Operação Paraíso. Os defensores dos irmãos Metralha (com vídeo)

Faisal Rasool
Faisal Rasool

Quando acontecia a Operação Paraíso, Christine Epaud, na Noruega, concedeu entrevista para defender os irmãos Metralha (testemunho de uma convivência de dois a três anos):

– “Rapazes agradáveis e simpáticos”.

Shahid Rasool
Shahid Rasool

Para a polícia, os quatro irmãos paquistaneses são os assassinos de um vietnamita. E envolvidos em brigas de gangues em Oslo, com tiroteio e mortes. Inclusive um brutal sequestro, com tortura. Clique aqui.

Yasir Rasool
Yasir Rasool
Qaiser Rasool
Qaiser Rasool

Para quem não sabe: A população da Noruega duplicou com os emigrantes. Assim fica explicada a vinda dos irmãos Metralha para o Brasil com outros noruegueses. Todos com passagem pela polícia.

Nesta mesma reportagem sobre a máfia do frio, os jornalistas DAVID STENERUD e HANS KRISTIAN THORBJØRNSEN citam Christine Epaud como  svigermoren  de Thomas  Kristiansen.

Bjorn Løvstad, denunciado pela Operação Paraíso, também dá seu testemunhal sobre os irmãos Metralha. O interessante é que esta reportagem tem o seguinte título: “Envolvidos no negócio imobiliário, em Natal, não diriam uma palavra ruim sobre os temidos irmãos Metralha”.

Nesta reportagem de DAVID STENERUD, “Minha sogra contra-ataque”, Kristiasen defende Bjorn Løvstad.

Christine acusada de espalhar boatos, pede ao repórter para ser chamada simplesmente de “sogra”.

Para Løvstad, o interesse de Christine, proprietária da Sol Brasils,  de denegrir os “concorrentes visa encobrir o seu próprio contato com os Irmãos Metralha”.

O contra-ataque de Christine :

– “Sol Brasils foi fechada. Já faz mais de um ano. Agora eu sou apenas uma agente imobiliária freelance. Thomas não funciona em todos (negócios)”.

Christine mentiu. A Sol Brasils continua tão ativa quanto ela, apesar de aposentada por invalidez permanente. E super ativa como empresária e funcionária pública de gabinetes de presidentes do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

Acrescento que uma aposentadoria mais do que justificada: fez um transplante de rim, em Paris, cidade onde tem residência fixa.

Por que Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro queriam uma inválida no gabinete da presidência do Tribunal, sogra de um ex-presidiário e com relações perigosas?

Acredito por ser uma mulher que vive no tráfico. Que não para. Vive no tráfico aéreo. A reportagem de DAVID STENERUD tem o seguinte parágrafo final:

“A sogra de Thomas Kristiansen está atualmente em uma visita à Noruega, mas disse que  viaja, domingo, para os EUA”.

Com a posse da desembargadora Judite Nunes, Christine terminou um longo reinado no judiciário. Na vassourada, teve que retornar para seu antigo turismo na Secretária de Administração do Governo do Estado. Por morar no mesmo prédio, pediu à governadora Rosalba Ciarlini para ser lotada na Casa Civil. Sempre foi um emprego chinfrim, Christine, proprietária de uma dezena de empresas, não precisa ser funcionária pública potiguar.

Não há nenhum interesse salarial. O salário de barnabé não paga a vida luxuosa em Paris e Natal, e as costumeiras viagens internacionais.

Lotada no gabinete do presidente do TJ-RN, entrou com um  pedido de reenquadramento no Tribunal de Contas. Isso pode render um imoral precatório. Neste processo contra o TC, Christine apelou para a Justiça Gratuita, o que vale como um atestado de pobreza tão cobiçado pelos pobres que “têm sede de justiça”.

O bom, bem bão, diria o poeta Mário de Andrade, é que Christine, por ser aposentada por invalidez, não paga imposto. Nem impede pedir ao Detran a renovação da carteira de motorista.

Em testemunho na Justiça do RN, processo n. 001.04.015369-0: “esclarecendo a depoente que por ser aposentada por invalidez é isenta de pagamento do imposto de renda, que não se dispõe a quebrar seu sigilo bancário…”  Não fica claro se uma aposentadoria francesa e/ou brasileira.

No Brasil, a máfia dos irmãos Metralha  aparece no

Processo nº 0007185-89.2007.4.05.8400 – acusados GHULAM ABBAS ou ABBAS GHULAM, FAISAL RASOOL, ZAHID RASOOL, QAISER RASOOL, YASIR RASOOL, BJORN THOMAS LOVSTAD e TERJE FALKENHALL. Em tramitação na Justica Federal no Rio Grande do Norte – JFRN.

Os irmãos Metralha. Os irmãos RASOOL:  Ghulam Abbas (na época com 31 anos), Shahid Rasool (26), Zahid Rasool (29), Yasir Rasool (23), mann (21) og mann (28)
Os irmãos Metralha ou irmãos RASOOL: Ghulam Abbas (na época com 31 anos), Shahid Rasool (26), Zahid Rasool (29), Yasir Rasool (23), mann (21) og mann (28)
Vídeo da Dagbladet TV, Oslo, 2008
Vídeo da Dagbladet TV, Oslo, 2008

Assista aqui vídeo.

Os irmãos Metralha também estão sendo processados na Noruega por mais de 130 ações criminosas. E acusados de lavar 13,5 milhões. O tribunal de Oslo considerou que o dinheiro foi contrabandeado para o Paquistão e Brasil. Existe uma lista não divulgada de pessoas investigadas. Este documento secreto envolve 12 dos 16 acusados como membros da quadrilha. Use o tradutor Google e leia

Natal Paraíso do Crime. Mais um mafioso condenado em Natal pela Justiça Federal

Arvid Birkeland
Arvid Birkeland

Da redação do DIARIODENATAL.COM.BRA Justiça Federal do Rio Grande do Norte sentenciou mais um processo envolvendo a Operação Paraíso, onde um grupo de noruegueses e brasileiros é acusado de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, entre outros crimes. Proferida pelo Juiz Federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara Federal, a sentença com 170 páginas expedida esta semana condena o norueguês Arvid Birkeland e os brasileiros Guilherme Vieira da Silva e Ivan Antas Pereira Pinto Júnior.Também figurava como réu no processo o norueguês  Trygve Kristianse. No entanto, para esse último o juiz extinguiu o processo sem julgamento do mérito porque em outro processo, julgado anteriormente, ele foi condenado pelos mesmos crimes e fatos narrados nesse processo atual. Com isso foi configurada a litispendência (quando se repete nova ação judicial, com fundamento no mesmo fato e contra idêntico réu, após a existência ou continuidade de anterior ação pendente de decisão com trânsito em julgado).O norueguês Arvid Birkeland foi condenado a 11 anos, 6 meses e 15 dias de prisão. E pagará uma multa de R$ 672.000,00. Guilherme Vieira da Silva foi condenado a 9 anos 8 meses e 20 dias de reclusão e ao pagamento de multa no valor de 126.000,00. Ivan Antas Pereira Pinto Júnior cumprirá 7 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão e deverá pagar multa no valor de 60.000,00. No caso de Arvid Birkeland e Guilherme Vieira o cumprimento da pena será iniciado em regime fechado. Ivan Antas terá o início em regime semiaberto.

“O conjunto de prova trazido aos autos revela a prática de atividades ilícitas do grupo criminoso e o envolvimento dos acusados nos delitos de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e crime contra o sistema financeiro nacional”, escreveu o Juiz Federal Walter Nunes na sentença.

Ele ressaltou que as acusações se mostram patentes e plausíveis já que os envolvidos “receberam recursos oriundos de atividades criminosas para fins de investimento imobiliário e turístico no Rio Grande do Norte, realizando, portanto, a lavagem de dinheiro”.  “Assim, tanto Trygve Kristianse quanto os outros acusados, na condição de sócios e representantes das empresas pertencentes àquele primeiro acusado, investiram na construção das unidades habitacionais do Blue Marlim Group LTDA, formado pelos empreendimentos: blue marlim apartments; blue marlim village; cotovelo resort & spa; e water sport center, com os recursos resultantes das vendas dos imóveis no exterior, com pleno conhecimento da origem ilícita do dinheiro”, destacou o Juiz Federal na sentença.

O magistrado analisou que as empresas pertencentes ao grupo não praticavam apenas a “lavagem de dinheiro”, mas também a evasão de divisas. “Diversamente das justificativas apresentadas, restou evidenciado, no caso em julgamento, que a criação de diversas empresas, com constantes alterações da composição societária, que dificulta, sobremaneira, o rastreamento dos recursos e a investigação em si dos crimes, notadamente o de lavagem de dinheiro e o de evasão de divisas, tinha por estratégia servir aos desígnios do grupo criminoso, sobremodo no que diz respeito à execução dos delitos em foco”, escreveu o Juiz Federal Walter Nunes na sentença. As empresas constituídas pelos acusados atuavam no ramo imobiliário e turístico, além da exploração de serviços ligados a prática dessas atividades empresariais.

No crime de evasão de divisas, os acusados criaram uma offshore na Noruega, a qual serviu para receber, no exterior, o dinheiro proveniente da venda, fora do Brasil, dos imóveis construídos no Rio Grande do Norte. Depois, simularam, por meio de contratos fraudulentos, a venda e o pagamento aqui, por valores inferiores.

Na sentença, o Juiz Federal observou que os relatórios fiscais fornecidos pelos técnicos da Fazenda Nacional, os depoimentos judiciais das testemunhas indicadas pelo Ministério Público Federal, além das provas extraídas das degravações de interceptações telefônicas, quebra do sigilo fiscal e bancário dos acusados, evidenciam a incompatibilidade da movimentação financeira e patrimonial dos acusados com as suas declarações de rendimentos apresentadas ao fisco.

Natal Paraíso do Crime. A família Kristiansen

 

Thomas Bjorn Løvstad e  Trygve Kristiansen começaram seus negócios imobiliários em Natal com um terreno doado pelo governo, em 1973, na praia de Ponta Negra. Repito: terreno doado.

Os negócios de Kristiansen são hoje tocados pela família. Família Kristiansen.

Os membros da Máfia do Frio são originários de gangues que atuaram em Oslo, onde a criminalidade é muito alta.

Importante salientar que “tinham renda zero” na Noruega, e rapidamente ficaram milionários no Brasil.

I eiendomsselskapet Natal Invest har flere av gründerne kriminell bakgrunn. Felles for mange av dem er at de har null i inntekt og formue i Norge samtidig som de investerer tungt i eiendom i Brasil.

Marius Dietrichson é um pistoleiro.

Siktet for drapsforsøk

Dietrichsons klient er også siktet for drapsforsøk etter skytingen på Aker Brygge ifjor sommer. Han har allerede sittet i fengsel i Brasil siden slutten av mars.

Transcrevo uma reportagem (a tradução é fácil pelo Google) que narra a primeira investida da Polícia Federal para acabar com essas máfias.

Por denuncia-las, estou ameaçado de morte. Por e pela família de Thomas Kristiansen, ex-presidiário, genro e sócio de Christine Epaud, uma tanzaniana, com nacionalidade brasileira e francesa (usa o nome do marido Gilles), que é funcionária pública da Secretaria de Administração do Governo do Rio Grande do Norte e (pasmem!) esteve lotada nos gabinetes de vários presidentes do Tribunal de Justiça.  Idem no Tribunal de Contas.

Para encobrir as ameaças, Christine Epaud pretende entrar com um processo para fechar este blogue. Confiante  nas amizades que fez.

Sou jornalista e professor de jornalismo (formei várias gerações de profissionais: Ricardo Noblat, Geneton Moraes Neto, para citar dois nomes de prestígio internacional), ex-diretor do jornal A República de Natal, não mereço ser mais um cadáver desses bandidos.

Censurar este blogue é tentar encabrestar um velho jornalista. Mas as denúncias continuarão na imprensa norueguesa.

A máfia pode calar a imprensa brasileira. Que o Brasil continua empestado de ações judiciais contra jornalistas que são blogueiros. Mas não amordaça a imprensa da Noruega.

Vou transcrever as reportagens que marcam a transformação de Natal em coito da Máfia do Frio.

Segue texto com o título  “Paraíso do Crime”  (Paradise Lost):

hovedsak

Paradise lost

Storstilt razzia: Sentrale medlemmer av B-gjengen, tidligere nattklubbeier Bjørn Thomas Løvstad og eiendomsinvestor Trygve Kristiansen er arrestert etter politirazziaen i Norge og Brasil. Hvitvasking: Politiet har slått til mot de det mener er hvitvasking av kriminelle penger i store eiendomsprosjekter i Brasil, hvor en rekke nordmenn er tungt involvert.

Allerede søndag kveld denne uken fikk det norske miljøet i Natal en forsmak på det som skulle komme. Da slo politiet til mot TAPs flight fra Lisboa til Natal. Ombord i flyet satt en rekke nordmenn som sammen med de andre passasjerene måtte tømme kofferter og bag´er, i tillegg til at de ble kroppsvisitert, da de kom frem. Etter det Dagens Næringsliv har fått opplyst fra øyenvitner, skal en av nordmennene være tatt med 60.000 euro på kroppen.

Igår klokken 11, norsk tid, slo politiet i Brasil til på nytt mot det norske miljøet i Natal. Samtidig aksjonerte det norske politiet mot gjengmiljøet i Oslo. Politiets har selv kalt dette for «Aksjon Paradis», etter en artikkel i Dagens Næringsliv vinteren 2006 med tittelen «Kriminelt eiendomsparadis». I artikkelen kom det frem hvordan en rekke kjente norske kriminelle og konkursryttere var tungt involvert i utbygging av ferieboliger i ferieområdet Natal nordøst i Brasil.

I aksjonen ble i alt 25 personer pågrepet igår, 15 i Oslo, ti i Brasil. I Brasil deltok rundt 230 politifolk. I Norge var 70-80 med på ransakningene på en rekke adresser i Oslo. Det ble tatt beslag i eiendommer, bankkonti, store pengebeløp og en rekke biler.

– Vi snakker om ikke ubetydelige beløp, men det er for tidlig å konkretisere. Det vil ta tid å gå igjennom beslagene, sier politiinspektør Iver Stensrud ved Oslo politidistrikt.

I Norge er foreløpig ni av 15 siktet for grovt heleri, med en strafferamme på seks år. Mistanken er at store pengebeløp som stammer fra vinningskriminalitet, er tatt fra Norge til Brasil og investert i eiendomsprosjekter.

Politiinspektør Iver Stensrud anslår at rundt halvparten av de pågrepne er sentrale medlemmer av B-gjengen, mens de øvrige har familiær tilknytning til disse. Familiemedlemmene skal ifølge politiet ha nytt svært godt av gevinstene fra vinningskriminalitet.

«Mildt sagt litt kaos»

Advokat Marius Dietrichson i advokatfirmaet Furuholmen representerer et av medlemmene i B-gjengen. Dagens Næringsliv fikk igår tak i advokaten mens han ventet på å få snakke med sin klient på politistasjonen i Natal.

– Jeg har inntrykk av at anslaget som pågår i Norge og Brasil også er rettet mot min klient. På grunn av alt merarbeidet dette har medført for brasiliansk politi, har jeg problemer med å slippe inn til ham, sier Dietrichson. – Det er mildt sagt litt kaos her nede.

Mens den norske advokaten ventet på å slippe inn til sin klient, løp brasiliansk politi forbi med datamaskiner og annet som er blitt beslaglagt under en store razziaen.

Siktet for drapsforsøk

Dietrichsons klient er også siktet for drapsforsøk etter skytingen på Aker Brygge ifjor sommer. Han har allerede sittet i fengsel i Brasil siden slutten av mars.

– Nå skal jeg prøve å få en oversikt over hva de bygger den nye anklagen på, og prøve å komme i kontakt med min klient, sier Dietrichson på telefon fra Natal.

Tre norske grupper

I Brasil er det tre norske grupper som det føderale politiet aksjonerte mot.

Blue Marlin Apartamentos og Hemingway Bar er et velkjent samlingspunkt for nordmenn på stranden Ponta Negra. Gruppen bak – som har utgangspunkt i Trøndelag – var en av de første som etablerte seg i ferieparadiset. Ifølge det føderale politiet, er det mistanke om ulovligheter ved de fleste av prosjektene knyttet til Blue Marlin. Trønderen som har ledet Blue Marlin Group, Trygve Kristiansen, er blant de arresterte. Det samme er en nær kompanjong fra Trondheim, Arvid Birkeland, som har eid det kjente overnattingsstedet Tres Macacos (tre apekatter). Selskapene som etterforskes er Blue Marlin Village og Cotovelo Resort &Spa, som ligger i Barramares, ved stranden Cotovelo. Andre prosjekter er B?zios Ocean View, B?zios Ocean View I, Tabatinga Beach Resort, Arituba Tropical og Le Park.

– Akkurat nå er det mer enn 200 politifolk i sving. De er inne i Sports Park og Blue Marlin og har tatt beslag i datamaskiner og papirer, kunne en av Dagens Næringslivs lokale kilder fortelle igår.

Sports Park består av fire høyblokker som inneholder en rekke luksuriøse leiligheter. Dagens Næringsliv kan dokumentere hvordan de mest eksklusive toppleilighetene har vært et yndet investeringsobjekt for medlemmer av familien Rasool som har tilknytning til B-gjengen. De samme leilighetene er blitt benyttet i en intrikat byttehandel som involverer den tidligere utelivsinvestoren Bjørn Thomas Løvstad og Trygve Kristiansen i Blue Marlin Group. I tillegg skal personer tilknyttet miljøet rundt Natal Invest, en annen stor norsk utbygger i Brasil, være arrestert.

Eiendomskongen

Natals ukronede eiendomskonge, Trygve Kristiansen, har blant annet sikret seg en av de mest attraktive strandeiendommene i Ponta Negra gjennom en byttehandel med B-gjengen. DN fikk igår ikke noen kommentar fra Kristiansens advokat.

I eiendomsselskapet Natal Invest har flere av gründerne kriminell bakgrunn. Felles for mange av dem er at de har null i inntekt og formue i Norge samtidig som de investerer tungt i eiendom i Brasil.

Daglig leder Morten Skarra i Natal Invest bekrefter at selskapet hadde besøk av Økokrim igår.

– Vi har ingen problemer med dette. Vi stiller oss positive til politiets aksjon, sier han.

Han vil ikke kommentere det faktum at en av de sentrale gründerne i selskapet er arrestert.

Hjelp fra Pel

Bjørn Løvstad, tidligere restaurant- og nattklubbeier i Norge, er arrestert og mistenkt for ulovligheter, Han hadde eiendommen ved siden av Blue Marlin Group. I slutten av november ifjor lanserte han sammen med verdens mest kjente fotballspiller – Pel – King´s Flats.

King´s Flats består av 32 leiligheter som ligger side om side med Blue Marlin.

Leilighetene skulle selges fra 600.000 til 1,2 millioner norske kroner. Det var Pel som fikk eiendommen i gave fra delstaten I 1973. Pel selv kastet glans over presentasjonen av leilighetsprosjektet i slutten av November med slagordet: «Gjør som meg, invester i Natal».

Bjørn Thomas Løvstad har registrert alle sine selskaper i Brasil i navnene til sin brasilianske kone og sine barn. Disse selskapene er Capricórnio, Le?o og Tarpoon. DN klarte ikke å komme i kontakt med Løvstads advokat igår.

Både Trygve Kristiansen og Bjørn Løvstad har drevet business i Brasil sammen med B-gjengen. Lederen for B-gjengen har brasiliansk kone og barn. Hans bror ble arrestert i mars, da han forsøkte å reise ut av Brasil med falskt pass.

En brasiliansk advokat som har vært mellommann er også arrestert, sammen med en annen nordmann og hans brasilianske kone.

 TODOS OS BANDIDOS CITADOS SÃO CASADOS COM BRASILEIRAS.

Cidadanias são vendidas pelas internet. Foi assim que Natal se transformou no “Paraíso do Crime” internacional

A imprensa da Noruega chama Natal de Cidade Paraíso do Crime. Esta terrível e perigosa realidade se tornou possível pelos casamentos. Venho denunciando essa vergonhosa condição. Existem os sites de relacionamentos e empresas de solicitações de conhecimento.

Qualquer sujeito preso na Noruega, inclusive por falência, vem para o Brasil e casa, e enriquece no desembarcar em Natal. Da noite para o dia vira brasileiro e rico.

Nenhum brasileiro consegue o mesmo milagre na Noruega.

Daí porque Natal é, realmente, um paraíso do crime. E fiscal. Coito de piratas.

Transcrevo da Rede Brasil de Notícias:

por Roberto Menezes

As origens de um cidadão representam a essência de sua identidade. As ligações com o local de nascimento são as raízes mais primárias e profundas dos indivíduos. Mas, para um grupo de pessoas, a cidadania se transformou em uma valorizada mercadoria, que é negociada de forma criminosa. Brasileiros interessados em viver no exterior e estrangeiros em busca de uma oportunidade no país recorrem a casamentos de fachada para conseguir legalizar a situação perante as autoridades de imigração. E, na procura por um parceiro, vale até apelar para a internet. O matrimônio às vezes ocorre em troca de dinheiro, mas também pode ser negociado como forma de intercâmbio de cidadania entre o casal. A Polícia Federal fiscaliza os casamentos entre brasileiros e estrangeiros para coibir fraudes, mas a maioria dos falsos noivos consegue driblar esse controle. Com o matrimônio forjado, os cidadãos de outros países garantem a documentação para ficar no país e os brasileiros têm acesso a inúmeras facilidades para imigrar para regiões como a Europa ou os Estados Unidos. Desde a semana passada, o Correio publica uma série de reportagens que desvendam o chamado mercado da naturalização. No ano passado, o Ministério da Justiça recebeu 3.530 pedidos de estrangeiros para permanência no Brasil por causa de casamentos. Como a legislação equipara o matrimônio à união estável, casais com esse tipo de relacionamento também são beneficiados pelas facilidades legais. Em 2011, 297 cidadãos vindos do exterior solicitaram autorização para ficar no país com base na união consensual com brasileiros. O número é quase oito vezes superior ao total de pedidos de permanência registrados pelo ministério em 2010: 39 solicitações.

Noruegueses condenados por lavar dinheiro no Rio Grande do Norte

Trygve Kristianse
Trygve Kristianse

A Justiça Federal do Rio Grande do Norte sentenciou mais um processo envolvendo a Operação Paraíso, onde um grupo de noruegueses e brasileiros é acusado de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, entre outros crimes. Proferida pelo Juiz Federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara Federal, a sentença com 170 páginas expedida esta semana condena o norueguês Arvid Birkeland e os brasileiros Guilherme Vieira da Silva e Ivan Antas Pereira Pinto Júnior.

Também figurava como réu no processo o norueguês Trygve Kristianse. No entanto, para esse último o juiz extinguiu o processo sem julgamento do mérito porque em outro processo, julgado anteriormente, ele foi condenado pelos mesmos crimes e fatos narrados nesse processo atual. Com isso foi configurada a litispendência (quando se repete nova ação judicial, com fundamento no mesmo fato e contra idêntico réu, após a existência ou continuidade de anterior ação pendente de decisão com trânsito em julgado).

O norueguês Arvid Birkeland foi condenado a 11 anos, 6 meses e 15 dias de prisão. E pagará uma multa de R$ 672.000,00. Guilherme Vieira da Silva foi condenado a 9 anos 8 meses e 20 dias de reclusão e ao pagamento de multa no valor de 126.000,00. Ivan Antas Pereira Pinto Júnior cumprirá 7 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão e deverá pagar multa no valor de 60.000,00. No caso de Arvid Birkeland e Guilherme Vieira o cumprimento da pena será iniciado em regime fechado. Ivan Antas terá o início em regime semiaberto.

“O conjunto de prova trazido aos autos revela a prática de atividades ilícitas do grupo criminoso e o envolvimento dos acusados nos delitos de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e crime contra o sistema financeiro nacional”, escreveu o Juiz Federal Walter Nunes na sentença.

Ele ressaltou que as acusações se mostram patentes e plausíveis já que os envolvidos “receberam recursos oriundos de atividades criminosas para fins de investimento imobiliário e turístico no Rio Grande do Norte, realizando, portanto, a lavagem de dinheiro”. “Assim, tanto Trygve Kristianse quanto os outros acusados, na condição de sócios e representantes das empresas pertencentes àquele primeiro acusado, investiram na construção das unidades habitacionais do Blue Marlim Group LTDA, formado pelos empreendimentos: blue marlim apartments; blue marlim village; cotovelo resort & spa; e water sport center, com os recursos resultantes das vendas dos imóveis no exterior, com pleno conhecimento da origem ilícita do dinheiro”, destacou o Juiz Federal na sentença.

O magistrado analisou que as empresas pertencentes ao grupo não praticavam apenas a “lavagem de dinheiro”, mas também a evasão de divisas. “Diversamente das justificativas apresentadas, restou evidenciado, no caso em julgamento, que a criação de diversas empresas, com constantes alterações da composição societária, que dificulta, sobremaneira, o rastreamento dos recursos e a investigação em si dos crimes, notadamente o de lavagem de dinheiro e o de evasão de divisas, tinha por estratégia servir aos desígnios do grupo criminoso, sobremodo no que diz respeito à execução dos delitos em foco”, escreveu o Juiz Federal Walter Nunes na sentença. As empresas constituídas pelos acusados atuavam no ramo imobiliário e turístico, além da exploração de serviços ligados a prática dessas atividades empresariais.

No crime de evasão de divisas, os acusados criaram uma offshore na Noruega, a qual serviu para receber, no exterior, o dinheiro proveniente da venda, fora do Brasil, dos imóveis construídos no Rio Grande do Norte. Depois, simularam, por meio de contratos fraudulentos, a venda e o pagamento aqui, por valores inferiores.

Na sentença, o Juiz Federal observou que os relatórios fiscais fornecidos pelos técnicos da Fazenda Nacional, os depoimentos judiciais das testemunhas indicadas pelo Ministério Público Federal, além das provas extraídas das degravações de interceptações telefônicas, quebra do sigilo fiscal e bancário dos acusados, evidenciam a incompatibilidade da movimentação financeira e patrimonial dos acusados com as suas declarações de rendimentos apresentadas ao fisco.

(Transcrito da Revista Nordeste) Confira 

Chegou a hora da Justiça do Rio Grande do Norte reconquistar sua antiga nobreza

Esta semana o desembargador Caio Alencar apresenta o relatório do Caso Judas, que envolve os desembargadores Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro no roubo dos superfaturados precatórios, conforme denúncia de Carla Ubarana.

Esta de lista de preferência é besteira. Crime menor: furar fila. Crime maior: pagar preços megafaturados. Dinheirama dividida no triângulo: quem autoriza o pagamento, quem paga e quem recebe. O principal bandido é o que manda pagar. Mando, que indica comando.

Sobre o Caso Judas, esclareceu a Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte:

“Os Juízes lotados ou que eventualmente atuem no interior no Estado não têm poder de decisão sobre pagamento de precatórios, encaminhando apenas os pedidos de execução decorrentes de sentença com trânsito em julgado ao egrégio Tribunal de Justiça, onde se processam os pagamentos”.

Este poder de decisão, ressalte-se, é dos desembargadores. Mas os juízes que encaminharam os pedidos de execução sabiam quando um precatório estava superfaturado. Tais juízes não podem ser desembargadores.

Idem os que estão envolvidos com a Máfia do Frio, tendo Chistine Epaud como parte diretamente interessada ou lobista. Esta criminosa internacional, de renda familiar bilionária, conseguiu, para não pagar impostos no Brasil e na França, aposentadorias por invalidez nos dois países. Este conto (ou conta) de vigário no fisco da França e do Brasil depois eu conto.

Apesar dessa incapacidade física:

consegue registar várias empresas de fachada, via corrupção das autoridades competentes. Uma dessas empresas,E Faros Processamento de Computação, inclusive “negociou” com o TJ-RN. Será que outras mais, no setor de restaurantes, e-ventos e tempestades?

Outra denúncia que só o TJ-RN pode responder: esteve Christine Epaud lotada em gabinetes de desembargadores? Que magistrados e Carla estiveram lotados no apartamento de Gilles Epaud em Paris.  Idem no apartamento do Condomínio Salinas, em Areia Preta, com uma vizinhança togada. Este luxuoso apartamento está no nome de Charlotte Wilca da Silva, a filha predileta, casada com um ex-presidiário norueguês, lutador de box e exímio atirador.

Apesar da incapacidade física, Christine Epaud vive viajando, na rota do dinheiro: Noruega, França, Brasil, Tanzânia, Chile e paraísos fiscais, usando encantado nome e passaporte, que ela tem três cidadanias: tanzaniana, francesa e brasileira. Inclusive pretende a cidadania norueguesa, via um casamento com o bilionário Snorre Fossland, de quem é sócia, e cujo sobrenome Christine usa na alta sociedade de Natal.

Snorre Fossland
Snorre Fossland

O marido francês, Gilles Auguste Eugene Epaud, está processando Christine Epaud, por falsificação de documentos e desvio de dinheiro. Christine, por sua vez, cobra uma pensão alimentícia.

Na certidão de casamento usou o nome de solteira: Christine Jeytoo. Mas apresentou carteira de identidade potiguar, sendo nascida e criada na Tanzânia.

A senhora Epaud ou/e Fossland  espera receber um precatório na Justiça, pedindo encoberta reparação. Pelas férias parisienses. Também desconheço que cargo exerceu (e como conseguiu o emprego).

Mas na justiça do Rio Grande do Norte a africana ganha todas. Não perde uma.

Cristine tem duas filhas, que seria de um terceiro casamento. Ou quarto, o lugar certo para fazer filhos.

Epa, Epaud! Bigamia é crime?

Christine Epaud e Snorre Fossland
Christine Epaud e Snorre Fossland

Quem é o chefe da Máfia do Frio que aterroriza Natal, comprando autoridades, chantageando empresários e ameaçando suas vítimas?

Os presos pela Polícia Federal estão todos livres, com atestados de honestidade, que liberam para eles 100 milhões. Fortuna que vão receber com a correção monetária astronômica dos precatórios. Este dinheiro foi pego nas residências dos bandidos, em 9 maio de 2007, na Operação Nemesis. Também tem a Operação Paraíso, que parece parada. Este nome possui dupla conotação. Natal “Paraíso do Crime”, denominação dada pela imprensa da Noruega, e Natal paraíso fiscal de bandidos internacionais.

Hotel da Henasa dos precatórios do RN tem dono: Farouk Hussein

O caso dos precatórios é antigo. De novo apenas esta investigação tardia. A roubalheira dos desembargadores vem de longe.

Condena uma nota da Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte:

“Os Juízes lotados ou que eventualmente atuem no interior no Estado não têm  poder de decisão sobre pagamento de precatórios, encaminhando apenas os pedidos de execução decorrentes de sentença com trânsito em julgado ao egrégio Tribunal de Justiça, onde se processam os pagamentos”.

Escreveu a jornalista Laurita Arruda:

Há oito meses este Território Livre já chamava atenção para o pagamento dos valores do precatório da HENASA.

No post intitulado “Pagando as contas“, de 15 de agosto de 2011, o TL noticiava:

“Agora, a indenização que visa reparar embargo à construção de hotel em Ponta Negra,  foi negociada pela equipe da Prefeita Micarla de Sousa para pagamento nos próximos 10 anos.

Valor da negociação gira em torno de R$ 90 milhões.”

No post de 29 de agosto de 2001, intitulado “Parecer para não recorrer“, já na CEI dos Contratos, indagado pela vereadora Júlia Arruda sobre esse precatório, o procurador-geral do município Bruno Macedo, confirmou o pagamento.

“Macedo confirmou o pagamento  fixado em acordo entre município e o empresário Farouk Hussein, proprietário do hotel que teve sua obra embargada há anos na praia de Ponta Negra.

A Tribuna do Norte informa hoje:

O advogado Fernando Antônio Leal Caldas Filho explicou o nascedouro do precatório e o início do seu pagamento. Ele conhece o processo da Henasa Empreendimentos Turísticos Ltda antes mesmo de assumir a causa como advogado titular, o que ocorreu em 2008.

1986

Início da construção de um hotel pela Henasa Empreendimentos Turísticos Ltda em Ponta Negra.

1988

Vizinhos da construção de um hotel do grupo em Ponta Negra reclamam ao extinto Instituto de Planejamento Urbano de Natal (Iplanat) de que a obra estaria causando rachaduras nas paredes das residências. Fiscais do Iplanat vistoriam a obra e detectam irregularidades que culminam com o embargo da obra. Inicia-se uma disputa judicial entre os empresários e o Município.

1994

O processo judicial é finalizado, após comprovação pelos defensores da Henasa à época, de que os técnicos do Município haviam errado ao embargarem a obra e determinarem a demolição do que já havia sido construído, cerca de 40% do empreendimento. O precatório é requisitado à Justiça Estadual. Inicia-se o processo administrativo de formação do precatório, que nada mais é que a judicialização da dívida do Município e a garantia da quitação desta.

1995

Expedição do precatório cujo valor devido à empresa credora – Henasa Empreendimentos Turísticos Ltda – era de aproximadamente R$ 17 milhões. O precatório da empresa era o primeiro da fila a ser pago pela Prefeitura de Natal no ano em referência. O Município deveria incluir o repasse de recursos ao Tribunal de Justiça para o pagamento do débito no orçamento do ano subsequente.

1996

Ano no qual a dívida deveria ter começado a ser paga, o que não ocorreu.

1996 a 2002

Município recorre a todas as instâncias do Poder Judiciário para não pagar o valor determinado pela Justiça Estadual.

2002 a 2009

O processo fica parado no Tribunal de Justiça por um período aproximado de sete anos.

2008

O advogado Fernando Antônio Leal Caldas Filho assume a defesa da Henasa Empreendimentos oficialmente e inicia o processo de emissão de petições ao Tribunal de Justiça solicitando informações acerca do valor atualizado do débito da Prefeitura para com seu cliente, após seis consecutivas suspensões.

2009

Em junho, membros do Setor de Precatórios do Tribunal de Justiça estipulam a dívida da Municipalidade com a Henasa em cerca de R$ 191 milhões. Procuradoria Geral do Município, Ministério Público, representantes da Henasa e o juiz conciliador, assinam termo de compromisso que reduz o valor do precatório pela metade e divide seu pagamento em dez anos.

2010

Os donos e o defensor da Henasa começam a receber os valores referentes ao precatório mensalmente.

2012

Após a presidência do Tribunal de Justiça identificar indícios de irregularidades no Setor de Precatórios, solicitou análise contábil de determinados processos ao Tribunal de Contas do Estado. Os documentos que originaram os pagamentos à Henasa são analisados pelos técnicos do TCE que suspeitam de superfaturamento no valor originalmente devido e apontam supostos envolvidos no que definiu como “conluio”. Bruno Macedo, procurador-geral do Município, suspende o pagamento da dívida em decorrência das suspeitas do TCE.

T.A.: Pelo que sei, apenas Laurita Arruda publicou o nome do beneficiado e prestigiado e esperto Farouk Hussein. Quanto ele investiu na carcaça do hotel em construção? Dinheiro dele ou da Prefeitura de Natal? De quem é o terreno?  Também falta descobrir se este Hussein tem ligação com a Mafia do Frio, que atua em sociedade com magistrados e autoridades dos Governos Federal, Estadual e Municipal. Com lavagem de dinheiro das rotas Iraque, Paquistão, Tanzânia e Noruega.

No Território Livre destaco o comentário da jornalista Ana Nascimento:

“Infelizmente a estes (envolvidos no Caso Judas) só restam a premiação da aposentadoria. Mas tudo, ainda, bem brando, com relação ao Caso Christine Epaud, que envolve uma quadrilha internacional que um magistrado do TJ-RN acoita a qualquer ‘custo’! Só colocar o nome do caso no Google que aparece tudinho…”