Dinheiro de Eike pegou sumiço

OGeconomico. Eike

Em 2010 informava a Folha de S. Paulo: O empresário Eike Batista saltou da 61ª para a 8ª posição na lista das pessoas mais ricas do mundo, com uma fortuna de US$ 27 bilhões, segundo o ranking de 2010 da revista americana “Forbes”. Ele estreou no ranking em 2008, na 142ª posição.
A revista americana diz “talvez a única coisa maior do que Eike Fuhrken Batista no Brasil seja o morro do Pão de Açúcar”.

No topo da lista da Forbes, o mexicano Carlos Slim, dono da operadora de telecomunicações Telmex, superou Bill Gates, fundador da Microsoft. O primeiro aparece com fortuna de US$ 53,5 bilhões, US$ 500 milhões a mais que Gates.

É a primeira vez desde 1994 que o número um da relação não é um bilionário norte-americano. Em terceiro está o megainvestidor norte-americano Warren Buffett, proprietário da Berkshire Hathaway, com US$ 47 bilhões de dólares.

Histórico

A fortuna de Eike começou a ser construída no início da década dos anos 1980, com atividades de comércio de ouro e diamantes extraídos na região Amazônica.

Depois de uma diversificação dos negócios e de um processo de internacionalização na década seguinte, Eike redirecionou integralmente seus esforços para o Brasil, na crença de que o país “é um dos melhores lugares do mundo para se fazer negócio”, nas palavras do próprio empresário.

Nos últimos anos, o grupo de Eike comprou direitos sobre blocos exploratórios de petróleo e gás e formou a OGX, ainda em fase pré-operacional como várias das empresas do grupo.

Outras empresas da EBX são a MMX (mineração), LLX (logística), MPX (energia) e OSX (estaleiros). Com exceção da holding e da OSX, a última em processo de abertura de capital, as demais já possuem ações negociadas na Bovespa.

Todas as companhias de propriedade de Eike têm a letra ‘X’ no nome em referência ao sinal matemático da multiplicação.

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[Como é que essas botijas de ouro e prata desapareceram? Ficaram encantadas?

O x dessa história é saber se Eike perdeu dinheiro apenas no Brasil?

Não acredito na teoria de que “tudo que é sólido desaparece no ar”…

Tem algo de podre no reino da Dinamarca, ou melhor dito, no reino da Alemanha, que Eike, apelidado pela mãe de “bundinha de ouro”, tem dupla nacionalidade.

 

O excêntrico e extravagante Eike Batista

por Helio Fernandes

Na própria revista Forbes ficavam impressionados com a volúpia com que afirmava publicamente: “Serei o homem mais rico do Brasil e, em 2 ou 3 anos o mair rico do mundo”. Carlos Slim, o mexicano mais rico do mundo (que hoje tem negócios rendosos no Brasil de televisão por assinatura), ria.

Há 5 anos, EIke comprou o tradicional Hotel Glória. Queria trocar o nome para “Bilionaire”. Esse é o nome de um hotel na belíssima praia da Sardenha, só funciona 3 meses por ano, no verão. São todos convidados, bilionários do mundo inteiro.

Na véspera de começar o verão, ninguém paga nada, o champanhe corre solto. No dia seguinte, começam a cobrar, nem se sabe quanto, ninguém olha a conta, não é elegante. No último dia do verão, a mesma coisa: despedida geral, de graça, fecha, só abre no ano seguinte.

Um dos executivos de Eike, que conhecia a história do hotel da Sardenha, aconselhou-o a não seguir a fórmula. “Aqui não dará certo de jeito algum”. Eike aceitou o conselho, uma semana depois demitiu o executivo, que está na Justiça, são vários nessa situação. Noutro dia, Eike mandou telefonar para um executivo, surpresa geral, ele havia sido demitido pelo próprio Eike, pessoalmente.

Tudo de Eike é assim, nenhum empreendimento dele termina. A reforma do Hotel Glória não deve ficar pronta nem para a Copa. Se não fosse Dona Graça Foster, que no auge da crise do grupo OGX, disse publicamente, “estamos conversando com Eike”, já teria naufragado. Quem garante que não naufragou?

 (Transcrevi trechos)

“O BNDES emprestou 37 bilhões, APENAS 10 BILHÕES foram para EIKE BATISTA”

Eike Batista charge

por Helio Fernandes

 

VITE SANDEU E O ARQUITETO LUIZ
OTAVIO PINHEIRO DA FONSECA,
REMEMORANDO ELIEZER, PAI DE EIKE

Que serviço vocês prestaram à coletividade. Desde 1956, quando comecei a fazer coluna e artigo no Diário de Notícias (continuando na Tribuna) Eliezer era meu personagem inestimável e prioritário. Não era perseguição-obsessão, e sim obrigação. Ele era dono e não presidente da Vale, a grande empresa de minérios, depois DOADA por FHC, o Brasil recebendo tostões em títulos desvalorizados.

Não há o que acrescentar, só ratificar e não retificar. Foi dono da Vale, depois dirigiu a Caemi, foi presidente da Minerações Brasileiras Reunidas, resultado da fusão da Caemi com a Bethlehem Steel e, logo em seguida, o de vice-presidente da Itabira International Company (Nova Iorque). Depos, assumiu a diretoria da Itabira Eisenerz GmbH, em Düsseldorf, Alemanha Ocidental, posto no qual permaneceu até 1974, quando passou a dominar a Rio Doce Internacional S.A., subsidiária da Vale em Bruxelas.

Viajou muito, morou várias vezes no exterior. Mais de um ano na União Soviética e quase dois anos na Alemanha, onde casou com Jutta Fuhrken, natural de Hamburgo, e desse casamento nasceram sete filhos, dentre eles Eike Batista. Seus filhos e até um neto (Thor) têm esses nomes por causa da residência.

Inacreditável: presidentes da República e até ditadores não cobravam nada dele. Voltava, não precisava reassumir, retomava a rotina diária, sem o menor constrangimento.

PS – Deixou para o filho, fortuna em espécie e o mapa-da-mina mineral, começo (e parece que o fim) da aventura.

PS2 – Na única vez em que fingiu responder, indiretamente, afirmou: “Paguei 697 milhões de Imposto de Renda”.

PS3 – Agora, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, afirmou audaciosamente: “O BNDES emprestou 37 bilhões, APENAS 10 BILHÕES foram para EIKE BATISTA.

PS4 – A desesperança chega ao apogeu, quando o presidente de um banco de fomento, estatal, EMPRESTA 10 BILHÕES a um aventureiro, e como ressalva, coloca a palava A-P-E-N-A-S.

Ministério Público pretende suspender licitação do Maracanã que é uma doação de Sérgio Cabral para Eike Batista, o bilionário das 1.001 concessões

O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) moveram uma ação civil pública, com pedido de liminar, para que seja suspensa a licitação de concessão do complexo do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, por causa de irregularidades no processo. Os procuradores argumentam falta de competitividade, ausência de justificativa para o valor a ser investido pela empresa vencedora e de um estudo de viabilidade econômica por parte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
De acordo com a ação, não há justificativas para o valor estimado que a concessionária deverá investir: cerca de R$ 594 milhões ou para o valor mínimo de outorga, fixado em R$ 4,5 milhões a serem pagos ao governo. Os dados constam do edital de concessão e todos os seus anexos disponibilizados pela Secretaria de Estado da Casa Civil.
Segundo o procurador da República, Vinícius Panetto, o estudo de viabilidade financeira da concessão do Complexo do Maracanã deveria ser divulgado pela internet para livre acesso do cidadão. Os procuradores pedem que sejam publicados os dados referentes às receitas e despesas operacionais do estádio, além do valor mínimo da outorga de concessão e dos investimentos a serem feitos pela concessionária.
De acordo com Panetto, outra linha de argumentação é referente ao BNDES, responsável pelo financiamento de R$ 400 milhões para a reforma. “As obras não envolvem apenas o estádio, mas há compromissos do estado também em relação ao entorno do Maracanã. Entendemos que o banco não poderia aportar recursos em um investimento que não tivesse viabilidade econômica. É necessário que o BNDES faça uma análise desse novo modelo de gestão do complexo esportivo”, alega o procurador.
Por fim, a procuradoria argumenta que os prazos do edital de concessão não foram suficientes para que as empresas interessadas se manifestassem. “Foi dado um prazo de três dias para as visitas técnicas, insuficiente para o oferecimento de propostas. Estamos falando de uma concessão que não é curta, e que pelo programa vai se encerrar após 35 anos. Em razão disso, é necessário que as licitantes tenham mais tempo para se prepararem, estudarem o modelo de gestão e oferecerem suas propostas”, avaliou Panetto.
“A finalidade dessa ação é preservar o patrimônio da União e o patrimônio público do Rio de Janeiro, já que quanto mais concorrentes e mais empresas tenham conhecimento aprofundado do modelo de gestão do estádio, maiores as chances de mais consórcios oferecerem propostas. Essa concorrência sadia sempre resulta em benefícios para os cidadãos”, disse o procurador. Nos primeiros 13 anos de gestão e exploração do estádio pela iniciativa privada, o governo do estado irá pagar o financiamento, e caso não o faça, a União deverá se responsabilizar pelo pagamento.
A licitação do Maracanã está prevista para o dia 11 de abril. No entorno será construído um shopping. Para isso, está prevista a demolição do Estádio de Atletismo Célio de Barros, o Parque Aquático Júlio Delamare, a Aldeia Maracanã e a Escola Municipal Friedenreich, que está no local há 48 anos e é referência no ensino de crianças com deficiências físicas e mental.

Edição: Carolina Pimentel/ Diário de Petrópolis/ Título do editor do blogue

 

[TUDO PODE TERMINAR NA BAGATELA DE R$ 4,5 MILHÕES, O VALOR MÍNIMO DE OUTORGA FIXADO PELO GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL. NÃO É PIADA NÃO. É PURA MAGIA. O  ABRE Ó SIMSIM] 

O público e o privado (no reino de Sérgio Cabral)

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por  Agostinho Vieira 

Não conheci o desembargador Ricardo Damião Areosa, nem a sua mulher, a advogada Cristiane Teixeira Pinto. Poderia ter conhecido. Apenas três quadras separam o meu prédio do apartamento onde viviam e que foi completamente destruído pelo fogo no último domingo. Da minha casa ouvi o barulho dos carros de bombeiros chegando e da janela deu para ver a fumaça branca, sem identificar exatamente de onde vinha.

Dormi sem conhecer o tamanho da tragédia que, no dia seguinte, passou a ser um dos temas preferidos na internet, nas redes sociais e nas ruas do Leblon. As primeiras informações davam conta de uma porta blindada que não pôde ser aberta. Reclamavam do atraso dos bombeiros e do hidrante. Os moradores dizem que foram 35 minutos, entre o primeiro chamado e a chegada. A corporação fala em seis minutos. Já a Cedae insiste em dizer que o hidrante funcionava. Os bombeiros negam. O fato é que o casal, acuado pelas chamas, se jogou do quarto andar e morreu.

A tal porta não era exatamente blindada. Era feita de madeira maciça e possuía quatro trancas. A intenção era evitar os eventuais assaltos que pudessem ocorrer num dos bairros mais valorizados do Rio. E é exatamente isso que me intriga. Esse conceito de valor. Não consigo deixar de pensar na tristeza que é viver numa cidade onde os hidrantes não funcionam, os bombeiros não têm escadas Magirus e as portas que garantiriam a segurança servem como ratoeiras.

O OUTRO LADO DO LEBLON

Qualquer observador um pouco mais atento que andar pelas ruas do Leblon, de Ipanema ou de outro bairro da moda, verá calçadas quebradas, vazamentos constantes de esgoto e a segurança privada que toma conta de várias ruas. Na semana passada, um desses seguranças trocou tiros com dois bandidos que passavam de moto na região. Isso em plena hora do almoço, quando as crianças saíam dos colégios. Verá também muito lixo no chão, lixeiras quebradas e os vendedores de quentinhas.

Ou seja, falta segurança, falta saneamento, falta conservação, falta fiscalização e sobra sujeira. Problemas que se repetem em bairros como o Méier, Madureira, Campo Grande, Barra ou Santa Cruz. Por que, então, Ipanema e Leblon são mais caros? Talvez sejam as praias. Mas elas são sujas. As areias têm mais coliformes fecais do que qualquer padrão considerado aceitável. Devem ser as ofertas de lazer. Aqueles teatros e boates que foram fechados porque não tinham saída de emergência.

Acho que o problema está na nossa definição de “valor” ou “valorizado”. Morar na Zona Sul é chique, é bacana, mesmo que as coisas não funcionem direito. Outro dia vi algumas pessoas chocadas porque souberam que o Seedorf estava indo ao treino do Botafogo de ônibus. Como é que alguém com o status dele resolve andar de ônibus? Em alguns países onde o Seedorf já jogou, como a Holanda, a Espanha e a Itália, o natural, o civilizado é usar os transportes públicos.

Por aqui é diferente. O que vale é o privado, o individual, o exclusivo e, se possível, o personalizado. Quem tem dinheiro sonha com o melhor apartamento, no lugar mais badalado, com um carro caro na garagem. Pode ser blindado. Talvez seja preciso ter uns dois ou três seguranças. Tudo bem. É fundamental ter o melhor plano de saúde do mercado e um gerente pessoal para cuidar das contas.

DE QUE VALE TUDO ISSO?

Isso é perfeito, ou quase. De que vale tudo isso quando se sofre um acidente na rua e a ambulância do SAMU te leva para um hospital público? E se o apartamento pega fogo, a porta não abre, o bombeiro não chega e o hidrante não funciona? É uma ilusão, quase uma infantilidade, achar que podemos viver sozinhos, sem depender dos amigos, dos vizinhos, da sociedade e do poder público.

Nossa tendência é lembrar dos políticos e da política apenas em época de eleição. Ou quando surge algum escândalo. Mas sem os políticos certos nos lugares certos, os serviços públicos não funcionam. Ontem, o governador Sérgio Cabral, que também mora no Leblon, perdeu uma boa oportunidade de ficar calado. Disse que o serviço prestado pelos bombeiros teve “padrão internacional”. Não teve. E voltou com a velha ladainha: “Nunca se investiu tanto na corporação como no meu governo”.

Não importa se um governo investiu dez, outro 20 e um terceiro 30. Não funcionou. Duas pessoas morreram. A pergunta é: O que deve ser feito e investido para ter realmente um padrão internacional? O que é um padrão internacional? Resolvido o que se quer e quanto custa, é preciso apresentar o problema de forma transparente e dizer: “Vamos levar dez anos para chegar lá. Só depois de três governos teremos algo aceitável”. Seria quase uma overdose de honestidade.

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Eike ganha Marina da Glória (Aterro do Flamengo), cartão postal do Rio, de presentão

Escreve Ricardo Noblat

 

Sem qualquer divulgação ou audiência pública prévia, está mais perto de se tornar realidade o sonho de Eike Batista de construir lojas e um centro de convenções na Marina da Glória, que integra o Parque do Flamengo, tombado desde 1965 e cenário que ajudou o Rio a conquistar o título de Patrimônio Mundial como paisagem cultural urbana da Unesco.

A Comissão de Análise de Recursos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) informou, por meio de sua assessoria, que aprovou o anteprojeto de modernização da marina, que inclui a construção de um prédio de 15 metros de altura e mudanças numa área de 20 mil metros quadrados.

aterro do rei

Escrevem Cristina Grillo e Mariana Sallowicz:

Desde 2009, quando obteve a concessão para explorar a Marina da Glória, no Aterro do Flamengo, o grupo EBX, de Eike Batista tenta emplacar um projeto de reforma que atenda seus interesses, tenha aprovação do patrimônio histórico e escape de críticas de urbanistas e ambientalistas. A Folha apurou que sua mais recente tentativa, um anteprojeto que obteve aprovação do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), terá um centro de convenções com capacidade para 900 pessoas, 50 lojas, 450 vagas náuticas, 600 para carros, e um local para exposições ao ar livre com 18 mil m². A aprovação é necessária porque o Aterro do Flamengo é tombado. Com a reforma da marina, a região se tornaria uma espécie de “bairro X” -a letra que Eike sempre usa em seus empreendimentos. Em frente ao local fica o hotel Glória, que está sendo reformado pela REX, braço imobiliário do grupo EBX. Mais adiante surgirá outro hotel do grupo, em um prédio pertencente ao Flamengo. A arquiteta Andrea Redondo, ex-presidente do Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural do Rio, é contrária ao projeto. “O parque onde está localizada a marina é um espaço público.”

ÁREA PARA PIQUENIQUE

O novo projeto não prevê vagas secas, aquelas reservadas em áreas terrestres para embarcações de menor porte. Atualmente há cem vagas desse tipo. A intenção é fazer com que a marina receba barcos de médio e grande portes. Para isso, será preciso dragar a área. Numa espécie de contrapartida, o espaço atualmente ocupado pelos barcos pequenos vai virar uma área de piqueniques. O novo projeto mantém o estacionamento em dois níveis, um na altura do mar e outro mais alto, no acesso do calçadão da marina, mas diminui à metade as vagas. O grupo EBX pensa em instalar a sede brasileira do Cirque du Soleil em uma área da marina onde já acontecem suas temporadas cariocas. O grupo nega. Uma das empresas de Eike, a IMX Arts, é uma sociedade entre a IMX (braço do grupo para a área de entretenimento) e o Cirque de Soleil.

Eike e Dilma
Eike e Dilma. Clique na foto para aumentar. Vale um olhar melhor 

[Veja mais fotos de Eike. Pelas roupas que usa podemos identificar sua multiplicidade de vantajosos negócios e sua vida de rei do Rio e 1001 concessões. Ou doações, para usar uma classificação do jornalista Helio Fernandes]

POR QUE O IPHAN DE BRASÍLIA DOOU A MARINA DO ATERRO A EIKE BATISTA, SEM CONSULTAR O IPHAN DO RIO?

por Helio Fernandes

Victor Andrade

É mais um dos grandes escândalos. Vem se arrastando há tempos, já haviam decidido DOAR a propriedade pública ao empresário que já estava entre os 100 mais ricos do mundo, mas mesmo para ele, era bandalheira da grossa. Agora, com a AUTORIZAÇÃO do IPHAN de Brasília, surgiram provas (não mais indícios ou sussurros) da escandalosa DOAÇÃO.

Por que não consultaram o IPHAN do Rio? Nem é caso de consulta, até mesmo de comunicação. Se não lessem jornais, arquitetos e engenheiros do Rio não saberiam de nada. Tudo é vago, mas rigorosamente conclusivo e lesivo para a maravilha que é o Aterro.

Construção de 15 andares de altura, que ninguém sabe como calcular. 633 vagas de estacionamento em pleno Aterro. Sem contar que Eike Batista vai construir muito mais do que a autorização que irá receber. Só não receberá se houver um movimento nas redes sociais para impedir esse roubo ou usurpação do patrimônio público.

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