De onde veio o dinheiro para ONG dos Estados Unidos realizar marchas de protestos, hoje, por todo o Brasil?

Traidores do Brasil são todos os políticos que, fiéis vassalos, aceitaram ser comandados, teleguiados e capachos da Ong Brazil No Corrupt dos Estados Unidos, realizando hoje uma marcha solicitando o impeachment de Dilma, através de uma intervenção militar ou guerra civil.

Um mega evento, de abrangência nacional, coisa jamais realizada, só é possível com milionários investimentos.

A origem desse dinheiro precisa ser investigada já.

Qual o interesse de uma organização estrangeira de golpear o chefe de governo de um país amigo?

Isso é coisa da pirataria. De quem rouba as riquezas do Brasil.

Do tráfico de petróleo, da água, do nióbio, do aço, do ferro etc.

Veja a abrangência dos tentáculos do polvo. Reproduzo da página da ONG que promove espionagem, sabotagem e atos terroristas. Eis os locais dos eventos:

 

14:00h São Paulo-Av. Paulista-frente ao Masp
14:00h Rio de Janeiro-Assembléia Legislativa
14:00h Minas Gerais-BH-na Praça Sete
14:00h Espirito Santo-na UFES
14:00h Goiás-Goiania-Praça Dr. Pedro Ludovico
14:00h Porto Alegre-Parcão(frente ao moinho)
14:00h Teresina-Igreja São Benedito
14:00h Brasilia-Esplanada dos Ministérios
14:00h Fortaleza-Dragão do Mar
14:00h Curitiba-Praça Santos Andrade
14:00h Limeira-Praça D. José de Barros
14:00h Valinhos-Próximo a Rodoviária
14:00h Jundiai-Em frente ao Parque da Uva
Sábado, 1 de novembro às 14:00
Londrina !4:00 hs na av. Higienópolis
Bento Gonçalves (RS): 14:00, em frente à Prefeitura Municipal
Dourados (MS): 14:00, na Praça Antônio João
Campinas (SP): 14:00, em frente ao Largo do Rosário
Campo Grande (MS): 14:00, na Praça do Rádio
Novo Hamburgo (RS): 14:00, Praça do Imigrante
Londrina (PR): 14:00, na Praça da Concha Acústica
Cuiabá (MT): 14:00, em frente à Prefeitura Municipal
Santos (SP): 14:00, na Praça Independência
Canoas (RS): 14:00, na Praça do Avião em frente à BR-116
Palmas (TO): 14:00 na Praça dos girassóis
Taubaté (SP): 14:00 na Praça Santa Terezinha
Balneário Camboriú (SC): 14:00, na Praça Almirante Tamandaré
Juiz de Fora (MG): 14:00, no Parque Halfeld
Ribeirão Preto (SP): 15:00, na Avenida Presidente Vargas

Confira. E veja, hoje, que mídia vendida orquestrou essas antipatrióticas manifestações de zumbis in memória de sequestradores, torturadores, assassinos cortadores de cabeça, e de dedos, para identificação dos cadáveres.

O PSDB se tornou o refúgio de canalhas, de golpistas, de traidores da Pátria e desertores como Aloysio Nunes, que foi motorista e segurança de Maringhella.

Cartaz de procurado pelo Exército na ditadura militar
Cartaz de procurado pelo Exército na ditadura militar

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Aloysio Nunes começou a militância política em 1963 quando entrou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco da Universidade de São Paulo.

Logo depois do golpe militar de 1964, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro, que, por ter sua existência proibida, atuava na clandestinidade. Foi presidente do tradicional Centro Acadêmico XI de Agosto e formou-se bacharel em Direito em 1968.

Como o PCB se opunha à resistência armada contra a Ditadura Militar que se instalara desde 1964 no Brasil, Aloysio Nunes, assim como vários jovens da época que tinham ideais de esquerda, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN), organização guerrilheira liderada por Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira, o Toledo.

Assumiu na clandestinidade o pseudônimo Mateus.

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Durante muito tempo foi motorista e guarda-costas de Marighella, além de confidente e conselheiro.

As ações da Aliança Libertadora Nacional incluíram assaltos para angariar fundos que sustentariam a resistência armada. Em agosto de 1968, Aloysio Nunes participou do assalto ao trem pagador da antiga Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. Segundo relatos da imprensa da época, a ação ocorreu sem que houvesse o disparo de qualquer tiro.

Aloysio Nunes foi o motorista do carro no qual os assaltantes fugiram do local com os malotes que continham NCr$ 108 milhões(US$ 21.600), dinheiro suficiente para o pagamento de todos os funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

Em outubro do mesmo ano, participou do assalto ao carro-pagador da Massey-Ferguson interceptando o veículo na praça Benedito Calixto, no bairro paulistano de Pinheiros.

Trechos da biografia oficial: “Sofrendo um processo penal em que já havia um pedido de prisão preventiva e com a possibilidade de que descobrissem algo sobre suas ações armadas, foi enviado a Paris por Marighella utilizando um passaporte falso. Foi posteriormente identificado como guerrilheiro e condenado com base na extinta Lei de Segurança Nacional. Pretendia realizar um treinamento de guerrilha em Cuba, mas a gravidez de sua mulher o fez desistir”. Esta história de uma viagem patrocinada por Marighella é uma versão do próprio Aloysio Nunes. Bem romântica e piegas a desculpa da gravidez.

“Tornou-se representante da Ação Libertadora Nacional no exterior e coordenou as ligações desta com movimentos de esquerda de todo o mundo. Filiou-se ao Partido Comunista Francês em 19711 e negociou com o presidente Boumedienne, da Argélia, para que brasileiros recebessem treinamento militar de guerrilha naquele país.

Em 1979, regressou ao Brasil devido à promulgação da Lei de Anistia, a qual beneficiou todos que cometeram crimes políticos de qualquer tipo.

Desfiliou-se do PCB, ainda na clandestinidade”. Não é uma história confusa? Fica explicado porque é contra a Comissão da Verdade.

O Frankenstein de Aécio
O Frankenstein de Aécio
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Aloysio Nunes. O braço esquerdo de Maringuella virou braço direito de Aécio

O senador da extrema-direita Aloysio Nunes, nos tempos da guerrilha urbana, esquerdista, não dialogava. Como motorista e segurança de Maringuella, não tinha outra, era atirar ou morrer. Apenas nessa, a de não querer conversar, o candidato a vice de Aécio Neves, hoje representando as forças mais reacionárias do país, continua o mesmo. Até transformou-se no proprietário de duas fazendas, cada uma valendo um cruzeiro, conforme declarou, sem pejo, na devida apresentação de bens à justiça eleitoral.

 

Que é isso, Senador?

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por Caetano Scannavino

 

Impressiona o discurso inconsequente do senador Aloysio Nunes no Congresso, se negando a dialogar, afirmando aos berros ser contra bater enquanto batia forte. Discurso para o MAU (sim, com “u”). Concordo que tivemos uma campanha feia, que reflete nossa atual cultura política. Mas não foi só o PT que bateu. Dilma apanhou bastante no ano do #‎NaoVaiTerCopa. O que o senador tem a dizer de golpes baixos como a propagação da falsa noticia da morte do Youssef em pleno dia de eleição? Enfim, assim como o PT, o PSDB deveria aproveitar o momento para fazer uma autocrítica.

Perderam quatro eleições seguidas porque fizeram uma oposição ruim, só denuncista (até estourar algo do seu lado), sem propor nada além do “mudar por mudar”. Melhorá-la é bater ainda mais, como ouvi agora de Alvaro Dias? Postura vigilante é fundamental, mas não basta, se não for também propositiva. Se o PNPS é ruim, qual então a proposta tucana para aprimorar os mecanismos de participação social, isso depois do que vimos nas ruas ano passado? Se a Reforma Política está na pauta (importante também para reduzir a corrupção sistêmica) e se o PSDB tem propostas, porque não lançá-las para enriquecer o debate ao invés de travá-lo? Se Dilma afirmou que pedirá divulgação da íntegra da delação, sem “vazamentos seletivos”, porque ser contra isso?

A eleição acabou. FHC é melhor do que isso, espero que não compactue com a postura adotada pelo seu senador, que impede o encaminhamento de soluções negociadas ao mesmo tempo que incita mais ódio e violência, num momento delicado que demanda estadismo de todos os lados. Se Aluisio acha que assim levará o povo às ruas, é até provável, mas com certeza não será a favor dele, muito pelo contrário. Um tiro no pé.

Para o cidadão que quer o melhor para o país, além dos Governos, bom cobrar também por uma oposição mais qualificada. Mais do que na hora!

Fonte: Luis Nassif

 

Por que Aécio esconde o passado terrorista do seu vice Aloysio Nunes?

CAMPANHA DO SEGUNDO TURNO. Esta semana, o ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), multou o candidato à Presidência da República Aécio Neves e a Coligação Muda Brasil em R$ 40 mil por terem veiculado oito inserções na televisão sem indicação do nome do candidato a vice-presidente, Aloysio Nunes Ferreira.

Foto de Aloysio Nunes em um dos cartazes de "procurados" da ditadura de 64
Foto do cartaz “Terroristas Assassinos” da ditadura de 64

In Wikipédia: Começou a militância política em 1963 quando entrou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco da Universidade de São Paulo. Logo depois do golpe militar de 1964, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro (PCB), que, por ter sua existência proibida, atuava na clandestinidade. Foi presidente do tradicional Centro Acadêmico XI de Agosto e formou-se bacharel em Direito em 1968.

Como o PCB se opunha à resistência armada contra a Ditadura Militar que se instalara desde 1964 no Brasil, Aloysio Nunes, assim como vários jovens da época que tinham ideais de esquerda, ingressou na Ação Libertadora Nacional (ALN), organização guerrilheira liderada por Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira, o Toledo.

Assumiu na clandestinidade o pseudônimo Mateus. Durante muito tempo foi motorista e guarda-costas de Marighella. As ações da Aliança Libertadora Nacional incluíram assaltos para angariar fundos que sustentariam a resistência armada. Em agosto de 1968, Aloysio Nunes participou do assalto ao trem pagador da antiga Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. Segundo relatos da imprensa da época, a ação ocorreu sem que houvesse o disparo de qualquer tiro. Aloysio Nunes foi o motorista do carro no qual os assaltantes fugiram do local com os malotes que continham NCr$ 108 milhões(US$ 21.600), dinheiro suficiente para o pagamento de todos os funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro1. Em outubro do mesmo ano, participou do assalto ao carro-pagador da Massey-Ferguson interceptando o veículo na praça Benedito Calixto, no bairro paulistano de Pinheiros.

Sofrendo um processo penal em que já havia um pedido de prisão preventiva e com a possibilidade de que descobrissem algo sobre suas ações armadas, foi enviado a Paris por Marighella utilizando um passaporte falso. Foi posteriormente identificado como guerrilheiro e condenado com base na extinta Lei de Segurança Nacional. Pretendia realizar um treinamento de guerrilha em Cuba, mas a gravidez de sua mulher o fez desistir. Tornou-se representante da Ação Libertadora Nacional no exterior e coordenou as ligações desta com movimentos de esquerda de todo o mundo. Filiou-se ao Partido Comunista Francês em 1971 e negociou com o presidente Boumedienne, da Argélia para que brasileiros recebessem treinamento militar de guerrilha naquele país.

Pôde, finalmente em 1979, regressar ao Brasil devido à promulgação da Lei de Anistia, a qual beneficiou todos que cometeram crimes políticos de qualquer tipo, assim como aqueles que torturaram e mataram em nome da repressão, durante os anos anteriores da Ditadura Militar.

Desfiliou-se do PCB, ainda na clandestinidade, e filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), tendo sido eleito por este partido deputado estadual de 1983 a 1991 em seu estado natal. Foi líder do governo Franco Montoro na Assembleia Legislativa em seu 1° mandato, e líder do governo Quercia em seu segundo mandato durante a redação e votação da Constituição do Estado de São Paulo.

Foi vice-governador de São Paulo de 1991 a 1994, eleito na chapa de Luiz Antônio Fleury Filho. Acumulou a função de vice-governador com a de secretário estadual de Negócios Metropolitanos. Assumiu provisoriamente o governo quando Fleury viajou ao exterior. Foi o primeiro ex-comunista a ocupar este cargo.

O passado revolucionário de Aloysio Nunes

Vice de Aécio Neves, o senador do PSDB participou da oposição armada pela ALN e do assalto ao trem pagador. Hoje, considera tudo um erro

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Acima, a carteirinha de Marighella do Partido Comunista do Brasil. Ao lado de sua ficha no DOPS. Já advogado, Aloysio Nunes foi segurança e motorista de Maringhela
A carteirinha de Marighella do Partido Comunista do Brasil, e sua ficha no DOPS.
Já advogado, Aloysio Nunes foi segurança e motorista de Maringhella

 

por Renan Truffi

 

Em seu site pessoal, o candidato a vice na chapa de Aécio Neves, senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), resume em pouco mais de dez palavras o que foi boa parte da sua militância e principalmente os cinco anos de luta armada contra a ditadura militar pela Ação Libertadora Nacional (ALN), uma das organizações de guerrilha mais estruturadas na época do regime: “Por conta de ações contra a ditadura militar, precisou sair do Brasil”, diz o texto na seção “biografia” do tucano sobre o período de 1963 a 1968, antes do exílio na França. A razão pelo pouco destaque à própria história não é segredo. O tucano acha que sua postura naquele período foi um erro.

Quase 30 anos depois do fim da ditadura militar, Aloysio Nunes vai disputar uma eleição presidencial justamente contra uma ex-companheira de luta. Assim como o senador tucano, a presidenta Dilma Rousseff participou da resistência à ditadura, mas por uma organização chamada Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Os pontos em comum entre os dois param por aí. Apesar de terem lutado pelo mesmo objetivo, Aloysio e Dilma trilharam caminhos diferentes.

O senador conheceu os seus primeiros companheiros de luta quando foi presidente do Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, da Universidade de São Paulo (USP). Durante esse período, ele era filiado ao Partido Comunista Brasileiro. Mas foi na ALN, liderada por Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira, que ele ganhou importância na luta armada.

A militante Iara Xavier Pereira foi uma das pessoas que militou ao lado de Marighella na ALN. Irmã de Iuri Xavier – um dos líderes da organização que foi assassinado em 1972, Iara relembra o “apreço” com que Marighella falava de Aloysio Nunes. “Ele [Marighella] tinha uma confiança muito grande no Aloysio. Era muito bem quisto por ele. Falava muito bem do senador, que já era muito culto”, relembra ela.

Marighella e Aloysio atuavam muito próximos, entre outras coisas, porque o comunista não sabia dirigir e o senador ficava responsável pelo transporte do líder. De acordo com o biógrafo de Marighella, o jornalista Mário Magalhães, era com Aloysio que Marighella viajava, por exemplo, “quando soube que o congresso da União Nacional dos Estudantes havia sido descoberto em Ibiúna (SP), resultando em centenas de presos”, diz Magalhães em texto publicado no seu blog. Ainda segundo o autor da biografia Marighella – O guerrilheiro que incendiou o mundo, por causa dessa função “até hoje os detratores [de Aloysio Nunes] pensam desqualificá-lo apresentando-o como ‘o motorista de Marighella’”.

Nessa época, o senador atendia, na maioria das vezes, por outro nome. Na clandestinidade, ele era chamado principalmente de “Mateus”. Foi com essa alcunha que o tucano participou de uma das ações mais ousadas da guerrilha durante a ditadura militar. Aloysio Nunes foi um dos protagonistas do assalto ao trem pagador Santos-Jundiaí, em 1968. Quem coordenou aquele ato, com o objetivo de conseguir dinheiro para sustentar a resistência armada, foi o ferroviário Raphael Martinelli.

Hoje, aos 89 anos, ele lembra que o senador era o motorista de um dos carros que recepcionou parte dos militantes com o dinheiro levado do trem. Armado com uma carabina, o então militante ajudou a colocar a carga no veículo e levou o dinheiro arrecado. “Tinha o grupo que fazia o serviço e o grupo que aguardava a descarga, né. Ele tinha que esperar onde o trem parasse, ali em Pirituba, para recepcionar os companheiros que iam descer com a carga. O Aloysio, além de fazer a segurança, estava para receber a carga do trem, o dinheiro. Todo mundo estava armado. Num ato desse a gente não ia com intenção de matar ninguém, mas tínhamos que estar preparados”, explica Martinelli.

Pouco tempo depois desse assalto, em 1969, o senador se exilou em Paris, onde passou a ter a função de dar suporte ao grupo. Além de dar abrigo a companheiros que também se exilavam no país, Aloysio buscou apoio de outros movimentos ou partidos de esquerda na Europa. Não por coincidência, se filiou ao Partido Comunista Francês. A própria Iara, por exemplo, chegou a morar “por um ou dois meses” com Aloysio Nunes e a esposa depois da morte de Joaquim Câmara Ferreira, o Toledo, na tortura, em 1970. “Ele [Aloysio] sai do Brasil por uma série de circunstâncias e fica montando uma estrutura de apoio em Paris até 1972 ou 1973”, conta.

Os companheiros de guerrilha não sabem dizer ao certo por que, mas é nesta época que o senador dá sinais de que teria mudado de opinião a respeito da guerra contra os militares. Com a morte de vários militantes e, principalmente, dos principais líderes da ALN, Aloysio Nunes deixa a organização e volta a se filiar ao PCB. O senador não respondeu às tentativas da reportagem de entrevistá-lo, mas disse recentemente à revista Época que esse período foi “superestimado” e que não diria ter “orgulho”.

“Esse período tem sido superestimado, ele não foi decisivo para a derrota do regime militar. Longe disso, até forneceu o pretexto para o recrudescimento da repressão. Eu não diria que tenho orgulho, mas sempre agi conforme as coisas que considero corretas. Foi o que fiz naquela época. A experiência mostrou que eu estava errado, não só pelo fracasso daquela forma de luta, como também porque ela não foi travada a partir de uma perspectiva democrática”, disse à publicação.