Receber um salário mínimo do mínimo como pensão ou aposentadoria é violência e humilhação

Compara a pensão ou aposentadoria de um idoso, que recebe a merda do salário mínimo, com as moedas de ouro das ricas aposentadorias de um desembargador, de um coronel da polícia militar, de um fiscal, de um deputado, de um senador, de um prefeito, de um governador, de um brigadeiro, de um almirante, de um general, de um procura dor e não acha e outros marajás e Marias Candelária.

Eta Brasil desigual.

Um salário mínimo mora em algum mocambo em uma favela sem saneamento, sem água, sem nada.

Morto de fome, humilhado, esquecido, abandonado, para receber a pensão ou aposentadoria mínima, pra lá de mínima, tem que provar, a cada seis meses, que ainda não morreu. Neste Brasil de muita gente viva. Viva demais.

Eta país corrupto.

violencia idoso

É preciso ser um cara de pau para pronunciar esta frase mentirosa e cruel. Coisa de agiota e escravocrata:

Fraga, salário mínimo

Salários nas alturas

Alfredo Sábat
Alfredo Sábat

Dispararam os salários. Dos deputados. Dos vereadores. Dos togados. Dos coronéis das PMs.
E o salário mínimo da fome precisa deixar de ser degradante, humilhante.
Basta de tanta desigualdade.

A grande maioria da população passa fome, recebendo um salário, ou pensão, ou aposentadoria de 788 reais.
Eta Brasil cruel.

Renan e Cunha instalam o parlamentarismo à brasileira

De iniciativa do Congresso não foi votada nenhuma lei que beneficie o povo. E sim contra o pobre povo pobre brasileiro.

Terceirização = Servidão

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Pretendem deputados e senadores a terceirização ampla, geral e irrestrita para o retorno do emprego precário, do emprego sem nenhum direito trabalhista. É o retorno das tempos da escravidão, quando o negro tinha o direito de descansar aos 70 anos.

Fim da Lei do Sexagenário 

O senador José Serra pretende aumentar a idade de aposentadoria do trabalhador brasileiro, que bate o ponto e trabalha de 10 a 14 horas todo santo dia. Quando um senador trabalha apenas três dias por semana, e tem mais férias que um togado. Uma vida mansa no luxo e na luxúria. Pela vontade de Serra, aposentadoria só depois dos 75 anos, sem oferecer ao brasileiro da classe média baixa, e a grande maioria dos que ganham o salário mínimo, nenhuma garantia de emprego, que a estabilidade foi cassada pelo ditador Castelo Branco.

Shopping de artigos de luxo

shopping camara

Eduardo Cunha vai construir um shopping de um bilhão, com o dinheiro da crise. Tudo para a vida secreta das madames. Artigos de comes e bebes. De cama e mesa. Tudo a preço bem baratinho. Que a Câmara não paga impostos. Vive dos impostos diretos e indiretos.

Parlamentarismo 

pec bengala

Estava previsto um golpe à Honduras e Paraguai. Mas Renan Calheiros e Eduardo Cunha, inspirados no modelo militar que deu posse a Jango, criaram coisa parecida, um parlamentarismo nada legal.

Leis contra o povo e contra o Brasil estão sendo votadas, visando o fim do presidencialismo, com o apoio silencioso da justiça absolutista, que receberá, em troca, a Lei da Bengala para beneficiar o ministro Gilmar Mendes e foder  de vez os brasileiros sem nenhum poder.

Pelo parlamentarismo caboclo, os senadores pretendem nomear os ministros do STF e os presidentes das estatais e empresas de economia mista.

Dentre outra safadezas, para ajudar os banqueiros, nomear e dar autonomia ao presidente do Banco Central.

esposa deputado

Crise? Sobra dinheiro para gastar com futebol

Rodrigo de Matos in Portugal: nunca, como agora, este cartoon fez tanto sentido
Rodrigo de Matos in Portugal: nunca, como agora, este cartoon fez tanto sentido

Quem disse que não há dinheiro? Você que gosta de carros, veja os cavalos dos jogadores portugueses.

Na Espanha, na Itália, não existe crise no futebol para jogadores e cartolas. Principalmente os cartolas.

O Brasil precisa mostrar o luxo e a luxúria de quem vendeu e de quem tem o passe vendido.

O torcedor na miséria, e os jogadores da Legião Estrangeira de bola cheia de grana, inclusive acusados de entregar a Copa para a seleção da Alemanha.

Svitalsky Bros
Svitalsky Bros

Congresso direitista e escravocrata quer terceirizar emprego

terceirização - 38%

 

Um projeto safado pretende rasgar de vez a CLT, e legaliza a servidão. Todo emprego passa a ser temporário.

Este Congresso é o mais conservador e direitista e patronal da História do Brasil. Legisla para os grandes financiadores de campanhas eleitorais.

A terceirização criou a corrupção na Petrobras e outras estatais.

A terceirização foi introduzida pelo governo de Fernando Henrique.

A terceirização nas empresas privadas escraviza o trabalhador. No executivo, no legislativo, no judiciário, nas empresas públicas fornece a carne fresca para a luxúria, e emprego para os nepotes e fantasmas.

Importante: todo trabalhador brasileiro tinha estabilidade no emprego, direito cassado pelo ditador Castelo Branco logo depois do golpe de 1 de abril de 1964.

Entenda o projeto. Escreve Luís Guilherme Barrucho (*) para a agência de notícias BBC:

Criticado por centrais sindicais, mas apoiado por grande parte do empresariado nacional, o projeto de lei que regulamenta a terceirização dos contratos de trabalho deve ser votado na tarde desta terça-feira pela Câmara dos Deputados cercado de pontos polêmicos.

O principal deles é a permissão de que empresas terceirizem não só atividades-meio (funções de apoio ao negócio central da empresa, como limpeza e vigilância), mas também as atividades-fim (por exemplo, a fabricação de carros, no caso de uma montadora).
Para os críticos, o projeto de lei é prejudicial aos trabalhadores pois coloca em risco a conquista dos direitos trabalhistas e pode levar a uma substituição em larga escala da mão de obra contratada diretamente pela terceirizada.

Já os defensores da proposta acreditam que ela acaba com a insegurança jurídica, aumenta a produtividade e gera mais empregos.

Até agora, por causa da ausência de parâmetros definidos para a terceirização, o tema vem sendo regulado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho), por meio da chamada Súmula 331, que proíbe a contratação de trabalhadores por meio de empresas interpostas, exceto os trabalhadores temporários (como aqueles que trabalham em época de Natal e Páscoa). De acordo com o dispositivo, a terceirização somente é legal quando se refere à atividade-meio da empresa, e não à atividade-fim.

No ano passado, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu entrar na polêmica, ao declarar o tema de repercussão geral, em meio à multiplicação de ações civis públicas ajuizadas pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) envolvendo indenizações milionárias. O julgamento não ocorreu e está previsto para acontecer em 2015.

Centrais, sindicatos e movimentos sociais prometem realizar manifestações em todo o Brasil nesta terça-feira para barrar a votação do projeto de lei. “Vamos fazer uma campanha massiva contra todos os deputados que votarem a favor dessa proposta”, afirmou à BBC Brasil Graça Costa, secretária das Relações de Trabalho da CUT (Central Única dos Trabalhadores).

A BBC Brasil listou três pontos polêmicos do projeto de lei e ouviu opiniões – contra e a favor – sobre ele.

Novo empregado apresentação por Eneko trabalho emprego

1. Terceirização de toda e qualquer atividade

A possibilidade de que as empresas passem a terceirizar não só a atividade-meio (aquelas que não são inerentes ao objetivo principal da empresa, ou seja, serviços necessários, mas não essenciais), mas também a atividade-fim (aquela que caracteriza o objetivo principal da empresa) é um dos itens mais controversos do projeto de lei que regulamenta a prestação de serviços por terceiros.

No caso de um banco, por exemplo, a mudança permitiria que bancários – de operadores de caixa a gerentes, ou seja, aqueles que desempenham atividade-fim nessas instituições – passem a ser terceirizados. Atualmente, nessas empresas, apenas trabalhadores como seguranças ou faxineiros podem ter esse tipo de contrato, pois exercem atividade-meio, já que a atividade principal de um banco não é fazer segurança tampouco faxina.

Os críticos dizem, no entanto, que a flexibilização dos contratos “precariza as relações de trabalho”. Eles também argumentam que, ao serem empregados como terceirizados, os trabalhadores perdem os benefícios conquistados pela categoria, como, por exemplo, piso salarial maior, plano de saúde, vale-alimentação, participação nos lucros, entre outros.

“Esse projeto de lei precariza as condições de trabalho no país. Dizem que mais empregos serão gerados, mas com que padrão? Padrão chinês?”, critica o juiz Germano Silveira, vice-presidente da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho), em referência às más condições de trabalho em fábricas na China.

“Os terceirizados ganham salários mais baixos, até metade do que ganha um contratado direto, e sofrem acidentes de trabalho com mais frequência, pois as empresas que prestam o serviço terceirizado economizam nos itens de segurança para cortar custos”, acrescenta. “Os deputados (a favor do projeto de lei) querem transformar essa diferença de salário em lucro para os empresários”.

Graça Costa, secretária das Relações de Trabalho da CUT (Central Única dos Trabalhadores) concorda. Segundo ela, o projeto, se aprovado, vai provocar uma substituição em massa de trabalhadores contratados por terceirizados.

“Há hoje no Brasil quase 13 milhões de trabalhadores terceirizados, contra 35 milhões de trabalhadores contratados. Essa situação vai se inverter com a aprovação desse projeto de lei. O objetivo das empresas é unicamente reduzir custos. A relação de trabalho, que hoje é bilateral, ou seja, entre trabalhador e empregador, vai deixar de sê-lo, abrindo espaço para subcontratações a torto e direito. Será quebrada a coluna vertebral do direito do trabalho no Brasil”, avalia.

Segundo Costa, estimativas apontam que, além de terem salários menores, os terceirizados trabalham mais e correm mais riscos de sofrer acidentes, inclusive fatais. Ela acrescenta ainda que, dos dez maiores grupos de trabalhadores em condições análogas à escravidão resgatados entre 2010 e 2014, 90% eram de mão de obra terceirizada.

estado mínimo terceirização desemprego salário trabalhador

2. Responsabilidade das empresas contratantes sobre obrigações trabalhistas
Pela atual versão do PL 4.330/2004, a empresa contratante (tomadora de serviços) deve fiscalizar se a empresa terceirizadora (fornecedora de serviços) está fazendo os pagamentos trabalhistas e previdenciários e garantindo os benefícios legais, como férias remuneradas. Apenas se não comprovar ter feito a fiscalização, ela poderá ser punida no caso de haver alguma irregularidade. O projeto de lei determina que a empresa contratada comprove por meio de documentação mensal que está cumprindo com suas obrigações.

As centrais sindicais, no entanto, defendem que a responsabilidade do tomador de serviço não seja “subsidiária”, mas “solidária”. No linguajar jurídico, a chamada “responsabilidade subsidiária” significa que a empresa contratante (tomadora de serviços) somente pagará se o devedor principal deixar de pagar. Isso leva o trabalhador a demorar mais tempo para receber seu dinheiro, no caso de uma demissão sem justa causa, por exemplo – porque ele precisa esgotar primeiro todas as possibilidades para receber do devedor solidário, ou seja, da empresa contratada.

Como muitas vezes essas terceirizadoras têm capital social muito baixo, com poucos bens no nome da empresa ou dos sócios, o trabalhador acaba enfrentando um longo périplo na Justiça para reaver seus direitos, dizem os representantes dos sindicatos.

“Essa foi uma solução intermediária (para o impasse), mas é apenas uma fiscalização formal”, critica Silveira. Para Costa, da CUT, a proposta prejudica o trabalhador porque tira do Estado o poder de fiscalização”.

“Se a empresa terceirizada não cumprir com os direitos dos trabalhadores e a empresa contratante provar que se responsabilizou, o prejudicado será o trabalhador. Não faz sentido deixar na mão do empresário, que tem interesses financeiros nesse sistema, a tarefa de fiscalização, que deveria caber ao Estado”, argumenta.

Costa lembra que o escândalo de desvio de verbas na Petrobras criou, recentemente, um impasse sobre obrigações trabalhistas. “Mais de 20 mil trabalhadores terceirizados foram demitidos recentemente de empresas que prestavam serviços à Petrobras e não sabem a quem recorrer”.

 Vladimir Kazanevsky
Vladimir Kazanevsky

3. Garantias dos direitos trabalhistas aos terceirizados
A garantia dos direitos trabalhistas aos terceirizados, especialmente como deve ficar a representação sindical, é outro ponto de atrito entre críticos e apoiadores do projeto de lei que regulamenta a terceirização da mão de obra.

O texto não assegura a filiação dos terceirizados no sindicato de atividade preponderante da empresa, o que, segundo as lideranças sindicais, fragiliza a organização dos trabalhadores terceirizados.
De acordo com os sindicatos, é comum que terceirizados que trabalhem em um mesmo local tenham diferentes patrões e sejam representados por setores distintos. Negociações com o patronato acabam, assim, prejudicadas, apontam.

“Flexibilizar as relações trabalhistas é um erro, sobretudo no momento de crise. Precisamos de um mercado de trabalho forte, uma massa de trabalhadores com bons salários e com boas condições para que eles possam ser consumidores. O governo vai deixar de arrecadar”, conclui Costa.

*Colaborou Mariana Schreiber, da BBC Brasil em Brasília

 

terceirização PJ

Brasil das chacinas sem cadáveres, dos assaltos sem dinheiro

Fiestoforo
Fiestoforo

Declaração de bandido, de ladrão, de cabra safado, quem acredita na hora, de mão beijada, é também bandido, ladrão e cabra safado.

Declaração de alma sebosa tem que ser primeiro comprovada.

Vem o indivíduo, sem nenhum caráter, como é costume do machismo, e espalha que viu a nudez da mulher do próximo. E a mulher de César fica sob suspeita.

Para os europeus: brasileira é sinônimo de puta.

Delação premiada sem prova, para atender inconfessáveis interesses, não pode ser acreditada por pessoas do bem, pelos que amam a Verdade, a Virtude.

Essa de ladrão receber prêmios e mais prêmios por sujar o nome do inimigo de um delegado, de um juiz, de um dono de jornal, do adversário de um político, de um concorrente de um empresário, sempre aconteceu na história da humanidade.

O Brasil, hojemente, o sujeito confessa que comeu toco para entregar o dinheiro a fulano e sicrano, e que não ficou com nenhum tostão furado.

Vem um doleiro, estabelecido no mercado negro há mais de vinte anos, e de atuação conhecida de um juiz e de um delegado, e não revela em que ilha fiscal enterrou o tesouro.

É um assassinato sem cadáver. É um assalto aos cofres públicos sem dinheiro.

É isso aí. Tem que revelar o destino do dinheiro. Colchão ou banco, o dinheiro está em algum lugar. Ou virou casa, fazenda, ações das estatais vendidas a preço de banana.

É preciso que o assassino revele onde sepultou o cadáver. O local da cova. Ou que cemitério clandestino.

Se aparecer o dinheiro como prova. Puro acaso. Que seja contado, e entregue ao verdadeiro dono, o povo em geral.

O principal é que as riquezas roubadas do Brasil sejam devolvidas a todos os brasileiros. Porque o ouro, os diamantes, entregues por mãos honestas ou desonestas, sempre ficam com uma minoria. Para o luxo e a luxúria de 1% da população.

Diferente do Uruguai e México, Brasil possui castelos e ilhas encantadas

AS FILHAS DA DIDATURA

indignados imperialismo burguesia

 

por Talis Andrade

 

(Primeiro ato)

Nada acontece de novo
no reino da Dinamarca
As filhas da ditadura
depois de brincarem
de guerrilha urbana
esposam católica angelicamente
os filhos dos amigos do pai
convidam burguesa orgulhosamente
o marechal presidente
para padrinho de casamento

Vestidas de branco
belas e joviais
as nobres murzelas
sobem o altar
ao som marcial
da música de Wagner

 

(Segundo ato)

Nada acontece de novo
no reino da Dinamarca
Desfilando em carrões negros
guiados por motoristas negros
as filhas da ditadura
cruzam fortuita perigosa
atordoante passeata estudantil
recordando suspirando heróicas trepadas
quando frequentavam a universidade
pichando muros panfletando
utópicos programas partidários

As consciências leves
as jovens esposas
retornam à militância política
patrocinando chás e bingos
de pública caridade
com fotos dominicais
de Sebastião Lucena
nas colunas sociais

 

(Terceiro ato)

Dona-patroa dispõe
desde menina-moça
das regalias de sangue
casa na praia
casa no campo
casa na corte
Em cada casa o conforto
a sujeição dos criados
para os serviços pesados
e secretos brinquedos
Em cada casa
o ritual preciso
para banquetear os amigos
encastelados no governo
Em cada casa
o ambiente propício
para as festas de santo
e feriados cívicos

No jogo do poder
dona-patroa se arma
de inatas inocentes
sedutoras artimanhas
para o esperto marido
colocar no pescoço
do convidado de honra
o macio mesurado
laço de lobista

Sendo preciso
o sacrifício
uma vítima
uma isca
dona-patroa
com muito jeito
máximo proveito
se enfeita
se perfuma
para dormir
com senadores e ministros
liberando o dinheiro
que o marido cobiça

 

(Quarto ato)

Uma ditadura
fatalmente dura
uma geração
não morre
nem antes
nem depois
Morre de podre
morre de velha
pelas passarelas
dos palácios
e quartéis

As balas da guerra interna
ricocheteiam nos marechais
um a um eliminados
torturados pela artrite
sufocados pela angina
o coração explodindo enfartado
o peito coberto de medalhas

 

(Publicado in O Enforcado da Rainha, 2009)

 

O DIREITO DO POVO SABER ONDE E COMO RESIDEM SEUS GOVERNANTES

 

A revista Caras costumava, sem a devida leitura da Receita Federal, publicar as mais belas e luxuosas residências do Brasil. Notadamente dos novos ricos. Mas sempre esqueceu os palácios oficiais e residências particulares dos presidentes da República, da Câmara dos Deputados, do Senado, das assembléias legislativas, dos governadores, dos prefeitos das capitais e grandes e médias cidades. E ainda dos presidentes dos tribunais de justiça, e dos mais ricos políticos da República Monarquista do Brasil, que realizaram este ano campanhas milionárias.

Tem presidente que não tem medo de mostrar sua moradia.

JOSÉ MUJICA, PRESIDENTE DO URUGUAI, EM SUA CASA (FOTO: AGÊNCIA EFE)
JOSÉ MUJICA, PRESIDENTE DO URUGUAI, EM SUA CASA (FOTO: AGÊNCIA EFE)

 

O presidente José Mujica dirige seu Fusca, que vale mil dólares
O presidente José Mujica dirige seu Fusca, que vale mil dólares

 

Um bom exemplo é o presidente do Uruguai. Leia aqui

O Brasil sempre foi comparado ao México, principalmente quando da realização dos jogos da Copa do Mundo. Pela alegria e festividade do povo.

Também somos parecidos na corrupção política, na passividade da justiça, e no controle da mídia pelos barões, tendo cada governador seus soldados estaduais.

São Paulo possui um efetivo de cem mil militares, sendo uma PM considerada como a terceira força armada da Américas do Sul e Central. Coisa de dar inveja ao México. Pobre México!

Mas a mídia do México não chega a ser tão podre quanto a do Brasil. Os mexicanos conhecem como vivem o presidente e a primeira-dama.

 

A VIDA LUXUOSA DO PRESIDENTE DO MÉXICO EM UM PAÍS DOMINADO PELO MONOPÓLIO DA IMPRENSA 

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9 de noviembre de 2014.- La agencia de noticias de Carmen Aristegui comprobó que la residencia La Palma es “legalmente” propiedad de Higa, una de las empresas a las que el gobierno de Peña Nieto otorgó el contrato para construir un tren de alta velocidad del DF a Querétaro. El dueño es amigo y quien le alquilaba los helicópteros cuando era gobernador del Estado de México. Se sospecha que además, es su socio en varios negocios, la “casita” de las Lomas y el tren a Querétaro, entre ellos.

La construcción del tren de alta velocidad DF-Querétaro ha dado mucho de qué hablar esta semana. La licitación para esa obra, con valor superior a 50 mil millones de pesos, fue anulada el jueves pasado, 6 de noviembre, tres días después de ser emitido el fallo de la SCT, en medio de la crítica de firmas constructoras por el poco tiempo concedido para preparar el proyecto y de cuestionamientos de parte de la oposición sobre la transparencia del proceso.

El nuevo escándalo que involucra a Peña Nieto tiene que ver con la residencia conocida como La Palma, obra del arquitecto Miguel Ángel Aragonés, ubicada en Sierra Gorda número 150, en las Lomas de Chapultepec. Está valuada en siete millones de dólares, unos 94.5 millones de pesos y se encuentra registrada a nombre de Ingeniería Inmobiliaria del Centro, propiedad del Grupo Higa. La compañía que legalmente posee el inmueble controla una de las firmas que había obtenido del gobierno de Peña Nieto el contrato para construir el tren de alta velocidad a Querétaro, de acuerdo con la investigación, de la que un adelanto fue conocido por La Jornada.

La punta de la madeja de la que tiró el equipo de investigación fue una entrevista de la revista de nota rosa ¡Hola! a Angélica Rivera de Peña, esposa del presidente Peña Nieto, realizada en la residencia de La Palma.

En nuestra casa llevamos una vida de lo más normal posible, les he hecho saber que Los Pinos nos será prestado sólo por seis años y que su verdadera casa, su hogar, es ésta donde hemos hecho este reportaje, declaró Rivera de Peña a ¡Hola!, que acompañó la entrevista con varias fotos de la esposa del Presidente posando en la residencia, abunda la investigación.

La casa de La Palma, que no está incluida en la declaración patrimonial pública del presidente Peña Nieto, está interconectada con otra residencia ubicada a espaldas, en la calle de Paseo de las Palmas 125, Lomas de Chapultepec, que pertenece a Angélica Rivera de Peña. De esa propiedad salió la pareja cuando el presidente Peña Nieto tomó posesión del cargo el primero de diciembre de 2012, de acuerdo con los documentos en poder del equipo de investigación de la periodista Carmen Aristegui.

El Estado Mayor Presidencial, el cuerpo militar de élite responsable de la seguridad del Presidente y su familia, confirmó oficialmente al equipo de periodistas que custodia la casa de Sierra Gorda 150.

El propietario

La residencia de La Palma, a la que la esposa del Presidente se refirió comonuestra casa en la entrevista con ¡Hola!, está registrada a nombre de Ingeniería Inmobiliaria del Centro, una empresa propiedad del Grupo Higa (GH).

El Grupo GH, a través de su filial Constructora Teya, fue parte del consorcio de empresas que el lunes 3 de noviembre obtuvo del gobierno federal el contrato –que no llegó a ser firmado– para construir el tren de alta velocidad de la ciudad de México a Querétaro, una obra valuada en 50 mil 820 millones de pesos –alrededor de 3 mil 755 millones de dólares.

El grupo de empresas que obtuvo la licitación –un fallo del que el gobierno federal reculó el jueves 6 de noviembre– estuvo integrado por ocho compañías. Entre ellas, China Railway Construction Corporation, paraestatal del gobierno chino, y las firmas mexicanas Prodemex, GIA+A, propiedad de Hipólito Gerard, cuñado del ex presidente Carlos Salinas, y Constructora Teya, filial del Grupo Higa.

La empresa propietaria de la residencia de La Palma, el Grupo Higa, obtuvo varios contratos del gobierno del estado de México cuando Peña Nieto era gobernador de esa entidad. También rentaba los helicópteros en los que el mexiquense, a la sazón candidato presidencial, se trasladaba durante la campaña electoral de 2012.

El arquitecto Miguel Ángel Aragonés hizo público que había estado al frente del proyecto de construir la residencia para el presidente Peña Nieto, según documentó el equipo de investigación. Fue durante una entrevista concedida al periodista Alberto Tavira, en el programaLos despachos del poder, que transmite Televisión Azteca.

En el programa el periodista Tavira preguntó al arquitecto Aragonés:

–Es público que hiciste la casa del ahora presidente de la República, Enrique Peña Nieto. ¿Fue un reto?

–Siempre es un reto trabajar para alguien con esa importancia y esa capacidad, con ese nivel de inteligencia, ¿no? Siempre es difícil tratar de captar lo que alguien específicamente necesita. Sí, se vuelve un reto, sobre todo que yo suelo trabajar para mí, no suelo tener clientes.

–El licenciado Peña Nieto y su esposa, ¿fueron clientes difíciles?

–No, yo creo que han sido de las personas más respetuosas y fáciles de trabajar. Ambos, sobre todo Enrique, se me hizo un personaje de primera, un tipo inteligente, sensible, respetuoso, amable, fue una delicia trabajar con él.

El inmueble

Pintada totalmente de blanco, la casa de La Palma tiene, según descripción del equipo de investigación de Carmen Aristegui, un estacionamiento subterráneo, planta baja, nivel superior con tapancos. Un elevador conecta todos los niveles. El jardín cuenta con sala y comedor techados.

La planta baja está cubierta con pisos de mármol. Mientras, en el primer piso se encuentran las recámaras para los seis hijos de la pareja y la habitación principal con vestidor, baños separados y área de spa. La casa cuenta con un sistema de luces para crear ambientes diversos: puede tornarse rosa, naranja o violeta. La propiedad está asentada en mil 440 metros cuadrados. Las fotos pueden verse en la página electrónica de Aragonés, http://www.aragones.com.mx, con el título Casa La Palma.

El equipo de investigación obtuvo además un certificado del Registro Público de la Propiedad que da cuenta que La Palma es propiedad de Ingeniería Inmobiliara del Centro, Sociedad Anónima.

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(La Jornada)

 

O Brasil precisa conhecer as residência de notáveis ladrões. A casa do capo Daniel Dantas já foi visitada pela Polícia Federal, que encontrou uma parede falsa; a de Paulo Maluf, traficante de dólares; dos doleiros; dos mágicos das falências fraudulentas; dos moradores de bilionárias, paradisíacas, encantadas  ilhas, doadas como concessões públicas; a pobre moradia do ministro Joaquim Barbosa em Miami, a do  juiz Lalau; de Sílvio Santos, no Brasil e nos Estados Unidos, por viver pegando dinheiro para um banco falido; dos irmãos Marinhos, dos principais acionistas da Vale, da Petrobras, da mineradora de nióbio em Araxá e outros piratas donos das riquezas do Brasil.