Deitado em berço esplêndido e de pernas abertas

Taí uma meia=verdade. O jornalão não tem coragem de citar os gastos dos cinco supremos tribunais de Brasília. Nem das forças armadas. Nem das agências reguladoras e dos fundos de pensões especiais dos marajás e Marias Candelária. Que o INSS dá lucro.

Não toca nos empréstimos do BNDES. Na auditoria da dívida.

Toda vez que o Brasil começa a temporada das quermesses – entrega das empresas estatais -, concessões de minas e outras doações, a imprensa passa a falar de inchaço. Pede o estado mínimo, o salário mínimo, e defende a globalização unilateral das nossas riquezas. A entrega máxima. A entrega total. Os cofres, portos, aeroportos e pernas abertas.