NUNCA CONSEGUIRÃO MATAR HUGO CHÁVEZ

Bolívar, Che, Allende, Hugo Chávez e Evo Morales estão vivos.
Fugencio Batista, Pinochet e outros ditadores do Cone Sul estão mortos.

Chávez libertou a Venezuela do colonialismo internacional.
Evo acabou com o apartheid indígena, o racismo. Foi o primeiro índio eleito presidente, depois de 500 anos de escravidão.

Os jornais da Venezuela mostram o povo nas ruas.

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O Partido da Imprensa Golpista do Brasil faz a propaganda fúnebre de uma elite conservadora e entreguista, que não gosta do cheiro do povo.

Uma elite que vai morrer de raiva e desilusão, quando o corpo – vivo ou morto – do eterno presidente da Venezuela voltar de Cuba. Por toda América do Sul, o grito das multidões: CHAVEZ ESTÁ VIVO!

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Afinal, o que é o socialismo na América?

por  Paulo Solon

Acabo de ouvir na Fox News que os acontecimentos atuais dificultam a sobrevivência do GOP (Great Old Party, o Republicano). Que a Irmandade Muçulmana assumiu o controle do Egito, e que foi para isso que apoiou a queda de Mubarak. Que ela está por trás da conduta do Hamas a favor dos palestinos. Sem surpresa, portanto, o fato de o jornalista israelense Uri Avnery haver adotado a mesma posição.

O que é socialismo na América? Nacionalização dos bancos, nacionalização da indústria? A America está fazendo isto agora, mas não é a mesma coisa que socialismo na Europa, principalmente no país de François Hollande.

O que tenho notado é que radialistas e apresentadores da Fox News, antes bastante radicais, ou conservadores extremados, como Rush Limbaugh, estão bem mais moderados. Falam até em entendimentos diretos entre os Estados Unidos e o Iran. Não sei se em razão dos resultados eleitorais desfavoráveis aos Republicanos, ou se estão esperançosos com a eleição de Mohammad Bagher Qualifab, apontado como favorito para substituir o detestado Mahmoud Ahmadinejad em seu final de mandato.

Qualibaf já declarou que competição e colaboração, em seu governo, tomarão lugar de oposição e discordância, no que se refere a relações iranianas com os Estados Unidos. Como vemos, “Sic transit gloria mundi”.

Não sei se isto tem a ver com o fato de a globalização estar desagradando. Mas não é só isso. Em seu badalado livro “The Revenge of Geography “(O Revanche da Geografia), o autor Robert D. Kaplan sugere que uma guerra contra o Iran é absolutamente improcedente.

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NO ALMOÇO

Ao ser convidado para almoçar na casa de uma familia brasileira que vive aqui, no desenrolar da conversa não fiquei surpreso de o anfitrião haver declarado que é contra as atitudes socialistas que estao vicejando nos Estados Unidos. Claro, por questão de cortesia, como convidado, me abstive de comentar.

O tempo passou, o almoço terminou, mas a conversa continuou rolando. E então fiquei sabendo que o filho do casal está terminando engenharia em uma universidade particular, mas que quem paga é o governo federal, já que o rapaz ganhou uma bolsa. Não pude me conter e falei: “Mas isto se chama socialismo!“

Ficaram em silêncio e logo mudaram de assunto.

(Transcrito da Tribuna da Imprensa)

 

 

 

“La élite conservadora cree que la mano dura es la manera de enfrentar la desigualdad en América Latina”

por  Luis Giménez San Miguel

“La división internacional del trabajo consiste en que unos países se especializan en ganar y otros en perder”. Y el sur del continente americano lleva siglos especializándose en perder. Es así como lo veía Eduardo Galeano en su popular libro Las venas abiertas de América Latina, en el que se analiza las razones el subdesarrollo del continente debido a su obediencia a Estados Unidos. Ahora, las causas y consecuencias de las profundas diferencias sociales han sido abordadas en un informe publicado por la ONG InspirAction llamado ‘El escándalo de la desigualdad en América Latina y el Caribe’. El texto analiza cómo la brecha entre los ricos y los extremadamente pobres alimenta la delincuencia y la inestabilidad mientras las élites acomodadas se resisten a aceptar cambios estructurales que elevarían los niveles de vida de los más pobres.

“La desigualdad recorre cinco siglos de discriminación racial, étnica y de género, con ciudadanos de primera y segunda categoría. Recorre una modernización hecha sobre la base de la peor distribución del ingreso del mundo”, explica en el informe Alicia Bárcena, Secretaria Ejecutiva, Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL). Aunque ha habido importantes avances en la última década, a día de hoy en toda la región los ingresos percibidos por el 20% más rico de la población son todavía en promedio 19.3 veces más que los percibidos por el quintil más pobre.

El informe de InspirAction detalla que los avances destacados más recientes son la reformulación del régimen de impuestos sobre los hidrocarburos en Bolivia, que ha proporcionado recursos para nuevos programas de protección social y las emprendidas por Ecuador, entre ellas su exitosa cesación del pago de la deuda, emprendida para facilitar más gasto social, así como sus intentos por asegurar financiamiento para el cambio climático a cambio de renunciar a la exploración de petróleo.

“Si algo en común encuentran los presidentes de Venezuela, Bolivia y Ecuador cuando llegan al gobierno en 1999, 2006 y 2007 respectivamente, es la extrema desigualdad que viven esos países , fruto de un colonialismo histórico, pero agravada en los últimos años por las políticas neoliberales impulsadas por el Banco Mundial y el Fondo Monetario Internacional a partir del Consenso de Washington”, relata a Público Katu Arkonada, analista político y exasesor del Viceministerio de Planificación Estratégica del Estado en Bolivia. Para estos gobiernos de una izquierda latinoamericana renovada la lucha contra la pobreza y la desigualdad ha sido una prioridad en la agenda política.