Crise. Londrina tem 300 moradores de rua e já encontraram uma solução cristã: não dar esmolas

 

Segundo a coordenadora do Serviço de Abordagem Social, a psicóloga Lucinéia Maria Ribeiro, a população acredita que, ao dar esmolas, está ajudando. Na verdade, segundo ela, isso contribui para que muitas pessoas continuem comprando drogas e estimula a permanência nas ruas. ”É uma luta desigual para a gente, pois eles sempre conseguem adquirir essas substâncias psicoativas”, relatou.

É! o brasileiro gosta dos esportes radicais: morar em locais de risco, residir em favelas, dormir na rua ladrilhada de pedrinhas de brilhante. E no luxo das drogas, que é vício de rico. Cada pobre, no Natal, vai armar sua manjedoura para a noite de festa.

Com a aproximação das festas de fim de ano há um incremento do fluxo de pessoas em Londrina e isso resulta também em um aumento do número de pedintes e moradores de rua.