Marina Silva: “Há uma lenda de que eu sou contra os transgênicos. Mas isso não é verdade”

A entrevista da candidata do PSB, Marina Silva, ao Jornal dito Nacional – Segunda Parte

 

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William Bonner: Queria falar sobre a sua chapa.  O vice na sua chapa: Beto Albuquerque. Ele foi um dos principais articuladores no Congresso Nacional da aprovação da medida provisória que aprovou o cultivo da soja transgênica aqui no Brasil. Ele também foi favorável a pesquisas com células-tronco embrionárias, são dois pontos em que eles se opõem a posições suas do passado. Além disso, ele aceitou doações de campanha – quando candidato – de setores da economia que a senhora não admitiria, setor de fabricantes de armas, fabricantes de bebidas. Esses exemplos não mostram que Marina e Beto Albuquerque são a união de opostos, aquela união de opostos tão comum na velha política, apenas para viabilizar uma chapa, para viabilizar uma eleição. O que que há de novo nessa política, candidata?

Marina Silva: Em primeiro lugar, mais uma vez eu quero trazer as informações para que a gente possa trabalhar com a realidade dos fatos. Uma questão fundamental: nós somos diferentes e a nova política sabe trabalhar na diversidade e na diferença. Agora, o fato do Beto ter uma posição diferente da minha em relação a transgênico em um aspecto. Há uma lenda de que eu sou contra os transgênicos. Mas isso não é verdade. Sabe o que que eu defendia quando era ministra do Meio Ambiente? O modelo de coexistência, o que significa áreas com transgênico e áreas livres de transgênico. Infelizmente no Congresso Nacional não passou a proposta do modelo de coexistência.

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A contaminação genética

[“Áreas com transgênico e área livres de transgênico” é empulhação, conversa de demagogo, uma política velha que apenas engana os tolos.

A separação por área já existe, mas os riscos de contaminação ambiental são altos.  Sobremaneira a polinização cruzada, como topografia, ventos, umidade, polinizadores etc.

La coexistencia de cultivos orgánicos con cultivos de transgénicos en el campo ha sido uno de los temas controversiales desde que fueron desarrolladas semillas genéticamente modificadas. Estados Unidos ha sido el país pionero en adoptar prácticas de agricultura industrial desde 1996, pero también el primero en experimentar los efectos negativos de éstas.

Uno de cada 3 productores orgánicos han tenido problemas de contaminación de cultivos transgénicos cercanos a sus terrenos.

Además, el 80% de los agricultores encuestados dicen estar preocupados por el impacto de los organismos genéticamente modificados en sus cultivos, y cerca del 60% están “muy preocupados” por ello.

Debido al boom que la industria biotecnológica ha tenido a nivel mundial, es inevitable ver la experiencia de Estados Unidos como indicador de lo que podría pasar en otros países que apenas empiezan a adoptar estas tecnologías.

En especial, en los países en los que los costos ambientales, sociales, culturales y económicos podrían ser mayores.

La biodiversidad y los cultivos europeos están amenazados por los transgénicos, incluso en países donde está prohibido su cultivo, como demuestran recientes estudios científicos.

A pesar de que no está autorizado su cultivo en Europa, salvo para cultivos experimentales, el derrame accidental de granos de colza transgénica durante su transporte es especialmente peligroso debido a la gran capacidad que tienen las especies del género Brassica para cruzarse y dar descendientes fértiles (la colza pertenece a la especie Brassica napus).

Los resultados de numerosas investigaciones llevadas a cabo en los últimos años han estado advirtiendo de un fenómeno denominado “contaminación genética” por el que los transgenes pasan a formar parte de plantas y alimentos no transgénicos. La contaminación genética es una grave agresión para el medio ambiente y la salud de las personas, y las causas que pueden ocasionarla son varias. De especial preocupación resulta cuando los genes contaminantes acaban en nuestros alimentos y son consumidos sin ningún tipo de conocimiento. No hay que ser un experto en la materia para deducir que las experimentaciones a pequeña escala en parcelas reducidas pueden significar focos de contaminación y filtración impredecibles y desconocidos. Porque, en realidad, se desconoce el comportamiento y las características de esos genes transgénicos una vez sometidos a la dinámica propia de los agrosistemas de una determinada zona].

Continua

Monsanto transgênicos

O candidato a vice-presidente é uma nova Marina ou Marina é um novo Beto Albuquerque?

Nani
Nani

 

Aumentam ou ficam reveladas, cada vez mais, as relações perigosas de Marina Silva, como duplo de Neca, com banqueiros e investidores internacionais. Que facilitam, em termos ideológicos e programa de governo, os apoios dos ex-presidentes José Sarney e Fernando Collor.  Das viúvas dos presidentes Castelo Branco, Costa e Silva, Triunvirato Militar, Médici, Geisel e Figueiredo. E, no provável segundo turno, dos herdeiros dos presidentes Itamar Franco e Tancredo Neves.

São apoios inacreditáveis, tanto como ter como vice Beto Albuquerque, um duplo de Ana Amélia Lemos e Kátia Abreu, da bancada ruralista.

A campanha de Marina bem demonstra que George Soros e banqueiros associados, os beneficiados com os leilões das estatais, e com a criação das agência reguladoras, as prostitutas respeitosas, jamais vão desistir do Brasil.

Para quem acredita o contrário, pergunto: os grupos econômicos (multinacionais) e políticos (direita e extra-direita) votam em Dilma, a ex-guerrilheira?

 

ARROMBADORA DE COFRE

 

Quem é Beto Albuquerque. apenas conhecido no RGS?

Escreve Luciano Martins Costa: O mercado está convencido de que uma eventual presidente Marina Silva não seria a mesma Marina Silva que construiu sua carreira no movimento ambientalista e que, isolada num partido que é o contrário de suas pregações, seria facilmente engolida pelo sistema que pretende transformar. Essa avaliação vem sendo divulgada intensamente por corretoras e até gerentes de bancos, com base em declarações da economista-chefe da consultoria Rosenberg Associados, Thaís Zara.

Para o mercado, segundo essa análise, Aécio e Marina são igualmente confiáveis. A presença na chapa do PSB do deputado gaúcho Beto Albuquerque, como candidato a vice-presidente, é vista como uma garantia de que Marina não apenas será domesticada pelo mercado, como ficará mais vulnerável à ação do lobby de empresas que atualmente abomina, como as gigantes do setor de agrotóxicos e a indústria de cigarros.

Dormindo com o inimigo

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Beto Albuquerque não é apenas simpatizante desses setores: sua carreira tem sido financiada por produtores de fumo e pela Monsanto, multinacional que é o avesso de tudo que Marina Silva representa. Além isso, ele é um dos articuladores de projetos que pretendem transferir para o Congresso Nacional e as Assembleias Legislativas dos estados a prerrogativa de delimitar as terras indígenas, assunto que interessa ao agronegócio mais predador. (Transcrevi trechos)

 

Partido de Aluguel. O condomínio está em polvorosa

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Analisa Gilmar Crestani: Por enquanto, balança mas ainda não cai.

A ambientalista da Natura & Itaú celebra casamento de conveniência com o representante do agronegócio que tem rima rica com agrotóxico. Hospedada no recém alugado PS(d)B, ve-se, pela Folha, que nem todos estão dispostos a fazer cafuné enquanto Marina embala seus sonhos na Rede estendida na nova varanda …

A dúvida é se no mundo sonhático da Marina a companhia de Jorge Bornhausen e Roberto Freire é pesadelo ou o novo na política.

Publica Ficha Corrida: Com base eleitoral no noroeste gaúcho, onde a agricultura sustenta a economia, ele defendeu interesses de cerealistas e empresas de celulose no Congresso.

Na eleição de 2010, companhias de sementes, beneficiadoras de grãos e empresas como a Celulose Riograndense e a Klabin compuseram metade das receitas do deputado gaúcho na campanha.

Suas últimas campanhas para deputado também receberam contribuições de uma empresa de defensivos agrícolas, de uma indústria de armas e de uma cervejaria.

O estatuto da Rede, de Marina, veda a arrecadação de doadores desses três ramos.

O deputado, ao mesmo tempo, também mantém vínculos com agricultores familiares do Estado. Albuquerque já foi duas vezes secretário de governos petistas no Rio Grande do Sul. Na última passagem, de 2011 a 2012, comandou a pasta da Infraestrutura e ajudou a criar a estatal de pedágios idealizada pelo governador Tarso Genro.

Deixou o cargo, se afastou do PT e ajudou Campos a ensaiar em 2013 uma aproximação com a senadora Ana Amélia Lemos, candidata do PP e ligada ao agronegócio.

 

Vender alimentos estragados e/ou contaminados é assassinato premeditado. A ganância dos supercados

indignados trabalhador mercadoria

 

O bicho-papão dos supermercados é o Wal-Mart, com 4.500 lojas em 14 países e faturamento maior do que o produto interno bruto da Arábia Saudita e da Áustria. Em seguida, vêm Carrefour, Home Depot, Metro e Royal Ahold, segundo pesquisas do Grupo ETC, Oligopoly Inc 2005, que monitora as atividades das corporações globais, especialmente na agricultura, alimentação e farmácia.

O monopólio da Wal-Mart está camuflado pelos nomes Hipermercados Big, Hiper Bom Preço, Maxxi Atacado, TodoDia, Sam’s Club, Bompreço, Nacional e outros.

As prateleiras do Wal-Mart e de todos os outros supermercados do Brasil estão abarrotadas de produtos da Bunge, como as margarinas Delícia, Primor, Soya, Cyclus; os óleos Soya, Primor, Salada e Cyclus; as maioneses Primor e Soya; e azeites Delícia e Andorinha. Muitos desses óleos são transgênicos e, por determinação judicial, deveriam ter um rótulo especial para alertar o consumidor. Nunca respeitaram esse dispositivo legal.

A “globalização neoliberal” atingiu grau tão elevado, que as leis de mercado funcionam ao contrário do que apregoam os economistas de aluguel: a maior oferta, junto com a menor capacidade de compra, não resulta em queda de preços, mas no contrário.

Com a Cargill e a ADM, a Bunge controla 60% da produção de soja no Brasil, para alimentar o gado na Europa. O preço e o comércio das commodities, em geral, são manipulados ainda pela Dreyfus, Syngenta e Monsanto.

Para colocar cada vez mais produtos no mercado mundial, esse grupo promove o desmatamento ilegal, inclusive com trabalho escravo, grilagem de terras públicas e violência contra comunidades locais.

A especulação desses grupos é responsável pela elevação dos preços dos cereais, principalmente o arroz, artigo que não é utilizado na produção de biocombustíveis.

Na área de laticínios, o mercado é manipulado por apenas três: a Nestlé, a Parmalat e a Danone. A Nestlé domina também o setor de processamento de alimentos e vende o dobro ou o triplo dos demais componentes do monopólio: Archer Daniel Midlands, Altria, PepsiCo, Unilever, Tyson Foods, Cargill, Coca-Cola, Mars e Danone.

Há décadas a Nestlé é responsabilizada pela desnutrição e morte de crianças de idade tenra, devido à suspensão precoce das campanhas em prejuízo do aleitamento materno, para expandir as vendas dos seus produtos, principalmente o leite em pó, as sopinhas e papinhas que, muitas vezes, contém até alimentos transgênicos.

Transcrevi trechos de Archibaldo Figueira. Além de toda essa sacanagem, inclusive emprego de mão de obra escrava, os supermercados vendem alimentos estragados.

 

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OS RISCOS DE CONSUMIR ALIMENTOS ESTRAGADOS SÃO:

DIARRÉIA, MAL-ESTAR, VÔMITOS, NAÚSEA, DOR DE CABEÇA OU INTOXICAÇÃO GRAVE, FALTA DE APETITE, DORES ABDOMINAIS, FEBRE, COLITES E, EM CERTOS CASOS, MORTE.

 

 

A nutricionista Patrícia Azevedo B. Freire alerta: Ao contrário do que muitos pensam, há uma considerável diferença entre alimentos estragados e alimentos contaminados. Um alimento estragado contém microorganismos deteriorantes. Esses microorganismos alteram as características do alimento, como a cor, odor, sabor e textura, e por isso são rejeitados pelos consumidores. Por outro lado, o alimento contaminado contém microorganismos patogênicos. Neste caso, os alimentos não apresentam alterações nas suas características, e são consumidos sem que se perceba qualquer problema. Aí está o risco, pois os microorganismos patogênicos causam doenças e são grandes responsáveis pelos surtos alimentares.

A Anvisa criou um guia de alimentos e vigilância sanitária, mas como toda Ana, prostituta respeitosa, nada faz. Aparece vez em quando o Procon, com suas multas para inglês ver. Nas inspeções aos supermercados sempre encontra produtos com validade vencida. E acontece o crime mais grave: flagrar um estabelecimento criminoso alterando o preço de validade.

Se tiver fiscalização para valer: todos os dias profanos e santos, em qualquer supermercado, toneladas e mais toneladas de alimentos estragados seriam confiscados dos estoques e prateleiras.

Para perceber a importância deste tema, basta observar que de 1999 a 2007 ocorreram 5.699 surtos de doenças transmitidas por alimentos no Brasil. Estes surtos afetaram cerca de 114 mil pessoas e causaram 61 mortes. Estima-se que o número de pessoas atingidas seja muito superior, visto que a maior parte dos casos menos graves não é notificada às autoridades de saúde pública.

 

atento a doenças

Portugal nas ruas contra o governo e Monsanto

Portugal hoje

 

 

Milhares de manifestantes estavam às 17:00 concentrados junto ao palco montado pela CGTP em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, em Belém, gritando palavras de ordem contra o Governo e o Presidente da República (PR).

Muitos manifestantes empunhavam bandeiras da central sindical CGTP e de outros sindicatos da função pública.

Cerca das 16:00 estavam já milhares de pessoas em Belém, a gritar palavras de ordem como “Governo para a rua” e “Palhaços”.

Nas palavras de ordem e nos cartazes, os manifestantes estão centrados não só nas críticas ao Governo, como também à actuação do PR.

Entre as palavras de ordem estão “Cavaco, função do presidente é demitir aquela gente” e vêem-se cartazes nos quais está escrito “Palhaço Cavaco”, com uma imagem do PR com um nariz vermelho, ou uma foto do PR com a legenda “Leilão de imóveis”.

“Cavaco! O teu Governo já não representa a maioria que o elegeu – Eleições já”, “Cavaco para a rua” e “Governo rua”, são outras das legendas dos cartazes.

Além dos muitos cartazes de Cavaco Silva com montagens do presidente vestido de palhaço e alguns manifestantes que se fazem acompanhar de narizes vermelhos, são visíveis ainda criticas ao Governo como “PSD e CDS nunca mais” e “Bandidos, demissão”.

Enquanto a sindicalista Ana Avoila discursava, vários manifestantes insurgiram-se contra o PR, usando expressões como “palhaço” e criticando os gastos do Presidente.

O acesso à frente do palácio de Belém estava limitado por baias colocadas pela polícia, que obrigavam os manifestantes a circundar o jardim frontal à presidência, de forma a poderem chegar à frente do palco instalada junto aos mosteiro dos Jerónimos, onde discursam os sindicalistas.

A manifestação da CGTP em Belém foi precedida de quatro pré-concentrações (na Junqueira, no Restelo, em Pedrouços) distritais e  sectoriais .

Os trabalhadores da função pública, que já têm uma greve prevista para junho, saíram do Restelo.

Em Lisboa, foi realizada marcha contra a Mansanto.

Monsanto

 

 

 

 

Monsanto se disfraza con otros nombres. Tiene “empresas” vendedoras de semillas transgénicas ¡Descúbrelas!

 

Monsanto agro tóxico

Compañías semilleras de Monsanto y las que venden sus semillas. Como Monsanto fue prohibida en muchas naciones, la corporación tiene empresas subsidiarias que comercializan sus semillas GMO y otros productos químicos producidos por ella, pero engaña a los consumidores utilizando otros nombres y marcas: La más importante, Siminis.

Conoce estas empresas y exponelas.

– Es imperativo guardar semillas orgánicas mientras Monsanto contamina y esparce basura transgénica invadiendo el mercado con semillas cancerígenas e inductoras de infertilidad, arruinando los cultivos de todo el planeta y convirtiéndolos en genéticamente modificados.

Monsanto, la cara más visible de los GMOs – OMGs, posee una extensa lista de distribuidores que venden semillas tóxicas en todo el mundo. Las sucursales de Monsanto forman parte de una estrategia inmoral que violan las determinaciones de muchos gobiernos, ocultando a la transnacional cuya fama es cada día peor mientras muchos de sus productos fueron prohibidos.

Los agricultores son obligados, sobornados y engañados para comprar semillas transgénicas, en tanto los pequeños almacenes semilleros orgánicos desaparecieron. Actualmente, las corporaciones biotecnologicas monopolizan patentando y encareciendo costos, mientras financian y dan créditos para la venta de agroquimicos letales para la salud humana, esto sólo favorece a la especulación alimentaria por intereses muy alejados al bienestar humano.

Monsanto compró miles de pequeñas empresas semilleras y otras gigantes como Seminis (adquirida en el año 2005) una de las más grandes distribuidoras de semillas del planeta que fue básica para la entrada de productos Monsanto en muchas naciones. Mientras tanto, existen otras cientos de compañías asociadas a Monsanto, que si bien tienen una mascara de autonomía con algunas semillas híbridas convencionales, también venden productos de Seminis.

Aquí listamos algunas semilleras subsidiarias o propiedad de Monsanto:

Advanta Seeds (Canada), Agroceres (Brasil), Agroeste Sementes (Brasil), American Seeds, Inc., Asgrow (el cual compró O’s Gold Seed Co.), Bo-Ca Enterprises, Bruinsma, Campbell Seed (segmento de marketing y ventas), Cargill Seeds International (Ameérica Central/Latina, Europa, Asia, Africa), Channel Bio (Wilson Seeds, Midwest Seed Genetics, Crows), Choong Ang Seed Company (Corea), CNDK (partner de China National Seed Group), Corn State Hybrid Services, Cotton States, De Ruiter Seeds, DeKalb Genetics, Delta & Pine Land Company, Diener Seeds, Emergent Genetics (Mahendra, Indusem, Daehnfeldt, Paras), Fielder Choice Direct, First Line Seeds (Canadá), Fontanelle Hybrids (Nebraska Irrigated), Gold Country Seed, Hawkeye Hybrids, Heartland Hybrids, Heritage Seeds, Holden’s Foundation Seeds, Hubner Seed, Hungnong Seed Company (Corea), ICORN Inc., Jacob Hartz Seed (Hybritech, AgriProWheat), Jung Seed, Kruger Seed, Lewis Hybrids, Mahyco Monsanto Biotech (empresa conjunta de India), Marmot (Guatemala), Moweaqua Seed, NC+ Hybrids, Pannon Seeds (Hungría), Peotec, Petoseed Company, Poloni Semences (Francia), Rea Hybrids, Renessen (empresa conjunta con Cargill), Royal Sluis (Holanda), Seminis Inc., Seminium (Argentina), Sensako and Carnia (Sudáfrica), Sieben Hybrids, Sieben Hybrids, Specialty Hybrids, Stewart Seeds, Stone Seeds, Trelay Seeds, Trisler Seed Farm, WestBred y Western Seed.

Y estas son las compañías “independientes” que distribuyen productos Seminis:

Ag-Seeds Unlimited, derson’s Seed & Garden, Inc., ll Horticultural Company, nton Seed, rona Seeds, DeBruyn Seed Company, Inc., Witt Seed Company, xondale Farms, rl May Seed & Nursery LLC, Erly’s Farm & Garden Centre, El Seed, Farmer Seed & Nursery, Fukuda Seed Store, Garden Trends, Inc. dba Harris Seeds, Germania Seed Company, Gowan Seed Company, LLC, Grimes Horticulture, H.F. Michell Company, Holmes Seed Company, Hummert International, Jordan Seeds, Inc., Keithly Williams Seeds, Inc.,La Coop Uniforce, Lockhart Seeds, Inc., Logan-Zenner, Meyer Seed Co of Baltimore, Inc., Mountain Valley Seed Inc., Norseco, Inc., Ontario Seed, Ornamental Edibles, Osborne Seed Company, LLC, Otis S. Twilley Seed Co., Inc., P. L . R o h r e r & B r o . , I n c ., Rispens Seeds, Inc., Rupp Seeds, Inc., Santa Maria Seeds, Inc., Scott Seed Company, Seedway, Inc., Select Seed of Arizona, Inc., Siegers Seed Company, Snow Seed Company, Southern States Cooperative, Inc., Stokes Seeds Ltd., T&T Seeds Ltd., The Page Seed Company, Tomato Growers Supply Co., TS&L Seed Company, Vis Seed Company, Inc., White Seed Company, Willhite Seed, Inc.

Mossanto tem como Ana no Brasil a Anvisa
Monsanto tem como Ana no Brasil a Anvisa

As dez multinacionais mais perigosas do mundo colonizam o Brasil e uma delas já foi estatal nossa – do povo

Para o Brasil as mais danosas são a Coca- Cola, a Nestlé, pelo avanço em nossas fontes d’água, inclusive aquíferos, e pelo ganho fácil no engarrafamento de água para o consumo nosso de cada dia, a preço de gasolina, e exportação pirata. Se existem royaties de água eles são praticamente invisíveis. A sonegação faz parte do tráfico.

A Monsanto encarece os alimentos, cria latifúndios e a dependência alimentar. A Vale minera a céu aberto. Sua entrega um dos maiores assaltos da história mundial em todos os tempos.

Veja a lista satânica:

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Ya no importa donde vivas, es imposible escapar de la globalización.

La única salida, es informarse para poder elegir con conciencia antes de comprar.

Comenzar a cultivar y a fabricar tus alimentos, reducir el consumo de petroleo y sus derivados, reforestar, comprar lo necesario, escuchar tu voz interior en vez de la voz de la publicidad…son pequeños paso para escapar de grandes monstruos.

Y recordar siempre que el poder de elección esta en uno, no les demos el placer de caer en sus zarpas.

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1. Chevron

Varias de las grandes compañías petroleras estarian en esta lista, pero Chevron merece un lugar especial. Entre 1972 y 1993, Chevron (en ese entonces Texaco) vertió 18 mil millones de galones de agua tóxica en los bosques tropicales del Ecuador sin ningún tipo de reparación, destruyendo los medios de subsistencia de los agricultores locales y enfermando a las poblaciones indígenas. Chevron también ha contaminado en los EE.UU, en 1998, Richmond(California), demandaron a Chevron por vertido ilegal sin pasar por tratamientos de aguas residuales, contaminando los suministros locales de agua, ídem en New Hampshire en 2003.

Chevron fue el responsable de la muerte de varios nigerianos que protestaron en contra de la empresa por su presencia y explotación del delta nigeriano. Chevron pagó a la milicia local,conocida por sus abusos contra los derechos humanos, para aplastar las protestas, e incluso les proporcionó helicópteros y barcos. Los militares abrieron fuego contra los manifestantes, luego quemaron sus aldeas hasta el suelo.

2. De Beers

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Esta empresa no escatima en gastos, y financia, apoya y crea autenticas guerrillas y dictaduras del terror para poder seguir obteniendo mediante explotación de niños y adultos, la preciada piedra. En Botswana, a DeBeers se le ha culpado por la “limpieza” de la tierra donde se extraen los diamantes, incluyendo el traslado forzoso de los pueblos indígenas que habían vivido allí durante miles de años. El gobierno supuestamente cortó el suministro de agua, los amenazó, los torturó y ahorcó públicamente a los resistentes.

No dejemos de lado su nula responsabilidad ambiental, sus nulos derechos laborales, las vidas humanas, y sus campañas rancias y machistas.

3. Phillip Morris

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Phillip Morris es el mayor fabricante de cigarrillos de Estados Unidos y del mundo.

Se sabe que causan cáncer en los fumadores, así como defectos de nacimiento en los niños por nacer si la madre fuma durante el embarazo. El humo del cigarrillo contiene 43 carcinógenos conocidos y más de 4.000 sustancias químicas, incluyendo monóxido de carbono, formaldehído, cianuro de hidrógeno amoníaco, la nicotina, y el arsénico. La nicotina, la sustancia química principal psicoactivo en el tabaco, ha demostrado ser una adicción psicológica. Fumar aumenta la presión arterial, afecta el sistema nervioso central y constricción de los vasos sanguíneos. Las colillas de cigarrillos son uno de los principales contaminantes que los fumadores arrojan rutinariamente; lento para degradar. Muchos de estos filtros se abren camino en el suelo o en el agua, donde sus productos químicos se comportan como verdaderas sanguijuelas.

El tabaco no sólo contamina la tierra durante sus extensas hectáreas de monocultivo, las cuales son rociadas a diario de agro tóxicos, su producción industrial contamina (se utilizan enormes cantidades de papel, algodón, cartón, metal, combustibles…), su consumo contamina la atmósfera, daña a su comprador y a los que le rodean. Su colilla tarda años en degradarse proporcionándole al suelo y al agua una cantidad enorme de tóxicos.

4. Coca-Cola

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La bebida favorita del mundo o “la leche del capitalismo”, acumula demandas y sanciones en diversos países derivados de graves hechos de contaminación, malas prácticas laborales y uso de aguas no autorizados.

En la fase de producción, la compañía utiliza casi tres litros de agua por cada litro de producto terminado. Las aguas desechadas constituyen contaminantes, que la multinacional deposita en lugares protegidos, como ocurrió en Colombia, situación por la cual, fue multada en Agosto pasado, por la Secretaría Distrital del Ambiente, de la Alcaldía Mayoy de Bogotá, al demostrarse que habáin descargado sus desechos en el humedal de Capellania, en la zona de Fontibón.El hecho es considerado atentatorio contra un área de especial importancia y protección ecológica. El proceso por contaminación del Humedal Capellanía tiene su origen en la caducidad del permiso de vertimientos otorgado a la multinacinal por cinco años y la no autorización de la Secretaría de Ambiente para renovar este permiso. Posteriormente, mediante visitas técnicas fue verificado el estado de la red de alcantarillado de Coca Cola y la realización de descargas industriales, evidentemente no autorizadas.

Una situación muy similar ocurrió en la India en el 2005, donde alrededor de mil manifestantes marcharon para pedir que cerrara la planta cercana a Varanasi, ellos tenían la certeza de que todas las comunidades cercanas a plantas embotelladoras de Coca Cola padecen la falta y contaminación de sus suelos y napas freáticas. Análisis toxicológicos registran la presencia de altos porcentajes de pesticidas prohibidos como el DDT y como “buenos vecinos” distribuyeron sus desechos industriales a los campesinos de Mehdigani con el argumento de que servían para “abono” El resultado es que hoy los suelos son estériles.

Y como si fuera poco, la bebida en cuestión, junto con consumir agua en exceso no aporta ningún elemento nutritivo, al contrario, al contener altas concentraciones de azúcar, es uno de los principales contribuyentes de la obesidad que afecta cada vez en mayor medida a nuestras poblaciones del tercer mundo, generando por otra parte, problemas dentales. Y el efecto de ” quitar la sed”, lo logra mediante el uso de ácido fosfórico.

¿Sabías que …

España es el país europeo que más Coca-Cola consume?
Otros productos suyos son Fanta, Sprite, Aquarius, Nestea, Minute Maid, Tab, Sonfil, Finley, Nordic Mist o Fruitopia (hay 324 distintos)?
Una lata de 33 cl. contiene unos 35 gr. de azúcar?
En 1931 Coca-Cola cambió el traje verde de Papá Noel a rojo para una campaña publicitaria, haciendo juego con su color corporativo?
Otras universidades en Atlanta, Toronto, California, Irlanda o Berlín ya han expulsado a Coca-Cola de sus Campus?
Las botellas de plástico de Coca-Cola en España no son de material reciclado, sino de plástico virgen.
¿Casualidad que el ex-presidente mexicano Fox sea ex-representante de Coca-Cola? ¿y Adolfo Calero, ex-gerente de Coca-Cola, agente de la CIA y cara pública de la contra nicaragüense? ¿y el embajador de EEUU en la India ? ¿y el magnate golpista Cisneros, en Venezuela ? ¿y el ministro Jorge Presno, de Uruguay?
Cuenta con delegaciones en más de 200 países, incluyendo paraísos fiscales como Bahrein o las islas Caimán, para evadir impuestos por sus beneficios…
En el año 2003 obtuvieron unos beneficios de 21.044 millones de dólares (La mitad de los gastos previstos por la ONU para garantizar la educación básica a todos los niños del mundo).
Impulsa potentes grupos de presión: se opuso al tratado de Kyoto a través de sus lobbys US Council for International Business y la Business Round Table, cambió regulaciones en la UE a través del American Chamber of Comerce , fue fundadora del International Life Science Institute, muy influyente en la FAO y la OMS , etc.
Contiene productos transgénicos.
La próxima vez que vayas por una bebida, recuerda la contaminación de los humedales, el uso no autorizado de aguas subterráneas, la violencia, que un litro equivale a tres en realidad… tal vez sea mejor una limonada.

5. Pfizer

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Como si el uso masivo de Pfizer en la experimentación animal no era lo suficientemente desgarrador, Pfizer decidió utilizar a los niños nigerianos como conejillos de indias. En 1996, Pfizer viajó a Kano, Nigeria; a probar un antibiótico experimental en el tercer mundo para combatir enfermedades como el sarampión, el cólera y la meningitis bacteriana. Dieron trovafloxacina a aproximadamente 200 niños. Decenas de ellos murieron en el experimento, mientras que muchos otros desarrollaron deformidades físicas y mentales. Pfizer también puede orgullosamente afirmar que se encuentra entre las diez primeras compañías en los Estados Unidos que provocan la contaminación de la atmósfera.

Y no dejemos de lado los millonarios “incentivos” que le dan a los médicos, y a los gobiernos para que receten sus “medicamentos”.

6. Mc Donalds

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Cada año, miles de niños consumen la comida rápida de una empresa que forma parte activa en la deforestación de selvas, la explotación laboral y la muerte de millones de animales: McDonald’s. Estrategias de mercadotecnia hábilmente diseñadas han expandido la empresa McDonald’s a más de 40 países, donde la empática imagen de Ronald McDonald y su “Cajita feliz”, vende en los niños el gusto por la comida rápida, asociándola con un ideal de alegría. Esta publicidad ha tenido un gran éxito en diferentes partes del mundo, contribuyendo a altas tasas de obesidad infantil. (ver articulo completo)
La alimentación que entrega esta empresa es totalmente carente de nutrientes. Es más, esta comida se conoce mundialmente como ‘comida chatarra’, y no es por nada que recibe este nombre.
Las hamburguesas y “nuggets” que McDonald’s ofrece, provienen de animales que durante toda su vida fueron mantenidos en condiciones artificiales: Privados de aire libre y luz solar, permanecen hacinados al punto de no poder estirar sus miembros o alas (en el caso de los pollos), atiborrados de hormonas para acelerar su crecimiento, y de antibióticos para contrarrestar las múltiples infecciones a que están expuestos, por las condiciones de insalubridad y amontonamiento. Los pollos son engordados al grado en que sus patas no resisten su peso.
Para establecer sus franquicias, McDonald’s adquiere terrenos a bajo precio en lo que antes fueron selvas tropicales deforestadas para la explotación ganadera. Ofrece sueldos mínimos a sus empleados, aprovechándose de las minorías étnicas y contratando menores de edad.

Los productos de McDonald’s, con su alto contenido en grasas, azúcar y sal, estimulan en los niños el desarrollo de sobrepeso, la resistencia a la insulina y su consecuente Diabetes Tipo 2.

Ah, ¿les comenté que fué una de las financiadoras de la campaña de George W Bush ?

7. Nestlé

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Nestlé y su enorme manto de crímenes contra el hombre y la naturaleza, como son la deforestación masiva en Borneo – el hábitat de los orangutanes en peligro crítico – para cultivar aceite de palma, y la compra de la leche de las granjas confiscadas ilegalmente por un déspota en Zimbabwe. Nestlé comenzó a provocar a los ambientalistas por sus ridículas afirmaciones de que el agua embotellada es “ecológica” , desde ahí en adelante se han ido destapando su red siniestra de control y destrucción.

Nestlé realizó esfuerzos mundiales para instar a las madres de países del tercer mundo a utilizar su sustituto de leche para lactantes en lugar de la lactancia materna, sin advertirles de los posibles efectos negativos. Supuestamente, Nestlé contrató a mujeres vestidas de enfermeras para entregar la fórmula infantil gratuita, que se mezclan con frecuencia con agua contaminada, los medios no mencionaron a los niños que murieron de hambre cuando la fórmula se agotó y sus madres no podían pagar más.

8. British Petroleum

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¿Quién puede olvidar la explosión de 2010 de una plataforma petrolera en la costa del Golfo, que dejó 11 muertos y miles de aves, tortugas marinas, delfines y otros animales, destruyendo la pesca y la industria del turismo en la región? Este no fue el primer crimen de BP contra la naturaleza. De hecho, entre enero de 1997 y marzo de 1998, BP fue responsable de una friolera de 104 derrames de petróleo. Trece trabajadores del equipo de perforación murieron en 1965 durante una explosión, 15 en una explosión de 2005. También en 2005, un ferry que transportaba a trabajadores del petróleo de BP se estrelló, matando a 16. En 1991, la EPA cita a BP como la empresa más contaminante en los EE.UU.. En 1999, BP fue acusada de ilegal de tóxicos en Alaska, luego en 2010 por filtrar venenos muy peligrosos en el aire en Texas. En julio de 2006, los agricultores colombianos ganaron un acuerdo con BP después de que se acusó a la compañía de beneficiarse de un régimen de terror llevada a cabo por los paramilitares del gobierno colombiano que protegen el oleoducto Ocensa. Claramente, no hay manera de que BP haga lo correcto.

9.Monsanto

monsanto

Monsanto, creadores y fomentadores de los alimentos genéticamente modificados, hormonas de crecimiento bovino y el envenenamiento por agrotoxicos. La lista de Monsanto incluye la creación de la semilla “exterminadora” , que crea plantas que nunca dan semillas para que los agricultores deban comprar cada año, el lobby para que etiqueten “libres de hormonas” la leche y sustitutos de la leche para lactantes (se encuentra presente si el bovino ha ingerido hormonas de crecimiento, un comprobado agente cancerigeno), así como una amplia gama de violaciones ambientales y de salud humana asociados con el uso de venenos de Monsanto – “. Agente Naranja”, sobre todo. Entre 1965 y 1972, Monsanto viertes ilegalmente miles de toneladas de residuos altamente tóxicos en los vertederos del Reino Unido. Según la Agencia de Medio Ambiente los productos químicos estaban contaminando las aguas subterráneas y el aire 30 años después de que fueran vertidos!!.

Monsanto es célebre por agredir a los propios agricultores que pretende “ayudar”, como cuando demandó a un agricultor y lo encarceló por guardar las semilla de la cosecha de una temporada para plantar en la siguiente.

10. Vale

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La minera Vale, transnacional brasileña presente en 38 países, es la mayor empresa de exploración de minerales diversificados en Latinoamérica y la segunda a nivel mundial.Entre los méritos se destaca la participación de la empresa en el desarrollo de la hidroeléctrica Belo Monte, ubicada en Altamira –Brasil-, dado que el proyecto afecta al río Xingú, principal fuente de vida para la región. Como resultado de la intervención de la empresa, hoy el paisaje amazónico está siendo modificado severamente, como también la vida de miles de pueblos a orillas de uno de los principales ríos de Brasil.

A su vez, en Carajás, en Pará – Brasil-, numerosas familias fueron desalojadas, perdieron sus casas y poseen parientes que murieron como resultado de la construcción de línea férrea construida por la empresa, también denunciada por las pésimas remuneraciones y condiciones de trabajo que sufren sus empleadas.

Los impactos sobre el accionar de la minera no se reducen a las denuncias dentro de Brasil. En la región de Tete, en Mozambique, un pueblo fue desalojado de sus tierras para que la empresa pudiese llevar a cabo su explotación de carbón. A cambio la empresa construyó un re asentamiento en el barrio Cateme, donde las casas y servicios públicos no cumplen las condiciones básicas para el desarrollo de la población.

Existen lamentablemente muchas otras corporaciones que deberían estar presente en esta lista, algunas como Samsung, Tepco, Barklays, Microsoft, Intel, Sony…etc

Como el articulo sería enormemente extenso y triste, me comprometo a entregarles proximamente la lista de las 10 multinacionales más responsables y comprometidas ¿existiran?, ¿será cierto?, pronto lo sabremos.

Fuente: Ecocosas / Pulso Ciudadano

Mala suerte la del Paraguay. Un país de gente tan noble sometida a la insaciable voracidad de propios y ajenos

por Atilio A. Boron

images franco

Franco, presidente ilegítimo e ilegal, es no sólo hijo putativo de la “embajada”, sino también de Cargill, Monsanto, la minera de aluminio Río Tinto, la oligarquía local y los latifundistas “brasiguayos”. La oscura trama en torno del misterioso Ejército Paraguayo del Pueblo –una de las artimañas más elementales utilizadas por la CIA para desestabilizar gobiernos que no son del agrado del imperio: inventar un pseudo grupo guerrillero y acusar de complicidad con él a algún enemigo a quien se quiera perjudicar– quedó al descubierto en los meses recientes. A raíz de ello, el Comité de Derechos Humanos de las Naciones Unidas exigió, el 29 de marzo, que la Justicia paraguaya realice una “investigación inmediata, independiente e imparcial de la muerte de 17 personas con ocasión del allanamiento de Curuguaty, el 15 de junio de 2012, así como todos los hechos vinculados que han sido denunciados por las víctimas”. Prominente entre lo que la Comisión denomina como “hechos vinculados” fue la posterior “destitución express” del presidente Fernando Lugo, para la cual los sangrientos sucesos de Curuguaty aportaron el necesario pretexto. El Comité también manifestó su preocupación “por las alegaciones de importantes irregularidades del Ministerio Público, la judicatura y las fuerzas de seguridad en el caso”, así como la “falta de imparcialidad e independencia en los procesos de investigación”. Por esto y muchas cosas más, Franco descenderá a la historia sentado a la diestra de su homónimo español, el sanguinario “caudillo de España por la gracia de Dios” y uno de los que, como todos los fascistas españoles, gritaban “viva la muerte”.

Representante genuino de la derecha más primitiva y corrupta de Sudamérica, Franco es la expresión política de una banda a la cual le queda grande el nombre de oligarquía. La palabra “cleptocracia” transmite con más rigor la naturaleza de ese impresentable conjunto de rufianes que construyeron sus grandes fortunas desangrando al país bajo la protección del dictador Alfredo Stroessner. Este organizó el saqueo de las tierras fiscales, el contrabando en gran escala y el tráfico de drogas y de personas, con la abierta complicidad de sucesivos gobiernos de Estados Unidos, Israel y Taiwan, sumiendo a la población en el atraso y la extrema pobreza. Mentiroso sin escrúpulos, Franco acusa a Chávez de haber dañado a su país: debe ser porque lo incorporó al programa de suministro de petróleo con precios subsidiados y largos plazos de pago, por debajo de los que rigen en el mercado petrolero. Según Franco, esta generosidad de Chávez causó un daño enorme a los paraguayos. Es más: el líder bolivariano persistió en su “maldad” y por solidaridad con el pueblo de ese país mantuvo esta cooperación aun después del golpe, cancelándola cuando los continuos insultos y calumnias de este bufón de opereta hicieron insostenible su mantenimiento. Este desecho moral es quien celebró como un venturoso milagro la desaparición física de Chávez. ¡Pobre Franco! Ayer fue humillado y desairado en la OEA cuando 21 países, incluyendo 11 de la Unasur, se retiraron de una sesión del Consejo Permanente de esa institución al saberse que el usurpador estaba por llegar al recinto para dar un discurso (foto). Su destino será ése: pudrirse en su tumba ante el desprecio de sus colegas y de su pueblo.

 franco golpe

La soja paraguaya golpista y asesina

El Colectivo de poetas anónimos Apepú Guerrilla emitió un manifiesto sobre el golpe parlamentario en Paraguay

La soja paraguaya golpista y asesina es un vulgar acto de piratería que no paga
impuestos, que vive a costa de comunidades campesinas e indígenas arrasadas, con
pueblos de pronto desaparecidos: calles, escuelas y cementerios; poblaciones enteras
bombardeadas con agrotóxicos. Hombres, mujeres y niños gaseados, secuestrados,
abusados, saqueados, desaparecidos, asesinados.
Son ellos, los mismos: los delincuentes de la Cocaína, Monsanto y Río Tinto; los
traficantes de AK 47, el culto a María, los Narcodólares y el Golpe de Estado. Los que
en las tapas y editoriales de sus diarios descargaron el metano del falso atentado
terrorista en la tragedia del supermercado Ykuá Bolaños, y la honorable necesidad
de la tortura como método reglamentario de apremio policial en plena dictadura. Los
latifundistas rurales y urbanos.
La oligarquía paraguaya anticomunista: la misma que diera asilo y pasaporte a los
criminales de guerra nazis, los pasaportes para los asesinos del canciller chileno
Orlando Letelier. Los mismos que arrancaban niñas a plena luz del día para los
frenéticos miembros de los serviles de la dictadura y el rutinario baño de sangre de
Alfredo Stroessner, cuyo nieto está sentado en este Parlamento, estratégicamente
ausente el día de la votación del golpe.
Los mismos que introdujeron un alambre de cobre en la uretra de Joelito Filártiga
conectado a corriente eléctrica. Los que asaltaron el Colegio Cristo Rey, los que
a punta de pistola arrebataron la firma Pechugón a sus verdaderos dueños. La
siniestra farándula del París – Niza. Los que borraron y siguen borrando la sonrisa
del campo. Los que destrozaron los frescos, inocentes hogares y álbumes campesinos.
Decía Ernest Hemingway que sus ojos nunca se habían abierto del todo hasta llegar
a París. Por qué los niños de las Ligas Agrarias no pueden cerrar los párpados?
Por qué, saben por qué duermen con los ojos abiertos?

Quem deu o furo jornalístico do Mensalão?

Na sessão do Supremo, o procurador-geral Roberto Gurgel leu notícias do Jornal do Brasil, de Luiz Antônio Carneiro, e artigos de Carlos Chagas na Tribuna da Imprensa, sobre os primórdios do caso Mensalão que se tornou a Ação Penal 470.

O procurador preferiu citar fontes confiáveis. Mas o furo jornalístico foi do “jornalista” Carlinhos Cachoeira, que montou uma agência de notícias, formada por profissionais da imprensa e arapongas do extinto SNI.

O furo e/ou repercussão nacional  deve-se a Policarpo Jr. da revista Veja, parceiro de Cachoeira nas reportagens publicadas na Veja e jornalões e TV Globo e outras revistas de papel cuchê.

O interessante que o mensalão sempre existiu, e continua a ser praticado nas câmaras municipais, assembléias legislativas e no Congresso. O que pode mudar é a moeda de troca.

Sarney e Fernando Henrique usaram as concessões de rádio e tv. Hoje, praticamente todas, nas mãos de políticos ou laranjas. Certamente que alguns venderam as concessões. Roberto Jefferson, que denunciou o Mensalão na Câmara dos Deputados, foi um dos beneficiados.

Em Pernambuco, Newton Carneiro, deputado estadual, vendia o voto dele ao governo e à oposição. Oposição também compra. Idem empresários e banqueiros. Inclusive as doações para as campanhas eleitorais fazem parte do mercado. Pelas doações, possível prever os votos de todo um mandato de vereador, de deputado estadual, de deputado federal e de  senador.

Não é um jeitinho brasileiro. Os lobistas atuam no Congresso dos Estados Unidos. A troika vem pressionando as votações dos congressos da Grécia, de Portugal, da Espanha.

A Monssanto pagou o recente golpe parlamentar do Paraguai.

Uma reportagem típica da Época, Istoé, da Veja: Não separa o joio do trigo. E com a mensagem de um senador, agigantado, apequenar os outros.

Uma ditadura não compra deputados nem senadores. Simplesmente cassa, prende ou mata os dissidentes.

Assim contínuo crente que uma democracia é preferível. Sempre. Existem leis que punem a corrupção nos três poderes. E na imprensa, a liberdade de expressão precisa ser do jornalista e não dos proprietários dos meios de comunicação de massa.

Agricultores cobram 7,5 bilhões de dólares da Monsanto


Por Carmelo Ruiz Marrero,
Do Brasil de Fato

A companhia de biotecnologia estadunidense Monsanto, maior empresa de sementes do mundo, pode acabar tendo que pagar 7,5 bilhões de dólares a cinco milhões de plantadores de soja brasileiros, que processam a empresa pela cobrança de royalties.

A Monsanto, uma das corporações mais detestadas do mundo, tornou-se aos olhos de muitos o símbolo mais facilmente reconhecido de controle coorporativo sobre os alimentos e a agricultura. Suas táticas duras para cobrar royalties de agricultores pelas suas sementes patenteadas foram documentadas nos filmes “Food Inc” e “El Mundo Según Monsanto”. Esta corporação, tão acostumada a processar e intimidar agricultores, vive uma situação contrária no Brasil, onde agora é processada por agricultores.

O Brasil é o segundo maior produtor de cultivos transgênicos ou geneticamente modificados (GM) no mundo, superado somente pelos Estados Unidos. A vasta maioria deste cultivo consiste em soja, que tem sido alterada geneticamente pela Monsanto para resistir ao herbicida Roundup, produto da mesma companhia.

O Brasil exporta a maior parte de sua colheita de soja para Europa e China, que a utilizam para produzir biodiesel ou como alimento para gado. Estima-se que 85% da soja brasileira sejam geneticamente modificados. Não se sabe a proporção exata, porque a soja da Monsanto foi contrabandeada da Argentina a partir de 1998. Em 2005, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para fazer frente a uma situação de fatos consumados, legalizou o cultivo de soja GM no país.

Uma vez legalizada, a Monsanto começou a cobrar dos agricultores brasileiros um imposto de 2% por sua produção de soja GM. A companhia também comercializa soja não modificada geneticamente e requer aos agricultores que mantenham ambas as variedades estritamente separadas. Caso seja encontrada soja transgênica em carregamento de soja que se supõe não modificada,

o agricultor é penalizado com uma cobrança de 3%.

Em 2009, um grupo de sindicatos rurais do Rio Grande do Sul processou a Monsanto, denunciando que a soja GM e a soja não GM são praticamente impossíveis de se separar e que, portanto, o “imposto Monsanto” é injusto.

Esta alegação contradiz diretamente um dos principais meios de propaganda da indústria da biotecnologia: de que as sementes e plantas transgênicas nunca aparecem onde não deveriam estar. Esta ocorrência, conhecida como contaminação genética, é negada pelas companhias. Quando isto ocorre, eles negam, mas quando a evidência é demasiadamente contundente para negá-la, a companhia minimiza a importância ou coloca a culpa no agricultor.

“O problema é que separar a soja GM da soja convencional é difícil, dado que a soja GM é altamente contaminante”, declarou João Batista da Silveira, presidente do Sindicato Rural de Passo Fundo (RS), um dos principais denunciantes do caso.

Não esquecer que a Mossanto sempre esteve por trás da campanha que derrubou o presidente Lugo do Paraguai. Da conspiração ao golpe.