Gilmar Crestani explica a marcha dos zumbis em São Paulo

Entenda porque paulistas, em pleno 2015, pedem a volta da ditadura

 

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por Gilmar Crestani

Duas notícias de hoje na Folha de São Paulo, links abaixo, ajudam, para quem quiser, entender os reclamos pela volta da ditadura.

O declínio das instituições públicas paulistas não é obra do acaso, mas decorre de um choque de gestão igual ao implantado em Minas Gerais pelo mesmo PSDB.

A definição de meritocracia made in PSDB está no demérito de quem tem para que os já tenham possam continuar tendo mais. Por aí também se explica porque a direita fica ouriçada com a política de cotas. Isto porque as pessoas de Benz têm de dividir espaço com pessoas sem bens! Pior, para evitar a sinergia de cores, o principal responsável pelo jornalismo da Globo, Ali Kamel, ousou por em livro porque “Não Somos Racistas”. A Globo não é racista, é muito pior. Além de sonegadora bilionária, apoia golpes, manipula, e incita ao ódio. A confissão de Rubens Ricúpero ao funcionário da Globo, Carlos Monforte, no famoso Escândalo da Parabólica deveria ser suficiente para entender. Mas como entender se a educação em São Paulo, onde a direita ousa pedir golpe militar em pleno século XXI, é feita mediante a distribuição de milhares de assinaturas da Veja, Folha e Estadão?!

A classe média é média na inteligência, mas elite no conservadorismo. Isto porque recebeu e tomou como verdade a lição de que para que uns, ela, tenham faz-se necessário que outros não tenham. Por isso o direito ainda também trabalha com uma máxima do tempo do império romano: “dar a cada um o que é seu; aos ricos, a riqueza, aos pobres, a pobreza”. A recente decisão do Congresso de precarização das relações do trabalho, a tal de terceirização, é também uma espécie de revogação da Lei Áurea. Não é mera coincidência que os mesmos que são contra as denúncias das forças tarefas que vasculham em busca de trabalho escravo também tenham votado a favor da terceirização.

As duas pontas que amarram a precarização das relações do trabalho que retiram do trabalhador cada vez mais direitos e as marchas dos zumbis pela retorno da ditadura estão ligadas à educação. É uma deficiência do nosso ensino não ter conseguido ensinar aos alunos o que foi e o que significa uma ditadura.

Não se pode esperar que o esclarecimento do que seja viver numa ditadura venha exatamente de quem ajudou a implantar, ajudou a defende-la e sustenta-la.

A Folha, por exemplo, emprestou peruas para transportar os presos clandestinos, após serem torturados, estuprados e esquartejados, para a vala comum do Cemitério de Perus. É por isso que a Folha ainda hoje trata a ditadura como se tivesse sido uma ditabranda. De fato, para quem dela participou e com ela se locupletou, a ditadura foi branda. Os que foram estuprados nos porões do DOI-CODI, ou presos e torturados na Operação OBAN, não foi nada branda.

Como se vê pelas duas matérias da Folha, não é mero acaso que os sinais mais evidentes de retrocesso político venha exatamente de São Paulo. É um programa muito bem conduzido e financiado por empresas do tipo Boilesen, Multilaser, Banco Itaú, AMBEV, Instituto Millenium.

São tantas empresas lutando pelo retrocesso que não admira que até água tenha faltado em São Paulo. USP, UNESP e tantas outras que já foram as melhores do país, depois da longa destruição perpetrada pelo PSDB, pedem, triste ironia, água.

Não é mera coincidência que as principais ONGs e Institutos finanCIAdos pelos EUA ficam em São Paulo. É a má educação que lota a Av. Paulista na Marcha do Zumbis!

Crise financeira faz universidades públicas paulistas cortarem gastos

Unesp suspendeu aumento salarial via progressão na carreira; Unicamp barrou contratações.

Medidas são similares às recentes tomadas pela USP; reitores temem maior queda no repasse das verbas.

Professores estaduais fecham rodovias de SP em protestos

Leia aqui 

 

 

O que há em comum entre HSBC, Miriam Dutra, Globo & FHC

por Gilmar Crestani

 

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Está tudo no Google… É só pesquisar. HSBC, Miriam Dutra, FHC e Globo já estiveram muito próximo, por cima e por baixo, em relações íntimas, mas que não geraram filho, embora FHC o tenha assumido como seu. Exame de DNA provou apenas que a Rede Globo o capturou para chamar de seu. Escondeu o álibi na Espanha e o lucro, no HSBC…

Os bancos são os finanCIAdores ideológicos do golpismo. Na abertura da Copa, no Itaquerão, a Multilaser e o Banco Itaú financiaram os reis dos camarotes vips para vaiarem Dilma. Mostraram ao mundo o nível educacional da elite brasileira. Neca Setúbal revelou todo seu preparo em educação.

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O HSBC foi o patrocinador do Jornal Nacional da TV Globo desde meados de 2004. Este negócio entre o HSBC e a TV Globo durou até o meio de 2006, época em que ocorria o Suiçalão..
Neste período o HBSC Suíço captava dinheiro graúdo em vários países do mundo, inclusive no Brasil. Em muitos casos o dinheiro tinha origem na sonegação, corrupção e outras atividades criminosas.

A investigação “SwissLeaks” revelou que até 2007 haviam 8,667 clientes do HSBC Suíço ligados ao Brasil. Gerentes de relacionamento da unidade suíça do HSBC realizaram 39 visitas ao Brasil para fazer captação irregular junto a clientes brasileiros do banco, apenas entre 2004 e 2005, período do patrocínio ao telejornal da TV Globo.

Hoje, o Jornal Nacional tem blindado o antigo parceiro de negócios em seu noticiário.

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A lista de Xilindró: HSBC rima com FHC

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Não é difícil entender porque nenhum político do PSDB deu apoio à CPI do HSBC. Podem ser mau caráter, mas têm conhecimento suficiente para não darem tiro no pé. O PSDB não quer a CPI não só para não atingirem o príncipe da privataria, mas também porque seus verdadeiros cabos eleitorais, os grupos mafiomidiáticos, são os principais beneficiários do HSBC. São eles que criam empresas nos paraísos fiscais. E são eles os maiores sonegadores.

Os a$$oCIAdos do Instituto Millenium fazem parceria para se defenderem. Nem no PCC há tanta parceria como entre O Globo e a Folha. Aí está a prova.

Após muita pressão das redes sociais, o “dono” da lista do HSBC no Brasil, o jornalista Fernando Rodrigues, do UOL, decidiu vazar alguns nomes que estão sendo investigados pela Receita Federal.

São 15 nomes dos 342 que O UOL teve a generosidade de informar à Receita que estão presentes em sua lista com mais de 8 mil nomes.

Vazou para a Globo…

Explicando de novo. O UOL teve acesso aos 8 mil nomes de brasileiros com contas secretas no HSBC. Desses 8 mil, enviou 342 para a Receita Federal.

E agora vaza 15 nomes para Globo…

O esforço vem logo em seguida à abertura da CPI do HSBC, pelo senador Randolfe Rodrigues, para a qual não contou com nenhuma assinatura do PSDB.

A Globo vem bloqueando o assunto de todas as formas.

A reportagem da revista Época – que pertence à Globo – é o primeiro esforço da Vênus de estabelecer o controle sobre a narrativa desse escândalo, que tem potencial para desencadear um grande debate nacional sobre o problema da evasão fiscal.

Um problema que o andar de cima tem pavor de discutir.

A Globo, principalmente.

Enfim, ao menos o negócio já começou a vazar.

Agora que começou, não pode parar.

Abaixo, o texto publicado no site da Época.

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A lista das contas de brasileiros no HSBC na Suíça

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ÉPOCA teve acesso aos nomes dos correntistas que são investigados pela Receita Federal

por Thiago Bronzatto

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SOB A LUPA A lista de investigados pela Receita. O vazamento abre uma brecha no sistema bancário suíço:

O gaúcho Lirio Parisotto, diretor presidente da fabricante de plásticos Videolar, e a família Steinbruch, dona do Banco Fibra, costumam figurar nas listas dos mais ricos do país. Recentemente, passaram a integrar uma nova lista, muito mais seleta: a dos brasileiros que mantinham contas na Suíça e estão em investigação pela Receita Federal. ÉPOCA teve acesso à lista de 342 correntistas brasileiros do banco HSBC na Suíça e ao relatório sigiloso do Fisco sobre os 15 primeiros brasileiros investigados no caso conhecido como SwissLeaks – que desnuda o inextricável sistema bancário de Genebra.

Também fazem parte dessa lista outros empresários, doleiros e, segundo o documento, gente suspeita de ligação com o tráfico de drogas. Alguns podem ter sido relacionados só por ter conta na Suíça, o que não é ilegal.

O vazamento começou quando documentos com dados de 106 mil pessoas com contas no HSBC da Suíça foram entregues por um ex-funcionário do banco a autoridades francesas. Os documentos chegaram a um grupo internacional de jornalistas investigativos, conhecido como Icij (na sigla em inglês). E surgiram no Brasil em reportagens de Fernando Rodrigues, no site UOL. Os 8.667 brasileiros na lista tinham depósitos de cerca de US$ 7 bilhões em 2006 e 2007. A Receita recebeu uma relação de 342 investidores e analisou a lista, cruzando-a com dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Surgiu daí o primeiro grupo de suspeitos, que ÉPOCA publica com exclusividade. Agora, apura se eles de fato fizeram algo ilegal.

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Operação Lava Jato esconde tráfico de diamantes. Conheça o doleiro da Cemig. A Fundação Estudar e as marchas golpistas

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“Nós já dizíamos que o escândalo da Petrobras é o maior caso de corrupção do Brasil, mas a coisa não para de crescer. E agora estamos sabendo que não era apenas na Petrobras”, afirma Aécio.

Tem razão o derrotado candidato a presidente da República. O delegado Marcio Adriano Anselmo, que iniciou a Operação Lava Jato, confirma que foram desviados cerca de 10 bilhões de reais. O dinheiro provinha principalmente do tráfico de drogas, do contrabando de diamantes e do desvio de recursos públicos.

Aécio, as autoridades judiciais e a imprensa não revelam quais empreiteiras e doleiros ou desconhecidos presos na Operação Lava Jato estão envolvidos no bilionário tráfico de diamantes e de drogas.

 

O vazamento seletiva da peneira Lava Jato  

 

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As informações vazadas, até agora, visaram mudar o resultado das urnas na campanha presidencial, e são exploradas na campanha golpista do impeachment de Dilma Rousseff e intervenção militar dos Estados Unidos.

Comenta o portal 247: O político tucano poderia ter mencionado, por exemplo, a Cemig, joia da coroa de Minas Gerais, que também alimentou o esquema do doleiro Alberto Yousseff. Quando prendeu diversos empreiteiros, o juiz Sergio Moro, do Paraná, mencionou o inquérito 5045104-39.2014.404.7000.

Eis o que escreveu Sergio Moro a respeito: A Investminas Participações S/A confirmou, em petição de 21/10/2014 (evento 18) pagamento de 4.600.000,00 (R$ 4.317.100,00 líquidos) à MO Consultoria. Alegou que remunerou conta indicada por Alberto Youssef em decorrência de intermediação e serviços especializados deste na venda de suas ações na Guanhães Energia S/A para a Light Energia S/A, com intervenção a CEMIG Geração e Transmissão S/A. Juntou como prova os contratos e notas fiscais pertinentes, todos com suspeita de terem sido produzidos fraudulentamente.

Alegou que Alberto Youssef seria ‘empresário que, à época, detinha conhecimento do setor elétrico e reconhecida expertise na área de assessoria comercial’. Aparentemente, trata-se de negócio que, embora suspeito, não estaria relacionado aos desvios na Petrobras.

Aécio, por sua vez, apareceu na lista de políticos presenteados pela OAS, mas na maior cara de pau insiste em convocar o povo para participar de marchas contra a corrupção, relembrando os tempos da CCC, da TFP e outros movimentos que atuaram no golpe de 64 e que, hoje, foram exportados para desestabilizar os governos da Venezuela, da Bolívia, do Equador, da Argentina, e que tiveram êxito em Honduras e no Paraguai.

As últimas convocações de Aécio, José Serra, Aloysio Nunes e Lobão foram divulgadas no site vemprarua.org.br, que estava registrado em nome da Fundação Estudar, criada pelos bilionários Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, e que foi retirado do ar na tarde de sábado último – no entanto, o domínio vemprarua.org, registrado fora do País, continua ativo.

Em entrevista ao 247, Lemann, homem mais rico do Brasil, e o segundo da Suíça, onde mora, com uma fortuna estimada em US$ 21 bilhões, negou à informação de que sua fundação estava sendo usada com finalidade política.  “Eu não me meto em politica e a Fundação Estudar também tem que ser totalmente apolitica”, disse.

O domínio vemprarua.org.br foi registrado em nome da Fundação Estudar por Fábio Tras, diretor-executivo da entidade. Ainda não se sabe se ele será definitivamente afastado, mas o presidente do conselho da fundação, Marcelo Barbosa, informou ao 247 que estão sendo avaliadas as “providências cabíveis”.

Quem finanCIA a baixaria também é responsável!

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por Gilmar Crestani
Primeiro foram a Multilaser e o Banco Itaú que finanCIAram os reis dos camarotes vips a xingarem Dilma, na abertura da Copa do Mundo, na Arena Itaquera. Agora estão reunidos entorno da Fundação Estudar para finanCIArem Lobão, Feliciano & Aécio para derrubarem Dilma. Eles viram que financiar os veículos dos grupos mafiomidiáticos, como a Veja, via Instituto Millenium, já não adianta mais. O povo descobriu quem finanCIA, quem manipula e quem paga a manipulação.

Será que são os mesmos que estão envolvidos no sumiço dos 450 kg de pó? Será que a perda de uma carga de cocaína altera tão profundamente o caráter das pessoas? Até onde vai o ódio provocado pela síndrome de abstinência? Será que eles querem transformar o Brasil num Cartel de Medellin?! Sei não, mas tem muito nariz cumprido metido nessa cumbuca.

Não sei porque mas estou me lembrando de um Santo Padroeiro para esta turma: Pablo Escobar!

Saiba quem são os bilionários que bancam o golpismo de Aécio

Ficha Corrida/ Poços 10 – A tentativa desesperada de prolongar a guerra eleitoral depois do fechamento das urnas não é novidade.

Aécio tenta desesperadamente se firmar como líder da oposição antes que seu arquirrival José Serra tome posse como senador e deixe-o em segundo plano.

Mas um detalhe chama a atenção de quem vê a mensagem gravada de Aécio, a indicação de um site com mais informações sobre o movimento.

Uma pesquisa ao Registro.BR revela que o site é registrado em nome de uma tal FUNDAÇÃO ESTUDAR com o cnpj: 040.287.005/0001-61 e tendo como responsável um tal Fabio Tran.

Estranho uma Fundação ser a dona do site de mobilização contra o Governo.

Pois bem, uma pesquisa no Google mostra que os fundadores desta tal Estudar são Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles.

Alguns dos empresários mais ricos do país.

Impressionante que o neto de Tancredo se preste à cumprir a função de marionete de luxo dos donos da Ambev, do Burguer King e outras franquias.

Será que os revoltados manipulados por Aécio e sua trupe sabem que a cada queda da Bolsa ou das ações da Petrobras, eles enriquecem ainda mais esses três alegres senhores?

 

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