Dispositivo “antimendigo” instalado em bairro rico de Londres causa revolta nas redes sociais

Pequenos espetos de metal foram colocados na fachada de um conjunto de flats para impedir que moradores de rua e pedintes permaneçam no local

 

espeto inglês 1

A instalação de dispositivos “antimendigos” em prédios de alto padrão no centro de Londres tem despertado uma série de protestos nas redes sociais. Esse tipo de alteração arquitetônica posta em prática para afastar moradores de rua e pedintes de certos locais da cidade é questionado pelos internautas, que classificam os dispositivos de “monstruosidade” e “absurdo”.

 

A polêmica começou depois que uma foto flagrou os pequenos espetos pontiagudos embutidos na fachada de um conjunto de flats, instalados para espantar mendigos e impedi-los de dormir no local. Compartilhada à exaustão na web, a foto viralizou e instigou o debate das medidas “antimendigos”. Os mais críticos afirmam que estão tratando os desabrigados “como pombos”, comparando os dispositivos intalados aos utilizados para afastar as aves.

 

espeto 3

“Tinha uma pessoa sem-teto dormindo aqui cerca de um mês e meio atrás. Aí, há umas duas semanas, eles instalaram esses objetos. Acho que é para espantá-los”, disse ao jornal britânico The Telegraph uma mulher que vive no conjunto de flats.

 

 

 

 

 

O barril de pólvora consumista da greve da PM de Pernambuco

por Denise Arcoverde, direto de Seul

 

Eu estou solidária com todo mundo que teve que viver um dia de terror no Grande Recife, por causa da greve dos policiais. Acompanhei tudo de longe e posso imaginar a agonia de muita gente. Me preocupei muito com as pessoas nas ruas, como minha amiga Vania, que foi assaltada. Mesmo estando do outro lado do mundo, eu sei que a situação no país está muito complicada, por inúmeras razões.

l11

l2

l3

l4

l6

Mas, não, essas fotos não são de Recife, são de Londres, em 2011. Resolvi compartilhar com vocês porque percebi, pela minha TL, que muita gente acha que essas explosões sociais são “privilégio” da nossa patriazinha.

A gente vive num barril de pólvora consumista. Infelizmente, esses saques são os sintomas da sociedade do “eu tenho, você não tem”.

O que eu acho mais triste é que muita gente que nunca demonstrou comoção e solidariedade com o morador de rua, na Dantas Barreto ou com a criança vendendo pipoca na Agamenon Magalhães, hoje se revolta por causa do saque da TV de plasma, em Abreu e Lima. Mas, gente, guess what? tá tudo conectado.

Abreu e Lima
Abreu e Lima
Londres
Londres

 

“Estamos falando de pessoas humilhadas por aquilo que, na opinião delas, é um desfile de riquezas às quais não têm acesso. Todos nós fomos coagidos e seduzidos para ver o consumo como uma receita para uma boa vida e a principal solução para os problemas. O problema é que a receita está além do alcance de boa parte da população.”

Uma sugestão de leitura, sobre os saques em Londres:
‘Foi um motim de consumidores excluídos’, diz sociólogo Zygmunt Bauman.

 

EDUARDO CAMPOS, SENHORAS E SENHORES. O CANDIDATO A PRESIDÊNCIA SE MANDA PARA SÃO PAULO ENQUANTO A TERRA DELE MERGULHA NO CAOS.

VADA A BORDO, CAZZO!

Dudu

A Londres, des milliers de manifestants protestent contre l’austérité

Au moment où la Grande-Bretagne glisse dans la récession, des dizaines de milliers de personnes ont manifesté samedi 20 octobre dans le centre de Londres pour protester contre la politique d’austérité du gouvernement, dénoncée aussi par des manifestants en Ecosse et en Irlande du Nord.

De multiples professions, pompiers, infirmières ou encore enseignants, aux côtés de nombreux jeunes sans-emploi, de militants et de représentants de l’opposition, ont défilé bruyamment dans les rues au son de sifflets. Certains s’étaient munis de gros ballons multicolores, d’autres brandissaient des panneaux d’interdiction de stationner avec la mention “Non aux coupes”. “Dehors les Tories”, proclamaient d’autres banderoles à l’adresse du gouvernement du conservateur David Cameron. Plus de 250 cars avaient été affrétés pour amener les manifestants à Londres. Deux manifestations ont également eu lieu dans les rues de Belfast (Irlande du Nord) et de Glasgow (Ecosse).

Depuis son arrivée au pouvoir, le gouvernement britannique a présenté trois budgets d’austérité consécutifs, faisant de l’assainissement des finances publiques sa priorité. Malgré sa chute dans les sondages face aux travaillistes et le fait que l’économie britannique soit retombée en récession, le premier ministre a annoncé début octobre un nouveau tour de vis budgétaire, avec de nouvelles coupes draconiennes de 10 milliards de livres, soit 12 milliards d’euros, dans les dépenses sociales.

“LA POLITIQUE D’AUSTÉRITÉ EST UN ÉCHEC”

Olimpíada de Londres, “Jogos da Austeridade”

Às vésperas da abertura da Olimpíada, o governo do Reino Unido foi informado que a produção de riquezas do país caiu 0,7% entre abril e junho. Foi o terceiro trimestre consecutivo de queda no Produto Interno Bruto (PIB), acentuando ainda mais a percepção de que a crise se agrava no país.

O Orçamento de Londres praticamente triplicou desde que a cidade foi escolhida para sediar os Jogos Olímpicos, em 2005. Mas em meio à crise econômica internacional, os responsáveis pelas obras se adaptaram aos novos apertos no orçamento e entregaram todas as instalações nos prazos previstos e pelo valor equivalente a R$ 30 bilhões, abaixo do que foi posteriormente negociado.

Apelidados de Jogos da Austeridade em meio ao contexto econômico de crise internacional, a Olimpíada de Londres vai deixar um legado avaliado entre 10 e 13 bilhões de libras, valor que varia de R$ 31 a R$ 41 bilhões. Parte dos investimentos contribuiu para reabilitar a região leste da capital, que ganhou um parque olímpico novinho e que trouxe melhorias na rede de transporte, infraestrutura, comércio e moradia.

Londres deixa um exemplo ao conjugar rigor orçamentário com sustentabilidade pois a cidade foi escolhida também pelo projeto que privilegiou aspectos de respeito ambiental. Foram construídas obras que serão parcialmente desmontadas e reaproveitadas em outros locais, como a arena de basquete, que será totalmente desfeita e as arquibancadas para 12 mil pessoas deslocadas para o autódromo de Silverstone e outros locais.

O próprio Estádio Olímpico, maior palco dos Jogos, foi construído com 80 mil lugares, mas apenas 25 mil são permanentes. O futuro proprietário do local decidirá o destino das arquibancadas moduláveis.

Olimpíada. Propaganda do nacionalismo inglês

Olimpíada de Londres começou oficialmente.

A cerimônia de abertura, que terminou com um show do ex-beatle Paul McCartney e com o acendimento da chama olímpica, parou a capital inglesa.

Foram feitas referências à história do país desde os tempos medievais, passando pela era da Revolução Industrial, a participação nas duas Guerras Mundiais até os tempos modernos.

Na sequência da cerimônia, foram homenageados dois orgulhos nacionais britânicos. O sistema nacional de saúde e a literatura infantil. A escritora J. K. Rowling, autora da série Harry Potter, leu um trecho de Peter Pan.

A homenagem seguinte foi ao cinema britânico, com referências a Charles Chaplin, James Bond e o próprio Harry Potter, entre outros.

Depois da literatura e do cinema, foi a vez da música britânica. Com os artistas voluntários atuando com um sincronismo impressionante, foram executados clássicos de bandas como The Who, Rolling Stones, Beatles, Queen e Sex Pistols, até artistas modernos como Prodigy, Blur e Amy Winehouse.

A parte musical foi encerrada pela cantora Emeli Sandé com a música Abide with me, escrita por Henry Francis Lyte em 1847 e que era a preferida de Mahatma Gandhi. Simultaneamente, dançarinos encenavam uma simulação do duelo entre a vida e a morte.

Depois de quase uma hora e meia, os atletas iniciaram sua participação na cerimônia, com a delegação grega liderando o desfile, como é tradicional em todas as Olimpíadas. Todos os outros países entraram em ordem alfabética, com exceção da Grã-Bretanha, que como anfitriã foi a última a entrar. No total, mais de 10 mil atletas desfilaram.

Que a Olimpíada no Rio de Janeiro seja para destacar o Brasil. Nossa História, nossa Cultura. Espero que não apareça nenhum traidor para proclamar o Rio como capital do rock. 

Londres. ‘Indignados’ conmemoran un año del movimiento 15M

Los “indignados” de Londres iniciaron este sábado una nueva protesta pacífica a los pies de la catedral de San Pablo, en pleno distrito financiero de City, para conmemorar el primer aniversario del movimiento 15M.

Com cartazes com frases como “Abaixo o capitalismo predador”, “Viva a democracia política” ou “As pessoas antes dos lucros”, os manifestantes ouviram o economista James Meadway congratular-se com a participação no protesto, mas lamentar: “Os problemas continuam, a crise agrava-se”.

El grupo “anticapitalista” Occupy London convocó a sus simpatizantes en la plaza contigua a la catedral como parte de las movilizaciones que se llevarán a cabo en todo el mundo para marcar la fecha en la que hace un año iniciaron su protestas los “indignados” de Madrid.

La convocatoria pedía a los simpatizantes que llevaran con ellos una tienda de campaña, por lo que no se descarta que el movimiento rete a la policía acampando en el mismo lugar del que fueron desalojados hace seis meses después de una larga batalla legal con las autoridades.

Entre las actividades organizadas para este sábado, los “indignados” visitarán algunas instituciones ubicadas en el distrito financiero de la capital británica, como bancos, fondos de inversión o compañías privadas que, según ellos, forman parte del 1 por ciento “que ocasionó la crisis económica y continúa beneficiándose de ella”.

Además, en su cuenta de Twitter y mediante un comunicado difundido entre los medios, los “indignados” londinenses explicaron que la división educativa de Occupy London (la llamada Tent City University) tratará de “explorar alternativas económicas viables”.

El pasado octubre, los indignados comenzaron una acampada a los pies de la catedral de San Pablo que se extendió a varias zonas de la capital británica y que centró una gran atención mediática por el enfrentamiento de varios meses de los manifestantes con el ayuntamiento de la City y los responsables del templo.

 

Londres. Indignados ganham apoio da catedral de São Paulo


O movimento que há duas semanas protagoniza um acampamento de protesto no centro financeiro de Londres saudou, esta terça-feira, a interrupção dos procedimentos legais de expulsão pela catedral de São Paulo e pelas autoridades locais.

O movimento, que se auto-intitula “OccupyLSX” e que se propunha ocupar a praça da Bolsa de Valores de Londres, manifestou-se “encantado” com a reviravolta conhecida esta terça-feira.

Primeiro foi a administração da Catedral a anunciar que tinha “decidido por unanimidade suspender a actual acção judicial contra o protesto fora da igreja, após encontros com Richard Chartres, Bispo de Londres”.

El obispo de Londres Richard Chartres, número dos en el escalafón de la Iglesia Anglicana, ha mostrado su solidaridad con los “indignados” y ha logrado parar la orden de desalojo de la Corporación de Londres, que había dado a los ocupantes 48 horas para desmantelar el campamento

“Las campanas de alarma están sonando en el mundo y St. Paul ha escuchado esa llamada”, dijo el obispo Chartres a la hora de justificar el volantazo de la Iglesia Anglicana. En un breve comunicado, la Catedral de St. Paul ha anunciado la “decisión unánime” de suspender las acciones legales y mantener a cambio “un diálogo directo y constructivo” con los “indignados” sobre “los asuntos morales y éticos que proponen“.

Um indignado protesta frente à catedral
Um indignado protesta frente à catedral

Movimento ocupa à frente da Catedral de São Paulo há 15 dias
Movimento ocupa à frente da Catedral de São Paulo há 15 dias

Reverendo Graham diz que sua posição se "tornou insuportável"
Reverendo Graham diz que sua posição se "tornou insuportável"