Noélia Brito tem morte anunciada pelos inimigos da claridade

noélia ameaçada

 

ALERTA…ALERTA…ALERTA!

NESSE MOMENTO QUERO CONVIDAR A TODOS OS AMIGOS PARA QUE JUNTOS POSSAMOS A ‪#‎LUTAR‬ COM A NOELIA BRITO QUE TEVE A CORAGEM DE FAZER GRANDES DENÚNCIAS ENVOLVENDO O ‪#‎PSB‬ E ‪#‎PSDB‬. A MESMA AGORA SOFRE COM ATAQUES DOS ACUSADOS! PRECISAMOS NOS MOBILIZAR!

Este alerta circula na internet. O Brasil é um dos raros países que tem jornalista como preso político. Acontece em Minas Gerais com Marco Aurélio Carone. A máfia do PSDB mineiro mandou acorrentar e amordaçar Carone, que denunciou o Mensalão Tucano engavetado pela justiça tarda e falha.

Em Pernambuco, o jornalista Ricardo Antunes foi preso político de Eduardo Campos.

As denúncias de Noélia já foram publicadas pelos sítios dos jornalistas verdadeiros de todo o Brasil. Esta propagação irritou os corruptos denunciados.

Os jornalistas brasileiros e correspondentes internacionais, os blogueiros e jornalistas onlines, que amam a liberdade de imprensa, precisam urgentemente evitar essa trama assassina, essa morte anunciada.

Conheça o sítio de Noélia Brito. http://noeliabritoblog.blogspot.com.br

Página de Noélia no Facebook 

 

 

 

Faruk Soyarat
Faruk Soyarat

 

 

Justiça Global repudia endurecimento penal para calar protestos no Rio e em SP

ditadura democracia indignados

O governo federal e os governos estaduais do Rio de Janeiro e de São Paulo têm ignorado solenemente uma das principais bandeiras ecoadas nas ruas desde junho: a desmilitarização da polícia brasileira, considerada uma das mais violentas do mundo. Além de se negarem a ouvir, caminham na direção contrária dos anseios da população, lançando mão de medidas arbitrárias que mais se assemelham aos atos institucionais usados nos períodos de exceção da história do nosso pais.

Governo federal cria grupo integrando de serviço de inteligência e de policias para perseguir manifestantes

No dia 31 de outubro de 2013, o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reuniu-se com os Secretários de Segurança Pública do Rio de Janeiro e de São Paulo, para debater a violência em manifestações. A despeito dos diversos relatos e denúncias sobre os abusos e violências das forças de segurança pública em ambos os estados, o governo federal esta propondo um novo endurecimento punitivo no tratamento dos manifestantes. Esta reunião teve como resultado a criação de diversas medidas preocupantes, que apontam um novo recrudescimento da violência policial para conter a ação dos manifestantes, situação que há muito já é vivenciada por comunidades pobres de todo pais. Destacamos que a intervenção do governo federal não teve como nenhum de seus objetivos uma tentativa de diminuição da repressão policial aos manifestantes ou que visasse a proteção do direito à livre manifestação, que vem sendo violentamente desrespeitado.

Dentre as iniciativas, destacamos:

* aprofundamento e unificação da conduta entre policiais;

* protocolo de ajuste entre as polícias

* proposta de modernização e padronização de interpretações de leis

* criação de grupos operacionais com membros do Ministério Público e delegados para diferenciar movimentos sociais e vândalos – que vem se mostrando como distinção que só é utilizada com intuito de impedir a permanência dos manifestantes protestando

* cooperação das inteligências das policias civil e militar e da Abin

* possibilidade da polícia federal passar a investigar

* recrudescimento das leis penais dos tipos que vem sendo utilizados para criminalizar os manifestantes

Tais medidas apontam para um evidente desrespeito a normas internas e internacionais de direitos humanos.

As alterações legislativas que vêm sendo propostas prevem detenções e prisões ilegais por tempo maior, principalmente com a proposta de transformar em agravante condutas contra policiais, equiparando estes à crimes contra vulneráveis como crianças e idosos. Tal intencionalidade fica clara com a fala de José Mariano Beltrame, que afirmou “o policial precisa ter a garantia de que, quando apresenta alguém, aquilo efetivamente terminará em ação penal”, ignorando as diversas detenções ilegais que estes vêm realizando. Ainda deve ser ressaltado a articulação desta reunião com a própria Secretaria Extraordinária para Segurança Pública em megaeventos, apontando que o intuito de tais medidas é garantir a norma de exceção e silenciamento da população frente as arbitrariedades que vem sendo cometidas na preparação da cidade para os megaeventos.

O Ministério da Justiça ainda anunciou que criará um grupo integrado para “investigar” as manifestações populares que tomaram o país.

Unindo o Governo Federal e os de São Paulo e Rio de Janeiro, o Estado brasileiro mostra estar disposto a rapidamente federalizar investigações quando se trata de criminalizar os movimentos sociais, mas lento quando é para apurar graves violações de direitos humanos.

Quando o Estado fala que a tarefa do grupo será investigar abusos nos protestos, não quis dizer abusos da polícia. Estes continuam e, parece, continuarão sem nenhum tipo de resposta efetiva por parte do Estado, já que, segundo Mariano Beltrame, filmagens que mostrem abusos por parte da polícia, como os diversos casos de flagrante forjado, não são suficientes para se tomar nenhuma atitude definitiva. Por outro lado, uma mera postagem nas redes sociais levou à apreensão de computadores e pertences pessoais e à incriminação por apologia ao crime.

O governo federal e os governos estaduais do Rio de Janeiro e de São Paulo têm ignorado solenemente uma das principais bandeiras ecoadas nas ruas desde junho: a desmilitarização da polícia brasileira, considerada uma das mais violentas do mundo. Além de se negarem a ouvir, caminham na direção contrária dos anseios da população, lançando mão de medidas arbitrárias que mais se assemelham aos atos institucionais usados nos períodos de exceção da história do nosso pais.

Fonte: www.global.org.br

ditadura policial

Finados. Dia de visitar os cemitérios clandestinos da ditadura e polícia militar

desaparecidos_charge ditadura

O Brasil é o país dos cadastros, das listas dos jornalistas inimigos, dos desaparecidos, das mortes encomendadas, do segredo eterno, da justiça secreta do foro especial, dos cemitérios clandestinos.

Para você sair dos registros do SPC, Serasa & outros serviços de espionagem financeira, recomenda a imprensa que se use o ultrajante décimo terceiro salário da fome e do medo. Que esses assentamentos de proteção ao crédito, obviamente, apenas discriminam os que recebem o salário mínimo ou piso.

Para você sair das fichas da polícia, que passou a classificar como vândalos os participantes de passeatas de protesto (acordo do triunvirato formado pelo ministro José Eduardo Cardozo e governadores Sérgio Cabral e Geraldo Alckmin), a única maneira é pagar com a própria vida. Por morte morrida ou matada. (T.A.)

ditadura

BRASIL CONTINUA O MESMO DE 64

As perseguições, as violências institucionais e repressivas de todo o gênero cometidas contra os adversários da ditadura militar espalharam-se indiscriminadamente ao seu redor, envolvendo amigos e familiares. Isto levou um sem-número de brasileiros ao exílio, estimados em torno de 10 mil. As difíceis condições materiais de existência, as dificuldades de adaptação em países de idiomas e culturas distintos, o isolamento, as seqüelas físicas e psicológicas das violências sofridas no Brasil foram, entre várias outras conseqüências, também um mais fardo provocado na vida desses milhares de brasileiros pela ditadura militar. E para aqueles que permaneceram, na medida em que a violenta reação da ditadura desmantelou um a um os grupos que optaram pela luta armada, a clandestinidade, o vislumbre da possibilidade da prisão, da tortura, da vida e da morte, e da prisão também deixou suas pesadas marcas.

A perceptível perda de legitimidade da ditadura levou seus ideólogos a apresentarem a partir de 1974 um projeto de “distensão lenta, gradual e segura” rumo a uma “democratização” do regime. Apesar disso, as práticas mantiveram-se: as cassações de políticos prosseguiram e no campo do enfrentamento com os opositores teve alterações apenas verbais: a ditadura passou a anunciar o “desaparecimento” de presos políticos e não mais “atropelamentos” ou “mortes em tiroteio”. Embora decrescentes, neste ponto os números ainda são sintomáticos da manutenção dos padrões de violência da ditadura: entre 1974 e 1979 ocorreram 108 mortes e desaparecimentos.(Fundação Perseu Abramo)

terrorista

Polícia, desaparecimentos e cemitérios clandestinos

Federalizar as investigações do caso Amarildo e investigar os cemitérios clandestinos recentemente denunciados são decisões que devem entrar na ordem das prioridades, caso realmente se queira levar a sério a busca pela verdade

 Amarinaldo finado

por Fábio Araújo/ Brasil de Fato

No dia 14 de setembro de 2013, completou-se dois meses do desaparecimento de Amarildo. As últimas notícias veiculadas pela imprensa sobre as investigações parecem não deixar mais dúvidas de que enquanto continuar nas mãos da Polícia Militar e da Polícia Civil o caso não irá pra frente.

O caso tem passado por várias reviravoltas. Na medida em que o desaparecimento de Amarildo se deu quando encontrava-se sob custódia policial, após abordagem de policiais da UPP da Rocinha, era natural que a primeira linha de investigação considerasse a participação e responsabilidade dos policiais no desaparecimento. Assim foi feito quando quem estava à frente do caso foi o delegado Orlando Zaccone. Quando o delegado Ruchester Marreiros assumiu o caso, passou a trabalhar em outra linha de investigação, segundo a qual Amarildo teria sido morto por traficantes. O delegado Ruchester chegou a pedir a prisão da esposa de Amarildo, Elizabete, por associação ao tráfico de drogas (o grande “mal” do nosso tempo). Além de Elizabete, o próprio Amarildo passou a ser acusado e investigado pela Polícia Civil por envolvimento com o tráfico.

A tentantiva de transformar a vítima em réu, e o réu em vítima, é um procedimento “clássico” quando trata-se de violência policial. Conhecida fórmula de transformar os pobres, moradores de favelas e periferias, em clientelas privilegiadas do sistema penal, associando-os ao tráfico de drogas. “Sumiu porque era traficante”, é o que geralmente se ouve, como se traficante fosse um ser desaparecível. Excluído de qualquer noção de humanidade, torna-se facilmente desaparecível. Em nome de uma suposta “guerra” contra o tráfico de drogas, pode-se torturar, matar, desaparecer… Importante mesmo é combater o tráfico, não importa que pessoas morram/desapareçam. As mortes e os desaparecimentos seriam o efeito colateral da guerra contra o tráfico, da cruzada contra o mal, afinal, “é impossível fazer omeletes sem quebrar os ovos”, já disseram outrora as autoridades da área de segurança pública.

Segundo matéria publicada no dia 16/09/2013, pelo jornal O Globo, intitulada “Amarildo: testemunha diz que recebeu dinheiro para mentir”, o então comandante da UPP da Rocinha, Édson Santos, teria pressionado uma testemunha, menor de idade, a acusar um traficante da Rocinha pelo desaparecimento de Amarildo. O menor é uma das principais testemunhas do delegado Ruchester. Em novo depoimento, entretanto, o menor disse ter recebido dinheiro do inspetor Halter Pitter que trabalhou junto com o delegado Ruchester na Operação Paz Armada. Relatou ainda que o major Édson Santos foi ao hospital onde o jovem se recuperava de ferimentos de tiro, para oferecer a ele segurança e o aluguel de um imóvel fora da Rocinha, em Rio das Pedras, favela reconhecida pelo predomínio de milicianos.

Esse adolescente, segundo a reportagem de O Globo, teria sido apreendido por furto e o major Édson Santos teria tentando transformá-lo em informante da polícia. Em seu novo depoimento, no entanto, disse que sequer conhecia Amarildo e Elizabete. A mãe do adolescente, em seu depoimento, declarou ter recebido trezentos e cinquenta reais para sustentar o falso depoimento do filho.

A novidade do momento no caso Amarildo é que além da participação de policiais da UPP no desaparecimento, agora há notícias da participação de policiais civis no encobrimento do caso. A versão policial que busca associar o desaparecimento de Amarildo aos traficantes parece cada vez menos se sustentar e o que se observa é uma espécie de divisão do trabalho entre as polícias militar e civil no desaparecimento de Amarildo. Diante do envolvimento de policiais, tanto militares como civis, talvez seja a hora de cogitar-se a federalização do caso Amarildo. O estado do Rio de Janeiro tem demonstrado-se incapaz de resolver o caso.

Major Edson Santos, donatário da Rocinha, nomeado por Sérgio Cabral, enterrou Amarildo em um cemitério clandestino
Major Edson Santos, donatário da Rocinha, nomeado por Sérgio Cabral, enterrou Amarildo em um cemitério clandestino

O mesmo jornal O Globo publicou recentemente duas matérias tematizando a polêmica entorno dos desaparecimentos e do exercício do mandato policial. Uma das reportagens tratou diretamente da questão dos desaparecimentos, a outra foi manchete de domingo, uma entrevista em que o Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, anunciou a implantação de 4 delegacias em áreas de UPP. A medida foi anunciada às vésperas do caso Amarildo completar dois meses. Sem dúvida foi uma tentativa de resposta ao desaparecimento de Amarildo (e ao desgaste político das UPPs), que ao invés de ser levado para a sede da UPP deveria ter sido encaminhado a uma delegacia de polícia. Entretanto, a novidade do momento é exatamente a participação de policiais civis na falsificação das provas. Segundo Beltrame, o próximo passo do programa de polícia pacificadora é a consolidação da presença da Polícia Civil nas áreas de UPP. Por outro lado, praticamente não se fala mais em UPP Social.

Outra tentativa de melhorar a imagem da polícia tem sido através do apelo a uma perspectiva de gênero, recrutando preferencialmente mulheres para atuarem nessas áreas. Segundo Beltrame, as mulheres são mais “hábeis” e “sensíveis” “para lidar com o complexo processo de pacificação”.

O alto índice de registros de desaparecimentos de pessoas também voltou à cena. Dessa vez o título da matéria publicada em 09 de setembro de 2013, também pelo jornal O Globo, foi “Mais de 60% das pessoas que somem reaparecem”. A reportagem tem início com o relato de um caso de desaparecimento de uma jovem que fugira 4 vezes de casa e apesar de ter retornado à sua residência, o registro de seu sumiço ainda engrossava as estatísticas de desaparecidos divulgadas pelo Instituto de Segurança Pública (ISP/RJ). Daí a conclusão da reportagem: “Por não serem atualizados, os números não refletem a realidade do Rio”. Os parentes das vítimas não voltam à delegacia para registrar o reaparecimento.

A reportagem cita a delegada Elen Souto, responsável pela Seção de Descoberta de Paradeiros. Segundo ela, mais de 60% dos desaparecidos voltam para casa. Segundo a delegada há um esforço do estado, muitas vezes em vão, pela simples falta de comunicação das famílias. Em um trecho da reportagem de O Globo, lê-se o seguinte trecho: “Apesar de o número de desaparecidos ser, na realidade, bem menor, pois não há baixa nos índices quando as pessoas reaparecem, uma corrente de pesquisadores levanta a hipótese de os homicídios estarem caindo porque estão migrando para as estatísticas de desaparecimento. O presidente do ISP, coronel Paulo Augusto Souza Teixeira, refuta essa tese”. A reportagem cita também um estudo do ISP que revela que 71,3% das vítimas reaparecem.

É verdade que muitas pessoas desaparecidas retornam e que esses casos não são comunicados à polícia. É verdade também que a polícia pode acabar perdendo tempo e empreendendo esforço desnecessário, que poderia ter sido dedicado a outros casos. Daí a descartar facilmente a hipótese e os rumores de que muitos casos de desaparecimento correspondem a homicídios é algo inaceitável.

Muitos desses homicídios encobertos pela categoria desaparecimento são praticados por policiais. Esse é o real motivo para que esta hipótese seja simplesmente descartada. Onde estão os cerca de 30% ou 40% de pessoas desaparecidas que não reapareceram? É esta fração dos desaparecimentos que demanda esclarecimento. Desde janeiro de 1991 a junho de 2013 foram registrados mais de 92.000 casos de desaparecimento. Trinta ou quarenta por cento dessa cifra é muita coisa. A questão merece ser levada a sério. E se lembrarmos que a polícia do Rio de Janeiro é uma das que mais mata no mundo, mais do que em países que encontram-se em situação de guerra, temos mais um motivo para considerar a hipótese da relação entre desaparecimento e homicídio. E há motivos para considerar a hipótese da participação da polícia. Aí está o caso Amarildo, Acari, Jorge Carelli, Patrícia Amieiro, o desaparecimento de 11 pessoas em Vigário Geral, e outros tantos.

Não é à toa que foi aprovado no Senado Federal e encaminhado ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 245, que tem por objetivo tipificar o crime de desaparecimento forçado, acrescentando o artigo 149-A ao Código Penal. Vários movimentos sociais têm se mobilizado entorno dessa questão. E não é só no Rio de Janeiro que pessoas desaparecem forçadamente. Em dezembro de 2012, a própria Ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, defendeu a federalização das investigações sobre mais de 40 casos de pessoas desaparecidas no estado de Goiás, sob guarda ou em contato com a polícia. Há que se lembrar também que os desaparecimentos políticos até hoje permanecem não esclarecidos, mais um motivo para levar a sério a hipótese da continuidade da prática do desaparecimento forçado.

Em relação aos dados é preciso romper com visões estritamente positivistas que consideram que eles falam por si. Os dados não falam por si, o que há são interpretações. São as interpretações que constroem os dados e não o contrário. É a política de segurança pública que determina os índices e não os índices determinam a política.

Os pesquisadores da criminologia crítica já cansaram de chamar atenção para aquilo que denominam a “cifra negra”, ou seja, aquela fração da criminalidade que não chega ao conhecimento das autoridades, ou quando chega, apesar de gerarem processo investigatório, não constituem processo criminal. Esta perspectiva distingue a criminalidade legal (aquela que é oficialmente registrada), da criminalidade aparente (aquela que é conhecida mas não é registrada) e a criminalidade real (a quantidade de delitos verdadeiramente cometidos).

Quantos corpos, por exemplo, foram afundados na Baía de Guanabara e sobre os quais não há registro algum? E quantos mortos foram enterrados nas valas comuns ou nos cemitérios clandestinos espalhados pela cidade?

Talvez o corpo de Amarildo esteja em algum cemitério clandestino como o que foi recentemente noticiado em reportagem do Jornal do Brasil, no dia 16/08/2013, e que não mereceu até o momento a atenção devida, nem da sociedade em geral, nem das agências estatais. A denúncia de existência de um cemitério clandestino apareceu logo após uma audiência na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro para tratar do assunto. Um e-mail anônimo foi enviado à ong Rio de Paz. Segundo o e-mail, viaturas policiais rotineiramente chegam ao cemitério clandestino localizado numa mata fechada, em local sem iluminação pública, próximo à praia de Grumari. Segundo o denunciante anônimo, é possível ouvir barulhos de tiros, em seguida, as viaturas retornam com os faróis apagados. Segundo a reportagem, de acordo com a denúncia os policiais desovam corpos na região há anos, e algumas vezes é possível sentir o mau cheiro dos cadáveres. Um delegado que teve acesso ao e-mail afirmou que “ele merece atenção, pois descreve o local com muitos detalhes e que há evidências de que pode haver um cemitério no local”.

Para além das estatísticas, da frieza dos dados e dos números, talvez os desaparecidos, os Amarildos, devam ser procurados nesses cemitérios clandestinos espalhados pela cidade maravilhosa. A propósito dos cemitérios clandestinos, no vídeo “Eu, um Amarildo”, produzido no calor das manifestações e do desenrolar do caso, há um depoimento importante da irmã de Amarildo, Maria Eunice. Ela narra como a polícia trabalhou para impedir as investigações que os próprios familiares e amigos de Amarildo tentaram fazer quando receberam denúncias de que havia um cadáver numa mata da Rocinha. Segundo a irmã de Amarildo, seus familiares receberam um telefonema dando conta de que havia um corpo numa represa. Decidiram subir a Rocinha para procurar na mata. Quando chegaram na entrada da mata, uma moradora informou que havia um cheiro forte ali, mas na primeiro busca não encontraram nada. Em seguida, veio outra notícia, de que o corpo ainda estava na mata. Nova expedição foi feita ao local, inclusive com a presença do major Édson, que tentou inviabilizar a busca, alegando que não havia recursos para chegar ao local. “A gente sentiu que ele extraviou o caminho, porque ia dar de cara com o ouro”, conta a irmã de Amarildo, Maria Eunice. O major alegou que colocaria dois policiais para vigiar o local, e caso alguém da família quisesse poderia também ficar. Como a família tinha medo, por já ter sofrido agressões dos policiais da UPP, não ficaram. Foram para casa e voltaram na madrugada do dia seguinte. Quando retornaram ao local, os policiais já não estavam mais lá e nem o suposto corpo. Maria Eunice, no entanto, é categórica ao afirmar que o corpo de Amarildo está enterrado no Sítio do Macaco, uma área de difícil acesso. Segundo ela, vários corpos estão enterrados nesse local.

Federalizar as investigações do caso Amarildo e investigar os cemitérios clandestinos recentemente denunciados são decisões que devem entrar na ordem das prioridades, caso realmente se queira levar a sério a busca pela verdade. Porque sem verdade e justiça, não há como sair da violência.

Alckmin inventa história da ameaça do PCC para desviar a atenção do povo paulista sobre a chacina da família Pesseghini

Aroeira
Aroeira
por Paulo César 
Para fazer parte do atual governo Paulista, o primeiro quesito é ser mentiroso!Alckmin inventa história sobre ameaça sobre PCC, para faturar votos e desviar a atenção do povo paulista sobre o assassinato do garoto Marcelo Eduardo Pesseghini e a família dele.Além do que, o Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Fernando Grella, e o comandante geral da PM coronel Benedito Roberto Meira mentiram ao afirmarem que a falecida cabo Andréia Pesseghini jamais denunciou policiais militares do 18º BPM/M, tentando esconder esse ocorrido de todos os cidadãos paulistas.

Inclui-se na lista de mentirosos oficiais do Governo Alckmin, o delegado Itagiba Franco Vieira, que conseguiu superar o Pinóquio, ao contar inúmeras mentiras sobre os assassinatos da família Pesseghini.

O ex-secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, revelou em entrevista ao jornal Valor Econômico, que escutas telefônicas em que membros de facção ameaçavam Geraldo Alckmin de Morte ‘não têm credibilidade’ e são ‘fanfarronice’!

PCC mentiraSegundo o ex-secretário Antônio Ferreira Pinto, as escutas nas quais um integrante do PCC fala em “decretar” a morte do governador, são conhecidas da cúpula da Segurança Pública desde 2011.Geraldo Alckmin esta usando noticia velha, que já foi exaustivamente publicado pela imprensa, para se passar por vítima e fazer de conta que esta lutando contra o crime organizado.

E por falar em crime organizado, diga-se de passagem, que os criminosos foram muito bem organizados ao executar toda a família Pesseghin, conseguir manipular provas, plantar matérias falsas na mídia e ainda conseguir intervir na produção de laudos inclusivos fabricados pelo Instituto de Criminalística, adulterar vídeos de câmeras de segurança para incriminar Marcelo Pesseghini como assassino, bem debaixo das barbas do Governo.

Antonio Ferreira Pinto, ainda esclareceu “A informação é importante desde que você analise e veja se ela tem ou não consistência. Essas gravações não tinham. Tanto que o promotor nem perdeu tempo em dar atenção a ela.”

Ainda de acordo com Ferreira Pinto, o atual secretário da Segurança, Fernando Grella, na época era procurador-geral de Justiça do Estado, também sabia que as gravações não tinham consistência. (Fernando Grella pode ser considerado o Pinóquio mor da Cúpula da Policia do Governo de Geraldo Alckmin).

Geraldo Alckmin, ao declarar que não vai se intimidar com as ameaças do PCC, na verdade acabou por valorizar discretamente a facção criminosa, atribuindo um valor a mesma, que na verdade ele não possui.


PCC
Excelentíssimo senhor Ministro da Justiça.José Eduardo Cardozoe-mail: ouvidoriageral@mj.gov.br

Eu Paulo César de Oliveira, na condição de cidadão Brasileiro.

Solicito a intervenção Federal no caso da chacina da família Pesseghini, ocorrida no dia 05 de agosto de 2013, na rua São Sebastião número 42, Vila Brasilandia, São Paulo, capital!

Em virtude das apurações estarem sendo conduzidas de forma parcial e tendenciosa, por Parte da Polícia Civil paulista, com a anuência do Secretário de Segurança Pública, Fernando Grella.

As investigações desta chacina estão sendo manipuladas para incriminar o filho do casal Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini e proteger um figurão, que seria o mandante da execução deste crime e faria parte do Governo do Estado de São Paulo, (não sei o nome e nem quem é este figurão), penso que isso cabe a Polícia descobrir.

Todas as informações abaixo a Cúpula política da Polícia Civil do Estado de São Paulo ignora, despreza e faz de conta que não existe. Para eles somente existe depoimentos infantil de crianças instruídas a mentirem.

É um fato, amplamente registrado na literatura criminal e na área da medicina legal, que por erro, ou engano, de certos médicos legistas é necessário, realizar a exumação dos corpos, para que os mesmos sejam submetidos a uma nova pericia, para corrigir falhas de uma primeira necrópsia mal elaborada.

Antes de mais nada, quero esclarecer que não estou afirmando, somente estou relatando o que foi observado, no corpo de Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, na cena do crime.

É um fato muito estranho, que pode ser observado na cena do Crime no corpo do menino Marcelo Eduardo Pesseghini, que apresenta um furo na altura das nádegas lado esquerdo, posto que ele não foi para o colégio Estella Rodrigues usando um calça rasgada.

Contudo olhando a foto de frente é possível ver que o uniforme da calça, apresenta um rasgo e um aparente ferimento.

Eu questiono, terá sido um outro tiro que teria sido dado em Marcelo e o projétil vazado do outro lado da perna?

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O que posso afirmar e provar é que autoridades do Governo Paulista que deveriam dar o exemplo estão mentindo descaradamente, para manipular o resultado do inquérito e incriminar o menino de um crime que ele não cometeu.Contudo, é fato que os dedos da mão esquerda de Marcelo Pesseghini apresentam lesões e inchaço que sugerem fraturas. Isto porque a arma foi plantada na mão dele.Todas as informações acima citadas, não estão (até o presente momento) sendo consideradas pela Polícia Civil do Estado de São Paulo

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Lei concede mais proteção a juízes contra o crime. Principalmente contra máfias internacionais

 

Uma lei que altera o Código Penal garante medidas de proteção a juízes e promotores e procuradores do Ministério Público.

A lei foi publicada no diário Oficial da União desta quarta-feira, 25, e prevê, entre outros procedimentos, a instalação de câmeras, detectores de metais e a contratação de vigilantes armados nos tribunais de Justiça do País.

No Acre, o caso mais recente de ameaças foi contra o juiz Raimundo Nonato Maia, e esteve relacionado a decisões contra crimes de corrupção na Câmara de Vereadores, em 2005.  O juiz recebeu segurança.

A nova legislação determina ainda que o juiz em risco pode recorrer ao auxílio de um colegiado de juízes e este tomar decisões sobre decretação de prisões ou outras medidas, concessão de liberdade, sentenças, progressão de regime do cumprimento da pena, transferência de preso para penitenciária de segurança máxima e inclusão de detento em regime diferenciado.

A lei, assinada pela presidente, Dilma Rousseff, e pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, entra em vigor em 90 dias após a publicação.

Veja alguns outros pontos

O colegiado só será instaurado após o juiz do caso indicar motivos e circunstâncias que acarretem risco à sua vida. As reuniões dos três magistrados podem ser fechadas ou por via eletrônica.

A lei considera como organização criminosa a associação de três ou mais pessoas, estruturalmente organizada e com divisão de tarefas, que busca obter vantagem através da prática de crimes que tenham pena máxima igual ou maior a 4 anos ou que sejam de caráter transnacional.

Placas diferenciadas – A lei 12.694 altera trechos do Código Penal, do Código de Processo Penal e do Código Brasileiro de Trânsito e prevê, dentre outros pontos, o uso de placas diferenciadas em veículos usados para os membros do Judiciário e do Ministério Público durante período determinado, para que impeça a sua identificação, e também permite que fóruns usem seguranças armados para a vigilância interna.

Segurança em tribunais – O texto autoriza tribunais a reforçarem a segurança dos prédios mediante controle de acesso, instalação de câmeras de segurança e detectores de metais e o uso de seguranças armados em seu interior. A decisão sobre quais seguranças terá porte de arma ficará a critério do chefe do Ministério Público ou o presidente do tribunal, respeitando o limite de 50% do número de servidores que exercem a função de segurança.

Juízes e promotores também poderão solicitar proteção pessoal em casos diante de situação de risco, que poderá ser feita pelos próprios seguranças do MP ou do Judiciário, policiais ou outros entes de segurança institucional.

 

Caso Christine Epaud. Jeitinho legal de conseguir documentos falsos

CARTA CAPITAL OU CARTA MAIOR

Presidente Dilma Rousseff

Presidente do Superior Tribunal de Justiça ministro Ari Pargendler

Presidente do Supremo Tribunal Federal ministro Carlos Ayres Britto

Corregedora Nacional de Justiça Eliana Calmon

Governadora Rosalba Ciarlini do Estado do Rio Grande do Norte

Desembargadora Judite de Miranda Monte Nunes do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte

Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo

Ministro da Previdência Social Garibaldi Filho

Presidente do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte (acessei o portal do tribunal e não consegui descobrir o nome do presidente)

Embaixador da França no Brasil Yves Saint-Geours

Embaixador da Tanzânia no Brasil (acessei o portal da embaixada mas não consegui descobrir o nome do embaixador)

Embaixador da Noruega no Brasil (acessei o portal da embaixada mas não consegui descobrir o nome do embaixador)

Caros Amigos leitores deste blogue

Veja, istoé, que época vivemos. A imprensa da Noruega denomina Natal Cidade “Paraíso do Crime”. Do crime internacional. Que hoje domina vários negócios da noite escura – motéis, bares, restaurantes, prostituição, tráfico e lavagem de dinheiro. Cidade coito de bandidos estrangeiros tratados como príncipes. Cidade que treme. De um povo amedrontado.
Sem a proteção das chamadas autoridades competentes.
Tratarei da vida de uma criminosa, que usa diferentes nomes falsos, e com um imensurável poder, que envolve bandidos togados, denunciados na Operação Judas, funcionários públicos corruptos, e criminosos internacionais, foragidos da justiça e ex-presidiários.
Certamente que citarei autoridades, que agiram de boa fé, enganadas por documentos falsos. Para que assim parem certas injustiças cometidas pelo judiciário. E sequem as fontes do dinheiro público usadas pela bandidagem.
Apresentarei documentos, informações para ser investigadas, e algumas pistas sobre diferentes tipos de tráfico e outros crimes, lembrando a suspeita de que parte do dinheiro do maior assalto de banco da Noruega foi investida no Rio Grande do Norte.
Adianto que, para salvar vidas, evitarei citar nomes de vítimas. Também sofro ameaças. Faz parte da minha profissão. O Brasil é terra de matar jornalistas. De matar pessoas honestas. De matar magistrados. Na Operação Judas – uma desmoralização para a Justiça – juízes e desembargadores pediram, e encontram-se sob proteção de forças policiais.  A presidente do TJRN  tem a guarda reforçada.
Não peço, e nem quero proteção. Basta lembrar que (pasmem!) foi sequestrada a presidente do STJ.
Termino este nariz-de-cera para informar o que interessa.
Com diferenciados nomes, a funcionária fantasma do Estado do Rio Grande do Norte Christine Epaud, uma mulher de nacionalidade discutível, conseguiu documentos falsos e nulos de identidade e de cidadania brasileira e, possivelmente, de outros países. Ganha todas no judiciário do Rio Grande do Norte. Morando em Paris, consegue ser funcionária turista do Estado do Rio Grande do Norte, com passagens no Governo do Estado, no Tribunal de Contas e gabinetes de presidentes do Tribunal de Justiça.
Proprietária de várias empresas, adquiriu do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte um atestado de pobreza e vantagens que vou denunciar. E uma invejada promoção como funcionária pública. Esta é uma pequena listagem dos milagres de Christine Epaud.
DA ORIGEM DO DUVIDOSO NOME CHRISTINE EPAUD
Veja que Christine José da Silva conseguiu a nacionalidade brasileira com um casamento que não existiu. E com base neste casamento ganhou uma carteira de identidade com o nome de Christine Epaud.
Observe que a certidão da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Norte não cita o nome do marido. Governadora Rosalba Ciarlini, não é misterioso?
Mas Dona Flor tem vários maridos.
Na próxima reportagem falarei como ela conseguiu o sobrenome Epaud. Vou contar várias estórias escabrosas  (Continua)

Chegou a hora da Justiça do Rio Grande do Norte reconquistar sua antiga nobreza

Esta semana o desembargador Caio Alencar apresenta o relatório do Caso Judas, que envolve os desembargadores Osvaldo Cruz e Rafael Godeiro no roubo dos superfaturados precatórios, conforme denúncia de Carla Ubarana.

Esta de lista de preferência é besteira. Crime menor: furar fila. Crime maior: pagar preços megafaturados. Dinheirama dividida no triângulo: quem autoriza o pagamento, quem paga e quem recebe. O principal bandido é o que manda pagar. Mando, que indica comando.

Sobre o Caso Judas, esclareceu a Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte:

“Os Juízes lotados ou que eventualmente atuem no interior no Estado não têm poder de decisão sobre pagamento de precatórios, encaminhando apenas os pedidos de execução decorrentes de sentença com trânsito em julgado ao egrégio Tribunal de Justiça, onde se processam os pagamentos”.

Este poder de decisão, ressalte-se, é dos desembargadores. Mas os juízes que encaminharam os pedidos de execução sabiam quando um precatório estava superfaturado. Tais juízes não podem ser desembargadores.

Idem os que estão envolvidos com a Máfia do Frio, tendo Chistine Epaud como parte diretamente interessada ou lobista. Esta criminosa internacional, de renda familiar bilionária, conseguiu, para não pagar impostos no Brasil e na França, aposentadorias por invalidez nos dois países. Este conto (ou conta) de vigário no fisco da França e do Brasil depois eu conto.

Apesar dessa incapacidade física:

consegue registar várias empresas de fachada, via corrupção das autoridades competentes. Uma dessas empresas,E Faros Processamento de Computação, inclusive “negociou” com o TJ-RN. Será que outras mais, no setor de restaurantes, e-ventos e tempestades?

Outra denúncia que só o TJ-RN pode responder: esteve Christine Epaud lotada em gabinetes de desembargadores? Que magistrados e Carla estiveram lotados no apartamento de Gilles Epaud em Paris.  Idem no apartamento do Condomínio Salinas, em Areia Preta, com uma vizinhança togada. Este luxuoso apartamento está no nome de Charlotte Wilca da Silva, a filha predileta, casada com um ex-presidiário norueguês, lutador de box e exímio atirador.

Apesar da incapacidade física, Christine Epaud vive viajando, na rota do dinheiro: Noruega, França, Brasil, Tanzânia, Chile e paraísos fiscais, usando encantado nome e passaporte, que ela tem três cidadanias: tanzaniana, francesa e brasileira. Inclusive pretende a cidadania norueguesa, via um casamento com o bilionário Snorre Fossland, de quem é sócia, e cujo sobrenome Christine usa na alta sociedade de Natal.

Snorre Fossland
Snorre Fossland

O marido francês, Gilles Auguste Eugene Epaud, está processando Christine Epaud, por falsificação de documentos e desvio de dinheiro. Christine, por sua vez, cobra uma pensão alimentícia.

Na certidão de casamento usou o nome de solteira: Christine Jeytoo. Mas apresentou carteira de identidade potiguar, sendo nascida e criada na Tanzânia.

A senhora Epaud ou/e Fossland  espera receber um precatório na Justiça, pedindo encoberta reparação. Pelas férias parisienses. Também desconheço que cargo exerceu (e como conseguiu o emprego).

Mas na justiça do Rio Grande do Norte a africana ganha todas. Não perde uma.

Cristine tem duas filhas, que seria de um terceiro casamento. Ou quarto, o lugar certo para fazer filhos.

Epa, Epaud! Bigamia é crime?

Christine Epaud e Snorre Fossland
Christine Epaud e Snorre Fossland

Quem é o chefe da Máfia do Frio que aterroriza Natal, comprando autoridades, chantageando empresários e ameaçando suas vítimas?

Os presos pela Polícia Federal estão todos livres, com atestados de honestidade, que liberam para eles 100 milhões. Fortuna que vão receber com a correção monetária astronômica dos precatórios. Este dinheiro foi pego nas residências dos bandidos, em 9 maio de 2007, na Operação Nemesis. Também tem a Operação Paraíso, que parece parada. Este nome possui dupla conotação. Natal “Paraíso do Crime”, denominação dada pela imprensa da Noruega, e Natal paraíso fiscal de bandidos internacionais.

Máfia do frio de Natal, “paraíso do crime internacional”, faz ameaças de morte

O dinheiro da Noruega no Brasil tem favorecido a corrupção nos dois países. Veja que hoje, praticamente todos os criminosos, presos pela Polícia Federal, vem sendo abolvidos pela justiça PPV do Rio Grande do Norte.

No passado, voava em Natal, dinheiro via Iraque, Paquistão (dos emigrantes na Noruega) e Tanzânia. Restou Tanzânia, que tem bilionário programa de ajuda do governo da Noruega.

Brian Cooksey, sociólogo e chefe da área de meio ambiente TADREG (ajuda) na Tanzânia, foi quem primeiro descobriu a Máfia – enganado em um relatório a partir de 2006.

– A assistência pode realmente ser destrutiva, mesmo que as intenções sejam as melhores. Porque você não tem controle, disse Cooksey.

– A dura realidade, na Tanzânia, é que tudo está minado pela corrupção, ineficiência e dissipação, acrescentou.

Em 2007 começaram as investigações.

Christine Epaud parece que foi beneficiada pela delação premiada, sendo  a intermediária para a abertura de empresas – são mais de vinte, com sócios ex-presidiários.

Para facilitar, doações internacionais, criou uma suposta igreja na Tânzania, cujo portal saiu do ar. A conta bancária dela o desembargador Aderson Silvino, misteriosamente, desistiu de conhecer, apesar do despacho que assinou para que  provasse a origem do dinheiro que diz ter pago na escandalosa compra do Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal, sede de quatro empresas em quartinhos de um hotel peba, zero estrela. É muita bandalheira apadrinhada pelas competentes autoridades federais, estaduais e municipais. Da quadrilha de Epaud, que o desembargador disse incapaz de uma coação, vem partindo ameaças de morte.

Fica o aviso de mortes anunciadas.

Brasil, coito de bandidos da Noruega

Natal continua considerada, pela imprensa da Noruega,  “Paraíso do Crime”, refúgio de traficantes, assassinos, assaltantes, traficantes de drogas, de mulheres, de moedas, foragidos da justiça e, incrivelmente, esconderijo de bandidos marcados para morrer por quadrilhas rivais. São criminosos internacionais, a chamada máfia do frio, composta, na sua maioria, por noruegueses.

Bem que precisa ser investigado: os bandidos presos pela Polícia Federal terminam inocentados pelo judiciário do Rio Grande do Norte.

Inexplicavelmente, Christine Epad (ela usa outros nomes) que disse que pegou dinheiro emprestado (isso jamais ficou provado) para comprar um hotel na Praia do Meio, Natal, hoje denominado Chalezinho Francês, em homenagem ao marido (duvidosa transa legalizada pelo desembargador Aderson Silvino), de repente, rápida e ilicitamente, passou a ser proprietária de vinte ou mais empresas. Como isso pode acontecer? Qual a origem desse dinheiro? No caso do Chalezinho Francês, o desembargador Aderson Silvino pretendeu descobrir a origem da grana, isso em despacho descumprido. É que Aderson Silvino desistiu de saber…

DENÚNCIA 

Todas as vítimas no caso Christine Epaud estão ameaçadas de morte. Inclusive eu, por  noticiar. Considero cúmplices dessas mortes anunciadas, pelo silêncio, pelo descaso: a presidente Dilma Rousseff, o rei Harald da Noruega, o primeiro-ministro Jens Stoltenberg, o embaixador da Noruega no Brasil, o presidente Cesar Peluso do Superior Tribunal de Justiça  e do Conselho Nacional de Justiça, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e, notadamente, a governadora do Rio Grande do Norte Rosalba Ciarlini, a desembargadora Judite Nunes, presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, os togados que atuaram no caso Christine Epaud, e o delegado chefe da Polícia Federal no Rio Grande do Norte.

Essa bandidagem internacional não veio fortuitamente para Natal. Nem Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil, no ano de 1500, por acaso.

Leia esta notícia. Copie que o Google traduz.

Brasil. Årsaken var at skjulestedet ble avslørt av personer som planla å drepe ham.

– Han dro til Brasil i forståelse med politiet. Men i all hast ble han bedt om å reise hjem da politiet avslørte at noen personer var på vei dit for å ta ham, forteller forsvareren, advokat Benedict de Vibe til Aftenposten.32-åringen forklarte seg i går i Nedre Romerike tingrett om sin rolle i saken som omfatter import av 165 kilo amfetamin og 200 kilo hasj. Hans tilståelse har gitt ham problemer. For han begikk de kriminelles dødssynd, nemlig å peke ut navngitte medsammensvorne.På tiltalebenken sitter også tre andre menn, en av dem en mangeårig kamerat som han har utpekt som sin nærmeste overordnede i forbryterhierarkiet. Eks-kameraten er i tillegg til den alvorlige narkotikatiltalen også tiltalt for “å ha inngått forbund om drapsplanene” som sendte 32-åringen på flukt til Brasil. Påtalemyndigheten mener narkotikaligaens toppleder er norske Danny Bungard (28), som ble pågrepet på flukt i Malaga i Spania sammen med NOKAS-siktede David Aleksander Toska. Bungard er nå siktet som bakmann, men aktor, statsadvokat Erik Førde, sier det ikke er aktuelt å sikte Bungard for drapsplanene.

Gåtefull avsløring.

Det er høyst uklart hvordan navngitte personer i det kriminelle miljøet klarte å spore opp kronvitnets skjulested i Brasil, som bare var kjent av et lite knippe personer.- Jeg har ingen forklaring utover det enn at noen kan ha gjenkjent ham i Brasil, sier de Vibe.