Paraguay: golpe meticulosamente organizado y asistido por francotiradores no identificados

por Nil Nikandrov

 

 

 

 

La victoria debe haber sido fácil para los coordinadores de la conspiración en la embajada norteamericana en Asunción. Lo cierto es que la presidencia de Lugo era un tanto nominal ya que el parlamento, la policía y el ejército estaban del lado de la oposición. Habiendo prosperado durante décadas al calor de las finanzas de la USAID, un conjunto de organizaciones no gubernamentales estaban preparadas para montar protestas masivas en caso que el plan anti-Lugo se paralizara, pero no tuvieron que hacerlo –aparte de la tasa de muertos en Curuguaty—el derrocamiento del legítimo presidente de Paraguay merece figurar como un caso ejemplar en los registros de los servicios de inteligencia de Estados Unidos.

El vicepresidente paraguayo, Federico Franco, juramentado sin demora al tiempo que Lugo era depuesto, permanecerá en el cargo hasta el fin del período presidencial de este en el mes de agosto del 2013. Las elecciones se realizarán en el mismo mes y Washington abiertamente apoya al líder el Partido Colorado, Horacio Cartes, empresario que de acuerdo con ABC Color, la DEA lo tuvo como sospechoso de lavado de dinero y complicidad con los carteles de la droga. El vuelco en la reputación de Cartes quedó reflejado en algunos de los cables que publicó Wikileaks y es posible que algunas agencias norteamericanas hayan conformado un conjunto de informes que involucran a Cartes y que Washington no tendrá ninguna dificultad para mantenerlo bajo estricto control –al igual que a no pocos presidentes latinoamericanos.

En la Red se encuentran varias versiones sobre el incidente armado de Curuguaty. Una posible explicación es que la responsabilidad fue de Blas Riquelme quien contrató a varios francotiradores a través de sus contactos en las fuerzas armadas, aunque no queda claro por qué los francotiradores dispararon contra la policía. Una versión alternativa sostiene que el episodio fue una provocación montada por el Ejército Popular Paraguayo, un grupo clandestino supuestamente formado por la policía para combatir extremistas. Este origen hipotético podría ser la razón de por qué este ejército continúa vivo a pesar del intenso trabajo que se realiza en Paraguay por parte de expertos invitados colombianos y norteamericanos.

Alvarado Godoy escribió en el sitio web titulado “Descubriendo Verdades” que todo el episodio había sido un “montaje fabricado,” básicamente siguiendo un plan preconcebido. Godoy asegura tener información que en la operación participaron los US Navy Seals (grupo comando norteamericano) instalados en Paraguay para entrenar marines paraguayos. La historia no suena descabellada considerando el hecho de que a menudo ciudadanos norteamericanos han sido sorprendidos con armamento de francotiradores en toda América Latina y recientemente en Argentina y Bolivia. Rutinariamente la CIA, la DEA y la Agencia de Inteligencia para la Defensa de Estados Unidos contratan personal para realizar operaciones encubiertas en las que se emplean armas de fuego.

Francamente el pronóstico es que el esquema exitosamente probado por Estados Unidos en Honduras y Paraguay –deposición pseudo-constitucional de presidentes rebeldes—será aplicado de manera profusa en América Latina en los próximos años. En todo caso, Washington sería ingenuo si creyera que la violencia resultante puede ser contenida. En Honduras, el gobierno títere de P. Lobo se aferra al poder recurriendo a una campaña terrorista que ya ha cobrado cientos de vidas de políticos, periodistas, sindicalistas, estudiantes y líderes indígenas progresistas, cosa que de seguro ocurrirá en el futuro en Paraguay.

(Transcrevi trechos). Vide 

O papel da Monsanto na morte dos camponeses e no golpe contra Lugo

 

 

[Idilio Méndez Grimaldi Quem está por trás desta trama tão sinistra? Os impulsionadores de uma ideologia que promove o lucro máximo a qualquer preço e quanto mais, melhor, agora e no futuro.


No dia 15 de junho de 2012, um grupo de policiais que ia cumprir uma ordem de despejo no departamento de Canindeyú, na fronteira com o Brasil, foi emboscado por franco-atiradores, misturados com camponeses que pediam terras para sobreviver.

A ordem de despejo foi dada por um juiz e uma promotora para proteger um latifundiário. Resultado da ação: 17 mortos, 6 policiais e 11 camponeses, além de dezenas de feridos graves. As consequências: o governo frouxo e tímido de Fernando Lugo caiu com debilidade ascendente e extrema, cada vez mais à direita, a ponto de ser levado a julgamento político por um Congresso dominado pela direita.

Trata-se de um duro revés para a esquerda e para as organizações sociais e campesinas, acusadas pela oligarquia latifundiária de instigar os camponeses. Representa ainda um avanço do agronegócio extrativista nas mãos de multinacionais como a Monsanto, mediante a perseguição dos camponeses e a tomada de suas terras. Finalmente, implica a instalação de um cômodo palco para as oligarquias e os partidos de direita para seu retorno triunfal nas eleições de 2013 ao poder Executivo.

No dia 21 de outubro de 2011, o Ministério da Agricultura e Pecuária, dirigido pelo liberal Enzo Cardozo, liberou ilegalmente a semente de algodão transgênico Bollgard BT, da companhia norteamericana de biotecnologia Monsanto, para seu plantio comercial no Paraguai. Os protestos de organizações camponesas e ambientalistas foram imediatos. O gene deste algodão está misturado com o gene do Bacillus thurigensis, uma bactéria tóxica que mata algumas pragas do algodão, como as larvas do bicudo, um coleóptero que deposita seus ovos no botão da flor do algodão.

O Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Vegetal e de Sementes (Senave), instituição do Estado paraguaio dirigida por Miguel Lovera, não inscreveu essa semente nos registros de cultivares pela falta de parecer do Ministério da Saúde e da Secretaria do Ambiente, como exige a legislação.

Campanha midiática

Nos meses posteriores, a Monsanto, por meio da União de Grêmios de Produção (UGP), estreitamente ligada ao grupo Zuccolillo, que publica o jornal ABC Color, lançou uma campanha contra o Senave e seu presidente por não liberar o uso comercial em todo o país da semente de algodão transgênico da Monsanto. A contagem regressiva decisiva parece ter iniciado com uma nova denúncia por parte de uma pseudosindicalista do Senave, chamada Silvia Martínez, que, no dia 7 de junho, acusou Lovera de corrupção e nepotismo na instituição que dirige, nas páginas do ABC Color. Martínez é esposa de Roberto Cáceres, representante técnico de várias empresas agrícolas, entre elas a Agrosan, recentemente adquirida por 120 milhões de dólares pela Syngenta, outra transnacional, todas sócias da UGP. Leia mais. 

Horacio Cartes negó que haya pagado a francotiradores en la matança de Morombí

Este blogue foi o primeiro a comentar que a matança de camponeses e policiais, no latifúndio de Blas Riquelme, foi provocada por infiltrados.

Antes de qualquer investigação, deputados e senadores, numa pressa suspeita, decidiram pela cassação relâmpago de Lugo. Quando a desocupação dos camponeses foi ordenada pela justiça. E assim sendo, comandada pela justiça. E esta mesma justiça, também apressadamente, considerou legal o golpe parlamentar.

A crise política teve seu estopim emocional no conflito entre camponeses desarmados e policiais que não tinham ordem para matar. Isso fica evidente nas cenas filmadas do tiroteio: camponeses correndo, desarmados; e militares atordoados, surpresos.

Sobre os infiltrados surgem apenas as negativas de mando.

El presidenciable Horacio Cartes,líder del movimiento Honor Colorado, negó enfáticamente que haya pagado a francotiradores que  se apostaron en la finca de Blas N. Riquelme para tirar a matar a los policías y provocar así la crisis posterior.

“Estamos con la conciencia más que tranquila, el tiempo seguirá poniendo las cosas en su lugar”, añadió Cartes en una conferencia de prensa realizada en el Hotel Sheraton, en la mañana de este lunes.

Agronegócios, monopólio de terras e transgênicos por detrás do golpe de Estado no Paraguai

Uma complexa trama na qual milhares de camponeses sem terra vêem avançar os grandes produtores brasileiros sobre o Paraguai para plantar soja transgênica, junto à investida contra o governo para introduzir definitivamente os transgênicos em todo o país, terminou em um golpe de Estado “express” no qual os aliados políticos do agronegócio atuaram rapidamente, para destituir o presidente do país.

As tentativas de destituir o titular do Servicio Nacional de Calidad y Sanidad Vegetal (Senave), Engenheiro Miguel Lovera, com uma lista de acusações que incluía sua posição “contra a produção agropecuária moderna”, por parte da Unión de Gremios de la Producción (UGP), e a tentativa para liberar os transgênicos – que era explícito no ‘tratoraço’ – deixam às claras a luta para torcer o braço de um governo que, com muitíssimas limitações, havia começado a dialogar com os movimentos camponeses. Mal Lugo foi destituído, a medida de força [tratoraço] impulsionada pelo agronegócio foi suspensa.

A situação da terra e sua distribuição desigual, com 85% das terras –uns 30 milhões de hectares- em mãos de 2% dos proprietários, somada à penetração de produtores brasileiros, produz uma tensão permanente na qual a violência parapolicial, por parte das forças públicas, é algo cotidiano, e vem acompanhada pela criminalização das lutas camponesas. A matança de Morombí, em Curuguaty, que aconteceu no dia 15 de junho, como resultado dessas tensões, e a repressão estatal e paraestatal, que culminou com a morte de 6 policiais e 11 camponeses, foram utilizadas para empreender o julgamento político e o golpe institucional.

Desde a Alianza Biodiversidad, condenamos o golpe, que tem recebido o rechaço de todo o povo paraguaio, e denunciamos as grandes corporações do agronegócio, com Monsanto e Cargill à cabeça, como responsáveis, junto aos grandes latifundiários locais e os políticos cúmplices, por esse golpe. Estão amplamente demonstrados os vínculos e interesses comuns desses setores.

Ao mesmo tempo, partilhamos o apoio político expresso pelos governos de distintos países, e pela Unasul, ao presidente constitucional Lugo, que constataram a violação de garantias processuais e democráticas por parte do vice-presidente Federico Franco, de dirigentes políticos de diversos partidos e autoridades legislativas. Acompanhamos também as manifestações de repúdio e de solidariedade expressas por inúmeras organizações políticas e movimentos sociais de toda a América Latina.

Acompanhamos o povo paraguaio em sua resistência, e nos comprometemos a sustentar a denúncia de ilegitimidade do atual governo, e a apoiar a luta do povo paraguaio e as reivindicações das organizações camponesas e povos indígenas do Paraguai.

Hoje, todos somos Paraguai!

Assinam:

Alianza Biodiversidad
– REDES-Amigos de la Tierra, Uruguay
– GRAIN, Chile, Argentina y México
– ETC Group, México
– Campaña Mundial de las Semilla de Vía Campesina, Chile
– Grupo Semillas, Colombia
– Acción Ecológica, Ecuador
– Red de Coordinación en Biodiversidad de Costa Rica, Costa Rica
– Acción por la Biodiversidad, Argentina
– Sobrevivencia, Paraguay
– Centro Ecológico, Brasil

Golpe destitui Lugo enquanto as forças repressivas espancam manifestantes. Tudo começou com a reintegração de posse de uma fazenda ordenada pela justiça (Vídeo)

A destituição foi fulminante, sob cinco acusações: mau uso de quartéis militares; confronto acontecido na fazenda Morombí de Blas Riquelme, em Curuguaty (6 polícias e 13 sem terra mortos); apoio aos camponeses sem terra de Ñacunday no seu confronto com os ‘brasiguaios’; insegurança existente no país; assinatura do Protocolo de Ushuaia II.

Fernando Lugo defendeu-se, já afastado da presidência, afirmando que “a democracia foi ferida profundamente, de maneira covarde, de maneira aleivosa”. Porém, acrescentou que “Como sempre, atuei de acordo com a lei, ainda que ela tenha sido retorcida”, aceitando a  destituição.

A chacina de Morombí foi uma desocupação forçada de camponeses ordenada pela justiça. Um despejo tipo Pinheirinho, em São José do Rio Preto.  Uma reintegração de posse de um latifúndio requerida  por Blas Riquelme, ex-senador do ditador Stroessner.

Infiltrados, capangas de latifundiários, atiraram na polícia, que revidou. Assim aconteceu a chacina de camponeses, uma cilada que fazia parte da armação do golpe relâmpago “democrático” do Congresso, apoiado pelas forças armadas, a justica, as federações ruralistas e a conservadora igreja católica – as mesmas instituições que promoveram as ditaduras do Cone Sul.

Os sem terra da fazenda Morombí e de Curuguaty e de todo o Paraguai reconhecem seus inimigos e algozes, e apoiam o presidente Lugo. Marcharam de Curuguaty para ser espancados nos protestos que realizaram em Assunção, na vigília cívica frente ao Congresso e palácio presidencial.

Como previsto, o Senado paraguaio destituiu finalmente o presidente Fernando Lugo nesta sexta-feira 22 de junho, enquanto as centenas de pessoas que se concentravam às portas da instituição eram atacadas pela polícia.


38 votos impuseram a maioria no Senado, com só 4 votos contra a decisão e 2 ausências.

O povo saiu à rua em Assunção e as forças repressivas dispararam bombas de gás lacrimogêneo e utilizaram cavalos e caminhões-pipa para dispersar a multidão.

Aún se desconoce la cifra de heridos por los enfrentamientos entre policías y el pueblo paraguayo, que respalda al presidente electo con el 40,82 por ciento de los votos en las elecciones generales del 2008.

Los manifestantes han advertido que no reconocerán como nuevo Presidente a Federico Franco, quien ejerce actualmente la Vicepresidencia de Paraguay por el Partido Liberal.

El corresponsal de teleSUR en Paraguay, Guillermo Verón, subrayó que hay represión “bastante fuerte” inclusive se escucharon detonaciones de armas de fuego, que no deja dudas si se trata de balas de goma.

Expresó que “hubo un avance importante de las fuerzas represivas con mucha agresividad” y “ya se reportan los primeros heridos frente a la plaza del Congreso”.

Por otro lado, la corresponsal de teleSUR en Paraguay, Amanda Huerta, informó que la prensa ha sido retirada por parte de la Guardia Presidencial.

Al momento de la votación, el diputado Carlos Alberto Filizzola, declaró: “En este circo, donde no me dejaron ni hablar, rechazo categóricamente este juicio político”.

Filizzola forma parte de los cuatro votos que rechazaron la sentencia contra el presidente constitucional de Paraguay, Fernando Lugo.

Vídeo da repressão

 

Pobre Paraguay

Por Alfredo Boccia Paz

El proceso político paraguayo ha recibido en estos días una inexplicable puñalada.

La trabajosa construcción de la democracia avanzó penosamente durante las dos décadas de una transición tutelada por militares y hegemonizada por el Partido Colorado. La alternancia pacífica en el poder significó, por eso, un paso inédito en nuestra historia. Empezábamos a acostumbrarnos al ritmo natural de cambiar presidentes cada cinco años por vía electoral.

Hasta hace unos días eso no estaba en discusión y los partidos se ocupaban de sus campañas electorales internas. Hasta que ocurrió la masacre de policías y campesinos en Curuguaty.

Ese suceso inesperado, que conmocionó a la ciudadanía, tenía las características de una acción planificada. Hasta ahora, nadie tiene en claro quiénes y con qué fines ordenaron la matanza. Tampoco hay el menor indicio de la participación de Fernando Lugo en el hecho.

Como sea, la ANR decidió impulsar un juicio político al presidente. Hasta allí, parecía una mera estrategia electoral con el fin de desgastar su imagen al final de su mandato. El increíble efecto dominó que ocurrió en las horas siguientes se inscribirá en la historia del más sórdido oportunismo nacional. La aventura en la que se han embarcado los partidos políticos que se sumaron al juicio político es un ejemplo paradigmático de la primacía de intereses sectarios sobre el interés de la nación.

Como carecían de causales racionales que justificaran una medida tan extrema, optaron por hacerlo a toda prisa. El libelo acusatorio causa vergüenza ajena de tan risible, no cuidaron los mínimos formalismos legales y atropellaron el respeto a los plazos prudenciales para la defensa. Lo hicieron los colorados, pero también los liberales, hasta entonces aliados de este Gobierno. Una traición llevará a uno de ellos a una efímera presidencia. De todas las ocasiones históricas en que el liberalismo llegó al poder, esta es la más innoble. Patria Querida sumó sus votos, ratificando su creciente sesgo ultraconservador. Y, para mi sorpresa, también lo votó Desirée Masi, quien algún día tendrá que explicar a sus hijos por qué lo hizo.

Por voluntad de sus parlamentarios –los mismos que, hace dos semanas, eran repudiados por corruptos–, el Paraguay se sumerge en un tiempo de incertidumbre y turbulencias. Lo hacemos en un momento de estabilidad económica que no conocíamos en muchas décadas y a nueve meses de las elecciones. Pagaremos el alto costo de ser calificados de republiqueta impredecible por la comunidad internacional.

Nos derechizamos, es cierto, pero también nos hondurizamos. Los cancilleres de Unasur han observado “in situ” este arrebato político que podrá caber en la Constitución, pero jamás en la comprensión de los sensatos.

Bueno es guardar este dato: el golpe de Estado –igualmente institucional– de Honduras produjo una caída de casi el 6% de su PIB anual. Hacia eso nos encaminamos con irracional entusiasmo.

Ditadura nunca mais
Ditadura nunca mais

Estudiantes Paraguay: “Hoy intentam una vez más cagarse en vos”

Imprensa marrom prega o golpe, o retorno das ditaduras do Cone Sul
Imprensa marrom prega o golpe, o retorno das ditaduras do Cone Sul

Un grupo numeroso de personas de distintas partes del país se congrega en la plaza de Armas, frente a la sede legislativa, y ante un cordón humano de efectivos policiales que resguardan la seguridad. En estos momentos, la protesta es por diversos sectores, contra Lugo, a favor del él, y contra los parlamentarios. Los cuestionamientos alcanzaron a algunos trabajadores de prensa.

Mientras ya se anuncia la llegada de campesinos del interior, la Policía Nacional ya aprestó en los alrededores del Parlamento Nacional, alrededor de 4.000 policías.

A las 18:00 se inicia la acusación por parte de los diputados en la sesión extraordinaria de la Cámara de Senadores que ya aprobó las horas del proceso de enjuiciamiento político contra el mandatario.

Jóvenes y estudiantes, personas adultas, y trabajadores se unen para la manifestación.

Campesinos se preparan para llegar masivamente a Asunción, aseguró dirigente de carperos

Campesinos de todos los departamentos en este momento se están movilizando para llegar a la capital para defender la continuidad del presidente Lugo, afirmó Eulalio López, dirigente de los carperos, al tiempo de pedir a los legisladores rechazar el juicio político. Dijo que entre esta noche y mañana los labriegos llegarán masivamente a Asunción.
 Manifestantes a favor y en contra del juicio político se concentran a esta hora frente al Congreso (Carlos Juri).
El objetivo es defender el proceso y pedir la continuidad del Presidente. “Aquí estamos gente de todos los colores, tanto colorados como miembros del PLRA. Queremos que los parlamentarios piensen en el pueblo y no en los intereses sectoriales”, manifestó.

La violencia la impone el modelo del agronegocio

Comunicado a la opinión pública nacional e internacional

El Movimiento Campesino Paraguayo MCP, se dirige a la opinión pública nacional e internacional para expresar cuantos sigue:
Ante lo ocurrido en el Departamento de Canindeyú, rechazamos enérgicamente los hechos de asesinatos de campesinos y policías y más de 80 heridos, es una muestra de irresponsabilidad del gobierno, que apaña la mafia instalada en la zona del distrito de Curuguaty, Responsabilizamos a los tres poderes del Estado por su incapacidad para encaminar los conflictos sociales de manera institucional y sostenemos que no será la forma de dar respuestas a los graves problemas que sufren la gran mayoría de la población paraguaya. Repudiamos la utilización de la violencia como mecanismo de reclamos utilizando la extrema necesidad de la gente.
En el país existen conflictos por la tierra. El MCP viene reclamando una política de Reforma Agraria por mala distribución de la tierra y ante la ofensiva del agro negocio en detrimento total sobre la realidad de la población del campo. Lamentablemente la violencia la impone el modelo del agronegocio. Los muertos, los heridos, son los pobres policías y campesinos en este caso víctimas de este régimen. El Estado genera las condiciones favorables para que el poder del dinero imponga su lógica de destrucción y de muerte”.
Nuestro más profundo pésame a los familiares que están sufriendo con dolor las pérdidas irreparables de sus seres queridos.

BASTA DE ASESINATOS, REFORMA AGRARIA YA!!

Justiça comandou a chacina e o presidente do Paraguai pode ser golpeado hoje. Que sirva de lição para Dilma Rousseff

Jornal golpista faz a campanha da derrubada de Ludo
Jornal golpista faz a campanha da derrubada de Ludo

O direitista Riquelme pediu para a justiça o despejo de camponeses de seu latifúndio – o grilado Morombí. Um juiz qualquer concedeu. Convocou tropas federais. O presidente Fernando Lugo acedeu. Era uma fria, uma armação.

O desalojamento dos sem terra terminou em uma chacina.

Neste momento o Congresso está votando o impeachment de Lugo. Riquelme, que tem o monopólio dos mercados e supermercados, mandou o  comércio fechar as portas. As escolas particulares idem. A imprensa espalha informações sobre terrorismo de esquerda. Está tudo orquestrado. Para a tomada do poder pelos filhotes do ditador Stroessner, de quem Riquelme foi senador.

É uma tapa na desmoralizada Rio + 20.  Outra na Unasul.

Informa o G1 da Globo:

“A pressão política sobre Lugo cresceu nas últimas horas com a aprovação pela Câmara dos Deputados de um processo de impeachment sob o argumento de responsabilidade no confronto entre policiais e camponeses que deixou 17 mortos na última sexta-feira”.

 Estado de São Paulo:

“Não vou renunciar”, disse Lugo em coletiva de imprensa transmitida pela televisão nesta quinta-feira. Na manhã de hoje, a Câmara dos Deputados aprovou, por 73 votos a um, o impeachment do presidente. A proposta seguirá agora para o Senado, controlado pela oposição.

“Nossas conquistas, particularmente na esfera social, geraram reações dos setores insensíveis e egoístas que sempre viveram com privilégios e nunca quiseram compartilhar os benefícios da prosperidade com o povo”, declarou Lugo.

A justificativa para o impeachment foi a desastrada ação das forças de segurança na remoção de sem-terra de uma fazenda privada, no fértil nordeste do país, na sexta-feira. Pelo menos seis policiais e 11 sem-terra foram mortos nos confrontos em Curuguaty, 250 quilômetros a nordeste da capital, Assunción.

Confrontos violentos pela posse de terras são comuns no Paraguai, onde a maior parte das terras produtivas estão nas mãos de uma pequena parte de população. O país é um dos mais pobres do continente.

A economia paraguaia é predominantemente agrícola. O país é o quarto maior exportador de soja do mundo e foi o oitavo maior exportador de carne bovina no ano passado, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Lugo, ex-bispo católico, chegou à presidência em 2008 com a promessa de fazer uma reforma agrária. Mas a iniciativa foi barrada no Congresso, dominado pela oposição.

Camponês baleado na chacina armada por Riquelme
Camponês baleado na chacina armada por Riquelme

A imprensa do Paraguai dá destaque a notícias alarmistas.


Emergencias Médicas: Código rojo

El hospital de Emergencias Médicas activó el código rojo en las instalaciones en preparación para cualquier eventualidad, informó el director de la institución, Enrique Bellasai.

Fachada de Emergencias Médicas. / Archivo, ABC Color.

El director explicó que realizaron la liberación de camas y habilitación de un número mayor de camillas. También suspendieron las cirugías programadas y solicitaron un refuerzo policial para custodiar las instituciones.

El personal de la salud se mantiene alerta para cualquier convocatoria por alguna eventualidad.

Este jueves, legisladores decidieron iniciar un juicio político en contra del presidente de la República Fernando Lugo, a raíz de un enfrentamiento sangriento entre policías y campesinos en Curuguaty que resultaron en 17 muertes.

Grupos a favor y en contra del Gobierno se manifiestan en la tarde de este jueves frente al Congreso Nacional.

El director explicó que realizaron la liberación de camas y habilitación de un número mayor de camillas. También suspendieron las cirugías programadas y solicitaron un refuerzo policial para custodiar las instituciones.

El personal de la salud se mantiene alerta para cualquier convocatoria por alguna eventualidad.

Este jueves, legisladores decidieron iniciar un juicio político en contra del presidente de la República Fernando Lugo, a raíz de un enfrentamiento sangriento entre policías y campesinos en Curuguaty que resultaron en 17 muertes.

Grupos a favor y en contra del Gobierno se manifiestan en la tarde de este jueves frente al Congreso Nacional.

Tractorazo se mantiene

Por Marti Bogado, corresponsal ABC Color

La Coordinadora Agrícola del Paraguay mantiene aún la medida de fuerza conocida como “tractorazo” cuyo inicio está previsto para este lunes 25 de junio. Mientras tanto, tres camiones repletos de “carperos” se dirigen a Asunción.

El “tractorazo” se hará el próximo lunes 25 de junio, tal como estaba previsto. / ABC Color.

SAN CRISTÓBAL. “Fernando Lugo está cosechando lo que sembró y debería renunciar por el bien del país. El es el único responsable de todo el circo que terminó en la violencia”, sostienen productores que suspendieron una reunión en este distrito a raíz del anuncio del juicio político a Lugo. “El tractorazo se mantiene para el próximo lunes”, anunciaron los gremialistas

Una reunión de la Coordinadora Agrícola del Paraguay que debía realizarse en Relocue, de la colonia Leopoldo Perrier de este distrito, se suspendió esta mañana. Héctor Cristaldo, volvió rápidamente a Asunción ante el anuncio del juicio político al presidente Lugo.

Hermes Aquino de la Coordinadora Agrícola del Paraguay manifestó que Lugo cosechó lo que sembró. “Lamentablemente ocurrió todo lo que yo venía diciendo a la gente. Desembocó en una violencia terrible”, afirmó.

Señaló que los “carperos” hicieron un esfuerzo terrible para que los productores reaccionaran con violencia pero que no lo hicieron gracias a un trabajo en equipo. “Hoy podemos dormir tranquilos porque no tenemos ningún muerto en la mochila, Lugo en cambio carga con 17 en la suya”, aseguró.

Sostuvo que por el bien del país debería renunciar ya que por ética no lo hará al desconocer el significado de esa palabra. Lo calificó de obispo pervertido.

Sobre el “tractorazo”, dijo que la orientación que tiene de la directiva es que se mantiene y se iniciará el lunes. Los productores de esta zona del Alto Paraná se unirán con los de Caaguazú en el km. 80 de la ruta VII en el límite entre ambos departamentos.

En tanto que Alex Lughessi, de Santa Rosa del Monday, sostuvo que si tiene una pizca de vergüenza en la cara, Lugo debería renunciar. Lo responsabilizó de promover toda la violencia que ocurrió ya que siempre estuvo en contra del sector productivo.

Sin embargo, señaló que es necesario un cambio para que mejoren las cosas, ya que las personas de su entorno tampoco apoya al sector productivo.

Monsanto golpea en Paraguay: Los muertos de Curuguaty y el juicio político a Lugo

Jornal golpista explora o massacre de Morombí
Jornal golpista explora o massacre de Morombí

Quienes están detrás de esta trama tan siniestra? Los propulsores de una ideología que promueven el máximo beneficio económico a cualquier precio y cuanto más, mejor, ahora y en el futuro.
El viernes 15 de junio de 2012, un grupo de policías que iba a cumplir una orden de desalojo en el departamento de Canindeyú en la frontera con Brasil, fue emboscado por francotiradores, mezclados con campesinos que reclamaban tierras para sobrevivir. La orden fue dada por un juez y una fiscala para proteger a un latifundista. Como resultado se tuvo 17 muertos; 6 policías y 11 campesinos y decenas de heridos graves. Las consecuencias: El laxo y timorato gobierno de Fernando Lugo quedó con debilidad ascendente y extrema, cada vez más derechizado, a punto de ser llevado a juicio político por un Congreso dominado por la derecha; duro revés a la izquierda, a las organizaciones sociales y campesinas, acusadas por la oligarquía terrateniente de instigar a los campesinos; avance del agronegocio extractivista de manos de las transnacionales como Monsanto, mediante la persecución a los campesinos y el arrebato de sus tierras y, finalmente, la instalación de una cómoda platea para la los oligarcas y los partidos de derecha para su retorno triunfal en las elecciones de 2013 al Poder Ejecutivo.

 

ero por sobre todo, los muertos de Curuguaty es una señal del capital, del gran capital, del extractivismo expoliador, que asuela el Planeta y aplasta la vida en todos los rincones de la Tierra en nombre de la civilización y el desarrollo. Por fortuna, los pueblos del mundo también van dando respuestas a estas señales de la muerte, con señales de resistencia, con señales de dignidad y de respeto a todas formas de vida en el Planeta.

Paraguay: reclaman investigar la matanza de Morombí (Curuguaty)

Hoje em Codehupy, Paraguai, protesto contra a matança de camponeses em Morombí
Hoje em Curuguaty, Paraguai, protesto contra a matança de camponeses em Morombí

Foi um despejo solicitado pelo latifundiário senador Blas Riquelme, e ordenado pela justiça, e a chacina de camponeses aconteceu na fazenda grilada Morombí. Chamar de Curuguaty é encobrir o ex-senador Riquelme.

Durante um despejo judicial, as tropas policiais estão sob o comando da justiça. Não existe outro mando. No caso, o juiz José Benítez de Curuguaty. Que não pode fugir da ordem judicial que assinou. Nem das prisões de camponeses que ordenou.

Competia ao governo não acatar a ordem judicial. A Constituição de um país democrático oferece os meios legais para evitar que a justiça seja iníqua, parcial, elitista, antisocial, nazista, stalinista, assassina, absolutista. A justiça nos tempos do ditador Stroessner era assim.

Falta saber se o Paraguai mudou com o presidente Lugo. Ou se a justiça continua a mesma. Ditatorial, apesar de submissa ao fantasma de Stroessner e suas legiões de sequestradores, torturadores e assassinos.

La Coordinadora de Derechos Humanos del Paraguay reclamó un “compromiso irrestricto de las autoridades con la justicia” y propuso una reforma agraria para terminar con la violencia.

La Coordinadora de Derechos Humanos del Paraguay (Codehupy) reclamó un “compromiso irrestricto de las autoridades con la justicia” frente a la matanza de Curuguaty, donde el viernes refriegas entre policías y campesinos que ocupaban una hacienda causaron 17 muertos y decenas de heridos y desaparecidos.

El pronunciamiento de la coordinadora exigió primero “el rescate de todas las personas que pudieran estar aún heridas en el lugar donde se desarrolló el enfrentamiento y que los organismos del Estado proporcionen informaciones completas sobre las personas detenidas a fin de impedir más violaciones de derechos humanos”.

En el texto, recogido por la estatal agencia noticiosa IP, el organismo llamó “a colocar en contexto y perspectiva” el episodio, el cual “exige profundos cambios y un compromiso irrestricto de las autoridades, de las organizaciones sociales y de toda la ciudadanía con la justicia y la garantía de los derechos humanos”.

El documento reclamó además “acciones concretas para la recuperación de tierras malhabidas en el marco de una política de reforma agraria integral”.

En este sentido, señaló que la lucha por la tierra en el Paraguay “parte de una larga historia de entrega de soberanía, corrupción, exclusión, expulsión y represiones al campesinado pobre, que constituyen el caldo de cultivo de hechos violentos”.

La organización recordó que sólo entre 1989 y 2005 se documentaron 77 casos de asesinatos y desapariciones impunes de campesinos en el marco de la lucha por la tierra.

“La injusticia prolongada a que se ha sometido a gran parte de la población paraguaya por tanto tiempo sólo puede generar más violencia”, consignó el documento.

La Codehupy lamentó además que “una vez más sean las personas de sectores más humildes de la sociedad quienes se enfrentan entre sí e incluso mueren bajo el supuesto de la defensa de la propiedad privada, cuando en realidad se trata de la defensa de los privilegios y de la impunidad de sectores poderosos y corruptos”.

La Codehupy rechazó la designación de Rubén Candia Amarilla como ministro del Interior, “pues fue responsable de numerosas violaciones a los derechos humanos durante el tiempo en que actuó como Fiscal General del Estado”.

“Su nombramiento permite anticipar un tiempo de mayor persecución y criminalización de las luchas sociales”, aseguró.

La coordinadora deploró la insistencia de sectores de poder y de la prensa “en criminalizar la lucha social, desconociendo la relevancia de que las organizaciones campesinas, de sintierra y de otros sectores afectados por la exclusión, se organicen y exijan cambios orientados a una mayor justicia social y a la profundización de la democracia”.

Finalmente, reprobó el recurso a la violencia armada como método para resolver los conflictos sociales en el Paraguay, y exhortó a la resolución de conflictos en un marco de convivencia pacífica y de respeto a la vida y los derechos humanos de todas las personas”.

 Fonte: Télam