução seja desenvolvida por grandes organizações não-governamentais norte-americanas, como a Rainforest Alliance e a Chemonics, sem representação legal no Equador também chama a atenção.

Veja entrevista de Rafael Correa sobre bandidagem midiática contra o seu governo. E denunciou o financiamento de ONGs pela CIA.

Novos tentáculos do poder político

Percival Puggina

“Como fiscalizar as ONGs? Houve problemas, ninguém nega. E quem tiver cometido erro tem que pagar”. Quando Aldo Rebelo, escolhido para substituir Orlando Silva no Ministério dos Esportes, fez essa declaração, um ano atrás, ficou claro, no conjunto da entrevista que concedeu, que responsabilizar as ONGs foi um modo de livrar a cara do camarada antecessor.

Eu entendi a manifestação como exercício de um dever de solidariedade. A culpa era só dessas organizações e da dificuldade de as fiscalizar. Foi na mesma linha que entendi o novo ministro quando, em outras entrevistas, disse que não pretendia prosseguir com tal prática. Ele não mais se valeria de instituições que não tinha como fiscalizar e passaria a destinar os recursos da pasta para estados e municípios.

Passado menos de um mês, ficava-se sabendo que Aldo Rebelo cancelara convênios com 50 ONGs. Mas se era possível cancelar assim, por que, raios, esses convênios existiam? Por outro lado, deduz-se que das organizações que mantinham convênio com o ministério, malgrado a decisão de trabalhar com nenhuma, remanesceram 250 (!) em atuação (segundo o noticiário, em 2011 cerca de três centenas de ONGs operavam nos programas de esporte do governo).

Aliás, quando fiquei sabendo desse número, para todos surpreendente, pus-me a indagar o seguinte: se em torno do PCdoB, um partido pequenininho, numa pasta também periférica, orbitavam três centenas de ONGs, quantas não agiriam no complexo universo comandando pelo PT e PMDB, os dois gigantes do governo federal? Pois é.

A resposta, colhida na mídia, chega a quase uma dezena de milhar. É toda uma rede, financeira e politicamente subordinada, envolvendo um contingente humano que pode alcançar um milhão de pessoas se considerarmos todos os dirigentes, servidores assalariados e voluntários. Trata-se de uma nova máquina que se agrega ao gigantismo do poder central, estatal, e que tantas vezes – sabe-se agora – está incorporada aos vetores da corrupção por ele polarizada.

Com enorme surpresa já ouvi de alguém: “Eu tenho uma ONG”. E com surpresa ainda maior, já li, várias vezes: “Fulano de tal, dono de uma rede de ONGs…”. Que tal? Donos de ONGs? Só podia dar no que deu. Entende-se, então, o motivo pelo qual a CPI das ONGs, nascida em 2006, morreu de inanição, quatro anos mais tarde, sob total desinteresse da maioria governista. Na nota oficial em que fez o necrológico da finada CPI, a Associação Brasileira de ONGs falou em “criminalização dos movimentos sociais” e em “setores conservadores”. Quem conhece o idioma da esquerda sabe que tal vocabulário não deixa dúvidas quanto à devoção filial dessa instituição a padrinhos bem conhecidos, com acesso à grana dos esfolados contribuintes.

Ressalve-se que organizações dessa natureza compõem uma estrutura admirável se usadas para o bem. Mas como são terríveis, sob o ponto de vista moral e institucional, se convertidas em tentáculos do poder político! Nos negócios em que então se envolvem elas não ofendem apenas as leis penais. Elas atacam a própria democracia.

Muito tenho escrito, aliás, contra a centralização em nosso país. Ela se dá ao arrepio da forma federativa, que aponta para uma direção, enquanto a prática política, fiscal, legislativa e administrativa age no sentido inverso. A isso se acrescenta agora, nestes anos de decadência moral das instituições, a vasta e multiforme rede de ONGs dependente dos favores e das vistas grossas de seus financiadores governamentais, conjugadas com subterrâneos canais de retorno das verbas recebidas.

A existência de uma rede não implica, necessariamente, descentralização. No caso, ocorre o contrário disso, seja pela dependência financeira que cria, seja pelas verbas que refluem, mediante artifícios contábeis, para os dutos da corrupção política.

 (Transcrito da Tribuna da Imprensa)