Charlie Hebdo ridiculariza todas as religiões, menos uma

O jornal Charlie Hebdo era internacionalmente conhecido por debochar da Santíssima Trindade, da virgindade da Imaculada Conceição, dogmas do cristianismo; e fazer palhaçadas com o profeta Maomé, venerado pelos muçulmanos.

Jamais criticou o judaísmo. Por quê?

A chamada grande imprensa esconde. Idem os jornalões brasileiros. Publicado in Contexto Livre:

Os Rothschild compraram o Charlie Hebdo pouco antes dos atentados em Paris

 

 Rothschild
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Pra quem ainda acredita que o massacre em Paris não foi ‘false flag’, segue material para reflexão

Os atentados de 7 de janeiro em Paris cada vez mais se parecem ao 11-S. Se fôssemos da Guarda Civil diríamos que o “modus operandi” é o mesmo, que é a mesma mão que balança o berço.

O caso é que uma revista econômica holandesa, Quote, revelou a informação da compra em 9 de janeiro, dois dias depois dos atentados, leia aqui

E o jornal alemão NeoPresse a reproduziu dez dias depois. Confira aqui

A família de banqueiros Rothschild comprou uma revista em ruínas em dezembro do ano passado e ao mesmo tempo o jornal “Libération“, outro velho fóssil de maio de 68, que entrara para as fileiras da pura e dura reação há muito tempo.

Se alguém tinha dúvida dos motivos pelos quais os últimos números de Charlie Hebdo estavam sendo lançandos desde a redação do “Libération”, aqui está a resposta: porque são do mesmo dono.

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A aquisição não foi pacífica; ocorreram desentendimentos dentro da família de banqueiros, conta o Barão Philippe de Rothschild numa entrevista publicada por Quote. O tio Edouard não queria comprá-la porque isso lhes traria um poder político que não queriam, diz o sobrinho à revista. “Não nos queremos misturar em política”, assegura Philippe, “ou pelo menos não de uma maneira tão aberta“.

Se isso estiver correto, como parece, a pergunta é inevitável: foi o atentado contra a revista outro negócio redondo por parte dos Rothschild? Eles a compraram a preço de banana, porque antes de 7 de janeiro, a revista só gerava prejuízos.

Mas se só gerava prejuízos, que interesse teriam os banqueiros em comprar uma revista em ruínas? É então que aparece o aspecto político que o Barão Philippe quer manter em segundo plano: para continuar com as provocações de Charlie Hebdo contra os muçulmanos.

Teremos Charlie Hebdo por algum tempo. Agora que a revista passou a ter não somente 60.000 leitores, mas uma audiência de sete milhões. Além do dinheiro que está chovendo, não só do Estado francês, senão procedente de investidores privados. Estão se forrando.

Mas não sejam vocês preconceituosos nem conspiratórios. Nada do que acabamos de expôr significa que os Rothschild organizaram os atentados, nem muito menos que fizeram matar pessoas pelo vil dinheiro. De jeito nenhum. É claro que o que aconteceu em Paris é uma cópia quase exata do 11-S em Nova York, onde asseguraram os ataques terroristas as Torres Gêmeas pouco antes de derrubá-las, é pura coincidência.

E se a imprensa internacional não publicou nada disto, é porque ainda não estão informados. E quando souberem, será notícia no telejornal das 9 da noite. O que tinham pensado? Pensaram que lhes ocultariam a informação? Que não lhes contariam toda a verdade e nada mais que a verdade?

 

 

O ‘Charlie Hebdo’ voltou às bancas com a “irreverência” dos seus melhores e piores momentos

por Francisco José Viegas

 

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A eurodeputada Ana Gomes, por exemplo, acha que o jornal satírico fez mal em utilizar de novo a imagem do profeta Maomé, porque isso ofende os muçulmanos. Há uma longa lista de coisas que ofendem os muçulmanos mais radicais, os judeus mais fundamentalistas e os cristãos mais conservadores. Proteger uns e não proteger outros seria uma injustiça sem perdão, de modo que é melhor não fazer nada que ofenda seja quem for, o que nos levará a um beco sem saída onde estaríamos todos esquizofrénicos, a vigiar o parceiro do lado. O problema está em criminalizar as ofensas e em ocupar o espaço público com essa esquizofrenia. Para o ano, por exemplo, não haverá Natal – porque isso ofende muçulmanos e deixa judeus indiferentes.

Citação do dia

“Primeira lição: o terrorismo jihadista está dentro da Europa, não vem de tapete voador.”

Rui Pereira, ontem, no CM

 

Inconoclastia: justiça considera sacrossantas as imagens do rei da Espanha e Lavareda

Depois do filme norte-americano “A Inocência dos Muçulmanos”, o semanário satírico francês Charlie Hebdo publicou novas caricaturas de Maomé.

Para o diretor do Charlie Hebdo as caricaturas “não são mais provocadoras do que o normal. Depende de quem as vê, do leitor.”

Um argumento que não convenceu o reitor da Grande Mesquita de Paris, Dalil Boubakeur. “Penso que há aqui qualquer coisa que ultrapassa o domínio da compreensão, do raciocínio lógico e, até mesmo, da responsabilidade.”

O ex-primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault, num programa radiofónico, defendeu: “Se há pessoas que sentem que as suas convicções foram ofendidas, que a lei não foi respeitada, vivemos todos num Estado de direito, um Estado de direito que deve ser totalmente respeitado e podem levar o caso a tribunal. Isto já aconteceu relativamente a este semanário. Em seguida, há o contexto e é da responsabilidade dos dirigentes do jornal de decidir o que devem publicar ou não.”

A Agence France-Press colocou uma foto de Dilma entre as dez melhores do ano de 2012.

Dilma que foi eleita pelo povo nem deu bolas. Os jornalões e revistas de papel cuchê  do PIG  até que gostaram.
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 REI PELA GRAÇA DE UM CAUDILHO

El juez de la Audiencia Nacional Javier Gómez Bermúdez ha citado a declarar por un delito contra la Corona al escritor Jair Domínguez y la presentadora del programa de TV3 ‘Bestiari il·lustrat’, Bibiana Ballbé, por la emisión en la que el primero disparaba pintura roja con una pistola contra un dibujo del rey Juan Carlos enmarcado en una diana, informaron fuentes jurídicas.

El titular del Juzgado Central de Instrucción número 3 ha remitido este lunes un exhorto al Decanato de los Juzgados de Barcelona y Gerona, donde ambos residen, para que dos jueces les interroguen por esta cuestión cuando lo consideren oportuno.

Aunque el exhorto del juez Gómez Bermúdez no señala expresamente que Domínguez y Ballbé estén imputados, la resolución apunta la posibilidad de que acudan a la comparecenciaacompañados de un abogado.

El magistrado ha tomado esta decisión después de recibir una denuncia del sindicato ‘Manos Limpias’ y las diligencias que incoó la Fiscalía de Cataluña tras analizar un informe de los Mossos d’Esquadra al que se adjuntó la grabación del programa, que fue emitido el pasado 9 de octubre en el Canal 33, segunda cadena de la televisión pública catalana.

En el programa se incluyó un vídeo en el que el escritor Jair Domínguez disparaba con una pistola que lanzaba pintura roja contra cuatro dianas donde estaban dibujados el rey Juan Carlos; el expresidente del Palau de la Música Fèlix Millet; el columnista Salvador Sostres y el príncipe Carlos de Inglaterra.

Antes de disparar contra la diana del monarca, Jair Rodríguez criticaba a la monarquía española por ser cutre y añadía que debían dejarlo todo “e irse lejos. Si no, le tendríamos que meter cuatro tiros. La violencia es la última opción, pero es una opción”, agregaba, y a continuación disparaba sobre la silueta con la pintura roja.

Tras trascender el contenido del programa, que el portavoz de CiU en el Congreso, Josep Antoni Duran i Lleida, llegó a calificar de “intolerable”, la directora del espacio, Mai Balaguer, presentó su dimisión ante la dirección de Televisió de Catalunya (TVC), al considerar que las imágenes atentaban “contra los principios éticos y democráticos”.

“La dirección de TVC rechaza cualquier alusión a la violencia”, señaló la televisión autonómica catalana en un comunicado en el que anunciaba la retirada de las imágenes de todos sus portales de internet y garantizaba que no se volverían a emitir.

Juan Carlos foi sagrado rei pela força de um voto, a vontade soberana ditator Francisco Franco, que auto se denominava “caudilho pela graça de Deus”. Veja vídeo
LAVAREDA OUTRO INTOCÁVEL
Em Pernambuco, o jornalista Ricardo Antunes, que se encontra preso, está proibido de escrever e falar o nome de Antônio Lavareda. A censura vale para a publicação de fotos e filmes.