Os gigolôs e parasitas do Brasil das elites

ETERNAMENTE...
ETERNAMENTE…

filhas da puta

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Essas filhas do Brasil de castas militares e togadas sustentam gigolôs. E os trabalhadores pagam a vida de luxo e luxúria dessas parasitas, através dos impostos diretos e indiretos, e dos salários baixos, para que o dinheiro sobre para pagar pensões nas alturas, muito além do teto constitucional. É essa gente que pede golpe, o retorno da ditadura e um governo direitista.

Essa corrupção, esse favoritismo, essa regalia, esse privilégio monarquista, esse direito abusivo das elites, essas benesses pagas com a miséria da maioria dos brasileiros, precisam acabar já!

...BARBIE
…BARBIE

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Qual notícia mais importante para o Brasil: a chacina da polícia de Richa ou o parto real?

A imprensa colonizada destaca que ganhou nome a nova princesa de Cambridge, filha do Príncipe William e de Kate Middleton.

A princesa e a mãe tiveram os benefícios da medicina pública. Coisa que a imprensa esconde.

A nova princesa do império inglês que, no governo Fernando Henrique, se apoderou de várias estatais brasileiras, ganhou o nome de Charlotte de Cambridge. Porquê Charlotte, o monopólio Globo explica. 

parto real

No Paraná o reino é outro. O governo tucano de Beto Richa tira oito bilhões da previdência, e a justiça safada nem aí. O povo reclama nas ruas. Coisa que a imprensa esconde.

O escritor Fernando Monteiro comenta: “Falta um Pier Paolo Pasolini aqui — para escrever a definitiva página de encaminhamento de Richa para o inferno do ostracismo (sem deixar de pagar, criminalmente, pelo massacre de Curitiba. O massacre que o ‘novel’ ministro da Educação chamou de – apenas – ‘conflito de rua’, em pronunciamento oficial um tanto tardio)…”

O noticiário é tão pobre, principalmente da imprensa vendida do Paraná, que

Aluna identifica no Facebook, professor desacordado no chão, depois de agressão da polícia assassina de Beto Richa

aluna

Nós não vamos desistir do Brasil

FIP1

 

Na tarde de ontem, dia 21 de outubro, o jovem João Campos, filho do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, lançou em sua conta no facebook um vídeo onde chama a juventude que foi as ruas em 2013 a votar no atual candidato a presidência apoiado por sua familia, Aécio Neves. Reportagem http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2014/10/21/joao-campos-pede-aos-jovens-que-fizeram-protesto-em-2013-para-votar-em-aecio/
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João Campos é um jovem universitário de 20 anos, que tem tomado destaque nos monopólios de imprensa por ser filho de Eduardo Campos, fato que parece o qualificar, ao menos para seus partidários e marqueteiros, para aparecer em palanques, fazer discursos ensaiados, aparecer na propaganda eleitoral etc. O rapaz, aparentemente não tem nenhum conhecimento sobre os movimentos sociais de nosso estado, nem esteve engajado em nenhuma das grandes lutas que foram protagonizadas em nosso país recentemente. Não tem qualquer experiência ou perfil de gestor público, mas se apresenta e é apresentado, sem nenhum constrangimento, pelos seus familiares e marqueteiros no PSB, como herdeiro político de Eduardo Campos, como se o estado de Pernambuco fizesse parte do espólio a que sua família tem direito.
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João Campos não esteve nas ruas em 2013! Se tivesse ido, alem de ser conhecido entre os jovens a quem hoje ele se dirige pra pedir votos, certamente se oporia frontalmente a política de terror e perseguição lançada por seu pai contra as manifestações populares ano passado. Para que seu discurso de “nova política” não fosse maculado pelas reivindicações dos jovens, Eduardo Campos não pensou duas vezes para mandar a PM de Pernambuco protagonizar uma das repressões mais violentas do país, com direito a prisões arbitrárias, intimações, intimidações, processos políticos, proibição do movimento estudantil passar nas salas de aula, suspensão das atividades nos colégios públicos em dias de protestos, seqüestros de ativistas e estudantes. Bombas, balas, chicotes e cacetetes foram usados pra silenciar o povo.
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Onde estava João Campos no dia 26 de junho quando estudantes e movimentos sociais se dirigiram ao centro de convenções, então sede provisória do governo do estado, para entregar uma pauta de reivindicações que nem sequer foi recebida por seu pai? Onde ele estava quando a estudante Cris Patos, da FAFIRE, o estudante Igor Calado, da UFRPE e a estudante Lara, da UFPE foram presos por participarem da manifestação? Onde estava João Campos em 18 de setembro, quando o estudante de história, Bruno Torres, da UFPE, mesma universidade em que estuda, foi preso pela PM de seu pai e mandado para o COTEL? Onde estava o nosso jovem político nas inúmeras vezes que a tropa de choque cercou a praça do Derby pra impedir que houvesse ato? Onde estava João no dia 8 de agosto quando ocupamos a câmara do Recife reivindicando o passe livre? Onde ele estava no fatídico 7 de setembro de 2013, num dos atos de maior selvageria e violência gratuita contra jovens desarmados desse ano? Porque João não denunciou a prisão de Edgar, arrastado por uma dezena de soldados na frente de todas as câmeras do país, ou a prisão de Rodrigo Cabeludo e Cristiano Vasconcelos, onde próprio soldado que os deteve fez constar no Boletim de Ocorrência que os meninos não faziam nada de errado e que os prendeu por ordem direta do então secretário de segurança do estado que monitorava o desenrola da violência gratuita pelas câmeras da SDS e apontava quem deveria ser preso. Porque João não se indignou com as imagens de uma moça sendo agredida e chamada de vadia dentro do camburão da Rádio Patrulha? Onde estava João quando a ROCAM invadiu a reunião dos estudantes no DCE da católica? Onde ele estava quando os estudantes de sua universidade ocuparam a reitoria da UFPE pra impedir a privatização do hospital das clinicas? Onde esteve João na Copa? Onde estava João Campos no acontecimento político mais importante do nosso Estado esse ano: A ocupação do cais José Estelita? De que lado João esteve, do lado da cidade? ou das empreiteiras? Alias, num momento de perseguições políticas, de ativistas pedindo asilo a países vizinhos, quantos processos nosso líder da juventude tem por reivindicar um país melhor?
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João, que pelo que dizem, foi responsável por caquetar os colegas da universidade ao TRE, por se organizarem pra fazer campanha para candidata adversária, não vê nenhum problema na militância fake, que recebe dinheiro pra segurar bandeiras e distribuir adesivos de seu candidato nas ruas do Recife! No primeiro turno o jovem Campos afirmou que Aécio era um retrocesso, agora ele afirma que ele é a mudança. Eis a “nova política” da família Campos. Pra ser bem sucedido nosso jovem aprendiz de político precisa manejar bem três habilidades e nenhuma virtude: Escolher o lado que vai ganhar; Ter a sensibilidade de mudar de lado ao perceber que escolheu o lado que não será o vencedor; e nunca fazer um inimigo! É ou não o que temos visto? Ou alguém se surpreenderia que com a virada da atual gestora sob o seu candidato, a família Campos não queira também fazer parte da base do governo mais a frente?”
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Para nós, a forma como João Campos, sua família e seu partido vêm utilizando da morte do ex-governador pra barganhar espaços políticos e projetos pessoais é uma afronta ao povo pernambucano e a memória de seu próprio pai. A juventude está cansada dessa velha política institucional onde as oligarquias se perpetuam no poder por todo o sempre, onde os políticos profissionais por décadas sugam o dinheiro do povo, representando no parlamento, apenas a si mesmos e suas famílias. As eleições, jogo de cartas marcadas, servem apenas pra se alternar as cadeiras que essas “vossas excelências” sentarão nos próximos 4 anos, situação ou “oposição”, todos serão acomodados, loteiam-se os cargos públicos entre os ‘aliados’ e os cargos eletivos são passados de pai para filho, de geração em geração como se fossem hereditários. Joões Campos, Jarbas Junior e Silvos Costas filhos, são símbolos, o retrato espetacular, bufo e trágico da democracia das oligarquias em nosso país. Depois nos perguntam porque 40 milhões de pessoas deixaram de votar no primeiro turno! Como disse escritor Eduardo Galeano:

“Os jovens não votam porque recusam essa democracia oferecida a eles”

España. Conozca los diez libros prohibidos en este imperio borbónico

InSurGente

Al menos diez libros que afectan a los principales personajes de la partitocracia o de la Historia de España han sido censurados por los medios de comunicación españoles o por su “establisment” académico y forman parte del conocido “Índice” que, al igual que en la época de la Inquisición, rige para las publicaciones comprometedoras. Cinco siglos después, aquel “Index expurgatorius” sigue teniendo vigencia y esta es la primera parte de la lista de los 10 proscritos, susceptible de ser ampliada con los testimonios de los lectores, pero hoy encabezada por varios títulos relacionados con la Casa Real española.

Periodistas de varios medios de comunicación están haciendo llegar a “Espía en el Congreso” sus denuncias por el aumento “considerable” de la “presión” y la “censura” de dirigentes políticos, grandes empresarios y sobre todo de Casa Real para evitar la difusión de investigaciones y denuncias sobre la corrupción de las élites españolas.

La queja se relaciona con las habituales peripecias del rey y la cada vez mayor cercanía de las elecciones europeas de 2014, así como con las encuestas que vaticinan la pérdida de 11 millones de votos por parte de los principales partidos, fundamentalmente PP, PSOE y CiU. De todo ello informaremos en cuanto podamos documentar estas denuncias, pero hoy nos detendremos en otro tipo de censura: frente a las prohibiciones más burdas que los mass media acostumbran a ordenar, figuran otras que aluden expresamente a determinados libros que, tras el revuelo que ocasiona su salida, son rápidamente confinados en el ostracismo para evitar su divulgación y lectura. Estos son algunos de ellos:

el rey

“23-F, el rey y su secreto” de Jesús Palacios (Libros Libres).  La censura hacia este libro la justificaban en el Grupo Prisa con el calificativo de “extrema derecha” cuando su autor, profesor en la Universidad Complutense sin militancia política alguna, se limita a recoger y documentar el testimonio del embajador de EE.UU en Madrid, Terence Todman al que se ha sumado también Lothar Lahn, embajador alemán. Cada vez surgen más testimonios que acreditan como el golpe de Estado fue organizado por el rey junto a los principales políticos de la época (Felipe González, Enrique Múgica, Santiago Carrillo, Solé Turá y Manuel Fraga, entre otros) para derrocar a Adolfo Suárez y formar un “Gobierno de concentración”. Como Suárez no tragaba, para lograr sus fines aprovecharon el descontento militar, jugaron a dos bandas con múltiples ambiguedades y después, cuando se les fue de las manos por la “opereta” del coronel Tejero al ser ésta retransmitida inesperadamente por una cámara de TVE, se presentaron a la opinión pública como víctimas.Jugaron con fuego y estuvieron a punto de chamuscarse, lo que se dejó entrever gracias a una indiscreción de la reina Sofía sobre los militares golpistas: “El rey los engañó a todos”.

El conciliábulo de aquella noche en el Congreso, sólo parcialmente escrito, pretendía mantenerse en secreto pero la médico del Congreso, Carmen Echave, escuchó algunos de sus detalles, que también han sido hurtados del relato oficial aunque por fortuna están escritos. Y además Tejero se negó a utilizar el avión que le tenían preparado desde Zarzuela para exiliarse. De aquel monumental engaño a los españoles, que gozó de la complicidad de los principales periodistas y políticos de la época que se enriquecieron con su silencio, surgió uno de los principales mitos de la actual partitocracia, hoy ya muy deteriorado, de ahi la importancia en censurar este libro.

princesa

“Adiós Princesa” de David Rocasolano (Ediciones Akal). Aunque se le ha tildado de “vendetta” del primo de Letizia, lo cierto es que si prescindimos de los “chascarrillos” rosas y de los asuntos más privados (el aborto de la princesa es uno de ellos), el libro arroja suculenta información de primera mano sobre el funcionamiento cotidiano de la Casa Real, sus protagonistas y el verdadero carácter de sus personajes, algo que no asoma habitualmente a la luz pública por falta de testimonios directos. Los fariseísmos y corrupciones de la Familia Real, de los que informaremos próximamente, son lo más jugoso de este volumen.

gaviotas

Gaviotas que ensucian su propio nido” de Illy Nes (Bubok). Que un dirigente gay del PP como era Carlos Alberto Biendicho desvele las tripas de la homosexualidad oculta en Génova 13 es algo cuando menos curioso, pero si además se documentan profusamente las salidas del armario de su líder, Mariano Rajoy, junto a media docena más de conocidos dirigentes del partido (hombres y mujeres, como Rita Barberá, Miguel Angel Cortés o Luisa Fernanda Rudi) el silencio hacia este libro resulta escamante.

golpe

“Un rey golpe a golpe” de Patricia Sverlo. (Ardi Bertza). La biografía mejor documentada de Juan Carlos podía haber sido un clamoroso éxito de ventas pero los medios de comunicación se conjuraron para silenciarla todo lo que pudieron, con el argumento de que había sido ¡editada! por un periodista condenado por terrorismo. Fue una manipulación más: su autora, hoy profesora en Barcelona, tuvo que refugiarse en un pseudónimo para evitar represalias y solo encontró posibilidad de publicar el libro en el entorno abertzale o en Francia, lo que la condenaba a no ser leída en España. Si los ciudadanos leyeran este libro, la monarquía de partidos se disolvería en nuestro país como un azucarillo, situación que de hecho ya está ocurriendo porque el libro circula libremente por internet.

espia

“Cisne. Yo fui espía de Franco” de Luis González Mata (Argos Vergara). Si hay algún personaje que merezca la pena en los estertores del franquismo ese esLuis González Mata, uno de los principales espías de los servicios secretos del régimen, que al final de su vida se decidió a “cantarlo” todo y publicarlo en un libro. Infiltrado en la mayor parte de los movimientos antifranquistas, González Matarevela como los rusos vendieron a Franco la información que les proporcionó o robaron a Santiago Carrillo sobre la infraestructura del PCE en España a cambio de la información que el dictador tenía sobre los americanos en la negociación de las bases militares, lo cual pudo costarle la vida a Carrero Blanco por la inacción americana ante su atentado. No se entiende como la documentación que aporta este libro sobre ese y otros sucesos no forma parte del acervo histórico de España si no es por la pervivencia de una censura que alcanza no solo a los vivos sino a los muertos que puedan poner en tela de juicio el relato histórico de un régimen que ha sido continuidad del franquismo con la complicidad de todos los que se llevaron algo en el trasvase.

Concluímos esta reflexión sobre los “libros prohibidos” en España con otros cinco títulos proscritos: El primero hace referencia al político y banquero Jordi Pujol, ex presidente de Cataluña, que logró erradicar de las librerías el volumen que afloraba las tropelías financieras de su padre,Florenci Pujol, experto en evasión de capitales y encarcelado por ello. De aquellos polvos vinieron estos lodos que tan bien manejan sus herederos y que han gozado durante decenas de años de la misma impunidad judicial en Cataluña que la que posee el rey Juan Carlos de Borbón en el resto de España. Junto a este libro, una biografía de Florentino Pérez, presidente del Real Madrid, un libro del politólogo republicano Antonio García Trevijano y dos volúmenes heterodoxos sobre Miguel de Cervantes y Cristóbal Colón, repudiados por el academicismo oficial, completan el vigente “Index expurgatorius” que, al igual que en tiempos de la Inquisición, aún rige consciente o inconscientemente en España.

Pujol

“Jordi Pujol: en nombre de Cataluña” de Félix Martínez y Jordi Oliveres (Ed. Debate). Aunque gozan de la máxima impunidad, tanto en Cataluña como Madrid, los Pujol han evadido decenas de millones de euros fuera de España pero ninguno entrará jamás en la cárcel y ni siquiera será procesado. Dos periodistas alertaron hace años que el dirigente nacionalista catalán no era trigo limpio y que le guiaban más afanes financieros que políticos, por muy bien que disfrazara su discurso y lo envolviera de manera oportunista en la senyera. Hoy los hechos vienen a darles la razón, pero su libro sigue estando censurado porque cuestiona la moralidad de una familia que lleva la corrupción en los genes desde que el patriarca, Florenci Pujol, padre del presidente de la Generalitat y abuelo de los codiciosos nietos, fuera encarcelado por evasión de divisas.

Lea un extracto del libro pinchando aquí

La fortuna de los Pujol

La evasión de capitales, especialidad de la familia

Jordi Pujol vendió a su socio republicano al franquismo a cambio de Banca Catalana

blanco e negro

“Florentino Pérez, retrato en blanco y negro de un conseguidor” de Juan Carlos Escudier (Akal). En España a nadie extraña que solo se permita construir rascacielos en la Castellana a un solo constructor, o que el palco del Real Madrid se llene habitualmente de banqueros, políticos, empresarios y periodistas para organizar un fabuloso tráfico de influencias a costa del contribuyente. Tampoco que un presidente dilapide cientos de millones de euros cada temporada y mientras que los clubes exportaron en 2013 por primera vez 150 millones de euros en jugadores, él solo desequilibró la balanza de pagos nacional con los 100 millones que ha gastado con Bale. Su poco tino le llevó a pagar 40 millones por Illarramendi cuando tenía gratis a Casemiro en casa. Pero esto son solo significativas cuestiones futbolísticas de un presidente derrochador, cuando estamos ante uno de los miembros más afamados de la “casta”, conocido en el mundo entero por sus tropelías, despilfarros y negocios siempre al amparo del sector público y el poder. Este libro lo desenmascara, pero la censura mediática lo condenó a galeras. No obstante, sus procedimientos intimidatorios, parecidos a los que usan en el sur de Italia (el periodista José María García asegura que “Floren” intentó comprarlo), le obligan a realizar piruetas cada vez más complicadas que alguna vez lo llevaran a la lona: el homenaje a Raúl o a Del Bosque, a quienes él mismo expulsó antes del Real Madrid, y la complicidad con el rey para mejorar su escasa popularidad, revelan que ya solo da golpes de ciego. Su segunda caída será la más estrepitosa de la partitocracia y mucho más dolorosa que la primera.

Republica

“Teoría Pura de la República” de Antonio García Trevijano. El viejo pensador y filósofo, referente del republicanismo en España,  se ha convertido en un testigo incómodo de la Transición que ha logrado sobrevivir a casi todos los que traicionaron las ideas demócratas a la muerte de Franco: muertosManuel Fraga, Santiago Carrillo, Peces Barba, Solé Turá y Gabriel Cisneros,enfermos Juan Carlos de Borbón y Adolfo Suárez, jubilado y desacreditadoJordi Pujol, escondidos, viviendo del erario público y avergonzados Alfonso Guerra y Herrero de Miñón, enriquecidos y opulentos Felipe González, Miquel Roca, Pérez Llorca y Enrique Múgica… el abogado García Trevijano los conoció a todos en la intimidad cuando se trataba de construir un nuevo régimen en España. Por fortuna, dejó escrita su “Teoría Pura de la República”, donde explica como debería empezar a construir una arquitectura democrática y política en España digna de tal nombre, pero Trevijano sufre el silencio, cuando no el ataque, de quienes no soportan su decencia moral e ingobernable espíritu crítico. Esa miopía general y ausencia de altura de miras impide que progresen aún más sus ideas, ya muy extendidas entre las capas ilustradas de la sociedad española, aunque ya es sintomático que su libro de referencia y toda su biblioteca solo pueda leerse en internet.

Cervantes

“Cervantes en Sanabria. Ruta de Don Quijote de la Mancha” de Leandro Rodriguez. El cervantismo oficial es un próspero negocio en España, aún a costa de mantener desinformados y en la ignorancia, tanto en espíritu como en la letra, al emblema del idioma y la cultura española. Al igual que las élites políticas han secuestrado la democracia, las élites sindicales han sustituido a los trabajadores y las élites empresariales, bancarias y financieras han saqueado el país, las élites académicas se han apropiado de la figura de Cervantes y no soportan discrepancia o heterodoxia alguna en torno suya. Comandan esta partida el filólogo Francisco Rico, que ha tejido un emporio editorial en torno a su ortodoxia, con millonarias subvenciones por medio de las que luego se beneficia, y Francisco de la Concha, actual responsable del Instituto Cervantes y ex director de la Academia de la Lengua. Fuera de este abrevadero, el cervantismo no oficial aparca en la riqueza de las relecturas e investigaciones contemporáneas e independientes y ahí figuran dos nombres excepcionales: Leandro Rodríguez y César Brandariz (“Cervantes decodificado” o “El hombre que hablaba difícil”). Acreditados investigadores sólidamente formados pero sin el “plácet” de las autoridades, sus conclusiones ponen en solfa la imagen que de Cervantes han transmitido los gobernantes de la cultura española. Sus libros figuran en lo más alto del “Index expurgatorius” y su sola mención en los círculos académicos o mediáticos de la cultura oficial suscita el anatema o el ataque de nervios.

geografia

“La geografía secreta de América” de Jacques de Mahieu. Con este libro en torno a otra de las figuras míticas de la cultura española, Cristobal Colón, ocurre otro tanto. Su autor, acusado al tiempo de “nacionalista-socialista” o “comunista” (y no sin cierta razón), ha sido desacreditado por sus adversarios académicos utilizando razones políticas. Sin embargo, en este volumen sobre el descubrimiento de América, sólidamente construido y documentado, se contextualiza mejor el mito de Cristóbal Colón, aunque destruya centenares de investigaciones y apriorismos en torno a aquel hecho excepcional que fue la incorporación de un nuevo continente a la Modernidad. El antropólogo Mahieu, pese a sus ideas y quimeras políticas, introdujo una nueva percepción histórica sobre el descubrimiento de América que los historiadores oficiales se empeñan en enterrar y vilipendiar, pero que emerge de manera cada vez más diáfana y evidente.

 

Sobre el #YoSoy132 y la democracia

 

Habían pasado varios años sin que hubiera un verdadero despertar en México y la gente ha tenido el buen sentido de juzgar al nefasto gobierno, e incluso se ha atrevido a considerarlo como una aberración del prototipo adecuado, pero faltaba traspasar la frontera de la teoría a la praxis, de la dejadez a la acción y de la apatía al interés.

#YoSoy132 abre el panorama para que muchos se percaten que los movimientos sociales no corresponden únicamente a un sector de la población, llámense los más marginados o pobres, sino de igual forma a jóvenes estudiantes, tanto de universidades públicas como privadas. Por primera vez desde hace tiempo que las barreras entre ambos grupos se derribaron por un objetivo común, su hartazgo y descontento los llevaron a canalizar los ideales para iniciar el movimiento.

 Cuando un movimiento agrupa a un gran sector de la población, sin importar raza, género o estatuto social, significa que hay algo que no está funcionando debidamente y está afectando a gran parte de las personas. Lo vimos en la primavera árabe con la caída de los presidentes de Egipto, Libia, Túnez y Yemen, Occupy Wall Street en EUA, 15-M en España y muchos más.

La esencia de las protestas del #YoSoy132 se centra en establecer la verdadera democracia. No obstante debemos comprender el significado real de este concepto.

El gobierno del pueblo

Etimológicamente el término democracia viene de dos vocablos griegos: demos y cratos, cuya significación es el poder/gobierno del pueblo. Tanto en la edad antigua como en la medieval, pertenecía a una de las tres formas positivas de gobierno (el gobierno de muchos), las otras restantes eran la monarquía y la aristocracia. No obstante en la edad moderna la concebían como el planteamiento político que se opone al absolutismo, así también en la etapa contemporánea, pero oponiéndose al totalitarismo. Actualmente, según el filósofo Norberto Bobbio, la democracia podría definirse como la política cuya finalidad es el hombre. Así pues, por esencia tiene una tendencia humanística ya que incluye a todo el pueblo, cuyo sector fue excluido por muchos años. La democracia salva al pueblo.

De igual forma, a través de los años, dicho concepto ha poseído diversas motivaciones y se ha reivindicado con la libertad, igualdad, ciencia, ética o comunicación. Es por eso que en la actualidad la democracia trae consigo un concepto muy amplio; el gobierno del pueblo pasó de ser solamente una forma a un modo de ser y de pensar.

El pueblo es el sujeto y el gran protagonista. No obstante, cuando únicamente se privilegia a un determinado sector o clase social, como por ejemplo: grupos empresariales e industriales, políticos, millonarios, etc., entonces se denomina oligarquía. En contraste con la aristocracia que corresponde al gobierno de los mejores, los oligarcas gobiernan para sus propios intereses y ambiciones.

Desde hace varios años muchas decisiones políticas para definir el rumbo del país, han sido establecidas por magnates de la sociedad mexicana. Éstos, a su vez, no aspiran a mejorar la nación desde el aspecto social, sino meramente económico violando los derechos y velando por la ambición del poder. Así también, los banqueros forman parte incondicional de la élite financiera-política.

Así pues, cuando el #YoSoy132 exige que se respeten los principios democráticos no solo se refiere al fraude electoral por la compra de votos, sino a toda la situación que engloba el panorama político actual carcomido por la corrupción, así como la manipulación de varios medios de comunicación y la restructuración del modelo económico.

 Transcrevi trechos

 

Cartazes de Bety Valerio

Cumbre de las Américas.España es la poesía. Shakira

El 90% de los españoles, angustiado por la situación económica

El Economista, España:

Los españoles perciben que los efectos de la crisis económica avanzan de manera inexorable, sin que las medidas adoptadas por el Gobierno para evitarlo, los recortes, sean productivos.

  Kirchner agradeció, en la cumbre, la solidaridad de más de 30 países 

La presidenta Cristina Fernández de Kirchner agradeció hoy en la sesión de la Cumbre de las Américas el respaldo y la solidaridad de más de 30 países a la causa Malvinas, afirmó que debe ser la última reunión sin la presencia de Cuba.

Según informaron el canciller Héctor Timerman y el Secretario de Comunicación Pública, Alfredo Scoccimarro, la Presidenta al hablar ante los mandatarios durante la sesión central de la VI Cumbre de las Américas, se refirió a la unidad del Caribe y Centroamérica y destacó el papel de la CELAC, entre los puntos más salientes de su mensaje.

“La Presidenta planteó que Cartagena era un buen lugar para hablar de Malvinas porque esta ciudad fue amurallada justamente para defenderse de los piratas ingleses en su momento”, dijo Timerman al comentar el discurso de Cristina sobre la causa Malvinas.

En ese marco la jefa del Estado agradeció a los más de 30 países que expresaron durante esta cumbre el apoyo a la cuestión Malvinas y a los reclamos argentinos para hacer cumplir las resoluciones de las Naciones Unidas, para que Gran Bretaña acepte sentarse a dialogar sobre este diferendo.

España, ¿cuál España?

Por Atilio A. Boron

La violencia simbólica desatada en estos días se inscribe en el sórdido panorama que presenta la España actual, atribulada por una profunda crisis económica y por el fenomenal retroceso experimentado en materia de derechos ciudadanos y libertades públicas. Hace apenas un par de días que el presidente del gobierno Mariano Rajoy hizo pública su intención de vigilar y maniatar las redes sociales, por lo que toda convocatoria a protestas o manifestaciones políticas de cualquier tipo hecha a través de las mismas será tipificada nada menos que como un delito penal. Todo esto con el afán de impedir que las víctimas del brutal ajuste neoliberal puedan luchar contra la injusticia de un proyecto al que sola y exclusivamente le preocupa salvaguardar los intereses del capital, no el bienestar del pueblo.

El argumento más socorrido por estos enardecidos funcionarios de la corona es que cualquier agresión a Repsol YPF sería un ataque a España y, por ende, a los españoles. No hay que caer en esa trampa. El pleito no es con España o los españoles sino con su burguesía, que explota y desangra a los pueblos tanto fuera como dentro de España, cosa que hoy es evidente hasta para un ciego.

Porque España no es esa pandilla de saqueadores profesionales, dignos descendientes de quienes cometieron en nuestras tierras el mayor genocidio de la historia, amparados por la maléfica alianza entre la cruz y la espada. España no son esos especialistas en vaciar empresas y en arrancar pingües ganancias como lo han hecho por toda Latinoamérica y el Caribe bajo la protección de sus padrinos políticos, sean estos Felipe González, José María Aznar o Mariano Rajoy.

España no es esa corona nauseabunda y parasitaria, hundida en una ciénaga de escándalos que “la prensa seria” de la península se encarga de disimular.

Para nosotros España es la poesía de Miguel Hernández, Rafael Alberti y Federico García Lorca; las pinturas de Pablo Picasso; la música de Manuel de Falla y Pablo Casals; la filosofía de Manuel Sacristán Luzón y de mi inolvidable maestro Adolfo Sánchez Vázquez. España es la extraordinaria labor de los republicanos exiliados en México: Wenceslao Roces, José Gaos y Eugenio Imaz, entre otros, eximios traductores al castellano de El Capital y otros textos de Karl Marx, así como de muchos otros autores del pensamiento clásico. España, por último, es el indoblegable heroísmo de la Pasionaria y los anarquistas y comunistas que lucharon contra la barbarie franquista, de la cual Rajoy, Aznar y el Partido Popular son sus indiscutibles herederos. Estos energúmenos, tardíos sobrevivientes de un conjuro medieval, representan con sus exabruptos de hoy lo peor de España. Son los perros guardianes de los filibusteros de traje y corbata que siembran miseria dentro y fuera de España. La lucha es contra esa España, no contra los españoles ni mucho menos contra la otra España, con la cual nos sentimos hermanados.

Shakira canta o hino nacional da Colômbia na abertura da Cúpula das Américas

España: Manifestación 14 de abril – “Si hay rey, no hay democracia”

Los recortes en sanidad están teniendo consecuencias funestas en los servicios de urgencia, cuidados intensivos y atención especial; los recortes en educación cercenan el futuro de nuestra sociedad creando generaciones con un nivel de desconocimiento enorme, ignorantes en los temas que les afectan de modo directo y sumisas a los dictados de élites en el poder desde hace años; la reforma laboral nos sitúa en condiciones de explotación de hace más de un siglo; las imposiciones del FMI, el Banco Mundial y la Unión Europea están sometiendo a todo el pueblo trabajador a la codicia de una banca privada que engulle toda la riqueza que producen los trabajadores con su sudor y sufrimiento. Mientras todo esto sucede comprobamos cada día cómo el sistema político actual no sólo no sirve para la defensa de la población frente a los abusos de banqueros y grandes empresarios, sino que obedece a sus mandatos y sucumbe ante ellos con casos de corrupción cada vez más flagrantes. Por todo ello y por nuestra dignidad, queremos cortar de raíz y construir algo nuevo.

Para ello llamamos a toda la población a regresar a las plazas e iniciar el proceso de transformación social que nos dé libertad para desarrollar el mundo que realmente necesitamos, conectar con las alternativas que están en marcha, plantear estrategias y acciones que nos lleven a vencer lo establecido y, además, colaborar en la preparación de las acciones globales del 12 y 15 de Mayo a nivel mundial.