Merenda escolar das escolas de Florianópolis é um nojo!

Fotos do Diário de Classe da blogueira Isadora Faber. Fotos que os vendidos jornais de Florianópolis jamais publicarão.

O governador, o prefeito, os secretários estadual e municipal da Educação classificam de merenda escolar. Prefiro a verdade. Chamo de lavagem de porcos. Isso é caso de polícia. Da Polícia Federal.Tem dinheiro do Ministério da Educação na jogada. Cadê a Justiça Federal?
É só investigar que aparece… você, leitor, sabe o quê. Veja vídeo 

Essa menina me emociona. Com a idade dela dirigi um jornal estudantil. Foi assim que comecei a minha profissão. É o meu lema:
Jornalismo se faz com coragem e sonho.

O de Isadora:

“Estou fazendo essa página sozinha, para mostrar a verdade sobre as escolas públicas. Quero melhor não só pra mim, mas pra todos”.

Que bom!

Que Deus te livre dos apedrejadores! E teu caminho seja sempre iluminado!

Frei Gilvander teve prisão decretada após denunciar agrotóxico em feijão de Unaí

por Natasha Pitts

Mais de 50 organizações e atores sociais assinaram e estão divulgando por meio da internet e das redes sociais um manifesto contrário ao uso excessivo de agrotóxicos e contra a criminalização de Frei Gilvander Luís Moreira, padre da Ordem dos Carmelitas e militante dos direitos humanos no estado brasileiro de Minas Gerais.

O manifesto denuncia que Frei Gilvander teve a prisão preventiva decretada após denunciar, por meio de vídeo postado no youtube e em http://gilvander.org.br, a grande quantidade de agrotóxico presente em feijão produzido no município de Unaí, no noroeste do estado. No vídeo, intitulado “O feijão de Unaí está envenenado?”, são apresentadas informações passadas por usuários da marca, que afirmaram que o produto apresentava mau cheiro típico de agrotóxicos.

Unaí, merenda escolar contaminada
Unaí, merenda escolar contaminada

O vídeo relata o caso do feijão que foi enviado para a merenda escolar de uma escola. Ao iniciar o preparo do alimento, as cozinheiras não suportaram o odor que exalava e algumas chegaram até a passar mal. Elas identificaram a presença de agrotóxico no feijão e o jogaram no lixo. O produto era da marca “Unaí”. Há ainda outros depoimentos de consumidores do produto relatando o mau cheiro.

Mesmo esclarecendo que não há uma narrativa de cunho difamatório, a empresa responsável pelo feijão processou Frei Gilvander e os responsáveis do Google e Youtube, assim como decretou a prisão preventiva do religioso caso o vídeo não seja retirado da internet em cinco dias.

“O Estado democrático de direito em que vivemos nos garante o direito de livre expressão e de informação, assim como o sagrado direito à saúde. Um vídeo como este que pretende alertar as pessoas para o cuidado com o veneno nos alimentos, chegou ao cúmulo de se transformar em um processo no qual a empresa alega ter sofrido ‘danos materiais’ e ‘danos morais’, de haver sido vítima de ‘difamação’”, aponta o manifesto.

Apesar da ameaça, seguro de que o vídeo não é ilícito, mas se trata apenas de uma reportagem, com informações e depoimentos, Frei Gilvander decidiu mantê-lo na internet. A mesma postura será seguida pelo site de vídeos Youtube. 

Acrescente que Frei Gilvander vem recebendo ameaças de morte.