Rio. Incêndio no Hospital Universitário Pedro Ernesto

Incêndio em prédio público sempre começa pelos documentos. É uma queima de arquivo. Fogueira na tesouraria. Não sei se esta foi a causa. As autoridades competentes prometem investigar ( T.A.)

Incêndio no almoxarifado do hospital
Incêndio no almoxarifado do hospital

Um grande incêndio atingiu o Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, no início da manhã desta quarta-feira. As chamas, que segundo a Secretaria estadual de Defesa Civil já foram controladas, teriam começado por volta das 5h, no depósito do prédio anexo

onde funciona o almoxarifado.

A área fica entre duas alas do hospital e a fumaça se alastrou para outros setores, como a neurologia e a cardiologia. Pacientes foram retirados dos locais afetados e levados para outros setores. Os internados no CTI estão sendo atendidos na enfermaria. E cerca de 300 pessoas que estavam em alas afetadas pela fumaça estão no térreo do Pedro Ernesto.

O Pedro Ernesto, que pertence à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), foi inaugurado em 1950 e foi transoformado em hospital-escola em 1962. Centro de excelência na área de saúde, a maternidade do Pedro Ernesto é referência em gravidez de alto risco no estado.

A qualidade do serviço prestado no hospital, no entanto, já foi abalada por problemas de infraestrutura. Em 2006, considerada referência no tratamento e transplante de rins, a unidade parou de aceitar novas internações de pacientes com problemas cardíacos e diabéticos. Segundo a direção da unidade, muitos doentes tiveram a dieta modificada por causa de problemas no fornecimento de refeições. No estoque, faltavam alimentos básicos para uma dieta saudável, como frutas e verduras. Para economizar, o leite integral é servido apenas uma vez ao dia.

Delegada Maria Isabela Bovalente Santo já começou a investigar o estupro da pupila do reitor Henrique Duque no campus da UFJF?

Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora
Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

A estudante de 17 anos, que (assim determina a lei permissiva) foi vítima de estupro (ou curra) dentro da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), e o pai dela prestaram depoimentos na Delegacia de Orientação e Proteção à Família sobre o crime. Sem esse ritual de autoflagelação não se faz um inquérito de violência sexual no Brasil. Exclusivamente a vítima pode denunciar. E, quando menor de 17 anos, mesmo sendo universitária, tem que ir a uma delegacia acompanhada pelos pais. Eta país conivente. Acrecente-se que não são crimes: o assédio moral, o assédio sexual, nem o bulismo. Nem o trabalho escravo. Tais barbaridades são simples delitos. Como avançar um sinal de trânsito. Ou disputar uma corrida de carro, o perigoso pega, como faz o poderoso Thor, o príncipe herdeiro do Brasil.

Portanto, o pai da adolescente oficializou na delegacia a denúncia do crime de estupro, cujo registro é condicionado à representação da vítima, de acordo com a legislação vigente.

A família da jovem confirmou que o abuso aconteceu durante uma calourada realizada no Instituto de Artes e Design da universidade, um prédio da União, um crime que precisa ser também investigado pela Polícia Federal. Que os ministros da Justiça e da Educação fiquem atentos.

Na noite da azarada sexta-feira 13 de abril último, a estudante, caloura, foi encontrada por algumas veteranas caída atrás do prédio do instituto e levada para um quarto (que quarto é este dentro do IAD?) Apesar dos testemunhos dos partipantes da calourada, o reitor Henrique Duque, temendo a presença da Polícia Federal, alega que o crime aconteceu fora do campus.

No dia seguinte, sábado 14 de abril, a adolescente acordou com dores e sangramento e foi encaminhada para a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora. A universitária passou por exames médicos que constataram os abusos. Estava com o corpo todo arranhado e cheio de hematomas. Daí a suspeita de curra. Ou o violentador é um sádico, capaz de matar. Ou o crime foi praticado por dois ou três estudantes, isso precisa ser bem esclarecido.

Safada, antijornalisticamente, com estranha e suspeita participação, Secom – Secretaria de Comunicação da UFJF, composta por uma redação paga pelo reitor, noticiou, no dia 16 de abril:

“Uma estudante de 17 anos foi vítima de um estupro ocorrido dentro de uma festa realizada na última sexta-feira no Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. De acordo com o boletim de ocorrências, a jovem e uma amiga de 21 anos, estariam em um evento promovido para os calouros no Instituto de Artes e Designer e teriam ingerido bebidas alcoólicas. A acompanhante deixou a universitária na companhia de várias pessoas e saiu por mais ou menos 40 minutos. Quando retornou ao local, encontrou a colega bastante embriagada e com vários arranhões nos braços. No sábado pela manhã, a garota reclamava de um desconforto e várias dores e afirmou que teria sido estuprada. Ela foi levada para o HPS onde foi confirmada a ação praticada por outras pessoas”. Transcrevo o press release por confirmar (1) que o estupro ocorreu no campus, (2) que o evento foi promovido para os calouros, (3) a vítima deixou o evento acompanhada de várias pessoas (testemunhas), (4) e com vários arranhões, (5) e que a ação (o estupro) foi praticada por várias pessoas (curra).

Mentiu o Cecom, quando afirma que a universitária estava embriagada, quando é crime servir bebidas a menores, principalmente dentro de uma universidade.A vítima estava dopada. Colocoram entorpecente no copo. O que marca a presença de traficantes de drogas no campus.

A delegada Maria Isabela Bovalente Santo, responsável pelas investigações, já intimou as pessoas citadas pela universitária tanto em depoimento, como no registro do boletim de ocorrência feito pela Polícia Militar? Idem as universitárias que socorreram a vítima? Todas as metidas e aproveitadoras lideranças estudantis que promoveram a festança devem explicações.

Solicitou o laudo de corpo de delito ao Posto de Medicina Legal, a fim de materializar o crime em apuração? Uma equipe de policiais civis foi designada para fazer levantamentos que possibilitem (que possibilitem? Isso me parece chacota, piada de humor negro) a autoria do estupro. O prazo para conclusão do inquérito é de 30 dias. Prazo já vencido.

A UFJF, escandalosa e irresponsalvemente, falseou que a festa não foi realizada pela instituição (mentiu descarada e despudoradamente) e que as possíveis ocorrências registradas durante o evento estão sendo conduzidas pelos órgãos competentes (não citou nenhum). Serão instalados procedimentos internos de apoio às investigações das autoridades policiais (criou uma comissão de três mosqueteiros todos subordinados do reitor). O prazo de 30 dias da comissão, para apurar, caducou. Reitor Henrique Duque, colocou os malandros, de novo, no invisível, sigiloso, secreto, segredoso serviço de investigação?

Pela corpo de delito ficou constatado o estupro, e que a jovem era virgem, e foi brutalizada (Fonte: notícia de Luana Cruz, in em.com.br). Existe uma operação abafa na imprensa de Minas Gerais, assim como escondem a corrupção na reitoria, a começar pela construção do hospital. Cujos preços superfaturados foram constatados pelo Tribunal de Conta da União.

As gangues que atuam na UFJF estão ameaçando testemunhas. A polícia precisa precisa prender esses bandidos covades, cruéis, capazes de todos os crimes, filhinhos do papai corrupto, que frequentam a alta sociedade mineira, e estão soltos no campus. Cadeia já para estas almas sebosasI
As gangues que atuam na UFJF estão ameaçando testemunhas. A polícia precisa prender esses filhinhos do papai corrupto, bandidos covardes, cruéis, capazes de todos os crimes, que frequentam a alta sociedade mineira, e estão soltos no campus. Cadeia já para essas almas sebosas de sangue podre!

Estupro ou curra de estudantes da Universidade Federal de Juiz de Fora

As polícias Federal e Civil de Minas Gerais vão atuar juntas na investigação do estupro de uma estudante de 17 anos, ocorrida entre a noite de sexta-feira (13) e a manhã de sábado (14). Vão. Isso pode demorar.

Cinco dias após o registro do estupro, no Campus da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, as polícias ainda não iniciaram as investigações.

O trâmite burocrático emperra o início da apuração do crime. Somente ontem ficou definido que caberá à Polícia Civil, por meio da Delegacia de Proteção e Orientação à Família, investigar, e não a Polícia Federal. Apesar do crime ter acontecido em um prédio da União.

Mesmo assim, até a tarde de ontem, o expediente ainda não havia chegado nas mãos da delegada titular da especializada em crimes de família, Maria Isabella Bovalente. Essa demora precisa ser explicada.

A Polícia Militar registrou um boletim de ocorrência e avisou as polícias Federal e Civil. A Delegacia de Mulheres e o Conselho Tutelar de Juiz de Fora também acompanham o caso. “As primeiras informações (anônimas) acusam  a jovem de ter ingerido bebida alcoólica misturada a uma substância que a deixou desacordada”. Pretendem incriminar a vítima. Talvez exista um abafa da UF-JF ou pressão política por parte dos pais dos estudantes envolvidos.

De acordo com a PM, a estudante do curso design da instituição foi socorrida por amigas, que a levaram ao hospital no sábado (14).

Perícia médica constata violência sexual

A vítima deu entrada na Santa Casa de Misericórdia após acordar, no sábado, e sentir desconforto e dores nas partes íntimas. No hospital, ficou constado o estupro, e a PM acionada.

Uma colega de classe da vítima, 21 anos, relatou aos policiais que havia deixado a amiga no evento, por cerca de 40 minutos, na companhia de outros jovens, que são os pricipais suspeitos. Ao retornar, teria encontrado a garota descomposta e com arranhões nos braços. Ela teria levado a estudante para sua casa e, no dia seguinte, acompanhado a adolescente na consulta médica, por imaginar que ela poderia ter sofrido abuso sexual.

Após o atendimento na Santa Casa, a adolescente foi submetida a exame de corpo de delito no Hospital de Pronto Socorro (HPS). Conforme a PM, o crime ficou comprovado durante a perícia médica. A ocorrência teve o acompanhamento da conselheira tutelar Delfina Mônica Costa, já que os pais da jovem moram no interior de São Paulo.

“Fizemos o acompanhamento, inclusive no hospital. Ela recebeu atendimento ambulatorial, mas não precisou ser internada. Agora, vamos informar o ocorrido à Vara e à Promotoria da Infância e Juventude. Se o fato ocorreu mesmo na universidade, é muito preocupante, porque a festa tinha bebidas para adolescentes.” Na manhã de ontem, ela e o vereador Noraldino Júnior (PSC) acompanharam os pais da vítima até a 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil, em Santa Terezinha.

“Fui acionado pelo Conselho Tutelar como presidente da Comissão Antidrogas da Câmara. Como ela teria tomado só essa dose e ficado desacordada, suspeitamos que o criminoso colocou no copo algum entorpecente. O fato é que ela desacordou e, quando voltou, estava com sangue nas pernas e muito grogue. O próprio laudo apontou que ela era virgem. Vemos com decepção o fato de eles (família) terem escolhido a cidade e voltarem com uma imagem tão negativa.”

Pais vieram às pressas do interior de SP

Informados no final da noite de sábado sobre o estupro da filha mais velha, os pais viajaram às pressas do interior de São Paulo para poderem encontrar a jovem que mora há apenas 45 dias em Juiz de Fora. “Às 23h30, a conselheira tutelar me ligou e falou que havia acontecido um problema, que minha filha havia sido estuprada. Viemos imediatamente. Ela me disse que lembra de ter ido com uma pessoa para um lugar escuro atrás do prédio, mas estava completamente dopada e não tinha como reagir”, disse a mãe da jovem, 40 anos.

“A UFJF, até agora, não entrou em contato conosco. As investigações nem começaram. Talvez, se agissem mais rápido, o culpado pudesse ser pego, já que eles têm o nome de todos os alunos. O que aconteceu com minha filha foi muito sério. Se tivesse mais segurança no campus, nada disso teria ocorrido. Ela me ligou e pediu para ir. Só deixei porque jamais pensei que isso pudesse acontecer no prédio e dentro da universidade em que ela estuda”, acrescentou, no final da manhã de ontem, quando procurou ajuda na 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil, em Santa Terezinha.

“Vou entrar com processo contra a instituição e contra o responsável pelo evento. Ela passou em três universidades e optamos pela UF-JF. Mandei minha filha para a instituição que considerávamos melhor e mais segura. Ela era virgem e, agora, estou levando minha filha para casa desse jeito. Vai passar, mas vai demorar e vai ser difícil.”

O bullying sempre indica a presença de uma gangue

O coordenador do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Felipe Fonseca, classificou o episódio como “violência bárbara”. Ele ressaltou que a situação reforça o machismo da sociedade, problema que também afeta a universidade, evidenciado, principalmente, nos trotes e nas calouradas. “Vamos fazer uma campanha, por meio de um informativo, e o caso do estupro, com certeza, vai estar presente. Precisamos resgatar o debate dentro da UF-JF.”  É outro vai-vai.

Representantes do Coletivo Feminista Maria Maria – Mulheres em Movimento, núcleo da Marcha Mundial de Mulheres em Juiz de Fora, também repudiaram o crime, e afirmaram que a discussão precisa ser mais ampla. “Como grupo de mulheres criado e organizado na UFJF para debater e promover ações que discutam a mulher na universidade e na sociedade em geral, é inaceitável que o caso seja tratado apenas como problema de segurança no campus, sem levantar o debate de violência contra a mulher, que deveria ser o foco do caso.”

Temos vários crimes acontecendo na Universidade: o bulismo, o tráfico de drogas, a presença de um estrupador, ou mais de um, aproveitando que a menina estava desacordada. Era uma festa fechada, com senhas numeradas, e quem distribuiu as senhas sabe os nomes de todos os participantes.

Este pode ser mais um  caso de uma série de estupros dentro da Universidade. Um tarado que a polícia precisa mostrar a cara, e a justiça encontrar uma lei para punir o covarde torturador e estuprador, o maníaco sexual solto dentro da UF-JF.

Há uma forte possibilidade de curra. Pelos arranhões em várias partes do corpo. Pelas insuportáveis dores nas partes íntimas. Todo mundo sabe que o ato sexual não hospitaliza ninguém. Isso indica várias penetrações. Duas ou mais almas sebosas.

Polícia e Universidade desacreditados

Indignados, os pais da caloura do Curso de Artes e Design informaram que já entraram em contato com advogados no município onde moram, no interior paulista, os quais ficarão responsáveis por cobrar agilidade na apuração.

“Não tivemos retorno das polícias. Não estamos nem surpresos com essa demora. Como tudo no país, acredito que vai dar em nada. Mas nossos advogados ficarão em cima. É uma pena porque, se não houver rigor na investigação, outras pessoas podem acabar sendo vítimas como nossa filha”, comentou o pai da adolescente.

Segundo ele, a filha não voltará para cursar a faculdade na UF-JF. “Juiz de Fora acabou para ela. Escolhemos a instituição por ser segura. Permitimos que ela fosse à festa porque aconteceria dentro do local onde estuda, onde havíamos subentendido que estaria em segurança. Mas aconteceu tudo ao contrário”, desabafou o pai.

A UF- JF informou ontem que, durante todo o dia, levantou informações sobre o crime, mas que, somente no final da tarde, o Setor Jurídico teve acesso ao boletim de ocorrência da Polícia Militar. Passou essas informações para a delegada Maria Isabella Bovalente? A instituição garantiu que irá tomar providência administrativa. Até sexta-feira, o reitor Henrique Duque, que está em viagem, deve anunciar uma medida a curto prazo para regular os eventos no campus. A instituição ainda informou que o reitor irá procurar a família da adolescente e se colocar à disposição. O reitor deve explicações para todos os pais de alunas. Todos.

Cabe ao reitor exigir o máximo rigor da polícia nas investigações, expulsar os envolvidos, e reclamar da justiça justiça.

Até agora o Ministério da Educação continua calado. O famoso nada a declarar.