Esconderam os assassinos do crematório da boate Kiss

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Estão soltos os mafiosos dos alvarás permissivos da Prefeitura, dos Bombeiros e os comerciantes gananciosos que assassinaram 242 pessoas e feriram 116.

Uma página da história de Santa Maria que também foi queimada. E sopraram as cinzas na lonjura do esquecimento. Veja links

Alvarás da Prefeitura de Santa Maria e dos bombeiros abanaram o fogo da boite Kiss

Kiss tragédia incêndio Alfredo Martirena

O incêndio na boate Kiss matou 242 pessoas e feriu 116. Ninguém está preso. E vai terminar sobrando para algum músico liso e sem poder político.

Se, se condenados os gananciosos donos da boite da morte vão pegar, no máximo, dois anos de cadeia.

E Alckmin e Sérgio Cabral querem “prisão perpétua” para os participantes de passeatas de protestos, irregularmente presos pelos soldados estaduais. 

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Se condenados os donos da boite de Santa Maria vão pegar, no máximo, três anos de cadeia

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Apareceram as Margaridas, os foragidos proprietários da boite Kiss, Mauro Hoffmann e Elisandro (Kiko) Spohr.

Os donos da boate Beijo da Morte e dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, Luciano Leão e Marcelo de Jesus Santos, tiveram o pedido de prisão temporária de cinco dias decretada pelo juiz Regis Adil Bertolin durante a madrugada desta segunda-feira.

O Kiko vai passar dois dias em um hospital.

O comandante do Corpo de Bombeiros da região central do Rio Grande do Sul, tenente-coronel Moisés da Silva Fuch, disse que o alvará de funcionamento da boate estava vencido desde agosto do ano passado. Quatro meses depois se daria a posse do novo prefeito. Talvez fosse melhor negociar o novo alvará com o novo prefeito mesmo desconhecendo quem seria eleito.

Mauro Hoffmann
Mauro Hoffmann
Kiko Spokr
Elisandro (Kiko) Spokr

De acordo com o delegado Marcelo Arigony, a Polícia Civil não encontrou imagens das câmeras de monitoramento da boate Kiss. Os policiais buscaram as imagens nas casas dos proprietários, mas foram informados que os dispositivos estavam, há meses, desligados.

Também incrível que o jornalista Ricardo Antunes permanece preso, em Pernambuco, desde 4 de outubro último. Por negociar, com o marqueteiro Antônio Lavareda, uma notícia de um milhão de dólares.

É preciso muito suborno para uma boite funcionar seis dias de cada semana, com uma lotação média de 1 mil e 400 pessoas, com uma única e estreita porta de entrada e saída, violando leis municipais, estaduais e federais. Isso precisa, sim, ser investigado.

Ainda para dificultar a saída: existiam as danadas das catracas.

Só o preço dos ingressos, de 10 a 15 reais vezes 1.400 pagantes, representa um bom lucro.

De acordo com o delegado Sandro Meinerz, que é responsável pela perícia, informações coletadas pelas equipes de investigação dão conta de que o público na hora da tragédia era de aproximadamente mil pessoas. O Corpo de Bombeiros, no entanto, estima que o número era maior, perto de 1,5 mil. Isso é fácil de saber. A boite paga ou não paga impostos? Quantos ingressos foram vendidos na noite da matança?

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Homocídio culposo ocorre quando uma pessoa mata outra, mas sem que tivesse esta intensão, nem tendo assumido riscos que levassem à morte da outra; pode ser por negligênciaimperícia ou imprudência.

Aquele em que o agente não quis nem assumiu o risco de produzir a morte da vítima.

Não havendo circunstâncias atenuantes ou agravantes, a pena é de 01 à 3 anos.

A apresentação espontânea do agente (autor do fato) e a confissão, são circunstâncias atenuantes.

Caso Ricardo Antunes: “O delegado Cláudio Castro, do GOE, explicou que não cabe à Polícia Civil arbitrar a fiança, pois se trata de um crime com pena de quatro a dez anos de prisão. Sendo assim, a fiança somente pode ser definida por um juiz”, publicou o Diário de Pernambuco na edição do dia 6 de outubro. Sem ouvir o jornalista, que até hoje não apresentou sua versão.

O juiz decidiu: “Que apenas pelas circunstancias do crime em análise, restaria evidenciada a necessidade de garantia da ordem pública ante a periculosidade em concreto do autuado” Ricardo Antunes.

A censura judicial para jornalistas blogueiros e empregados dos meios de comunicação de massa é rápida e dura.

BRA_CIDADE abre debate

BRA^PE_DDP fácil evitar
BRA_OP erra como evitar