Senadores brasileiros que embarcaram em ‘missão’ para ‘salvar’ a Venezuela são réus em processos que tratam de crimes de corrupção

Um dos integrantes da comitiva, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), já chegou a ter o mandato cassado pela Justiça quando foi governador

Senadores brasileiros liderados por Aécio pretendem ‘salvar’ a Venezuela [Para pronta entrega aos Estados Unidos]
Senadores brasileiros liderados por Aécio pretendem ‘salvar’ a Venezuela [Para pronta entrega aos Estados Unidos]
Pragmatismo Político – O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (PSDB-MG), trata sua ida à Venezuela como uma missão política e diplomática, para fazer “aquilo que o governo brasileiro deveria ter feito há muito tempo”. Esta foi a mensagem divulgada por ele em um vídeo publicado em sua página no Facebook pouco antes da viagem.
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Aécio está acompanhado dos senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP), Cassio Cunha Lima (PSDB-PB), José Agripino (DEM-RN), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), José Medeiros (PPS-MT) e Sérgio Petecão (PSD-AC).
“Estamos aqui no Legacy da FAB (…) embarcando para a Venezuela numa missão política e talvez também diplomática, fazendo aquilo que o governo brasileiro deveria ter feito há muito tempo, defendendo as liberdades da democracia, libertação dos presos políticos e eleições livres na Venezuela”, diz Aécio.
Por volta de 14h30 (horário de Brasília), o PSDB informou, via Twitter, que os parlamentares pousaram em Caracas. “Senadores da oposição já estão em Caracas para visita em solidariedade aos presos políticos do regime bolivariano de Nicolás Maduro. É a primeira vez que autoridades com mandato prestam solidariedade aos presos políticos venezuelanos”, diz a mensagem.
Veto
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Muito se falou durante a semana que a Venezuela havia impedido que o voo da FAB com os senadores oposicionistas brasileiros aterrizasse no país. A versão foi lançada pelo jornal O Globo, que atribuiu culpa ao governo de Nicolas Maduro.
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No entanto, fontes diplomáticas da Venezuela disseram que jamais houve uma negativa para a aterrissagem. A diplomacia afirmou ainda que a solicitação só chegou aos meios oficiais às 12h da última terça-feira, período após o qual foi emitida a autorização para o pouso — como trata-se de aeronave militar, é necessário o aval do governo venezuelano para realizar o deslocamento.
Procurada, a assessoria do senador Aécio Neves afirmou que interpretou como “uma negativa” a falta de pronunciamento do governo Maduro após o pedido de autorização.
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Contradições da viagem
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O jornalista Leandro Fortes questionou as “incoerências” na viagem de Aécio Neves (PSDB) e outros senadores de oposição à Venezuela para tentar conversar com opositores do presidente Nicolás Maduro.
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Para Fortes, a Força Aérea Brasileira (FAB) não é obrigada a ceder uma aeronave para os congressistas, apenas porque receberam um convite de opositores do presidente venezuelano. “Qualquer convite, de qualquer pessoa ou entidade, feito a senadores é oficial? Basta o Zé das Couves chamar a tropa para o churrasco da chácara e a FAB tem que disponibilizar um avião para as autoridades?”, pergunta.
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Fortes lembrou das críticas do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), que integra a comitiva oposicionista, que em 2013 pediu informações ao Ministério da Defesa sobre o uso de aviões da FAB por autoridades do governo, entre eles o Alexandre Padilha, da Saúde, então pré-candidato ao governo de São Paulo, para as eleições de 2014.
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“Então, quanto custou aos cofres públicos essa arca de noé de lobos e coiotes montada para salvar a democracia venezuelana? Quanto custa cada diária paga pelo Senado a esses heroicos guerreiros da democracia? O combustível do Legacy? As diárias da tripulação?”, questiona.
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“Salvadores” da Venezuela

CartoonAmigosdeAecio foda-me venezuela

Chama a atenção também o fato de vários dos senadores brasileiros que integram a comitiva para ‘salvar a democracia’ na Venezuela terem histórico de envolvimento em escândalos de corrupção e cerceamento da imprensa no Brasil. Tais incoerências estimulam o questionamento sobre quais são as verdadeiras intenções dos supracitados parlamentares brasileiros ao embarcarem rumo à Venezuela.
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José Agripino Maia (DEM-RN), por exemplo, é atualmente investigado pela Operação Sinal Fechado. Ao comentar a viagem, o parlamentar escreveu que o Brasil tem a “obrigação” de se posicionar contra a violação dos direitos humanos e a ausência de liberdade de expressão no país vizinho. A família de Agripino Maia é dona da TV Tropical e de várias emissoras de rádio no Rio Grande do Norte.
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O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), por sua vez, teve o mandato cassado na época em que era governador do estado da Paraíba. Hoje, Cássio é o líder do PSDB no Senado Federal. Embora tenha se candidatado e perdido a eleição para o governo da Paraíba em 2014, Cássio goza de apoio uníssono na imprensa local.
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O ruralista Ronaldo Caiado (DEM-GO) é acusado de ser financiado pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira.
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O próprio Aécio Neves (PSDB-MG), líder da comitiva que viajou à Venezuela, se mostrou indignado com o cerceamento à liberdade de expressão no país governado por Nicolás Maduro. No período em que governou Minas Gerais, no entanto, o atual senador tucano teve a sua gestão marcada por denúncias de aparelhamento da imprensa (Aécio é dono da rádio Arco íris-Jovem Pan) e perseguição a jornalistas independentes no estado. Foi preciso que a imprensa internacional, através de um documentário, denunciasse o estado de censura que Minas atravessou sob a gestão Aécio. Relembre abaixo:

Piada nazista: Peña Nieto pede respeito aos direitos humanos na Venezuela

Svitalsky Bros
Svitalsky Bros

O México é um país dominado pelo tráfico, e que mata estudantes e jornalistas. Humor negro o presidente Peña Nieto pedir respeito aos direitos humanos noutros países, e esquecer que o México é o quintal do Império, separado dos Estados Unidos por um muro: de um lado o Primeiro Mundo, do outro o Terceiro Mundo, o México dos homens mais ticos do mundo, e 99 por cento da população na mais absoluta miséria.

Imitando Peña Nieto, Aécio Neves faz parte desta cruzada de desestabillzação do presidente Nicolás Maduro, eleito pelo voto direto. É a mesma campanha golpista contra Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador, Cristina kirchner na Argentina, e Dilma Rousseff no Brasil. É uma campanha imperialista e colonialista contra a União dos Países da América do Sul.

 Gianfranco Uber
Gianfranco Uber

El presidente de México, Enrique Peña Nieto, se mostró hoy partidario de que haya “respeto a los derechos humanos en Venezuela” en una entrevista con EFE en la que confesó tener una relación “muy institucional” aunque “bastante cordial” con su homólogo de Venezuela, Nicolás Maduro.

Peña Nieto, que se encuentra en Bruselas donde ha participado en la II Cumbre entre la Unión Europea y la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac), celebrada el miércoles y el jueves, se refirió también a las gestiones realizadas en Venezuela por el ex presidente del Gobierno español Felipe González.

“Los esfuerzos porque en este país al que respetamos haya pleno respeto al estado de derecho, a la democracia, siempre serán sin duda bien vistos”, indicó al respecto el presidente mexicano.

No obstante, también dejó claro que su país actúa “en congruencia con lo que mandata” su Constitución “de absoluto respeto a la libre determinación de las naciones”.

De diferente forma se refirió Peña Nieto a la relación con Cuba, su presidente, Raúl Castro, y su hermano Fidel, con los que dijo tener “una relación personal bastante buena y positiva”, al recordar que se entrevistó con el primero e hizo una “visita de cortesía” al segundo en un viaje a Cuba en enero de 2014.

Con Venezuela “no hay la misma vecindad geográfica que hay con Cuba, hay una vecindad regional”, aclaró.

Peña Nieto anunció asimismo que “aplaude”, “reconoce” y “apoya” el deshielo de la relación entre Cuba y Estados Unidos, y dijo que la intención de México es “coadyuvar” en “todo aquello que favorezca” a la “normalización de la relación” entre esas dos naciones.

“México la aplaude, la reconoce y la apoya” porque son sus “dos vecinos geográficos, uno en el norte y el otro en la región del Caribe”, manifestó.

Su apoyo se debe no solo a “la relación histórica y añeja que hermana a México con estas dos naciones”, sino porque “contribuye a fortalecer” la región del Caribe, por Cuba, y a la “integración productiva de Norteamérica”, por Estados Unidos.

También consideró “algo vital que este desfase y este aislamiento que históricamente se había dado sobre Cuba, al que México evidentemente se había opuesto”, pues “no compartía el embargo”, “en algún momento se levante”.

Según Peña Nieto, lo que está sucediendo en Cuba es “un proceso de mayor apertura” que “traerá inversión” mexicana a la isla caribeña.

Entre los sectores en que México podría invertir a través de sus empresarios citó el turístico, el portuario y el de las comunicaciones. Fonte Sol de Margarita

Pichação de muro no México
Pichação de muro no México

Os presos políticos de Minas Gerais e Venezuela

Aécio Neves esqueceu o preso político Marco Aurélio Flores Carone no Brasil, e vai visitar os oposicionistas de Maduro na Venezuela.

Carone, proprietário do Novo Jornal, foi encarcerado pela polícia de Minas Gerais para parar de denunciar os crimes de corrupção de Aécio Neves. Uma detenção que durou toda a campanha presidencial.

De Carone, a revelação de que Aécio era viciado em cocaína, e esteve internado, quando governador, vítima de uma overdose.

A tendenciosa justiça mineira também participou dessa conspiração contra a Liberdade de Imprensa, e contra a Democracia.

Além de legalizar a mordaça de Carone, trancado em um cela de um presídio de segurança máxima, a justiça tucana ordenou o apagão do Novo Jornal.

Cartazete da Campanha pela libertação de Carone
Cartazete da Campanha pela libertação de Carone

Relembre os principais crimes denunciados. Leia reportagem sobre a hipocrisia de um direitista visitar conspiradores venezuelanos:

Aécio Neves vai visitar presos políticos venezuelanos

Bandeira da Unasul. Aécio é contra a União dos Países da América do Sul
Bandeira da Unasul. Aécio é contra a União dos Países da América do Sul

por Felipe Gozález

O senador Aécio Neves (PSDB), candidato derrotado à presidência nas eleições de outubro, viajará para Caracas no dia 17 de junho como líder de uma comissão externa do Senado para “averiguar a situação” dos dois principais oposicionistas venezuelanos presos em Caracas, Leopoldo López e Antonio Ledezma, segundo afirmou o jornal Folha de S. Paulo. “Vamos suprir a vergonhosa omissão do Governo da presidente Dilma (Rousseff) frente à escalada autoritária na Venezuela”, disse Aécio.

O líder do PSDB sempre se mostrou crítico em relação ao Governo brasileiro por sua aproximação política com Hugo Chávez e Nicolás Maduro. Nos últimos meses, repreendeu o Executivo por sua “omissão” em relação à situação de López e Ledesma (e dos mais de 90 presos políticos venezuelanos).

As esposas de ambos, Lilian Tintori e Mitzy Ledezma, estiveram no Brasil em maio para chamar a atenção sobre a situação política venezuelana. “Sabemos que a presidenta [Dilma Rousseff] é sensível à questão dos direitos humanos, à tortura e à prisão injusta… [São assuntos] que ela conhece muito bem”, disse Tintori na ocasião, referindo-se ao fato de que Dilma foi torturada durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985).

Ambas estiveram com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, que também prometeu juntar-se à iniciativa do ex-presidente espanhol Felipe González para defender os presos políticos venezuelanos; depois, ambas foram ao Senado para relatar as dificuldades políticas de seus maridos.

No Brasil, o PT sempre apoiou o governo chavista. Não é assim com o Ministério das Relações Exteriores e o Governo, que sempre foram mais cautelosos e fizeram críticas veladas. Tanto o Governo como o Ministério das Relações Exteriores sempre insistiram, porém, que a Unasul (União das Nações Sul-Americanas) deveria mediar o conflito venezuelano. Em uma entrevista prévia, concedida antes da última Cúpula das Américas, que aconteceu em abril, Dilma disse, referindo-se à Venezuela: “Não pensamos que a melhor maneira de se relacionar com a oposição seja prendendo alguém”.

Defendamos a Venezuela. Brasil en peligro

Osvaldo Gutierrez Gomez
Osvaldo Gutierrez Gomez

 

 

por Guillermo Almeyra

Estados Unidos, cínicamente, prepara una enésima aventura político-militar, en este caso contra Venezuela. Es ridículo que ésta (o cualquier otro país latinoamericano) pueda constituir una “amenaza” a la seguridad de la primera potencia mundial y justifique una emergencia nacional.

La supuesta fundamentación de esta medida – existencia de presos políticos, restricciones a la libertad de prensa, corrupción de funcionarios – es igualmente aberrante, además de prepotente y violadora de las leyes de gentes y de los principios de las Naciones Unidas. La corrupción, que es amplia y existe pero no es diferente de la existente en los países súbditos de Estados Unidos, como México, es una plaga que los venezolanos mismos pueden y deben resolver.

En cuanto a los supuestos presos políticos están encarcelados por golpistas o terroristas o por actos delincuenciales probados y la oposición antichavista controla la mayoría de los diarios y emisoras existentes en el país y difunde las mentiras que quiere. Obama recuerda la fábula de La Fontaine sobre el lobo y el cordero en laque el lobo, que bebía aguas arriba del cordero, queriendo comérselo, lo acusó de enturbiarle el agua y, ante los argumentos lógicos de su víctima, respondió “si no eras tú, fue tu abuelo!”y se abalanzó sobre él.

La amenaza a Venezuela forma parte de la misma ofensiva que afecta al gobierno brasileño de Dilma Rousseff y al de Cristina Fernández, en Argentina.

Venezuela, Brasil y Argentina son el pilar del Mercosur y de la UNASUR y de una política diferenciada de la del Departamento de Estado. Estados Unidos necesita “limpiar y poner orden” en su patio trasero (es decir, derribar los gobiernos que no sean, como el de México, agentes serviles aunque tengan políticas capitalistas muy moderadas) para encarar con las espaldas libres la preparación del enfrentamiento bélico contra Rusia y China.

La recuperación de la economía estadounidense es débil, frágil, y está amenazada por el aumento de la crisis racial y social; Europa sufre ahora los efectos del aumento del dólar (que sólo a más largo plazo favorecerá las exportaciones alemanas, inglesas y francesas pero aumentará la crisis social en los países meridionales). El retorno a Estados Unidos de las divisas antes dedicadas a la especulación con el petróleo o las materias, arroja gasolina sobre el fuego en los países que exportan dichos productos (monarquías árabes, BRICS, países “emergentes”). Eso mientras Washington fue derrotado en Irak, no consigue nada en Siria, Libia y Afganistán y en Ukrania y pierde poco a poco su hegemonía (que aún conserva, sobre todo en el plano militar). Aunque el capitalismo no está amenazado por una revolución socialista en ninguna parte del mundo, sí lo está en cambio por los movimientos nacionales en defensa de la soberanía nacional, cubiertos o no por velos raciales o religiosos) a los que califica de terroristas (cuando el terrorista es quien invade, bombardea, amenaza, sabotea y mata masivamente desde hace décadas). Sobre todo, teme los efectos que una catástrofe mundial mayor (bélica o ecológica) provocada por el lucro de los monopolios a costa de todos y todo podría tener sobre la decisión y la visión política de las grandes masas.

Ese es el sentido de la amenaza contra Venezuela: preparar un posible bloqueo naval, o bombardeos, o una invasión de mercenarios desde Colombia si una rápida contraofensiva diplomática de los países de la región y un apoyo a Caracas desde Rusia o Beijing no le dificulta la tarea.

Maduro no es Chávez, que tenía mayor sensibilidad y apertura a los trabajadores. Es torpe, pretende luchar contra la derecha extrema con el aparato y las instituciones, no enfrenta a la burocracia y ve a obreros y campesinos como simple infantería, que para él pesa mucho menos que los mandos militares, educados en un pensamiento verticalista y conservador Aparte de sus delirios con los pajaritos, llevado por la verborragia no sabe medir las consecuencias de sus palabras y regala así pretextos y armas a los enemigos del proceso venezolano. Su cesarismo, al mismo tiempo, le aleja amigos en una izquierda que no sabe distinguir entre un proceso social de cambio, confuso e inédito, y su dirección transitoria y es chavista acrítica o antichavista ciega ante el el hecho de que el imperialismo ataca a Venezuela por temor al contagio a otros países sudamericanos de las experiencias de autoorganización popular venezolanas y no por las torpezas de Maduro. Casi la mitad de los electores venezolanos no son chavistas, y en ese sector sólo un grupo es proimperialista y fascista. Cuando Maduro acusa a toda la oposición de terrorismo y de servir a Estados Unidos, la une, cuando lo elemental es separar entre los simplemente atrasados o conservadores y los explotadores y agentes de la CIA.

Pero los pueblos no se deben dejar engañar. Los enemigos de Washington no son los gobiernos “progresistas” (Maduro, Fernández, Rousseff) sino los sectores populares que éstos a la vez controlan, contienen, subordinan y utilizan como apoyo. La acción desestabilizadora de esos gobiernos busca hacer retroceder aún más a los trabajadores y sus conquistas para tener las manos libres para aumentar la explotación y las ganancias.

La amenaza no va contra Maduro sino contra el nivel de conciencia y de organización logrado desde hace años en algunos países a los que se quiere imponer una situación y un gobierno del tipo mexicano.

Es una amenaza contra todos y además forma parte de un plan salvaje que desemboca en una terrible guerra para la cual desde hace rato se prepara Estados Unidos.

Debemos oponer un fuerte frente a los intentos destructivos de Estados Unidos. Los que, como el gobierno uruguayo y su vicepresidente Raúl Sendic, creen que sacarán provecho de su vergonzoso papel de lamebotas, deben ser repudiados porque ayudan a los modernos esclavizadores.

Ameaça de Obama à Venezuela vale para todos os países da América Latina

Neste vasto mundo quem não tem armamento nuclear sofre intimidações. Certo fizeram Israel, Irão, Coréia do Norte, Índia, países livres. Jamais serão invadidos por nenhum império ou constrangidos.

Os Estados Unidos promovem propaganda de guerra para desestabilizar os governos nacionalistas da Venezuela, da Argentina, do Equador, da Bolívia. Também sofrerão o mesmo amedrontamento os governos esquerdistas e nacionalistas recém-empossados do Uruguai e Chile.

Barack Obama declarou ontem que a “Venezuela é ameaça à segurança dos Estados Unidos”.

O presidente dos Estados Unidos emitiu um decreto presidencial nesta segunda-feira declarando a Venezuela uma ameaça à segurança nacional, impondo sanções a sete pessoas e expressando preocupação sobre o tratamento do governo venezuelano com opositores políticos.

“Autoridades venezuelanas do passado e do presente que violam os direitos humanos de cidadãos venezuelanos e se envolvem em atos de corrupção não são bem-vindos aqui, e agora nós temos as ferramentas para bloquear seus bens e seu uso dos sistemas financeiros dos EUA”, disse o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, em comunicado.

Vale ressaltar que a oposição direitista venezuelana festeja a humilhação do Império, com o apoio da imprensa vendida.

Fico a imaginar: Os políticos que pedem o retorno da ditadura, com invasão de exército estrangeiro, apoiados pela imprensa elitista e monopolista das famílias Mesquita, Marinho e Frias, como reagiriam a uma ameaça de Obama ao Brasil?

Manchetes de hoje da imprensa venezuelana:

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El Nacional apóia Obama, e denuncia, paradoxal e traiçoeiramente que na Venezuela impera a lei da censura: “Resulta importante que los venezolanos, ante el cerco comunicacional interno, sigan con atención a las agencias internacionales de noticias que se rigen por un código de ética estricto e inquebrantable y ayudan a decir la verdad al país”. Leia o editorial que promove Obama como juiz supremo da Venezuela ou ditador

 

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O Diario La Costa noticia: La Casa Blanca dijo que la acción ejecutiva tiene un alcance mayor a la ley de sanciones que emitió Obama en diciembre.

Las relaciones comerciales entre Venezuela y Estados Unidos, sin embargo, se mantendrían sin reparos, dijo un funcionario estadounidense.

Venezuela ha diversificado sus mercados en los últimos años, privilegiando a China en detrimento de Estados Unidos, pero aún este último sigue siendo el principal destino de sus despachos de crudo.

 

PORTADA LA VOZ

Leia no Diario La Voz: Congreso de EEUU celebra sanciones contra gobierno de Venezuela

 

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El Clarín: El presidente Nicolás Maduro consiguió en poco más de dos años lo que el comandante Chávez no pudo lograr en catorce años: que un presidente norteamericano volteara la cara hacia la región norte de Suramérica y apuntara a Venezuela con su índice diciéndole a su pueblo, ahí hay un problema que amenaza a Estados Unidos.
Pero ahora resulta que el país que se siente amenazado es Venezuela, estas son las claves que explican la trascendencia del más grave incidente diplomático entre estas dos naciones, en toda su historia.

Cabello advierte que ahí viene el lobo

El presidente de la Asamblea Nacional (AN), Diosdado Cabello, advirtió que la cosa viene envuelta en una campaña militar y que el país está a las puertas de una confrontación con las fuerzas militares más temibles del mundo.
“Estas resoluciones de emergencia las utiliza el imperialismo norteamericano cada vez que va a atacar un pueblo”, dijo Cabello.

 

O ruído das panelas e os palavrões na boca dos privilegiados são a língua culta da ignorância

A língua culta dos midiotas

 

 

 

por Luciano Martins Costa

 

Esse é um aspecto que não será lido na imprensa: o jornalismo brasileiro é feito para aqueles que nunca se conformaram com as políticas de redução das desigualdades sociais.

Ainda que tais políticas tenham beneficiado também as classes de renda mais altas, não apenas pela oportunidade de multiplicação das fortunas criada pela nova escala de negócios, aquela fração da sociedade brasileira mimada pelas políticas segregacionistas resiste a admitir a companhia dos emergentes na fila do aeroporto, no navio de cruzeiro ou nos empórios dos melhores bairros.

O jornalismo brasileiro é uma máquina de fabricar midiotas.

O Globo, por exemplo, afirma na primeira página que “enquanto a presidente pede paciência em pronunciamento, população reage”.

Para o jornal carioca, a população brasileira se resume aos moradores de bairros como o Leblon e a Barra da Tijuca.

A Folha compara a circunstância ao clima que antecedeu o impeachment de Fernando Collor de Mello, e um de seus diretores afirma que o Brasil vive uma “debacle econômica”.

O leitor que não reflete sobre aquilo que lê, compra pelo que lhe é oferecido tanto a ideia de que a “população brasileira” está contida nas regiões onde se concentra o bem-estar, quanto a tese de que a economia nacional foi para o abismo.

O ruído das panelas e os palavrões na boca dos privilegiados são a língua culta da ignorância, mas não se pode condenar liminarmente quem não teve a oportunidade de se educar para a cidadania.

A midiotice é moléstia que afeta principalmente a consciência social do paciente.

Mas a circunstância não facilita apreciações sobre essa questão, mesmo porque nossa produção intelectual em torno de política e sociologia empobreceu drasticamente desde que a universidade resolveu higienizar o marxismo dos fundamentos do conflito de classes.

Aqui tratamos das responsabilidades da imprensa, e o episódio serve bem para ilustrar o que tem sido objeto de nossas observações: a mídia tradicional tange seu gado – o rebanho dos midiotas – na direção da irracionalidade.

O ato de bater panelas vazias sempre foi uma expressão daqueles a quem faltava alimento.

Os abastados abestados se apropriam desse símbolo sem mesmo saber o que significa.

Em torno dos edifícios onde os direitos são medidos pelo valor do metro quadrado, a maioria silenciosa não bate panelas.

 

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[As repetitivas manchetes de hoje indicam a existência de um movimento. De um planejamento político. Preparativo de passeatas nas ruas, que desde o final das eleições do segundo turno não conseguem juntar gente, principalmente em Minas Gerais, terra do candidato derrotado Aécio Neves.

Até hoje falharam as marchas pelo terceiro turno, pelo impeachment, pelo golpe “suave”, pelo retorno da ditadura. Assim partiram para o panelaço em suntuosos edifícios. Cinco ou seis protestantes, em uma varanda, realizam a festa.

A próxima manifestação está marcada para este dia 15. Tais protestos vem acontecendo, também sem êxito, contra a presidenta Cristina Kirchner na Argentina, que denunciou a presença de traidores da pátria. Na Venezuela, o presidente Nicolás Maduro chama de “golpe permanente”, e financiado pela CIA.

As convocações no Brasil partem do extremismo político e religioso, com Bolsonaro, Marco Feliciano, Silas Malafaia, líderes do PSDB, notadamente Aloysio Nunes Ferreira, candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves.  Nunes pulou do extremismo da esquerda para o extremismo da direita.

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Jorge Lemann é a maior riqueza do Brasil, e a segunda da Suíça onde reside. Sócio da filha de José Serra, conseguiu várias concessões de água, inclusive em São Paulo, para fabricação de cerveja, sorvetes, bebidas frias e quentes e, também, exportação de água engarrafada.

O bem mais precioso da riqueza de Lemann é a água brasileira. A fartura da água brasileira, país que possui os dois maiores aquíferos do mundo, e rios perenes como o Amazonas, chamado de “Mar Doce”. T.A.]

água ouro campanha Peru

Largo da Batata é um logradouro público localizado no distrito de Pinheiros, na cidade de São Paulo
Largo da Batata é um logradouro público localizado no distrito de Pinheiros, na cidade de São Paulo

Lista de suicídios relacionados com despejos na Espanha

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Mundo cruel. Ninguém pesquisa no Brasil as vítimas dos despejos judiciais. Eis a lista dos suicídios na Espanha. Compare a Espanha com a Venezuela. E os direitistas querem a mesma política econômica da Espanha na Venezuela. Veja que o discurso de Henrique Capriles Radonski, que perdeu uma eleição presidencial para Hugo Cháves, e outra para o atual presidente Nicolás Maduro, é igual ao de Fernando Henrique, Eduardo Campos e Aécio Neves.

 

suicídio lista ES

Lista aqui